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Foram encontradas 80 questões.

2446728 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: FGV
Orgão: Senado

Em uma fábrica existe um quadro de força de onde sai a alimentação de uma carga fixa de 300 kW, com fator de potência indutivo de 0,707. Esse mesmo quadro alimenta um motor síncrono que, nas condições operativas dessa máquina, tem potência elétrica é de 400 kW. Para que o fator de potência dessa instalação fique igual à unidade, o motor síncrono deve operar com uma potência aparente de:

 

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2446727 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: FGV
Orgão: Senado

Um sistema trifásico equilibrado apresenta uma potência complexa de módulo igual a 200 k e ângulo de 30º.

(Dados: seno 30º = 0,5 e cosseno 30º = 0,87)

Os valores das potências aparente, ativa e reativa são, respectivamente:

 

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2446726 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: FGV
Orgão: Senado

Observe a figura abaixo, que mostra um circuito em corrente contínua.

Enunciado 3550223-1

A resistência equivalente do circuito e a queda de tensão no resistor de 8 Ω são, respectivamente:

 

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2446725 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: FGV
Orgão: Senado

Um sistema trifásico desequilibrado pode ser decomposto em três diagramas fasoriais denominados de sequências positiva, negativa e zero. A esse respeito, considere as afirmativas abaixo:

I. a sequência positiva possui os fasores das tensões de fase defasados de 120º entre si, mesmo ângulo e a mesma sequência de fases do sistema fasorial original.

II. a sequência negativa possui os fasores das tensões de fase defasados de 120º entre si e sequência de fases contrária ao do sistema fasorial original.

III. a sequência zero possui os fasores das tensões de fase em fase entre si.

Está correto APENAS o que se afirma em:

 

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2446724 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: FGV
Orgão: Senado

Um sistema trifásico equilibrado do tipo estrela-estrela a quatro fios, com sequência de fases CBA, possui a tensão AC na carga com um ângulo de 90º. Sabendo-se que o fator de potência da carga é igual a 0,5 indutivo, pode-se afirmar que o ângulo da corrente que fluí na linha da fase B é igual a:

 

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2446723 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: FGV
Orgão: Senado

Um transformador trifásico tem seus enrolamentos do primário ligado em delta e os do secundário em estrela. A relação das tensões de linha entre os enrolamentos é igual a 10, tendo o lado primário a maior tensão. A relação do número de espiras do lado primário - N1 sobre o lado secundário – N2, (N1/N2) é igual a:

 

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2446722 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: FGV
Orgão: Senado

Uma determinada carga elétrica é composta por uma impedância com parte resistiva de 16 Ω e reativa de 12 Ω. A potência ativa solicitada por essa carga é de 3200 W. Os módulos das potências aparente, em VA, e reativa, em Var, são respectivamente:

 

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2446721 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: FGV
Orgão: Senado

Um determinado circuito é composto por dois elementos associados em série ligados a uma fonte alternada em regime permanente. Ao realizar medições da tensão e da corrente dessa associação, verificou-se que a onda senoidal da tensão estava atrasada em 45º em relação à onda senoidal da corrente. Do exposto, esse circuito é constituído dos seguintes componentes:

 

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2444054 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Senado
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Texto para a questão.
Fukuyama e o futuro da história
Em dois continentes de importância para o mundo desdobram-se neste momento crises virtualmente existenciais no que diz respeito a seus modelos econômicos-sociais.
Nos EUA, a oposição republicana a Obama tenta conquistar a Casa Branca com base em postura quase religiosa em favor da redução do imenso déficit público unicamente pela via da eliminação de gastos, com a preservação e mesmo a ampliação de vantagens tributárias que só fazem privilegiar os mais ricos.
Na Europa, o Estado do bem-estar se vê questionado. Não tanto sua essência, mas sim sua extensão passa a ser objeto de reavaliação, ao impacto de crise recessiva que tende a perdurar por longo tempo.
Enquanto isso, na China e em outras partes da Ásia Oriental viceja um autoritário capitalismo de Estado que aos olhos de alguns analistas do Ocidente constituiria modelo invejável - ainda que, pensando bem, seja esse alegado "Consenso de Pequim" (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington") de indesejável e inviável implantação em países com regimes verdadeiramente democráticos, baseados no Estado de Direito, nas liberdades civis e na economia de mercado.
Nos EUA a corrida eleitoral em curso expressa sociedade inusitadamente polarizada. E, em certo sentido, espantada e desorientada diante de nova realidade pouco assimilada: a inexorável tendência à crescente desigualdade socioeconômica.
Em 1974, o 1% mais rico detinha 9% da riqueza nacional. Hoje, possui quase 25%. Desigualdade que uns desejam enfrentar pela via do assistencialismo e de medidas de sentido distributivo e outros preferem não enxergar ou acreditam ser um mal passageiro, a ser sobrepujado pelo retorno ao "laissez-faire" e a medida regressivas, supostamente favorecedoras dos pobres e das classes médias pela via do "trickle down" (gotejamento) da riqueza acumulada pelos ricos.
Na Europa, supostamente mais organizada, falhou a regulamentação financeira, o que convergiu com a crise de 2008 nos EUA para dar origem à presente situação. Nesse erro se encontraram o capitalismo neoliberal americano e a "economia social de mercado" dos alemães.
É interessante constatar, em que tal contexto o surgimento em vários países de movimentos populistas de direita (veja-se o Tea Party nos EUA) e a ausência de um pensamento de esquerda mais amplo e integrado, capaz de colocar alternativas ao que tem sido uma globalização em importantes aspectos descontrolada, que ameaça encolher as classes médias nos países desenvolvidos, trazendo riscos à própria democracia representativa.
E, surpresa!, quem a esta altura clama pelo surgimento de um lúcido pensamento de esquerda, a contrabalançar os populismos de direita, é o famoso Francis Fukuyama. Ele, que com seu livro "O Fim da História" dera como definitivo o triunfo da democracia liberal e da economia de mercado sobre o socialismo real, expressa, em recente artigo na prestigiosa "Foreign Affairs" ("O Futuro da História"), preocupação com os riscos de que os avanços tecnológicos subjacentes à globalização enfraqueçam as classes médias nos países desenvolvidos. Critica o que chama de "ausência da esquerda" e clama por nova mobilização em favor de Estados mais fortes, de medidas redistributivas e de questionamento dos privilégios das atuais elites dominantes.
(Roberta Abdenur. Folha de S. Paulo, 25 de janeiro de 2012)
No texto, há quatro ocorrências do uso de parênteses:
I. (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington");
II. (gotejamento).
III. (veja-se o Tea Party nos EUA); e
IV. ("O Futuro da História").
Sabendo-se que os parênteses têm usos diversos, é correto afirmar que
 

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2443278 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Senado
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Texto para a questão.
Fukuyama e o futuro da história
Em dois continentes de importância para o mundo desdobram-se neste momento crises virtualmente existenciais no que diz respeito a seus modelos econômicos-sociais.
Nos EUA, a oposição republicana a Obama tenta conquistar a Casa Branca com base em postura quase religiosa em favor da redução do imenso déficit público unicamente pela via da eliminação de gastos, com a preservação e mesmo a ampliação de vantagens tributárias que só fazem privilegiar os mais ricos.
Na Europa, o Estado do bem-estar se vê questionado. Não tanto sua essência, mas sim sua extensão passa a ser objeto de reavaliação, ao impacto de crise recessiva que tende a perdurar por longo tempo.
Enquanto isso, na China e em outras partes da Ásia Oriental viceja um autoritário capitalismo de Estado que aos olhos de alguns analistas do Ocidente constituiria modelo invejável - ainda que, pensando bem, seja esse alegado "Consenso de Pequim" (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington") de indesejável e inviável implantação em países com regimes verdadeiramente democráticos, baseados no Estado de Direito, nas liberdades civis e na economia de mercado.
Nos EUA a corrida eleitoral em curso expressa sociedade inusitadamente polarizada. E, em certo sentido, espantada e desorientada diante de nova realidade pouco assimilada: a inexorável tendência à crescente desigualdade socioeconômica.
Em 1974, o 1% mais rico detinha 9% da riqueza nacional. Hoje, possui quase 25%. Desigualdade que uns desejam enfrentar pela via do assistencialismo e de medidas de sentido distributivo e outros preferem não enxergar ou acreditam ser um mal passageiro, a ser sobrepujado pelo retorno ao "laissez-faire" e a medida regressivas, supostamente favorecedoras dos pobres e das classes médias pela via do "trickle down" (gotejamento) da riqueza acumulada pelos ricos.
Na Europa, supostamente mais organizada, falhou a regulamentação financeira, o que convergiu com a crise de 2008 nos EUA para dar origem à presente situação. Nesse erro se encontraram o capitalismo neoliberal americano e a "economia social de mercado" dos alemães.
É interessante constatar, em que tal contexto o surgimento em vários países de movimentos populistas de direita (veja-se o Tea Party nos EUA) e a ausência de um pensamento de esquerda mais amplo e integrado, capaz de colocar alternativas ao que tem sido uma globalização em importantes aspectos descontrolada, que ameaça encolher as classes médias nos países desenvolvidos, trazendo riscos à própria democracia representativa.
E, surpresa!, quem a esta altura clama pelo surgimento de um lúcido pensamento de esquerda, a contrabalançar os populismos de direita, é o famoso Francis Fukuyama. Ele, que com seu livro "O Fim da História" dera como definitivo o triunfo da democracia liberal e da economia de mercado sobre o socialismo real, expressa, em recente artigo na prestigiosa "Foreign Affairs" ("O Futuro da História"), preocupação com os riscos de que os avanços tecnológicos subjacentes à globalização enfraqueçam as classes médias nos países desenvolvidos. Critica o que chama de "ausência da esquerda" e clama por nova mobilização em favor de Estados mais fortes, de medidas redistributivas e de questionamento dos privilégios das atuais elites dominantes.
(Roberta Abdenur. Folha de S. Paulo, 25 de janeiro de 2012)
O pronome (n)este, no primeiro parágrafo, e o pronome (n)esse, no sétimo parágrafo, exercem, respectivamente, papel
 

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