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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdeArts. 8º ao 14-B: Organização, Direção e Gestão
- Planejamento e Gestão
Sua atuação tem como um dos objetivos
fixar diretrizes sobre as regiões de
saúde, distrito sanitário, integração de
territórios, referência e contrarreferência
e demais aspectos vinculados à
integração das ações e serviços de
saúde entre os entes federados. O
enunciado se refere
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A autoridade de saúde que receber a
notificação compulsória de um óbito
por Dengue deverá informar às demais
esferas de gestão do SUS em até
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A solução do problema fundamental
do SUS consiste em restabelecer
a coerência entre a situação de
saúde de tripla carga de doenças,
com predominância relativa forte de
condições crônicas, e o sistema de
atenção à saúde, por meio da implantação
de Redes de Atenção em Saúde, que tem
como característica
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Um dos fundamentos das Redes de
Atenção em Saúde (RAS) aponta que,
para sua organização racional, alguns
serviços de saúde devem ser ofertados
de forma dispersa, por exemplo os
serviços de atenção primária, enquanto
serviços mais especializados, como um
serviço de neurocirurgia, devem ser
concentrados. Tal fundamento baseia-se
no princípio de
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Considerando-se a alta infectividade
e contagiosidade da doença, todo
caso suspeito de sarampo deve ser
comunicado por telefone à Secretaria
Municipal de Saúde dentro das primeiras
24 horas após o atendimento do paciente
e também à Secretaria Estadual de
Saúde por telefone, fax ou e-mail, para
acompanhamento junto ao município.
Além disso, a notificação deve ser
registrada no
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O Comitê de Implementação do Programa
Nacional de Segurança do Paciente
(CIPNSP), conforme o que consta na
Portaria GM/MS nº 529, de 01 de abril
de 2013, é composto por alguns dos
representantes, titular e suplentes dos
seguintes órgãos e entidades, EXCETO
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De acordo com o Decreto n° 7.508/11, é
correto afirmar que
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Dentre os programas e projetos
prioritários destacados no Plano
Estadual de Saúde 2016 a 2019, do
Estado de Pernambuco, aquele que tem
como objetivo reduzir a mortalidade
materna e infantil é o Programa
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No que se refere ao disposto no
Estatuto dos Funcionários Públicos do
Estado de Pernambuco (Lei Estadual
nº 6.123/1968), o ato que completa a
investidura em cargo público e órgão
colegiado é o/a
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INFELICIDADES CONTEMPORÂNEAS
Marcia Tiburi – 31 de maio de 2017
Faz tempo que ando pensando na felicidade como categoria ética. Longe da felicidade publicitária,
da felicidade das mercadorias, me parece necessário manter esse conceito em cena devolvendo-lhe
ao campo da análise crítica contra a ordem da ingenuidade onde ele foi lançado. Justamente porque
o tema da felicidade foi capturado na ordem das produções discursivas, falar da felicidade se torna
um desafio quando muita gente tenta transformá-la em uma bobagem, uma caretice, um assunto do
passado.
A felicidade é assunto do campo da ética. Em Aristóteles ela representa o máximo da virtude. Feliz
acima de tudo é quem pratica a filosofia, mas na vida em geral, aquele que vive uma vida justa já pode
ser feliz. Uma vida justa é uma vida boa, vivida com dignidade. Aquele que alcança um meio termo
entre extremos e faltas sempre falsos, sempre destrutivos, sempre irreais, é alguém que pode se dizer
feliz. A felicidade não é inalcançável, ela é busca bem prática que conduz a vida.
Hoje, depois de uma aula sobre o tema, uma aula crítica e analítica, daquelas que revoltam os
ressentidos e fortalecem os corajosos, uma pessoa que se anunciou tendo mais de 80 anos, me
abraçou e me disse, “sua aula me deixou feliz”. Eu também fiquei feliz.
***
Fico pensando no que o termo felicidade pode ainda nos dizer, quando, por meio de uma deturpação
conceitual, localizamos a felicidade nas mercadorias, quando a confundimos com fantasias e
propagandas.
A felicidade sempre foi uma ideia e uma prática complexas. Sua complexidade remete a uma
instabilidade inevitável. Em nossos dias, as pessoas falam muito da felicidade porque a desejam.
E se a desejam é porque, de algum modo, podemos dizer que sonham com ela. Mas não podem
pegá-la, comprá-la, obtê-la simplesmente e justamente porque ela não é uma coisa. Por isso, a ideia
de felicidade não combina com a ideia de mercadoria. Como ideia, a felicidade é aberta e produz
aberturas. Ela não cabe nas coisas, nem nas mais ricas, nem nas mais bonitas. Porque quando a
felicidade está, ela é como a morte, as coisas, assim como a vida, já não estão.
Há, no entanto, coisas que nos lembram ou nos iludem da ideia de felicidade, mas sempre o fazem
como um ideal ou um simulacro. Ninguém pode ser feliz plenamente, mas sempre pode buscar ser feliz
em uma medida muito abstrata que, no entanto, nos conecta à outras utopias. Não é sem sabedoria que,
em vez de pensarmos em uma única felicidade, começamos há muito tempo a pensar em felicidades no
plural. Se não se pode ser feliz no todo, que se seja em lugares, em setores da vida. Que se realize a
felicidade relativa, contra uma felicidade absoluta. Abaixo os absolutos, diz todo pensamento razoável .
Felicidades mil é o que desejamos àqueles que amamos. É um voto, apenas, um voto de fé que
em tudo se confunde com a postura ética de quem deseja o bem ao outro. Felicidade, lembremos os
filósofos antigos, era o sumo bem, o bem maior, o Bem com letra maiúscula. Uma coisa para inspirar,
para fazer suportar as dores e sofrimentos da vida comum. [...].
Adaptado de: (https://revistacult.uol.com.br/home/marcia-tiburi-infelicidades-contemporaneas/).
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