Foram encontradas 40 questões.
Leia as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta.
I. As relações entre sociedade e Estado são o foco da administração pública societal e de sua abordagem de gestão.
II. A gestão social deve favorecer a inclusão de
segmentos populares em rotinas públicas e, ainda,
servir de referencial para os arranjos institucionais
contemporâneos, concebidos para viabilizar o diálogo
entre cidadãos, servidores públicos e governantes.
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Leia as afirmações abaixo sobre Modelo Patrimonial de Administração Pública e assinale a alternativa correta.
I. A compreensão do modelo patrimonial de administração pública requer a retomada de um fundamento da dominação tradicional: a piedade pessoal.
II. Na dominação tradicional, a reverência ao soberano
garante a legitimidade das regras instituídas por ele.
Prevalece entre os subjugados a noção de que tal
autonomia não é limitada por forças concorrentes, o que
possibilita o exercício pessoal e arbitrário do poder.
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- Modelos Téoricos da Administração PúblicaAdministração Pública GerencialNGP/NPM: Novo Gerencialismo Público ou New Public Management
No Brasil, a reforma administrativa do setor público iniciou-se durante o primeiro mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso. Sobre essa nova administração pública gerencial, leia as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta
I. A Administração Pública Gerencial promoveu a revisão das atribuições estatais e prezou pela eficiência do setor público. No entanto, premissas do modelo burocrático foram preservadas como a impessoalidade, a meritocracia e a fidelidade às prescrições de cargos e regulamentos.
II. Com a Administração Pública Gerencial melhorias
estruturais, gerenciais e orçamentárias foram obtidas,
todavia, descompassos entre o discurso e a prática
foram observados, principalmente em relação à
participação popular e ao controle social democrático.
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Leia as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
I. A organização é o ponto de convergência dos fatores de produção com eficiência e eficácia.
II. A organização é um empreendimento social do qual
se reúnem vários recursos para que determinados
objetivos sejam atingidos.
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Texto I
Aquilo por que vivi
Três paixões, simples, mas irresistivelmente fortes, governaram-me a vida: o anseio de amor, a busca do conhecimento e a dolorosa piedade pelo sofrimento da humanidade. Tais paixões, como grandes vendavais, impeliram-me para aqui e acolá, em curso instável, por sobre profundo oceano de angústia, chegando às raias do desespero.
Busquei, primeiro, o amor, porque ele produz êxtase - um êxtase tão grande que, não raro, eu sacrificava todo o resto da minha vida por umas poucas horas dessa alegria. Ambicionava-o, ainda, porque o amor nos liberta da solidão - essa solidão terrível através da qual a nossa trêmula percepção observa, além dos limites do mundo, esse abismo frio e exânime. Busquei-o, finalmente, porque vi na união do amor, numa miniatura mística, algo que prefigurava a visão que os santos e os poetas imaginavam. Eis o que busquei e, embora isso possa parecer demasiado bom para vida humana, foi isso que - afinal - encontrei.
Com paixão igual, busquei o conhecimento. Eu queria compreender o coração dos homens. Gostaria de saber por que cintilam as estrelas. E procurei apreender a força pitagórica pela qual o número permanece acima do fluxo dos acontecimentos. Um pouco disto, mas não muito, eu o consegui.
Amor e conhecimento, até o ponto em que são possíveis, conduzem para o alto, rumo ao céu. Mas a piedade sempre me trazia de volta à terra. Ecos de gritos de dor ecoavam em meu coração. Crianças famintas, vítimas torturadas por opressores, velhos desvalidos a constituir um fardo para seus filhos, e todo o mundo de solidão, pobreza e sofrimentos, convertem numa irrisão o que deveria de ser a vida humana. Anseio por aliviar o mal, mas não posso, e também sofro.
Eis o que tem sido a minha vida. Tenho-a considerado digna de ser vivida e, de bom grado, tornaria a vivê-la, se me fosse dada tal oportunidade.
(Bertrand Russel. Autobiografia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1967.)
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Texto II

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