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Foram encontradas 38 questões.

198882 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: IBFC
Orgão: SESA PR
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A esquistossomose mansônica é uma doença parasitária, causada pelo trematódeo Schistosoma mansoni, cuja sintomatologia clínica depende de seu estágio de evolução no homem. A fase aguda pode ser assintomática ou apresentar-se como dermatite cercariana, caracterizada por micropápulas eritematosas e pruriginosas, até cinco dias após a infecção. Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.

I. A Identificação e tratamentos dos portadores de S. mansoni, por meio de inquéritos coproscópios a cada dois anos deve fazer parte da programação de trabalho das secretarias municipais de saúde das áreas endêmicas.
II. Os hospedeiros intermediários devem ser identificados através de pesquisa de coleções hídricas para determinação do seu potencial de transmissão e medidas de saneamento ambiental.
III. O saneamento ambiental cria condições que reduzem a proliferação e a contaminação dos hospedeiros intermediários, os nematódeos infectados.
Estão corretas as afirmativas:
 

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198881 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: IBFC
Orgão: SESA PR
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Os hospedeiros que mantêm o vírus rábico na natureza são os carnívoros e os quirópteros, sendo a raiva transmitida através de soluções de continuidade. Assinale a alternativa correta:

 

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198880 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: IBFC
Orgão: SESA PR
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A doença de Chagas apresenta um curso clínico bifásico: fase aguda e fase crônica. Na fase aguda, as manifestações clínicas mais comuns são: febre prolongadas e recorrentes, cefaleia, mialgias, astenia, edema de face ou membros inferiores, rash cutâneo, hipertrofia dos linfonodos, hepatomegalia, esplenomegalia, ascite, vômito, edema bipalpebral unilateral. Analise as afirmativas abaixo, dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

( ) O agente etiológico da doença de Chagas é o protozoário flagelado Trypanosoma cruzi.

( ) Os vetores da doença de Chagas são Triatomídeos hematófagos que, dependendo da espécie podem viver em meio silvestre, no peridomicílio ou no intradomicílio.

( ) A transmissão da doença de Chagas é vetorial, através da picada do triatomídeo hematófago, sendo o seu controle por inseticidas e investigação entomológica.

( ) Cuidados de higiene são importantes na produção de origem animal consumidos crus, como carnes de origem bovina e suína, para prevenção da doença de Chagas.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:
 

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198879 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: IBFC
Orgão: SESA PR
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A ascaridíase é uma doença parasitária do homem causada por um helminto. Em geral, não causa sintomatologia, no entanto, pode apresentar dor abdominal, diarreia, náuseas e anorexia. Quando há grande número de parasitas, pode ocorrer quadro de obstrução intestinal. Assinale a alternativa correta:
 

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198878 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: IBFC
Orgão: SESA PR
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Há animais que apresentam estruturas especializadas na inoculação de seus venenos, como dentes, ferrões e espinhos, sendo denominados de peçonhentos. Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.

I. Além das cobras, também podem ser considerados animais peçonhentos abelhas, alguns peixes e lagartas.

II. As cobras consideradas venenosas ou peçonhentas possuem glândulas de veneno localizadas de cada lado da cabeça, recobertas por músculos compressores, conectadas, por ductos, às presas inoculadoras.

III. As cascavéis e jararacas são exemplos de serpentes peçonhentas que possuem a fosseta loreal, orifício localizado entre a narina e o olho.

Estão corretas as afirmativas:
 

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198877 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: IBFC
Orgão: SESA PR
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As leveduras são grupos de fungos heterogíneos que, superficialmente, aparentam ser homogíneos. A identificação desses fungos é baseada nas suas características morfofisiológicas e bioquímicas. Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.

I. A identificação morfológica do fungo é usada secundariamente para estabelecer as espécies de fungos.
II. As provas bioquímicas, de assimilação, de fermentação e de açúcares são usadas para diferenciar os gêneros de fungos.
III. O ciclo de vida dos fungos compreende duas fases: uma somática, caracterizada por atividades alimentares, e outra reprodutiva, onde os fungos podem realizar reprodução sexuada ou assexuada.
Estão corretas as afirmativas:
 

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Texto I

Aquilo por que vivi

Três paixões, simples, mas irresistivelmente fortes, governaram-me a vida: o anseio de amor, a busca do conhecimento e a dolorosa piedade pelo sofrimento da humanidade. Tais paixões, como grandes vendavais, impeliram-me para aqui e acolá, em curso instável, por sobre profundo oceano de angústia, chegando às raias do desespero.

Busquei, primeiro, o amor, porque ele produz êxtase - um êxtase tão grande que, não raro, eu sacrificava todo o resto da minha vida por umas poucas horas dessa alegria. Ambicionava-o, ainda, porque o amor nos liberta da solidão - essa solidão terrível através da qual a nossa trêmula percepção observa, além dos limites do mundo, esse abismo frio e exânime. Busquei-o, finalmente, porque vi na união do amor, numa miniatura mística, algo que prefigurava a visão que os santos e os poetas imaginavam. Eis o que busquei e, embora isso possa parecer demasiado bom para vida humana, foi isso que - afinal - encontrei.

Com paixão igual, busquei o conhecimento. Eu queria compreender o coração dos homens. Gostaria de saber por que cintilam as estrelas. E procurei apreender a força pitagórica pela qual o número permanece acima do fluxo dos acontecimentos. Um pouco disto, mas não muito, eu o consegui.

Amor e conhecimento, até o ponto em que são possíveis, conduzem para o alto, rumo ao céu. Mas a piedade sempre me trazia de volta à terra. Ecos de gritos de dor ecoavam em meu coração. Crianças famintas, vítimas torturadas por opressores, velhos desvalidos a constituir um fardo para seus filhos, e todo o mundo de solidão, pobreza e sofrimentos, convertem numa irrisão o que deveria de ser a vida humana. Anseio por aliviar o mal, mas não posso, e também sofro.

Eis o que tem sido a minha vida. Tenho-a considerado digna de ser vivida e, de bom grado, tornaria a vivê-la, se me fosse dada tal oportunidade.

(Bertrand Russel. Autobiografia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1967.)

O período “Eu queria compreender o coração dos homens.” (3°§) é composto e, sobre a sua segunda oração, é correto afirmar que:
 

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Texto II

enunciado 198853-1

Ao analisar o nível de linguagem empregado na charge, é correto afirmar que se trata de um emprego:
 

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Texto I

Aquilo por que vivi

Três paixões, simples, mas irresistivelmente fortes, governaram-me a vida: o anseio de amor, a busca do conhecimento e a dolorosa piedade pelo sofrimento da humanidade. Tais paixões, como grandes vendavais, impeliram-me para aqui e acolá, em curso instável, por sobre profundo oceano de angústia, chegando às raias do desespero.

Busquei, primeiro, o amor, porque ele produz êxtase - um êxtase tão grande que, não raro, eu sacrificava todo o resto da minha vida por umas poucas horas dessa alegria. Ambicionava-o, ainda, porque o amor nos liberta da solidão - essa solidão terrível através da qual a nossa trêmula percepção observa, além dos limites do mundo, esse abismo frio e exânime. Busquei-o, finalmente, porque vi na união do amor, numa miniatura mística, algo que prefigurava a visão que os santos e os poetas imaginavam. Eis o que busquei e, embora isso possa parecer demasiado bom para vida humana, foi isso que - afinal - encontrei.

Com paixão igual, busquei o conhecimento. Eu queria compreender o coração dos homens. Gostaria de saber por que cintilam as estrelas. E procurei apreender a força pitagórica pela qual o número permanece acima do fluxo dos acontecimentos. Um pouco disto, mas não muito, eu o consegui.

Amor e conhecimento, até o ponto em que são possíveis, conduzem para o alto, rumo ao céu. Mas a piedade sempre me trazia de volta à terra. Ecos de gritos de dor ecoavam em meu coração. Crianças famintas, vítimas torturadas por opressores, velhos desvalidos a constituir um fardo para seus filhos, e todo o mundo de solidão, pobreza e sofrimentos, convertem numa irrisão o que deveria de ser a vida humana. Anseio por aliviar o mal, mas não posso, e também sofro.

Eis o que tem sido a minha vida. Tenho-a considerado digna de ser vivida e, de bom grado, tornaria a vivê-la, se me fosse dada tal oportunidade.

(Bertrand Russel. Autobiografia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1967.)

No início do texto, o autor faz um emprego formal e incomum da linguagem na passagem “governaram-me a vida:” (1°§). Considerando-se o contexto, a construção em questão equivaleria, semanticamente, à seguinte reescritura:
 

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Texto I

Aquilo por que vivi

Três paixões, simples, mas irresistivelmente fortes, governaram-me a vida: o anseio de amor, a busca do conhecimento e a dolorosa piedade pelo sofrimento da humanidade. Tais paixões, como grandes vendavais, impeliram-me para aqui e acolá, em curso instável, por sobre profundo oceano de angústia, chegando às raias do desespero.

Busquei, primeiro, o amor, porque ele produz êxtase - um êxtase tão grande que, não raro, eu sacrificava todo o resto da minha vida por umas poucas horas dessa alegria. Ambicionava-o, ainda, porque o amor nos liberta da solidão - essa solidão terrível através da qual a nossa trêmula percepção observa, além dos limites do mundo, esse abismo frio e exânime. Busquei-o, finalmente, porque vi na união do amor, numa miniatura mística, algo que prefigurava a visão que os santos e os poetas imaginavam. Eis o que busquei e, embora isso possa parecer demasiado bom para vida humana, foi isso que - afinal - encontrei.

Com paixão igual, busquei o conhecimento. Eu queria compreender o coração dos homens. Gostaria de saber por que cintilam as estrelas. E procurei apreender a força pitagórica pela qual o número permanece acima do fluxo dos acontecimentos. Um pouco disto, mas não muito, eu o consegui.

Amor e conhecimento, até o ponto em que são possíveis, conduzem para o alto, rumo ao céu. Mas a piedade sempre me trazia de volta à terra. Ecos de gritos de dor ecoavam em meu coração. Crianças famintas, vítimas torturadas por opressores, velhos desvalidos a constituir um fardo para seus filhos, e todo o mundo de solidão, pobreza e sofrimentos, convertem numa irrisão o que deveria de ser a vida humana. Anseio por aliviar o mal, mas não posso, e também sofro.

Eis o que tem sido a minha vida. Tenho-a considerado digna de ser vivida e, de bom grado, tornaria a vivê-la, se me fosse dada tal oportunidade.

(Bertrand Russel. Autobiografia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1967.)

O texto é marcado por subjetividade e as figuras de estilo reforçam esse teor subjetivo. Assinale a passagem transcrita abaixo que NÃO revela um exemplo de linguagem figurada.
 

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