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A partir de 2017, o Ministério da Saúde fez algumas mudanças na indicação da vacina meningocócica C conjugada. Sobre essa vacina e as novas recomendações do programa nacional de imunização, considere as afirmações abaixo.
I A introdução de uma segunda dose da vacina meningocócica C conjugada para a população de 20 a 29 anos de idade justifica-se em função da correção da falha vacinal nesse grupo.
II O Ministério da Saúde passou a disponibilizar a vacina meningocócica C conjugada para crianças até 6 anos de idade e um reforço em adolescentes de qualquer faixa etária.
III O Ministério da Saúde passou a disponibilizar a vacina meningocócica C conjugada para adolescentes de 12 a 13 anos em 2017, e de 11 a 14 anos em 2018.
IV A vacinação de adolescentes proporcionará proteção direta impedindo o deslocamento do risco de doença para esses grupos etários, alcançando, ainda, o desejado efeito protetor da imunidade de rebanho, que estende a proteção a coortes de indivíduos não vacinados.
Estão corretas as afirmações
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- Doenças Transmissíveis, Infecciosas e ParasitáriasDST: Doenças Sexualmente Transmissíveis
- Legislação
- Saúde da Mulher
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- Doenças Transmissíveis, Infecciosas e ParasitáriasDST: Doenças Sexualmente Transmissíveis
- Saúde da Mulher
Diante de casos de violência sexual tal como o apresentado, medidas profiláticas para as infecções sexualmente transmissíveis (IST) devem ser tomadas. Sobre essa temática, considere as afirmações abaixo.
I Doenças como gonorreia, sífilis e infecção por clamídia podem ser prevenidas com o uso de medicamentos de reconhecida eficácia.
II Em casos de violência sexual, ainda não há profilaxia disponível para doenças virais como as infecções por herpes simples, cancro mole e pelo papilomavírus humano (HPV).
III A profilaxia das IST não virais deve ser feita preferencialmente por via parenter al para a administração dos antibióticos, os quais devem ser administrados no primeiro dia de atendimento.
IV A profilaxia das IST realizada por via oral deve ser realizada, em no máximo, uma semana após a violência sexual, visto que após esse período, não há mais indicação.
Estão corretas as afirmativas
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O puerpério ou pós-parto é o período que se inicia com a saída da placenta até à volta do organismo materno às condições pré-gravídicas. No puerpério imediato, após o parto vaginal, a enfermeira deve avaliar o períneo da puérpera a fim de identificar o trauma perineal ou genital, definido como aquele provocado por episiotomia ou lacerações. Sobre os cuidados nos casos de trauma perineal ou genital, analise as recomendações abaixo.
I Ajudar a mulher a adotar uma posição que permita uma visualização adequada do grau do trauma, mantendo essa posição apenas pelo tempo necessário para uma avaliação sistemática e para o reparo do períneo.
II Orientar a mulher que, no caso de trauma de primeiro grau, o músculo deve ser suturado, a fim de melhorar a cicatrização.
III Para a realização de reparos perineais, deve-se realizar um cateterismo vesical de alívio para prevenir o desconforto local causado pela eliminação de urina
IV De acordo com prescrição médica, orientar a mulher a usar rotineiramente supositórios retais de anti-inflamatórios não esteróides após o reparo do trauma perineal de primeiro e de segundo graus, desde que esses medicamentos não sejam contraindicados.
Em relação ao tratamento do trauma perineal ou genital, estão corretas as recomendações presentes em
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Uma enfermeira de plantão na enfermaria da unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) admitiu um recém-nascido pré-termo ou prematuro (RNPT) e iniciou o planejamento dos cuidados de enfermagem. Em relação aos cuidados com a pele do neonato pré -termo, analise as condutas abaixo.
I Deve-se utilizar sabão alcalino ou com hexaclorofeno como forma de manutenção do manto ácido cutâneo dos RNPT, em razão da elevada fragilidade e sensibilidade da pele.
II Para a higienização do cordão umbilical, o mais seguro é o uso de clor exidina alcóolica a 2% ou álcool a 70%. Não se deve usar iodo-povidona rotineiramente pelo risco de absorção sistêmica do iodo e surgimento de hipotireoidismo transitório.
III Os curativos semipermeáveis podem ser utilizados para fixar acessos intravenosos, sondas orogástricas ou nasogástricas, cateteres e acessos centrais, mas deve -se evitar remover os adesivos por pelo menos 24 horas após sua aplicação.
IV O uso de emolientes melhora as condições da pele do RNPT e diminui o risco de infecção por estaflococos coagulase negativo. No entanto, deve-se evitar o uso de emolientes à base de petrolato sem corante, pelo risco maior de irritação grave na pele.
Estão corretas as condutas
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