Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

No que concerne ao processo administrativo disciplinar aplicável no âmbito do Governo do Estado do Pará, considere:

I. Qualquer pessoa que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração imediata, mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar, assegurada ao acusado ampla defesa.


II. Como medida cautelar e a fim de que o servidor não venha a influir na apuração da irregularidade, a autoridade instauradora do processo disciplinar poderá determinar o seu afastamento do exercício do cargo, pelo prazo de até 90 (noventa) dias, sem prejuízo da remuneração.


III. O processo disciplinar será conduzido por comissão composta de 3 (três) servidores estáveis, designados pela autoridade competente, que indicará, dentre eles, o seu presidente.


IV. As reuniões da comissão serão registradas em memorandos que deverão detalhar as deliberações adotadas.


Estão incorretos os itens:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
No que concerne ao tempo de serviço do servidor público estadual, não se considera como de efetivo exercício, para todos os fins, o afastamento decorrente de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Acerca da remoção, da transferência e da redistribuição, considere:


I. A remoção é a movimentação do servidor ocupante de cargo de provimento efetivo para outro cargo de igual denominação e provimento, de outro órgão, mas no mesmo Poder.

II. A transferência é o deslocamento do servidor, com o respectivo cargo ou função, para o quadro de outro órgão ou entidade do mesmo Poder.

III. A redistribuição é a movimentação do servidor ocupante de cargo de provimento efetivo para outro cargo de igual denominação e provimento, no mesmo Poder e no mesmo órgão em que é lotado.


Estão incorretos:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O pagamento de gratificações constitui direito assegurado no estatuto que rege o exercício profissional dos servidores públicos do Estado do Pará. Porém, não serão concedidas gratificações

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O lugar de cada palavra

Perguntar o que os signos significam é o primeiro passo para quem quer entender o mundo

Aldo Bizzocchi

Para que servem as palavras? Essa pergunta pode parecer absurda, mas, se pararmos para refletir, veremos que as palavras são nossa principal conexão com o mundo. Apenas não podemos conceber aquilo que não podemos nomear. As palavras são os signos que mais diretamente representam nossa visão de mundo. É evidente que palavras podem ser decompostas em signos menores, mas não pensamos nem nos expressamos por radicais ou afixos: são as palavras que estão na memória, estocadas para serem postas em discurso. E nem todas - talvez uma minoria - podem ser traduzidas por outros signos, desenhos, gestos, ruídos.

Nem todas as palavras representam "coisas" do mundo exterior à linguagem: palavras puramente gramaticais como preposições, conjunções e artigos são o cimento que une os tijolos da comunicação, como substantivos, adjetivos, verbos e advérbios. Estes são chamados de palavras lexicais, cheias ou exteroceptivas porque nos remetem ao "mundo", a vivências físicas ou mentais que abstraímos e guardamos na mente sob a forma de conceitos. Já as palavras gramaticais são chamadas de vazias ou interoceptivas porque não representam conceitos, só exercem funções na própria língua, como conectar ou substituir palavras cheias.

A economia proporcionada pela linguagem articulada consiste no fato de que podemos usar um número finito, embora relativamente grande, de signos para dar conta de um número de vivências concretas que tende ao infinito.

Além de Platão, outros pensadores, como Kant, Frege, Russell e Wittgenstein se fizeram a pergunta "O que os signos significam?". Essa é talvez a mais importante questão da filosofia da linguagem.

Trata-se de constatar que não podemos conhecer o mundo em que vivemos sem a mediação dos signos. Alguns filósofos chegaram mesmo a supor que a própria realidade é uma ilusão criada pela linguagem e, portanto, o conhecimento em si é simplesmente impossível.

Aliás, as únicas formas de conhecimento a priori, que independem da experiência, são a lógica e a matemática, justamente dois exemplos de linguagem formal. Ou seja, podemos lidar com a linguagem sem a realidade, mas não podemos lidar com a realidade sem a linguagem.

[com adaptações] http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11913

Quanto às relações coesivas, é incorreto afirmar que o(a)

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O lugar de cada palavra

Perguntar o que os signos significam é o primeiro passo para quem quer entender o mundo

Aldo Bizzocchi

Para que servem as palavras? Essa pergunta pode parecer absurda, mas, se pararmos para refletir, veremos que as palavras são nossa principal conexão com o mundo. Apenas não podemos conceber aquilo que não podemos nomear. As palavras são os signos que mais diretamente representam nossa visão de mundo. É evidente que palavras podem ser decompostas em signos menores, mas não pensamos nem nos expressamos por radicais ou afixos: são as palavras que estão na memória, estocadas para serem postas em discurso. E nem todas - talvez uma minoria - podem ser traduzidas por outros signos, desenhos, gestos, ruídos.

Nem todas as palavras representam "coisas" do mundo exterior à linguagem: palavras puramente gramaticais como preposições, conjunções e artigos são o cimento que une os tijolos da comunicação, como substantivos, adjetivos, verbos e advérbios. Estes são chamados de palavras lexicais, cheias ou exteroceptivas porque nos remetem ao "mundo", a vivências físicas ou mentais que abstraímos e guardamos na mente sob a forma de conceitos. Já as palavras gramaticais são chamadas de vazias ou interoceptivas porque não representam conceitos, só exercem funções na própria língua, como conectar ou substituir palavras cheias.

A economia proporcionada pela linguagem articulada consiste no fato de que podemos usar um número finito, embora relativamente grande, de signos para dar conta de um número de vivências concretas que tende ao infinito.

Além de Platão, outros pensadores, como Kant, Frege, Russell e Wittgenstein se fizeram a pergunta "O que os signos significam?". Essa é talvez a mais importante questão da filosofia da linguagem.

Trata-se de constatar que não podemos conhecer o mundo em que vivemos sem a mediação dos signos. Alguns filósofos chegaram mesmo a supor que a própria realidade é uma ilusão criada pela linguagem e, portanto, o conhecimento em si é simplesmente impossível.

Aliás, as únicas formas de conhecimento a priori, que independem da experiência, são a lógica e a matemática, justamente dois exemplos de linguagem formal. Ou seja, podemos lidar com a linguagem sem a realidade, mas não podemos lidar com a realidade sem a linguagem.

[com adaptações] http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11913

No que concerne às noções de sintaxe, é correto afirmar que a oração

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
enunciado 348771-1
O autor do texto, Aldo Bizzocchi,

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O lugar de cada palavra

Perguntar o que os signos significam é o primeiro passo para quem quer entender o mundo

Aldo Bizzocchi

Para que servem as palavras? Essa pergunta pode parecer absurda, mas, se pararmos para refletir, veremos que as palavras são nossa principal conexão com o mundo. Apenas não podemos conceber aquilo que não podemos nomear. As palavras são os signos que mais diretamente representam nossa visão de mundo. É evidente que palavras podem ser decompostas em signos menores, mas não pensamos nem nos expressamos por radicais ou afixos: são as palavras que estão na memória, estocadas para serem postas em discurso. E nem todas - talvez uma minoria - podem ser traduzidas por outros signos, desenhos, gestos, ruídos.

Nem todas as palavras representam "coisas" do mundo exterior à linguagem: palavras puramente gramaticais como preposições, conjunções e artigos são o cimento que une os tijolos da comunicação, como substantivos, adjetivos, verbos e advérbios. Estes são chamados de palavras lexicais, cheias ou exteroceptivas porque nos remetem ao "mundo", a vivências físicas ou mentais que abstraímos e guardamos na mente sob a forma de conceitos. Já as palavras gramaticais são chamadas de vazias ou interoceptivas porque não representam conceitos, só exercem funções na própria língua, como conectar ou substituir palavras cheias.

A economia proporcionada pela linguagem articulada consiste no fato de que podemos usar um número finito, embora relativamente grande, de signos para dar conta de um número de vivências concretas que tende ao infinito.

Além de Platão, outros pensadores, como Kant, Frege, Russell e Wittgenstein se fizeram a pergunta "O que os signos significam?". Essa é talvez a mais importante questão da filosofia da linguagem.

Trata-se de constatar que não podemos conhecer o mundo em que vivemos sem a mediação dos signos. Alguns filósofos chegaram mesmo a supor que a própria realidade é uma ilusão criada pela linguagem e, portanto, o conhecimento em si é simplesmente impossível.

Aliás, as únicas formas de conhecimento a priori, que independem da experiência, são a lógica e a matemática, justamente dois exemplos de linguagem formal. Ou seja, podemos lidar com a linguagem sem a realidade, mas não podemos lidar com a realidade sem a linguagem.

[com adaptações] http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11913

Pode-se afirmar que o texto acima é um(a)

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O lugar de cada palavra

Perguntar o que os signos significam é o primeiro passo para quem quer entender o mundo

Aldo Bizzocchi

Para que servem as palavras? Essa pergunta pode parecer absurda, mas, se pararmos para refletir, veremos que as palavras são nossa principal conexão com o mundo. Apenas não podemos conceber aquilo que não podemos nomear. As palavras são os signos que mais diretamente representam nossa visão de mundo. É evidente que palavras podem ser decompostas em signos menores, mas não pensamos nem nos expressamos por radicais ou afixos: são as palavras que estão na memória, estocadas para serem postas em discurso. E nem todas - talvez uma minoria - podem ser traduzidas por outros signos, desenhos, gestos, ruídos.

Nem todas as palavras representam "coisas" do mundo exterior à linguagem: palavras puramente gramaticais como preposições, conjunções e artigos são o cimento que une os tijolos da comunicação, como substantivos, adjetivos, verbos e advérbios. Estes são chamados de palavras lexicais, cheias ou exteroceptivas porque nos remetem ao "mundo", a vivências físicas ou mentais que abstraímos e guardamos na mente sob a forma de conceitos. Já as palavras gramaticais são chamadas de vazias ou interoceptivas porque não representam conceitos, só exercem funções na própria língua, como conectar ou substituir palavras cheias.

A economia proporcionada pela linguagem articulada consiste no fato de que podemos usar um número finito, embora relativamente grande, de signos para dar conta de um número de vivências concretas que tende ao infinito.

Além de Platão, outros pensadores, como Kant, Frege, Russell e Wittgenstein se fizeram a pergunta "O que os signos significam?". Essa é talvez a mais importante questão da filosofia da linguagem.

Trata-se de constatar que não podemos conhecer o mundo em que vivemos sem a mediação dos signos. Alguns filósofos chegaram mesmo a supor que a própria realidade é uma ilusão criada pela linguagem e, portanto, o conhecimento em si é simplesmente impossível.

Aliás, as únicas formas de conhecimento a priori, que independem da experiência, são a lógica e a matemática, justamente dois exemplos de linguagem formal. Ou seja, podemos lidar com a linguagem sem a realidade, mas não podemos lidar com a realidade sem a linguagem.

[com adaptações] http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11913

Julgue os itens abaixo:

I. A forma verbal “se fizeram” expressa ação contínua iniciada no passado.

II. A inversão da ordem dos termos em “nossa principal conexão” alteraria o sentido do enunciado.

III. A construção “chegaram mesmo a supor” alude ao extremismo das ideias de certos filósofos.

IV. Em “são o cimento que une os tijolos da comunicação”, ocorre uso figurado de palavras.

V. No trecho “Nem todas as palavras representam ‘coisas’ do mundo exterior à linguagem: palavras puramente gramaticais como preposições, conjunções e artigos são o cimento que une os tijolos da comunicação, como substantivos, adjetivos, verbos e advérbios”, predomina a função metalinguística.

Está correto o que se afirma em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
50490 Ano: 2010
Disciplina: Serviço Social
Banca: FADESP
Orgão: SES-PA
Provas:

Na atual conjuntura brasileira, considera-se fundamental envolver os diversos sujeitos sociais preocupados com a política pública de saúde no fortalecimento do projeto de reforma sanitária, em defesa da ampliação dos direitos sociais e das conquistas obtidas na constituição de 1988. Ressalta-se como fundamental nesse processo a

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas