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O afundamento é um dos defeitos que pode ocorrer nos pavimentos flexíveis e semirrígidos. Em relação ao afundamento, assinale a alternativa correta.
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Nos pavimentos rígidos, os defeitos recuperáveis são aqueles cujas causas que lhe deram origem podem ser eliminadas após a sua recuperação. A quantidade e extensão dos defeitos existentes em uma placa também determinam a viabilidade de recuperação desta placa ou a sua demolição. Por outro lado, quando não for possível, por meio de reparação de um defeito, eliminar as causas que lhe deram origem, o defeito é considerado irrecuperável, devendo a placa ser demolida parcial ou totalmente. De acordo com a Publicação IPR 737/2010 – Manual de Recuperação de Pavimentos Rígidos do DNIT, analise os seguintes defeitos:
I. Bombeamento.
II. Alçamento das placas.
III. Fissuras de canto.
IV. Placa dividida.
V. Fissuras tipo rendilhado.
Quais são considerados irrecuperáveis?
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Disciplina: Engenharia de Transportes e Trânsito
Banca: FUNDATEC
Orgão: SPGG-RS
Barreiras são utilizadas para reduzir a severidade dos acidentes. Considerações devem ser feitas quanto ao uso daquelas que se revelaram de melhor performance em locais em que as condições de tráfego, velocidade e geometria desfavorável aumentam a probabilidade de ocorrência de impactos e as consequências são mais severas. O desenvolvimento atingido no projeto e operação de barreiras permite fazer as seguintes observações:
I. Extremidades de barreiras próprias para impactos devem ser usadas onde existir uma possibilidade razoável de serem atingidas por um veículo desgovernado, mesmo quando situado fora da área de recuperação.
II. Extremidades não preparadas para colisões não devem ser usadas em locais passíveis de sofrerem impactos frontais.
III. Extremidades curvadas para o solo podem resultar em suspensão e tombamento de veículos e não são adequadas para vias expressas de velocidades elevadas e grandes volumes de tráfego.
IV. Tanto para os atenuadores como para todos os tipos de tratamento das extremidades de barreiras, a regularização adequada das áreas laterais e imediatamente anteriores às extremidades é essencial para operação segura. A falta de manutenção dessa regularização inibe a eficiência da operação e pode resultar em problemas sérios para os atenuadores.
V. A transição entre as defensas metálicas, flexíveis e as barreiras de concreto rígidas, das obras de arte especiais, deve ser feita sem superfícies salientes. As conexões devem ser cuidadosamente projetadas, levando em consideração a resistência da conexão, o alinhamento das faces da barreira e da defensa e as diferenças na flexibilidade.
Quais estão corretas?
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Questões ligadas à sustentabilidade ambiental têm promovido alterações nos diversos meios de produção em todo o mundo. Esse tema tem igualmente mobilizado o setor rodoviário, pois se sabe que a produção de misturas asfálticas pode causar diversos danos ao meio ambiente e aos trabalhadores envolvidos no processo. Nesse aspecto, as misturas conhecidas internacionalmente como “Warm Mix Asphalt”, ou seja, Misturas Asfálticas Mornas, estão sendo cada vez mais utilizadas. A característica marcante desse tipo de mistura diz respeito às temperaturas de usinagem e de compactação, as quais são inferiores às temperaturas usualmente utilizadas no processamento e aplicação de misturas a quente. Em relação às características das misturas asfálticas mornas, considere as seguintes afirmativas:
I. Menor emissão de poluentes atmosféricos.
II. Aumento do consumo energético.
III. Menor envelhecimento do ligante asfáltico.
IV. Utilização de menor percentagem de material fresado.
V. Menor dificuldade de aplicação em épocas ou locais de clima muito frio e maior habilidade de transporte por longas distâncias.
Quais estão corretas?
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Em relação ao projeto geométrico de uma rodovia, considere os seguintes dados de uma curva circular simples:
- Deflexão: 30°.
- Raio: 1500 m.
Considerando o valor de !$ pi !$ igual a 3,14, o desenvolvimento da curva (D) será de:
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- Projeto e Execução de Rodovias e FerroviasTerraplenagem
- Projeto e Execução de Rodovias e FerroviasExecução de Cortes e Aterros
O processo de seleção e/ou utilização de “empréstimos”, a par de atender aos preceitos do Projeto de Terraplenagem, deve também beneficiar as condições da estrada, seja melhorando as condições topográficas ou de visibilidade, seja garantindo uma melhor drenagem. Neste sentido, os posicionamentos e a exploração dos empréstimos devem obedecer aos seguintes critérios:
I. Nos cortes, de uma maneira geral, deve ser adotado, alternativamente, o seguinte: adoção de uma menor inclinação dos taludes, de modo a suavizá-los e melhorar sua estabilidade, além de rebaixamento do fundo do corte, com modificação do greide, para melhorá-lo.
II. No caso dos cortes em tangente, devem ser adotados os seguintes procedimentos: no caso de cortes de pequena altura, alargando-os em toda a altura, para melhorar as condições de drenagem e de visibilidade e no caso de corte de altura significativa, promover o alargamento até determinada altura, criando-se banquetas e melhorando a estabilidade dos taludes.
III. Nos cortes em segmento em curva, deve ser feito no lado externo da curva, em toda altura ou não, melhorando as condições de visibilidade.
Quais estão corretos?
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De acordo com o Método de Dimensionamento Nacional (MeDiNa), previsto na IS-247 do DNIT, analise as seguintes afirmativas:
I. O valor mínimo de Módulo de Resiliência médio do subleito aceitável para um solo natural é de 50 MPa. Caso em algum segmento esse valor não seja atendido, um tratamento na camada deverá ser realizado (estabilização com aditivo químico, utilização de mistura de solos ou areia, ou outros).
II. No MeDiNa, para uso nas camadas de reforço de subleito, sub-base e base, a seleção dos materiais disponíveis em jazidas ou empréstimos deve prioritariamente buscar aqueles com Módulo de Resiliência superior ao do subleito e que apresentem acomodamento no ensaio de Deformação Permanente em todos os níveis de tensões.
III. Para volumes de tráfego menores do que N = 5×107, na maioria das vezes há necessidade de uso de camadas cimentadas na base e no revestimento, portanto, nestes casos, devem-se buscar eventuais jazidas de materiais que sejam mais econômicos para estabilização com cimento, por exemplo, ou mesmo pedreiras adequadas para compor brita graduada tratada com cimento, ou concreto rolado.
IV. Caso os valores de expansão sejam superiores aos estabelecidos nas normas do DNIT, não haverá a necessidade de tratamento de reforço da camada analisada.
Quais estão corretas?
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No âmbito da engenharia rodoviária, considera-se solo todo tipo de material orgânico ou inorgânico, inconsolidado ou parcialmente cimentado, encontrado na superfície da terra. Em outras palavras, considera-se como solo qualquer material que possa ser escavado com pá, picareta, escavadeiras etc., sem necessidade de explosivos. Desta forma, considerando o exposto na Publicação IPR – 719/2006 – Manual de Pavimentação do DNIT, analise as seguintes afirmativas em relação aos solos residuais:
I. O solo residual é um material que mostra relação com a rocha que lhe deu origem. Consegue-se observar restos da estrutura da rocha e de seus minerais.
II. O solo de alteração de rocha mostra alguns elementos da rocha-matriz, como linhas incipientes de estruturas ou minerais não decompostos.
III. A rocha alterada é um material que lembra a rocha no aspecto, preservando parte da sua estrutura e de seus minerais, porém com um estágio de dureza ou resistência inferior ao da rocha.
IV. A rocha-sã é a própria rocha inalterada.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Engenharia de Transportes e Trânsito
Banca: FUNDATEC
Orgão: SPGG-RS
Define-se a sinalização rodoviária horizontal como o conjunto de marcas, símbolos e legendas aplicados sobre o revestimento de uma rodovia, de acordo com um projeto desenvolvido, para propiciar condições adequadas de segurança e conforto aos usuários. Neste sentido, podem ser aplicadas no revestimento das rodovias as cores amarela, branca, vermelha, azul e preta. Em relação à demarcação das cores no revestimento da rodovia, assinale a alternativa INCORRETA.
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Em relação à classificação dos solos pelo Sistema Brasileiro de Solos (SiBCS), exposto na norma do DNIT 198/2021, que trata dos constituintes geológicos de agregados e solos, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Cambissolo.
2. Luvissolo.
3. Vertissolo.
4. Planossolo.
5. Neossolo.
Coluna 2
( ) Solo de granulometria fina, a partir de sedimentos ricos em cálcio e magnésio ou derivados de rochas ricos nesses dois elementos. Distribuído em diversos tipos de climas, porém bastante expressivo no nordeste do Brasil. Apresenta significativas mudanças de volume com a variação de umidade, que faz com que o solo expanda, contraia e fendilhe.
( ) Solo mineral com textura mais leve e mal drenado, com horizonte superficial ou subsuperficial eluvial. Sua principal característica é a diferença bem marcada entre os horizontes A ou E e o B, devido à mudança textural abrupta. Em geral, possui elevada concentração de argila e permeabilidade lenta, constituindo, ocasionalmente, um horizonte pã (endurecido ou cimentado quando seco), que restringe a percolação de água podendo refletir em feições associadas a excesso de umidade.
( ) Solo formado por horizonte A ou hístico com espessura que não é suficiente para definí-lo como Organossolo. Apresenta pouca uniformidade quanto a material de origem, formas de relevo e condições climáticas.
( ) Formado por material mineral ou por material orgânico, pouco espesso, com menos de 20 cm de espessura e não apresenta nenhum tipo de horizonte B diagnóstico. Também não apresenta alterações expressivas em relação ao material originário devido à baixa intensidade de atuação dos processos pedogenéticos, o que limita sua evolução.
( ) Solo que contém horizonte B textural com argila de atividade alta e saturação por bases alta, logo abaixo de horizonte A ou horizonte E. Moderadamente ácido a ligeiramente alcalino, com teores de alumínio extraível baixos ou nulos e com valores elevados para a relação molecular !$ K !$!$ i !$ no horizonte !$ B !$!$ t !$, denotando presença, em quantidade variável, mas expressiva, de argilominerais do tipo 2:1.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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