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Observe a declaração de um vetor em C#: int[ ] vetor = new int[3] { 1, 2, 3 }; Sem alterar o resultado, essa mesma declaração poderia ser escrita como:
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Leia o texto para responder a questão.
E-mail Spoofing
E-mail spoofing is the forgery of an e-mail header so that the message appears to have originated from someone or somewhere other than the actual source. Distributors of spam often use spoofing in an attempt to get recipients to open, and possibly even respond to, their solicitations. Spoofing can be used legitimately. However, spoofing anyone other than yourself is illegal in some jurisdictions.
E-mail spoofing is possible because Simple Mail Transfer Protocol (SMTP), the main protocol used in sending e-mail, does not include an authentication mechanism. Although an SMTP service extension (specified in IETF RFC 2554) allows an SMTP client to negotiate a security level with a mail
server, this precaution is not often taken. If the precaution is not taken, anyone with the requisite knowledge can connect to the server and use it to send messages. To send spoofed e-mail, senders insert commands in headers that will alter message information. It is possible to send a message that
appears to be from anyone, anywhere, saying whatever the sender wants it to say. Thus, someone could send spoofed e-mail that appears to be from you with a message that you didn't write.
Although most spoofed e-mail falls into the “nuisance" category and requires little action other than deletion, the more malicious varieties can cause serious problems and security risks. For example, spoofed e-mail may purport to be from someone in a position of authority, asking for sensitive data, such as passwords, credit card numbers, or other personal information – any of which can be used for a variety of criminal purposes. One type of e-mail spoofing, self- sending spam, involves messages that appear to be both to and from the recipient.
(http://searchsecurity.techtarget.com/definition/em.... Adaptado)
According to the text, in order to avoid spoofing, one shouldE-mail Spoofing
E-mail spoofing is the forgery of an e-mail header so that the message appears to have originated from someone or somewhere other than the actual source. Distributors of spam often use spoofing in an attempt to get recipients to open, and possibly even respond to, their solicitations. Spoofing can be used legitimately. However, spoofing anyone other than yourself is illegal in some jurisdictions.
E-mail spoofing is possible because Simple Mail Transfer Protocol (SMTP), the main protocol used in sending e-mail, does not include an authentication mechanism. Although an SMTP service extension (specified in IETF RFC 2554) allows an SMTP client to negotiate a security level with a mail
server, this precaution is not often taken. If the precaution is not taken, anyone with the requisite knowledge can connect to the server and use it to send messages. To send spoofed e-mail, senders insert commands in headers that will alter message information. It is possible to send a message that
appears to be from anyone, anywhere, saying whatever the sender wants it to say. Thus, someone could send spoofed e-mail that appears to be from you with a message that you didn't write.
Although most spoofed e-mail falls into the “nuisance" category and requires little action other than deletion, the more malicious varieties can cause serious problems and security risks. For example, spoofed e-mail may purport to be from someone in a position of authority, asking for sensitive data, such as passwords, credit card numbers, or other personal information – any of which can be used for a variety of criminal purposes. One type of e-mail spoofing, self- sending spam, involves messages that appear to be both to and from the recipient.
(http://searchsecurity.techtarget.com/definition/em.... Adaptado)
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Leia o texto para responder a questão.
Em sua essência, empresas como o Google e o Facebook estão no mesmo ramo de negócio que a Agência de Segurança Nacional (NSA) do governo dos EUA. Elas coletam uma grande quantidade de informações sobre os usuários, armazenam, integram e utilizam essas informações para prever o comportamento individual e de um grupo, e depois as vendem para anunciantes e outros mais. Essa semelhança gerou parceiros naturais para a NSA, e é por isso que eles foram abordados para fazer parte do PRISM, o programa de vigilância secreta da internet. Ao contrário de agências de inteligência, que espionam linhas de telecomunicações internacionais, o complexo de vigilância comercial atrai bilhões de seres humanos com a promessa de “serviços gratuitos". Seu modelo de negócio é a destruição industrial da privacidade. E mesmo os maiores críticos da vigilância da NSA não parecem estar pedindo o fim do Google e do Facebook.
Considerando-se que, em 1945, grande parte do mundo passou a enfrentar meio século da tirania em consequência da bomba atômica, em 2015 enfrentaremos a propagação inexorável da vigilância em massa invasiva e a transferência de poder para aqueles conectados às suas superestruturas. É muito cedo para dizer se o lado “democrático" ou o lado “tirânico" da internet finalmente vencerá. Mas reconhecê-los – e percebê-los como o campo de luta – é o primeiro passo para se posicionar efetivamente junto com a grande maioria das pessoas.
A humanidade agora não pode mais rejeitar a internet, mas também não pode se render a ela. Ao contrário, temos que lutar por ela. Assim como os primórdios das armas atômicas inauguraram a Guerra Fria, a lógica da internet é a chave para entender a iminente guerra em prol do centro intelectual da nossa civilização.
(http://noticias.uol.com.br, 16.12.2014. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa e com os sentidos do texto.Em sua essência, empresas como o Google e o Facebook estão no mesmo ramo de negócio que a Agência de Segurança Nacional (NSA) do governo dos EUA. Elas coletam uma grande quantidade de informações sobre os usuários, armazenam, integram e utilizam essas informações para prever o comportamento individual e de um grupo, e depois as vendem para anunciantes e outros mais. Essa semelhança gerou parceiros naturais para a NSA, e é por isso que eles foram abordados para fazer parte do PRISM, o programa de vigilância secreta da internet. Ao contrário de agências de inteligência, que espionam linhas de telecomunicações internacionais, o complexo de vigilância comercial atrai bilhões de seres humanos com a promessa de “serviços gratuitos". Seu modelo de negócio é a destruição industrial da privacidade. E mesmo os maiores críticos da vigilância da NSA não parecem estar pedindo o fim do Google e do Facebook.
Considerando-se que, em 1945, grande parte do mundo passou a enfrentar meio século da tirania em consequência da bomba atômica, em 2015 enfrentaremos a propagação inexorável da vigilância em massa invasiva e a transferência de poder para aqueles conectados às suas superestruturas. É muito cedo para dizer se o lado “democrático" ou o lado “tirânico" da internet finalmente vencerá. Mas reconhecê-los – e percebê-los como o campo de luta – é o primeiro passo para se posicionar efetivamente junto com a grande maioria das pessoas.
A humanidade agora não pode mais rejeitar a internet, mas também não pode se render a ela. Ao contrário, temos que lutar por ela. Assim como os primórdios das armas atômicas inauguraram a Guerra Fria, a lógica da internet é a chave para entender a iminente guerra em prol do centro intelectual da nossa civilização.
(http://noticias.uol.com.br, 16.12.2014. Adaptado)
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Leia o texto para responder a questão.
Em sua essência, empresas como o Google e o Facebook estão no mesmo ramo de negócio que a Agência de Segurança Nacional (NSA) do governo dos EUA. Elas coletam uma grande quantidade de informações sobre os usuários, armazenam, integram e utilizam essas informações para prever o comportamento individual e de um grupo, e depois as vendem para anunciantes e outros mais. Essa semelhança gerou parceiros naturais para a NSA, e é por isso que eles foram abordados para fazer parte do PRISM, o programa de vigilância secreta da internet. Ao contrário de agências de inteligência, que espionam linhas de telecomunicações internacionais, o complexo de vigilância comercial atrai bilhões de seres humanos com a promessa de “serviços gratuitos". Seu modelo de negócio é a destruição industrial da privacidade. E mesmo os maiores críticos da vigilância da NSA não parecem estar pedindo o fim do Google e do Facebook.
Considerando-se que, em 1945, grande parte do mundo passou a enfrentar meio século da tirania em consequência da bomba atômica, em 2015 enfrentaremos a propagação inexorável da vigilância em massa invasiva e a transferência de poder para aqueles conectados às suas superestruturas. É muito cedo para dizer se o lado “democrático" ou o lado “tirânico" da internet finalmente vencerá. Mas reconhecê-los – e percebê-los como o campo de luta – é o primeiro passo para se posicionar efetivamente junto com a grande maioria das pessoas.
A humanidade agora não pode mais rejeitar a internet, mas também não pode se render a ela. Ao contrário, temos que lutar por ela. Assim como os primórdios das armas atômicas inauguraram a Guerra Fria, a lógica da internet é a chave para entender a iminente guerra em prol do centro intelectual da nossa civilização.
(http://noticias.uol.com.br, 16.12.2014. Adaptado)
De acordo com o texto, empresas como o Google e o Facebook assemelham-se a agências de inteligência, porqueEm sua essência, empresas como o Google e o Facebook estão no mesmo ramo de negócio que a Agência de Segurança Nacional (NSA) do governo dos EUA. Elas coletam uma grande quantidade de informações sobre os usuários, armazenam, integram e utilizam essas informações para prever o comportamento individual e de um grupo, e depois as vendem para anunciantes e outros mais. Essa semelhança gerou parceiros naturais para a NSA, e é por isso que eles foram abordados para fazer parte do PRISM, o programa de vigilância secreta da internet. Ao contrário de agências de inteligência, que espionam linhas de telecomunicações internacionais, o complexo de vigilância comercial atrai bilhões de seres humanos com a promessa de “serviços gratuitos". Seu modelo de negócio é a destruição industrial da privacidade. E mesmo os maiores críticos da vigilância da NSA não parecem estar pedindo o fim do Google e do Facebook.
Considerando-se que, em 1945, grande parte do mundo passou a enfrentar meio século da tirania em consequência da bomba atômica, em 2015 enfrentaremos a propagação inexorável da vigilância em massa invasiva e a transferência de poder para aqueles conectados às suas superestruturas. É muito cedo para dizer se o lado “democrático" ou o lado “tirânico" da internet finalmente vencerá. Mas reconhecê-los – e percebê-los como o campo de luta – é o primeiro passo para se posicionar efetivamente junto com a grande maioria das pessoas.
A humanidade agora não pode mais rejeitar a internet, mas também não pode se render a ela. Ao contrário, temos que lutar por ela. Assim como os primórdios das armas atômicas inauguraram a Guerra Fria, a lógica da internet é a chave para entender a iminente guerra em prol do centro intelectual da nossa civilização.
(http://noticias.uol.com.br, 16.12.2014. Adaptado)
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As formas normais estabelecem algumas restrições aos valores das tabelas de um banco de dados relacional. Segundo a definição da primeira forma normal,
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Sistemas de gerenciamento de bancos de dados relacionais podem utilizar o mecanismo de bloqueio de itens de dados. O tipo de bloqueio que pode realizar leitura sobre um item de dados, mas não escrever sobre ele, é denominado
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- Banco de Dados RelacionalFundamentos de Banco de Dados Relacionais
- Banco de Dados RelacionalRestrições de IntegridadeIntegridade Referencial
- Banco de Dados RelacionalTipos de ChavesChave Estrangeira
- Banco de Dados RelacionalTipos de ChavesChave Primária
Em um banco de dados relacional, a característica que distingue um atributo A como chave estrangeira de uma tabela R é a seguinte:
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Considere a seguinte tabela de um banco de dados relacional:
Cliente (CPF, Nome, Cidade, Estado)
Um trecho de um comando SQL para obter o nome dos clientes que comece com o string ‘Ro’, além de suas cidades, ordenados pelo nome das cidades é o seguinte:
SELECT Nome, Cidade
FROM Cliente
WHERE Nome Like X
Y Cidade
Os valores de X e Y para atender à consulta especificada são, respectivamente,
Cliente (CPF, Nome, Cidade, Estado)
Um trecho de um comando SQL para obter o nome dos clientes que comece com o string ‘Ro’, além de suas cidades, ordenados pelo nome das cidades é o seguinte:
SELECT Nome, Cidade
FROM Cliente
WHERE Nome Like X
Y Cidade
Os valores de X e Y para atender à consulta especificada são, respectivamente,
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Uma das formas de modelagem utilizada no desenvolvimento de data warehouses é a modelagem multidimensional. Nesse tipo de modelagem,
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- Gerenciamento de MemóriaFragmentação de Memória (Interna e Externa)
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- Gerenciamento de ProcessosSwapping (Troca de Processos)
A Gerência de Memória de um sistema operacional típico é concebida para diversas funções, como a de
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