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O pediatra é o clínico da criança. Na sua prática, depara-se com diversas situações clínicas, que devem resultar em hipotéticos diagnósticos clínicos, propostas de investigação diagnóstica e administração de terapêuticas. Acerca dessas situações, cada um dos itens subseqüentes apresenta um quadro clínico hipotético seguido de uma assertiva a ser julgada.
Um lactente masculino, saudável, com três semanas de vida, passou a vomitar após cada mamada, sem motivação maior. O exame clínico mostrava mucosas secas, uma avidez por mamar e um abdome superior com maior motilidade. Os resultados dos exames complementares mostraram: radiografia do abdome — distensão gástrica, com diminuição dos gases no intestino delgado; hemograma completo — normal; eletrólitos — sódio 138 mEq/L, potássio 4,5 mEq/L, cloretos 80 mEq/L; — gasometria arterial — pH 7,5, bicarbonato 25 mEq/L.
Nessa situação, o diagnóstico é de suboclusão duodenal por membrana.
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O pediatra é o clínico da criança. Na sua prática, depara-se com diversas situações clínicas, que devem resultar em hipotéticos diagnósticos clínicos, propostas de investigação diagnóstica e administração de terapêuticas. Acerca dessas situações, cada um dos itens subseqüentes apresenta um quadro clínico hipotético seguido de uma assertiva a ser julgada.
Um adolescente deu entrada na emergência de um hospital com dor abdominal e vômitos há poucas horas. Relatava fraqueza, polidipsia e poliúria há alguns dias. No exame, estava com desidratação leve e discreta taquipnéia. Os exames complementares de diagnóstico mostraram: glicemia 400 mg/dL; cetonúria de 0,3 g/L; gasometria arterial com pH de 7,35 e bicarbonato de 18 mEq/L.
Nessa situação, está caracterizado o quadro de cetoacidose diabética.
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Uma pré-escolar com queixa de astenia e emagrecimento tem a suspeita médica de diabetes melito. Uma glicemia de jejum teve como resultado 110 mg/dL. O médico, então, solicitou o teste de tolerância oral à glicose, cujo resultado foi 150 mg/dL.
Nessa situação, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o diagnóstico de diabetes melito é confirmado.
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Uma criança de três meses foi levada ao pediatra porque a mãe notava que a criança tinha desinteresse ou dificuldade em sugar ao seio, estava com ganho de peso insuficiente e dormia muito. Na história pregressa, a mãe relatou icterícia prolongada e constipação intestinal. Ao exame físico, a criança apresentava-se hipotônica, letárgica, pálida e com pele fria, seca e marmórea. No abdome, percebia-se hérnia umbilical.
Nessa situação, o diagnóstico clínico é de hipotireoidismo congênito e o caso representa uma emergência médica.
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O pediatra é o clínico da criança. Na sua prática, depara-se com diversas situações clínicas, que devem resultar em hipotéticos diagnósticos clínicos, propostas de investigação diagnóstica e administração de terapêuticas. Acerca dessas situações, cada um dos itens subseqüentes apresenta um quadro clínico hipotético seguido de uma assertiva a ser julgada.
Nessa situação, o diagnóstico mais provável é de nanismo hipofisário.
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Na prática médica, freqüentemente, o pediatra encontra situações clínicas relativas ao aparelho cardiovascular que devem ser resolvidas por ele primeiramente e depois encaminhadas ao especialista. Acerca dos distúrbios cardiológicos em crianças, cada um dos próximos itens apresenta um quadro clínico hipotético, seguido de uma assertiva a ser julgada.
Uma criança com valvulopatia reumática apresenta febre de 39º C, duas hemoculturas positivas para Staphylococcusaureus e hemorragia conjuntival.
Nessa situação, a criança tem como diagnóstico clínico endocardite infecciosa provável.
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Um lactente de seis meses, previamente saudável, passou a apresentar, segundo a mãe, progressiva e rapidamente nos últimos dois dias, dificuldade para amamentar-se e respirar, moleza no corpo e aumento das batidas do coração. Um ecocardiograma bidimensional evidenciou dilatação importante do ventrículo esquerdo, com déficit contrátil difuso.
Nessa situação, o diagnóstico etiológico mais provável é de miocardite provocada por vírus sincicial respiratório.
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Na prática médica, freqüentemente, o pediatra encontra situações clínicas relativas ao aparelho cardiovascular que devem ser resolvidas por ele primeiramente e depois encaminhadas ao especialista. Acerca dos distúrbios cardiológicos em crianças, cada um dos próximos itens apresenta um quadro clínico hipotético, seguido de uma assertiva a ser julgada.
Um adolescente, aparentemente saudável, apresentou uma parada cardíaca durante uma competição esportiva.
Nessa situação, o diagnóstico mais provável é o de miocardiopatia hipertrófica.
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Na prática médica, freqüentemente, o pediatra encontra situações clínicas relativas ao aparelho cardiovascular que devem ser resolvidas por ele primeiramente e depois encaminhadas ao especialista. Acerca dos distúrbios cardiológicos em crianças, cada um dos próximos itens apresenta um quadro clínico hipotético, seguido de uma assertiva a ser julgada.
Durante consulta de rotina de um paciente em idade escolar e saudável, o pediatra auscultou um sopro sistólico 1+/6, sem irradiação, em foco aórtico.
Nessa situação, o pediatra deverá solicitar um ecocardiograma e encaminhar a criança para o cardiologistapediátrico, ainda que a história clínica esteja bem feita e não haja outros sinais ou manifestações.
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Na prática médica, freqüentemente, o pediatra encontra situações clínicas relativas ao aparelho cardiovascular que devem ser resolvidas por ele primeiramente e depois encaminhadas ao especialista. Acerca dos distúrbios cardiológicos em crianças, cada um dos próximos itens apresenta um quadro clínico hipotético, seguido de uma assertiva a ser julgada.
Um pediatra auscultou um sopro contínuo em foco aórtico acessório, com B2 hiperfonética, sem outras manifestaçõesou sinais, em um recém-nascido de termo, adequado para aidade, nascido de parto eutócico, vigoroso, aparentemente bem, que apresentou no primeiro exame físico, com 1 hora de vida, o precórdio calmo e o íctus situado no quarto espaço intercostal, na linha hemiclavicular.
Nessa situação, o pediatra deve chegar ao diagnóstico clínico de canal arterial patente, e a criança deve ser apenas observada clinicamente.
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