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Considere as seguintes afirmações sobre as estruturas de madeira:
I. Impondo-se à madeira uma deformação constante, a tensão elástica inicial sofre relaxação.
II. A resistência das madeiras é afetada pela temperatura, observando-se uma redução de resistência com elevação de temperatura e vice-versa.
III. A resistência à fadiga de materiais fibrosos, como a madeira é, em geral, inferior à dos materiais cristalinos, como os metais.
IV. As madeiras de maior peso específico apresentam maior resistência.
Está correto o que se afirma APENAS em
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Considere duas chapas de aço com espessura de 10 mm e largura 300 mm, submetidas à tração, emendadas por traspasse com 8 parafusos \( \phi \) 20 mm, conforme ilustrado na figura abaixo.

A área líquida efetiva utilizada no dimensionamento e na verificação da segurança dessa ligação é, em cm2,
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Sobre o dimensionamento de peças de concreto armado submetidas à flexão, considere as seguintes afirmações:
I. No domínio 2 a seção resistente é composta pelo aço tracionado e pelo concreto comprimido.
II. No domínio 3 o estado limite último é caracterizado pelo encurtamento de 3,5‰ do concreto.
III. As peças que chegam ao estado limite último no domínio 3 são chamadas subarmadas, ou normalmente armadas na fronteira entre os domínios 3 e 4.
IV. No domínio 1 a ruptura é frágil, sem aviso, pois o concreto se rompe sem que a armadura atinja sua deformação de escoamento.
Está correto o que se afirma APENAS em
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Sobre os projetos arquitetônicos, considere as seguintes afirmações:
I. Para a acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, devem ser instalados corrimãos em ambos os lados dos degraus isolados, das escadas fixas e das rampas. A largura dos corrimãos, sem arestas vivas, deve estar compreendida entre 3,5 cm e 4,0 cm.
II. Em projetos arquitetônicos que devem prever passagem de pessoas em cadeiras de rodas deslocando-se em linha reta, a largura mínima da área de circulação é 0,8 m.
III. A condição de acessibilidade em edificações, mobiliário e equipamentos urbanos, para as pessoas que utilizam cadeiras de rodas, é o Módulo de Referência, cuja projeção no piso corresponde às dimensões 0,80 m por 1,20 m.
Está correto o que se afirma APENAS em
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O projeto de implantação de uma rua locou seu eixo no azimute à direita 53º07’48”, definido entre a estaca inicial (Pi), de coordenadas Xi = 140 m e Yi = 210 m, e a estaca final (Pf) com abscissa Xf = 780 m. Desta forma, o comprimento da avenida projetada, em escala 1:1000 é
Dados: sen (53º07’48”) = 0,800
cos (53º07’48”) = 0,600
tg (53º07’48”) = 1,333 (↑ NORTE)
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Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.
Não é usual tratar da política na perspectiva da afirmação da verdade. Platão afirmou, na República, que a verdade merece ser estimada sobre todas as coisas, mas ressalvou que há circunstâncias em que a mentira pode ser útil, e não odiosa. Na política, a derrogação da verdade pela aceitação da mentira muito deve à clássica tradição do realismo que identifica no predomínio do conflito o cerne dos fatos políticos. Esta tradição trabalha a ação política como uma ação estratégica que requer, sem idealismos, uma praxiologia, vendo na realidade resistência e no poder, hostilidade. Neste contexto, política é guerra e, como diz o provérbio, "em tempos de guerra, mentiras por mar, mentiras por terra".
Recorrendo a metáforas do reino animal, Maquiavel aponta que o príncipe precisa ter, ao mesmo tempo, no exercício realista do poder, a força do leão e a astúcia ardilosa da raposa. Raposa, leão, assim como camaleão, serpente, polvo – metáforas que frequentemente são utilizadas na descrição de políticos – não podem, com propriedade, caracterizar o ser humano moral que obedece aos consagrados preceitos do "não matar" e do "não mentir", como lembra Norberto Bobbio.
No plano político, o realismo da força torna límpida, numa disputa, a bélica contraposição amigo-inimigo. Já o realismo da fraude é mais sutil, pois opera confundindo e aumentando a opacidade e a incerteza na arena política, como acentua Pier Paolo Portinaro. Maquiavel salienta que a fraude é mais importante do que a força para assegurar o poder e consolidá-lo. É por esse motivo que a simulação, o segredo e a mentira são temas da doutrina da razão de Estado e a veracidade não é usualmente considerada uma virtude característica de governantes.
Sustentar a simulação e a mentira como expedientes usuais na arena política é desconhecer a importância estratégica que a confiança desempenha na pluralidade da interação humana democrática. A confiança requer a boa-fé que pressupõe a veracidade. O Talmude equipara a mentira à pior forma de roubo: "Existem sete classes de ladrões e a primeira é a daqueles que roubam a mente de seus semelhantes através de palavras mentirosas." O padre Antônio Vieira afirmou que a verdade é filha da justiça, porque a justiça dá a cada um o que é seu, ao contrário da mentira, porque esta "ou vos tira o que tendes ou vos dá o que não tendes". Montaigne observou que somente pela palavra é que somos homens e nos entendemos. Por isso mentir é um vício maldito. Impede o entendimento.
(Celso Lafer. O Estado de S. Paulo, A2, 20 de julho de 2008, com adaptações)
Há relação de causa (1) e consequência (2) entre os segmentos transcritos, EXCETO:
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