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Instruções: Para responder à questão considere a tabela abaixo que mostra a distribuição de salários (em reais) dos funcionários de uma empresa. O valor da mediana, obtido por interpolação linear, é igual a R$ 2.900,00 e a frequência absoluta simples do terceiro intervalo de classe, igual a X.
| SALÁRIOS (R$) | Frequências Absolutas Simples |
|---|---|
| 500 ⊢ 1.500 | 20 |
| 1.500 ⊢ 2.500 | 40 |
| 2.500 ⊢ 3.500 | X |
| 3.500 ⊢ 4.500 | 30 |
| 4.500 ⊢ 5.500 | 10 |
Utilizando interpolação linear, tem-se que o número de funcionários que ganham salários menores ou iguais a R$ 3.700,00 é
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Instruções: Para responder à questão considere a tabela abaixo que mostra a distribuição de salários (em reais) dos funcionários de uma empresa. O valor da mediana, obtido por interpolação linear, é igual a R$ 2.900,00 e a frequência absoluta simples do terceiro intervalo de classe, igual a X.
| SALÁRIOS (R$) | Frequências Absolutas Simples |
|---|---|
| 500 ⊢ 1.500 | 20 |
| 1.500 ⊢ 2.500 | 40 |
| 2.500 ⊢ 3.500 | X |
| 3.500 ⊢ 4.500 | 30 |
| 4.500 ⊢ 5.500 | 10 |
O valor do terceiro quartil, obtido por interpolação linear, é igual a
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Instruções: Para responder à questão considere a tabela abaixo que mostra a distribuição de salários (em reais) dos funcionários de uma empresa. O valor da mediana, obtido por interpolação linear, é igual a R$ 2.900,00 e a frequência absoluta simples do terceiro intervalo de classe, igual a X.
| SALÁRIOS (R$) | Frequências Absolutas Simples |
|---|---|
| 500 ⊢ 1.500 | 20 |
| 1.500 ⊢ 2.500 | 40 |
| 2.500 ⊢ 3.500 | X |
| 3.500 ⊢ 4.500 | 30 |
| 4.500 ⊢ 5.500 | 10 |
A frequência relativa acumulada crescente até o intervalo de classe em que pertence a mediana é
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Numa pesquisa realizada em 160 domicílios de uma cidade obteve-se o seguinte gráfico em que o eixo y representa a quantidade de domicílios e o eixo horizontal representa o número de eleitores verificado por domicílio.

Com relação à média aritmética (Me), número de eleitores por domicílio, a mediana (Md) e a moda (Mo) correspondentes tem-se que:
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O diagrama de ramo e folhas abaixo corresponde às observações das idades de 50 eleitores escolhidos aleatoriamente em uma determinada zona eleitoral:
1 | 6 7 7 8 8 9 9 9 2 | 0 0 1 1 2 3 3 4 4 4 8 9 9 3 | 0 1 2 2 2 1 7 8 8 4 | 2 3 6 6 6 6 8 9 5 | 2 3 3 4 4 8 6 | 0 2 5 6 7 | 1 4
O valor do módulo da diferença entre a mediana e a moda destas idades observadas é
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Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.
Não é usual tratar da política na perspectiva da afirmação da verdade. Platão afirmou, na República, que a verdade merece ser estimada sobre todas as coisas, mas ressalvou que há circunstâncias em que a mentira pode ser útil, e não odiosa. Na política, a derrogação da verdade pela aceitação da mentira muito deve à clássica tradição do realismo que identifica no predomínio do conflito o cerne dos fatos políticos. Esta tradição trabalha a ação política como uma ação estratégica que requer, sem idealismos, uma praxiologia, vendo na realidade resistência e no poder, hostilidade. Neste contexto, política é guerra e, como diz o provérbio, "em tempos de guerra, mentiras por mar, mentiras por terra".
Recorrendo a metáforas do reino animal, Maquiavel aponta que o príncipe precisa ter, ao mesmo tempo, no exercício realista do poder, a força do leão e a astúcia ardilosa da raposa. Raposa, leão, assim como camaleão, serpente, polvo – metáforas que frequentemente são utilizadas na descrição de políticos – não podem, com propriedade, caracterizar o ser humano moral que obedece aos consagrados preceitos do "não matar" e do "não mentir", como lembra Norberto Bobbio.
No plano político, o realismo da força torna límpida, numa disputa, a bélica contraposição amigo-inimigo. Já o realismo da fraude é mais sutil, pois opera confundindo e aumentando a opacidade e a incerteza na arena política, como acentua Pier Paolo Portinaro. Maquiavel salienta que a fraude é mais importante do que a força para assegurar o poder e consolidá-lo. É por esse motivo que a simulação, o segredo e a mentira são temas da doutrina da razão de Estado e a veracidade não é usualmente considerada uma virtude característica de governantes.
Sustentar a simulação e a mentira como expedientes usuais na arena política é desconhecer a importância estratégica que a confiança desempenha na pluralidade da interação humana democrática. A confiança requer a boa-fé que pressupõe a veracidade. O Talmude equipara a mentira à pior forma de roubo: "Existem sete classes de ladrões e a primeira é a daqueles que roubam a mente de seus semelhantes através de palavras mentirosas." O padre Antônio Vieira afirmou que a verdade é filha da justiça, porque a justiça dá a cada um o que é seu, ao contrário da mentira, porque esta "ou vos tira o que tendes ou vos dá o que não tendes". Montaigne observou que somente pela palavra é que somos homens e nos entendemos. Por isso mentir é um vício maldito. Impede o entendimento.
(Celso Lafer. O Estado de S. Paulo, A2, 20 de julho de 2008, com adaptações)
Há relação de causa (1) e consequência (2) entre os segmentos transcritos, EXCETO:
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