Segundo Dalgalarrondo (2000), semiologia é a ciência dos signos, estando presente em todas as atividades humanas que
incluam a interação e a comunicação entre dois interlocutores pelo uso de um sistema de signos (por exemplo: fala, gestos,
atitudes, comportamentos não-verbais). Ela estuda os sintomas e sinais das doenças, permitindo ao profissional da saúde
identificar alterações físicas e mentais, ordenar os fenômenos observados, formular diagnósticos e estabelecer métodos de
tratamento.
Os delírios podem ser classificados como primários (que aparecem de forma espontânea) ou secundários (compreende-se o
conteúdo do delírio a partir da história pessoal do doente). NÃO são temas e características dos delírios:
Com relação à intoxicação por fenciclidina, também conhecida como "pó de anjo", são sinais ou sintomas descritos pelo DSM-5
que podem estar presentes no prazo de 1 hora:
Segundo Dalgalarrondo (2000), semiologia é a ciência dos signos, estando presente em todas as atividades humanas que
incluam a interação e a comunicação entre dois interlocutores pelo uso de um sistema de signos (por exemplo: fala, gestos,
atitudes, comportamentos não-verbais). Ela estuda os sintomas e sinais das doenças, permitindo ao profissional da saúde
identificar alterações físicas e mentais, ordenar os fenômenos observados, formular diagnósticos e estabelecer métodos de
tratamento.
Na famosa obra de William Shakespeare − “Otelo, o mouro de Veneza” − o general Otelo, casado em segredo com Desdêmona,
é instigado pelo amigo Iago a acreditar que sua mulher o trai com Cássio, um jovem tenente, chegando no final a assassiná-la e
a cometer suicídio em seguida. Ao longo da trama, ele vê, em pequenas “evidências”, as provas de que sua esposa lhe é
desleal: um lenço perdido e que foi encontrado nos aposentos de Cássio; uma discussão em que Cássio fala de sua amante
Bianca, que Otelo toma por Desdêmona; as mãos úmidas da mulher – para ele um sinal de sua traição. Otelo chega a
considerar seu próprio ciúmes uma prova da infidelidade de Desdêmona: “Uma natureza não se deixaria invadir dessa forma
pela sombra da paixão sem um bom motivo”. Com base no DSM-5, o transtorno que melhor se aplica ao caso de Otelo é o
DCA, 60 anos, sexo feminino, com ensino médio completo, evoluiu em poucos meses com deterioração cognitiva progressiva,
acompanhada de abalos mioclônicos, distúrbios visuais, mutismo acinético, chegando ao óbito com 8 meses após a manifestação
dos primeiros sintomas. Seus exames de sangue encontravam-se dentro da normalidade, a exceção de VDRL 2/4, com
FTA-ABS negativo. A ressonância magnética de crânio evidenciou atrofia cerebral e hipersinal no córtex cerebral nas imagens
em T2. Com base nos dados, o diagnóstico mais provável para DCA é
No DSM-IV havia a distinção entre abuso e dependência de álcool, com critérios específicos para cada um, sendo que, no
DSM-5, ambos os diagnósticos foram unidos em um único, sob o nome de transtorno por uso de álcool. O critério que foi
incluído no DSM-5 e que não constava na classificação anterior é:
M.R.S, 42 anos, apresenta preocupação persistente com a possibilidade de ter um ou mais transtornos físicos sérios e
progressivos. Procura sistematicamente serviços de saúde com queixas somáticas persistentes, vistas por ela como
angustiantes e anormais. Atenção sobre o próprio corpo está focalizada na parte cardíaca, andando sempre com frequencímetro
para monitorizar os batimentos cardíacos. Na consulta, apresenta relatório detalhado da variação de sua frequência cardíaca ao
longo dos dias, mostrando períodos de maior e menor batimentos por minuto. Nos últimos meses tem ido frequentemente ao
serviço de emergência devido à sensação de taquicardia e palpitações. Questiona se os médicos não a têm avaliado
corretamente pois reconhece ter uma arritmia; quando reassegurada retorna a sua casa, mas não se sente convencida.
Segundo a CID-10 essa descrição sugere diagnóstico de