Foram encontradas 60 questões.
Leia o texto a seguir. A questão se refere a ele.
O ranking da Fifa foi atualizado nesta quinta-feira e trouxe várias mudanças em seu Top 10. Uma delas envolveu o Brasil, que subiu um posto em relação ao mês passado e assumiu a nona posição. Com 1.125 pontos, o País ultrapassou a Holanda, agora décima colocada, com 1.122. Já as três primeiras posições seguiram inalteradas, com a Espanha permanecendo na liderança, a Alemanha se mantendo como vice-líder e a Argentina sustentando o terceiro lugar.
A seleção brasileira teve esta ligeira evolução na listagem da entidade que controla o futebol mundial mesmo ainda sem ter disputado uma partida neste ano, enquanto os holandeses caíram uma posição depois de terem empatado por 0 a 0 em amistoso contra a Colômbia.
Os colombianos, por sinal, desceram da quarta para a quinta colocação e foram ultrapassados por Portugal, que galgou um posto e agora figura no quarto lugar. Assim, a seleção de Cristiano Ronaldo ficou próxima de atingir a sua melhor posição da história do ranking da Fifa, no qual chegou a ficar em terceiro no geral em outubro de 2012.
Mas quem mais subiu no Top 10 nesta quinta-feira foi a Suíça, uma das cabeças de chave da Copa do Mundo de 2014, que saltou da oitava para a sexta colocação, ultrapassando Uruguai e Itália, agora respectivamente no sétimo e oitavo lugares.
Quarenta e dois jogos foram levados em conta para atualização do ranking de fevereiro, que também trouxe mudanças importantes na segunda metade do seu Top 20. Outra gigante do futebol mundial, a Inglaterra caiu duas posições, passou a figurar em 15º lugar e foi ultrapassada por Estados Unidos e Chile, agora respectivos 13º e 14º colocados.
Rival do Brasil na estreia da Copa de 2014, a Croácia se manteve em 16º no geral, assim como o México, outro adversário brasileiro na primeira fase do Mundial, sustentou a 21ª posição. Já Camarões, que pegará o time de Felipão na rodada final do Grupo A da competição, saltou quatro postos e agora está em 46º lugar.
Disponível em: <http://esportes.r7.com/futebol/copa-do-mundo-2014/brasil- sobe-uma-posicao-e-assume-9-lugar-no-ranking-da-fifa->. Acesso em: 12 fev. 2014. [Adaptado].
De acordo com os propósitos comunicativos do texto, sua tipologia predominante é a
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Leia o texto a seguir. A questão se refere a ele.
O ranking da Fifa foi atualizado nesta quinta-feira e trouxe várias mudanças em seu Top 10. Uma delas envolveu o Brasil, que subiu um posto em relação ao mês passado e assumiu a nona posição. Com 1.125 pontos, o País ultrapassou a Holanda, agora décima colocada, com 1.122. Já as três primeiras posições seguiram inalteradas, com a Espanha permanecendo na liderança, a Alemanha se mantendo como vice-líder e a Argentina sustentando o terceiro lugar.
A seleção brasileira teve esta ligeira evolução na listagem da entidade que controla o futebol mundial mesmo ainda sem ter disputado uma partida neste ano, enquanto os holandeses caíram uma posição depois de terem empatado por 0 a 0 em amistoso contra a Colômbia.
Os colombianos, por sinal, desceram da quarta para a quinta colocação e foram ultrapassados por Portugal, que galgou um posto e agora figura no quarto lugar. Assim, a seleção de Cristiano Ronaldo ficou próxima de atingir a sua melhor posição da história do ranking da Fifa, no qual chegou a ficar em terceiro no geral em outubro de 2012.
Mas quem mais subiu no Top 10 nesta quinta-feira foi a Suíça, uma das cabeças de chave da Copa do Mundo de 2014, que saltou da oitava para a sexta colocação, ultrapassando Uruguai e Itália, agora respectivamente no sétimo e oitavo lugares.
Quarenta e dois jogos foram levados em conta para atualização do ranking de fevereiro, que também trouxe mudanças importantes na segunda metade do seu Top 20. Outra gigante do futebol mundial, a Inglaterra caiu duas posições, passou a figurar em 15º lugar e foi ultrapassada por Estados Unidos e Chile, agora respectivos 13º e 14º colocados.
Rival do Brasil na estreia da Copa de 2014, a Croácia se manteve em 16º no geral, assim como o México, outro adversário brasileiro na primeira fase do Mundial, sustentou a 21ª posição. Já Camarões, que pegará o time de Felipão na rodada final do Grupo A da competição, saltou quatro postos e agora está em 46º lugar.
Disponível em: <http://esportes.r7.com/futebol/copa-do-mundo-2014/brasil- sobe-uma-posicao-e-assume-9-lugar-no-ranking-da-fifa->. Acesso em: 12 fev. 2014. [Adaptado].
O texto em questão pertence ao gênero
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede. Ele se refere a questão.
O incrível e o inacreditável
Luís Fernando Veríssimo
“Incrível” e “inacreditável” querem dizer a mesma coisa – e não querem. “Incrível” é elogio. Você acha incrível o que é difícil de acreditar de tão bom. Já “inacreditável” é o que você se recusa a acreditar de tão nefasto, nefário e nefando – a linha média do Execrável Futebol Clube.
Incrível é qualquer demonstração de um talento superior, seja o daquela moça por quem ninguém dá nada e abre a boca e canta como um anjo, o do mirrado reserva que entra em campo e sai driblando tudo, inclusive a bandeirinha do corner, o do mágico que tira moedas do nariz e transforma lenços em pombas brancas, o do escritor que torneia frases como se as esculpisse. Inacreditável seria o Jair Bolsonaro na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara em substituição ao Feliciano, uma ilustração viva da frase “ir de mal a pior”.
Incrível é a graça da neta que sai dançando ao som da Bachiana n.º 5 do Villa-Lobos como se não tivesse só cinco anos, é o ator que nos toca e a atriz que nos faz rir ou chorar só com um jeito da boca, é o quadro que encanta e o pôr do sol que enleva. Inacreditável é, depois de dois mil anos de civilização cristã, existir gente que ama seus filhos e seus cachorros e se emociona com a novela e, mesmo assim, defende o vigilantismo brutal, como se fazer justiça fosse enfrentar a barbárie com a barbárie, e salvar uma sociedade fosse embrutecê- la até a autodestruição.
Incrível, realmente incrível, é o brasileiro que leva uma vida decente mesmo que tudo à sua volta o chame para o desespero e a desforra. Inacreditável é que a reação mais forte à vinda de médicos estrangeiros para suprir a falta de atendimento no interior do Brasil, e a exploração da questão dos cubanos insatisfeitos para sabotar o programa, venha justamente de associações médicas.
Incrível é um solo do Yamandu. Inacreditável é este verão.
Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,o-incrivel-eo- inacreditavel>. Acesso em: 13 fev. 2014.
O parágrafo de encerramento do texto, “Incrível é um solo do Yamandu. Inacreditável é este verão”, conforma-se em uma síntese
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O incrível e o inacreditável
Luís Fernando Veríssimo
“Incrível” e “inacreditável” querem dizer a mesma coisa – e não querem. “Incrível” é elogio. Você acha incrível o que é difícil de acreditar de tão bom. Já “inacreditável” é o que você se recusa a acreditar de tão nefasto, nefário e nefando – a linha média do Execrável Futebol Clube.
Incrível é qualquer demonstração de um talento superior, seja o daquela moça por quem ninguém dá nada e abre a boca e canta como um anjo, o do mirrado reserva que entra em campo e sai driblando tudo, inclusive a bandeirinha do corner, o do mágico que tira moedas do nariz e transforma lenços em pombas brancas, o do escritor que torneia frases como se as esculpisse. Inacreditável seria o Jair Bolsonaro na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara em substituição ao Feliciano, uma ilustração viva da frase “ir de mal a pior”.
Incrível é a graça da neta que sai dançando ao som da Bachiana n.º 5 do Villa-Lobos como se não tivesse só cinco anos, é o ator que nos toca e a atriz que nos faz rir ou chorar só com um jeito da boca, é o quadro que encanta e o pôr do sol que enleva. Inacreditável é, depois de dois mil anos de civilização cristã, existir gente que ama seus filhos e seus cachorros e se emociona com a novela e, mesmo assim, defende o vigilantismo brutal, como se fazer justiça fosse enfrentar a barbárie com a barbárie, e salvar uma sociedade fosse embrutecê- la até a autodestruição.
Incrível, realmente incrível, é o brasileiro que leva uma vida decente mesmo que tudo à sua volta o chame para o desespero e a desforra. Inacreditável é que a reação mais forte à vinda de médicos estrangeiros para suprir a falta de atendimento no interior do Brasil, e a exploração da questão dos cubanos insatisfeitos para sabotar o programa, venha justamente de associações médicas.
Incrível é um solo do Yamandu. Inacreditável é este verão.
Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,o-incrivel-eo- inacreditavel>. Acesso em: 13 fev. 2014.
As comparações estabelecidas no terceiro parágrafo do texto contrastam formações discursivas entre os recortes temáticos
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O incrível e o inacreditável
Luís Fernando Veríssimo
“Incrível” e “inacreditável” querem dizer a mesma coisa – e não querem. “Incrível” é elogio. Você acha incrível o que é difícil de acreditar de tão bom. Já “inacreditável” é o que você se recusa a acreditar de tão nefasto, nefário e nefando – a linha média do Execrável Futebol Clube.
Incrível é qualquer demonstração de um talento superior, seja o daquela moça por quem ninguém dá nada e abre a boca e canta como um anjo, o do mirrado reserva que entra em campo e sai driblando tudo, inclusive a bandeirinha do corner, o do mágico que tira moedas do nariz e transforma lenços em pombas brancas, o do escritor que torneia frases como se as esculpisse. Inacreditável seria o Jair Bolsonaro na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara em substituição ao Feliciano, uma ilustração viva da frase “ir de mal a pior”.
Incrível é a graça da neta que sai dançando ao som da Bachiana n.º 5 do Villa-Lobos como se não tivesse só cinco anos, é o ator que nos toca e a atriz que nos faz rir ou chorar só com um jeito da boca, é o quadro que encanta e o pôr do sol que enleva. Inacreditável é, depois de dois mil anos de civilização cristã, existir gente que ama seus filhos e seus cachorros e se emociona com a novela e, mesmo assim, defende o vigilantismo brutal, como se fazer justiça fosse enfrentar a barbárie com a barbárie, e salvar uma sociedade fosse embrutecê- la até a autodestruição.
Incrível, realmente incrível, é o brasileiro que leva uma vida decente mesmo que tudo à sua volta o chame para o desespero e a desforra. Inacreditável é que a reação mais forte à vinda de médicos estrangeiros para suprir a falta de atendimento no interior do Brasil, e a exploração da questão dos cubanos insatisfeitos para sabotar o programa, venha justamente de associações médicas.
Incrível é um solo do Yamandu. Inacreditável é este verão.
Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,o-incrivel-eo- inacreditavel>. Acesso em: 13 fev. 2014.
No excerto “é o ator que nos toca e a atriz que nos faz rir ou chorar”, o processo de subordinação tem função
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O incrível e o inacreditável
Luís Fernando Veríssimo
“Incrível” e “inacreditável” querem dizer a mesma coisa – e não querem. “Incrível” é elogio. Você acha incrível o que é difícil de acreditar de tão bom. Já “inacreditável” é o que você se recusa a acreditar de tão nefasto, nefário e nefando – a linha média do Execrável Futebol Clube.
Incrível é qualquer demonstração de um talento superior, seja o daquela moça por quem ninguém dá nada e abre a boca e canta como um anjo, o do mirrado reserva que entra em campo e sai driblando tudo, inclusive a bandeirinha do corner, o do mágico que tira moedas do nariz e transforma lenços em pombas brancas, o do escritor que torneia frases como se as esculpisse. Inacreditável seria o Jair Bolsonaro na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara em substituição ao Feliciano, uma ilustração viva da frase “ir de mal a pior”.
Incrível é a graça da neta que sai dançando ao som da Bachiana n.º 5 do Villa-Lobos como se não tivesse só cinco anos, é o ator que nos toca e a atriz que nos faz rir ou chorar só com um jeito da boca, é o quadro que encanta e o pôr do sol que enleva. Inacreditável é, depois de dois mil anos de civilização cristã, existir gente que ama seus filhos e seus cachorros e se emociona com a novela e, mesmo assim, defende o vigilantismo brutal, como se fazer justiça fosse enfrentar a barbárie com a barbárie, e salvar uma sociedade fosse embrutecê- la até a autodestruição.
Incrível, realmente incrível, é o brasileiro que leva uma vida decente mesmo que tudo à sua volta o chame para o desespero e a desforra. Inacreditável é que a reação mais forte à vinda de médicos estrangeiros para suprir a falta de atendimento no interior do Brasil, e a exploração da questão dos cubanos insatisfeitos para sabotar o programa, venha justamente de associações médicas.
Incrível é um solo do Yamandu. Inacreditável é este verão.
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A frase “ir de mal a pior”, presente no segundo parágrafo, é um exemplo de
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O incrível e o inacreditável
Luís Fernando Veríssimo
“Incrível” e “inacreditável” querem dizer a mesma coisa – e não querem. “Incrível” é elogio. Você acha incrível o que é difícil de acreditar de tão bom. Já “inacreditável” é o que você se recusa a acreditar de tão nefasto, nefário e nefando – a linha média do Execrável Futebol Clube.
Incrível é qualquer demonstração de um talento superior, seja o daquela moça por quem ninguém dá nada e abre a boca e canta como um anjo, o do mirrado reserva que entra em campo e sai driblando tudo, inclusive a bandeirinha do corner, o do mágico que tira moedas do nariz e transforma lenços em pombas brancas, o do escritor que torneia frases como se as esculpisse. Inacreditável seria o Jair Bolsonaro na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara em substituição ao Feliciano, uma ilustração viva da frase “ir de mal a pior”.
Incrível é a graça da neta que sai dançando ao som da Bachiana n.º 5 do Villa-Lobos como se não tivesse só cinco anos, é o ator que nos toca e a atriz que nos faz rir ou chorar só com um jeito da boca, é o quadro que encanta e o pôr do sol que enleva. Inacreditável é, depois de dois mil anos de civilização cristã, existir gente que ama seus filhos e seus cachorros e se emociona com a novela e, mesmo assim, defende o vigilantismo brutal, como se fazer justiça fosse enfrentar a barbárie com a barbárie, e salvar uma sociedade fosse embrutecê- la até a autodestruição.
Incrível, realmente incrível, é o brasileiro que leva uma vida decente mesmo que tudo à sua volta o chame para o desespero e a desforra. Inacreditável é que a reação mais forte à vinda de médicos estrangeiros para suprir a falta de atendimento no interior do Brasil, e a exploração da questão dos cubanos insatisfeitos para sabotar o programa, venha justamente de associações médicas.
Incrível é um solo do Yamandu. Inacreditável é este verão.
Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,o-incrivel-eo- inacreditavel>. Acesso em: 13 fev. 2014.
No segundo parágrafo do texto, o estilo coloquial do autor revela-se pela
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“Incrível” e “inacreditável” querem dizer a mesma coisa – e não querem. “Incrível” é elogio. Você acha incrível o que é difícil de acreditar de tão bom. Já “inacreditável” é o que você se recusa a acreditar de tão nefasto, nefário e nefando – a linha média do Execrável Futebol Clube.
Incrível é qualquer demonstração de um talento superior, seja o daquela moça por quem ninguém dá nada e abre a boca e canta como um anjo, o do mirrado reserva que entra em campo e sai driblando tudo, inclusive a bandeirinha do corner, o do mágico que tira moedas do nariz e transforma lenços em pombas brancas, o do escritor que torneia frases como se as esculpisse. Inacreditável seria o Jair Bolsonaro na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara em substituição ao Feliciano, uma ilustração viva da frase “ir de mal a pior”.
Incrível é a graça da neta que sai dançando ao som da Bachiana n.º 5 do Villa-Lobos como se não tivesse só cinco anos, é o ator que nos toca e a atriz que nos faz rir ou chorar só com um jeito da boca, é o quadro que encanta e o pôr do sol que enleva. Inacreditável é, depois de dois mil anos de civilização cristã, existir gente que ama seus filhos e seus cachorros e se emociona com a novela e, mesmo assim, defende o vigilantismo brutal, como se fazer justiça fosse enfrentar a barbárie com a barbárie, e salvar uma sociedade fosse embrutecê- la até a autodestruição.
Incrível, realmente incrível, é o brasileiro que leva uma vida decente mesmo que tudo à sua volta o chame para o desespero e a desforra. Inacreditável é que a reação mais forte à vinda de médicos estrangeiros para suprir a falta de atendimento no interior do Brasil, e a exploração da questão dos cubanos insatisfeitos para sabotar o programa, venha justamente de associações médicas.
Incrível é um solo do Yamandu. Inacreditável é este verão.
Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,o-incrivel-eo- inacreditavel>. Acesso em: 13 fev. 2014.
Na frase “você se recusa a acreditar de tão nefasto, nefário e nefando”, a progressão textual se produz por meio da
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Luís Fernando Veríssimo
“Incrível” e “inacreditável” querem dizer a mesma coisa – e não querem. “Incrível” é elogio. Você acha incrível o que é difícil de acreditar de tão bom. Já “inacreditável” é o que você se recusa a acreditar de tão nefasto, nefário e nefando – a linha média do Execrável Futebol Clube.
Incrível é qualquer demonstração de um talento superior, seja o daquela moça por quem ninguém dá nada e abre a boca e canta como um anjo, o do mirrado reserva que entra em campo e sai driblando tudo, inclusive a bandeirinha do corner, o do mágico que tira moedas do nariz e transforma lenços em pombas brancas, o do escritor que torneia frases como se as esculpisse. Inacreditável seria o Jair Bolsonaro na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara em substituição ao Feliciano, uma ilustração viva da frase “ir de mal a pior”.
Incrível é a graça da neta que sai dançando ao som da Bachiana n.º 5 do Villa-Lobos como se não tivesse só cinco anos, é o ator que nos toca e a atriz que nos faz rir ou chorar só com um jeito da boca, é o quadro que encanta e o pôr do sol que enleva. Inacreditável é, depois de dois mil anos de civilização cristã, existir gente que ama seus filhos e seus cachorros e se emociona com a novela e, mesmo assim, defende o vigilantismo brutal, como se fazer justiça fosse enfrentar a barbárie com a barbárie, e salvar uma sociedade fosse embrutecê- la até a autodestruição.
Incrível, realmente incrível, é o brasileiro que leva uma vida decente mesmo que tudo à sua volta o chame para o desespero e a desforra. Inacreditável é que a reação mais forte à vinda de médicos estrangeiros para suprir a falta de atendimento no interior do Brasil, e a exploração da questão dos cubanos insatisfeitos para sabotar o programa, venha justamente de associações médicas.
Incrível é um solo do Yamandu. Inacreditável é este verão.
Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,o-incrivel-eo- inacreditavel>. Acesso em: 13 fev. 2014.
No texto, o uso de aspas na apresentação do par “incrível” e “inacreditável” tem função
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Luís Fernando Veríssimo
“Incrível” e “inacreditável” querem dizer a mesma coisa – e não querem. “Incrível” é elogio. Você acha incrível o que é difícil de acreditar de tão bom. Já “inacreditável” é o que você se recusa a acreditar de tão nefasto, nefário e nefando – a linha média do Execrável Futebol Clube.
Incrível é qualquer demonstração de um talento superior, seja o daquela moça por quem ninguém dá nada e abre a boca e canta como um anjo, o do mirrado reserva que entra em campo e sai driblando tudo, inclusive a bandeirinha do corner, o do mágico que tira moedas do nariz e transforma lenços em pombas brancas, o do escritor que torneia frases como se as esculpisse. Inacreditável seria o Jair Bolsonaro na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara em substituição ao Feliciano, uma ilustração viva da frase “ir de mal a pior”.
Incrível é a graça da neta que sai dançando ao som da Bachiana n.º 5 do Villa-Lobos como se não tivesse só cinco anos, é o ator que nos toca e a atriz que nos faz rir ou chorar só com um jeito da boca, é o quadro que encanta e o pôr do sol que enleva. Inacreditável é, depois de dois mil anos de civilização cristã, existir gente que ama seus filhos e seus cachorros e se emociona com a novela e, mesmo assim, defende o vigilantismo brutal, como se fazer justiça fosse enfrentar a barbárie com a barbárie, e salvar uma sociedade fosse embrutecê- la até a autodestruição.
Incrível, realmente incrível, é o brasileiro que leva uma vida decente mesmo que tudo à sua volta o chame para o desespero e a desforra. Inacreditável é que a reação mais forte à vinda de médicos estrangeiros para suprir a falta de atendimento no interior do Brasil, e a exploração da questão dos cubanos insatisfeitos para sabotar o programa, venha justamente de associações médicas.
Incrível é um solo do Yamandu. Inacreditável é este verão.
Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,o-incrivel-eo- inacreditavel>. Acesso em: 13 fev. 2014.
O parágrafo de abertura do texto constitui-se pelo processo de
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