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COMO O ARCO-ÍRIS SE TORNOU SÍMBOLO DA BANDEIRA LGBTQIA+?

Não é exatamente um arco-íris. Saiba como a falta de tecido nas fábricas dos EUA transformou a bandeira –

e conheça o significado de cada cor.

Por Maria Clara Rossini 28 jun. 2022, 16h48

A bandeira colorida é, de longe, o maior símbolo do movimento LGBTQIA+ atualmente. Mas nem sempre foi assim. Para explicar como esse design surgiu, é preciso dar um passo atrás – e entender como começou o Dia do Orgulho LGBTQIA+.

A Rebelião de Stonewall foi o evento que marcou o início do movimento LGBTQIA+ moderno. O Stonewall Inn era um bar frequentado pela população LGBTQIA+ na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, nos anos 1960. Naquela época, a homossexualidade era considerada crime no estado.

Na madrugada do dia 28 de junho de 1969, a polícia da cidade invadiu o bar, agrediu e prendeu frequentadores. Os civis resistiram e entraram em confronto com os policiais. No final da noite, o Stonewall Inn estava em chamas. Nos anos que seguiram à rebelião, ativistas do movimento passaram a fazer marchas a favor da igualdade e direitos civis – o que viria a se tornar a Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Inicialmente, elas eram chamadas “Marchas para a Libertação Gay” e aconteciam anualmente nos Estados Unidos. Nessa época, a bandeira LGBTQIA+ ainda não existia. Para representar o movimento, muitos ativistas usavam um triângulo rosa – uma apropriação do símbolo nazista para “marcar” pessoas homossexuais nos campos de concentração.

Isso mudou em 1978. O político e ativista gay Harvey Milk, que era supervisor da cidade de São Francisco, queria uma nova bandeira para o Dia da Libertação Gay daquele ano. Ele encomendou um design para o artista (e também ativista) Gilbert Baker.

A primeira versão da bandeira tinha oito cores, cada uma representando algo diferente: rosa (sexualidade), vermelho (vida), laranja (cura), amarelo (luz do Sol), verde (natureza), turquesa (magia e arte), índigo (serenidade) e violeta (espírito).

Harvey Milk e o prefeito de São Francisco, George Moscone, foram assassinados alguns meses depois. Na marcha do ano seguinte, em 1979, o comitê de organização decidiu confeccionar diversas bandeiras para serem exibidas ao longo do trajeto, em homenagem a Milk.

O problema é que não havia uma quantidade de tecido rosa suficiente para todas as bandeiras. Daí, ele caiu fora do design. Foi decidido cortar também o azul turquesa, para que sobrasse um número par de cores. Vale lembrar que a bandeira atual não é propriamente um arco-íris: o fenômeno óptico tem sete cores principais, enquanto a bandeira LGBTQIA+ mais utilizada possui apenas seis.

Com o passar dos anos, a bandeira ganhou popularidade. Nos anos 1990, outros movimentos passaram a fazer bandeiras próprias. Em 1998, por exemplo, o ativista Michael Page criou a bandeira bissexual. O rosa representa a homossexualidade, o azul é a heterossexualidade e o roxo (no meio da bandeira) é a mistura dos dois.

A bandeira trans surgiu em 1999, desenhada pela ativista trans Monica Helms. O rosa e azul bebê são as cores geralmente associadas a meninas e meninos, e o branco no centro representa pessoas intersexo, em transição ou sem um gênero definido.

Mesmo a bandeira “arco-íris” passa por atualizações e mudanças constantes. Há versões que incluem as cores marrom, preto e branco, para chamar atenção à população negra dentro da comunidade. Outro design adiciona as cores da bandeira trans ao arco-íris.

Seja como for, as diferentes versões da bandeira são hoje símbolos da igualdade e luta pelos direitos da comunidade LGBTQIA+.

ROSSINI, Maria Clara. COMO O ARCO-ÍRIS SE TORNOU SÍMBOLO DA BANDEIRA LGBTQIA+?

Revista Superinteressante [on-line], 28 jun. 2022. Disponível em: https://super.abril.com.br/

historia/como-o-arco-iris-se-tornou-simbolo-da-bandeira-lgbtqia/. Acesso em: 29 jun. 2022.

Leia as assertivas abaixo e selecione (V) para verdadeiro e (F) para falso:

( ) A Rebelião de Stonewall, em 1969, é considerada o gesto inaugural do que veio a se tornar o atual Movimento LGBTQIA+.

( ) Harvey Milk e George Moscone foram assassinados devido ao envolvimento de ambos com a política partidária (ou institucional).

( ) A falta de tecido rosa nas fábricas americanas no final da década de 1960 foi consequência da comemoração do primeiro Dia da Libertação Gay.

( ) O fato de a bandeira “arco-íris” passar por reformulações constantes é um indicativo da preocupação do movimento com a inclusão.

( ) O Movimento LGBTQIA+ não tem se mostrado sintonizado com as demandas da população negra que faz parte da comunidade.

Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

 

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Leia atentamente o texto a seguir:

Circuito Fechado

Ricardo Ramos

Chinelos, vaso, descarga. Pia, sabonete. Água. Escova, creme dental, água, espuma, creme de barbear, pincel, espuma, gilete, água, cortina, sabonete, água fria, água quente, toalha. Creme para cabelo; pente. Cueca, camisa, abotoaduras, calça, meias, sapatos, gravata, paletó. Carteira, níqueis, documentos, caneta, chaves, lenço, relógio, maços de cigarros, caixa de fósforos. Jornal. Mesa, cadeiras, xícara e pires, prato, bule, talheres, guardanapos. Quadros. Pasta, carro. Cigarro, fósforo. Mesa e poltrona, cadeira, cinzeiro, papéis, telefone, agenda, copo com lápis, canetas, blocos de notas, espátula, pastas, caixas de entrada, de saída, vaso com plantas, quadros, papéis, cigarro, fósforo. Bandeja, xícara pequena. Cigarro e fósforo. Papéis, telefone, relatórios, cartas, notas, vales, cheques, memorandos, bilhetes, telefone, papéis.

Relógio. Mesa, cavalete, cinzeiros, cadeiras, esboços de anúncios, fotos, cigarro, fósforo, bloco de papel, caneta, projetos de filmes, xícara, cartaz, lápis, cigarro, fósforo, quadro-negro, giz, papel. Mictório, pia, água. Táxi. Mesa, toalha, cadeiras, copos, pratos, talheres, garrafa, guardanapo, xícara. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Escova de dentes, pasta, água. Mesa e poltrona, papéis, telefone, revista, copo de papel, cigarro, fósforo, telefone interno, externo, papéis, prova de anúncio, caneta e papel, relógio, papel, pasta, cigarro, fósforo, papel e caneta, telefone, caneta e papel, telefone, papéis, folheto, xícara, jornal, cigarro, fósforo, papel e caneta. Carro. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Paletó, gravata. Poltrona, copo, revista. Quadros. Mesa, cadeiras, pratos, talheres, copos, guardanapos. Xícaras, cigarro e fósforo. Poltrona, livro. Cigarro e fósforo. Televisor, poltrona. Cigarro e fósforo. Abotoaduras, camisa, sapatos, meias, calça, cueca, pijama, espuma, água. Chinelos. Coberta, cama, travesseiro.

Disponível em: https://www.portugues.com.br/redacao/textos-sem-coesao.html.

Acesso em: 29 jun. 2022.

Assinale a alternativa CORRETA com relação à crônica Circuito Fechado, de Ricardo Ramos:

 

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TEXTO I:

Enunciado 3515151-1

Disponível em: https://grislab.com.br/peleumonia-desrespeito-e-racismo-no-consultorio-medico/. Acesso em: 28 jun. 2022.

TEXTO II:

SINDICÂNCIA PARA APURAR DEBOCHE DE MÉDICO NA WEB PODE LEVAR DOIS ANOS

Apenas ao fim da sindicância, Cremesp dirá se instaura processo. Pena varia de advertência confidencial à cassação do exercício profissional.

A sindicância aberta pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) para apurar a atitude do médico Guilherme Capel, que publicou foto zombando da maneira como falam alguns pacientes do Hospital Santa Rosa de Lima, em Serra Negra (SP), pode levar de seis meses a dois anos para ser concluída.

A sindicância é uma etapa preliminar para averiguação dos fatos denunciados, coleta de provas (prontuários, receitas, laudos e outros documentos), manifestação escrita e, sempre que necessária, audiência com os envolvidos. Por ano, são instauradas quase 3.800 sindicâncias no Conselho, mas o resultado delas nem sempre é conhecido.

[...]

Brincadeira

Guilherme foi afastado do trabalho após a publicação da foto se tornar objeto de debate entre os moradores da cidade. Ofendidos, eles reclamaram via redes sociais do tratamento dispensado e do que classificaram como "falta de humildade".

O médico e outras duas funcionárias que fizeram comentários depreciativos na foto foram afastados do hospital. Uma delas comentou na foto: "Tira minha pressão? Porque eu tenho tiroide".

Arrependido, Guilherme enviou ao G1 um comunicado em que pede desculpas a todos que se ofenderam com a postagem. Ele classificou a foto como uma "brincadeira de Facebook" e pediu para não ser julgado. Mais tarde, em vídeo, ele dá sua versão para o que aconteceu na tarde de quarta-feira (27) e diz: "Foi pintada a imagem de um Dr. Guilherme que não existe, uma pessoa que eu condeno, uma pessoa má, uma pessoa que olha as pessoas por cima. Eu não sou assim, eu não sou essa pessoa".

VICTAL, Renata. Sindicância para apurar deboche de médico na web pode levar dois anos. G1 Campinas e Região,

Campinas-SP, 30 jul. 2016 (Adaptado). Disponível em: https://g1.globo.com/sp/ campinas-regiao/noticia/2016/07/

sindicancia-para-apurar-deboche-de-medico-na-web-pode-levar-dois-anos.html. Acesso em: 29 jun. 2022.

Ainda considerando os textos I e II, é CORRETO afirmar que:

 

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TEXTO I:

Enunciado 3515150-1

Disponível em: https://grislab.com.br/peleumonia-desrespeito-e-racismo-no-consultorio-medico/. Acesso em: 28 jun. 2022.

TEXTO II:

SINDICÂNCIA PARA APURAR DEBOCHE DE MÉDICO NA WEB PODE LEVAR DOIS ANOS

Apenas ao fim da sindicância, Cremesp dirá se instaura processo. Pena varia de advertência confidencial à cassação do exercício profissional.

A sindicância aberta pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) para apurar a atitude do médico Guilherme Capel, que publicou foto zombando da maneira como falam alguns pacientes do Hospital Santa Rosa de Lima, em Serra Negra (SP), pode levar de seis meses a dois anos para ser concluída.

A sindicância é uma etapa preliminar para averiguação dos fatos denunciados, coleta de provas (prontuários, receitas, laudos e outros documentos), manifestação escrita e, sempre que necessária, audiência com os envolvidos. Por ano, são instauradas quase 3.800 sindicâncias no Conselho, mas o resultado delas nem sempre é conhecido.

[...]

Brincadeira

Guilherme foi afastado do trabalho após a publicação da foto se tornar objeto de debate entre os moradores da cidade. Ofendidos, eles reclamaram via redes sociais do tratamento dispensado e do que classificaram como "falta de humildade".

O médico e outras duas funcionárias que fizeram comentários depreciativos na foto foram afastados do hospital. Uma delas comentou na foto: "Tira minha pressão? Porque eu tenho tiroide".

Arrependido, Guilherme enviou ao G1 um comunicado em que pede desculpas a todos que se ofenderam com a postagem. Ele classificou a foto como uma "brincadeira de Facebook" e pediu para não ser julgado. Mais tarde, em vídeo, ele dá sua versão para o que aconteceu na tarde de quarta-feira (27) e diz: "Foi pintada a imagem de um Dr. Guilherme que não existe, uma pessoa que eu condeno, uma pessoa má, uma pessoa que olha as pessoas por cima. Eu não sou assim, eu não sou essa pessoa".

VICTAL, Renata. Sindicância para apurar deboche de médico na web pode levar dois anos. G1 Campinas e Região,

Campinas-SP, 30 jul. 2016 (Adaptado). Disponível em: https://g1.globo.com/sp/ campinas-regiao/noticia/2016/07/

sindicancia-para-apurar-deboche-de-medico-na-web-pode-levar-dois-anos.html. Acesso em: 29 jun. 2022.

Com relação aos Textos I e II, assinale as assertivas como (V) verdadeiras ou (F) falsas:

( ) Ao observar a fotografia, a partir da expressão facial do médico, é possível identificar uma suposta atitude de deboche.

( ) O fato de o médico “prescrever” como seria o uso correto da língua de acordo com a norma culta torna-o mais importante do que
as pessoas que se sentiram ofendidas por ele.

( ) O conflito que ocorreu entre o médico e as pessoas que se sentiram ofendidas pela sua atitude são uma evidência de que a língua
varia e de que existem variedades desprestigiadas socialmente.

( ) É injustificada a reação negativa das pessoas que se sentiram desrespeitadas pela postagem do médico em sua rede social.

( ) O médico reconheceu que sua postura era inaceitável, mas rejeitou a premissa de que, por causa da postagem, ele seria uma
pessoa má.

Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

 

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Enunciado 3515149-1

Disponível em: https://s2.glbimg.com/_ZFSyJpSyLnI5KTU0_CH6MGX6jE=/e.glbimg.com

/og/ ed/f/original/ 2020/09/30/mafalda34511.jpg. Acesso em: 28 jun. 2022.

Quanto ao processo de formação de palavras, o termo “palavrão” é um exemplo de:

 

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Enunciado 3515148-1

Disponível em: https://s2.glbimg.com/_ZFSyJpSyLnI5KTU0_CH6MGX6jE=/e.glbimg.com

/og/ ed/f/original/ 2020/09/30/mafalda34511.jpg. Acesso em: 28 jun. 2022.

Com base no texto, é CORRETO afirmar que:

 

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NOVE EM CADA DEZ ADOLESCENTES ACREDITAM QUE O VOTO TEM PODER PARA TRANSFORMAR A REALIDADE, MOSTRA ENQUETE DO UNICEF COM A VIRAÇÃO

Levantamento online realizado com mais de 3 mil adolescentes entre

15 e 17 anos revela que 64% pretendem votar nas eleições desse ano

Brasília, 19 de abril de 2022 – Faltando poucas semanas para terminar o prazo para tirar o título de eleitor, uma enquete do UNICEF e da organização da sociedade civil Viração Educomunicação revela que a maioria dos adolescentes participantes quer exercer o direito ao voto em 2022. Nove em cada dez afirmam que o voto tem poder para transformar a realidade. Além disso, 64% afirmam que vão votar este ano; 21% ainda não sabem se vão votar ou não; e 15% disseram que não vão votar. Mais de 3 mil adolescentes de 15 a 17 anos de todas as regiões do País participaram da consulta.

"Participar das decisões que impactam sua vida é um direito de crianças e adolescentes. Para meninas e meninos de 16 e 17 anos, o voto é facultativo, mas é um importante instrumento para adolescentes exercerem sua cidadania", defende Mário Volpi, chefe do programa de Cidadania de Adolescentes do UNICEF no Brasil.

Entre os que disseram que “não vão votar neste ano”, apenas 10% afirmam que, de fato, não querem votar. Outros 17% disseram que não conseguirão tirar o título de eleitor a tempo e 69% afirmaram não ter idade suficiente. Entre quem disse não ter idade suficiente, havia adolescentes de 15 anos que não completarão 16 anos até outubro e não podem votar, mas também alguns de 15, 16 e 17 anos que poderiam votar, mas não tinham essa informação.

Fica claro, por meio da enquete, que adolescentes querem saber mais sobre como exercer o direito ao voto. Entre os respondentes que “não sabem se vão votar ou não”, 72% disseram que o principal motivo é não ter conseguido tirar o título de eleitor ainda. Entre todos os participantes, 64% disseram querer receber informações sobre como tirar o título de eleitor online.

"Democracia se faz com participação da sociedade civil. Em diversos países de todo o mundo, os jovens têm desempenhado um papel fundamental nas eleições e na construção de novos sonhos para o futuro do planeta. Quatrocentos e quarenta mil jovens tiraram o título de eleitor no último mês no Brasil, mas falta muita gente! Nosso convite é para que tirem o título e ajudem a construir espaços de formulação de propostas para as eleições que ocorrerão em 2022 no País", defende Simone Nascimento, presidente da Viração Educomunicação.

"Essa enquete mostra que os adolescentes querem ser ouvidos, contribuir e exercer seu direito à participação. Neste momento, é importante que eles tenham informações sobre como tirar o título e, assim, possam estar aptos a votar em outubro", complementa Mário Volpi.

Quando perguntados sobre o que pensam a respeito de outros adolescentes e jovens que não tiraram o título, os participantes colocam algumas hipóteses. Para 25% dos adolescentes que participaram da consulta pública, o desinteresse pela política institucional é o principal motivo pelo qual tantos jovens ainda não tiraram o título de eleitor. Para 20%, o principal motivo é o pouco conhecimento sobre política e outros 20% acreditam que é por não considerarem que votar seja algo importante. Além disso, 15% acreditam que a baixa porcentagem de adolescentes aptos a votar se deve ao fato de não se sentirem representados pelos possíveis candidatos e candidatas, 13% por não saberem que podem votar e como tirar título e outros 7% alegaram outros motivos.

Em fevereiro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou a menor porcentagem de adolescentes de 16 e 17 anos com título de eleitor desde a conquista do direito ao voto para essa faixa etária na Constituição de 1988. De acordo com o órgão, pouco mais de 13% estavam aptos para votar nas eleições de 2022 naquele momento. Desde então, campanhas de conscientização têm sido realizadas e os números vêm aumentando. Segundo o TSE, o número de novos títulos de adolescentes de 15 a 17 anos passou de 199.667 em fevereiro para a marca de 290.783 em março, crescimento superior a 45%.

[...]

NOVE EM CADA DEZ ADOLESCENTES ACREDITAM QUE O VOTO TEM PODER PARA TRANSFORMAR

A REALIDADE, MOSTRA ENQUETE DO UNICEF COM A VIRAÇÃO. UNICEF Brasil, Brasília, 19 abr. 2022.

Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/comunicados-de-imprensa/nove-em-cada dezadolescentes-

acreditam- que-o- voto-tem-poder-para-transformar-realidade. Acesso em: 28 jun. 2022.

Considere o seguinte período sintático composto encontrado no texto: “Nove em cada dez afirmam que o voto tem poder para transformar a realidade”.

Coloque (V) para as afirmações verdadeiras e (F) para as falsas:

( ) Trata-se de um período composto por coordenação.

( ) Trata-se de um período composto por subordinação.

( ) A oração principal apresenta um desvio do ponto de vista da concordância verbal.

( ) A oração “que o voto tem poder para transformar a realidade” se classifica, do ponto de vista sintático, como uma oração subordinada adjetiva explicativa.

( ) A oração “Nove em cada dez afirmam que” se classifica como uma oração coordenada sindética aditiva.

A sequência CORRETA é:

 

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NOVE EM CADA DEZ ADOLESCENTES ACREDITAM QUE O VOTO TEM PODER PARA TRANSFORMAR A REALIDADE, MOSTRA ENQUETE DO UNICEF COM A VIRAÇÃO

Levantamento online realizado com mais de 3 mil adolescentes entre

15 e 17 anos revela que 64% pretendem votar nas eleições desse ano

Brasília, 19 de abril de 2022 – Faltando poucas semanas para terminar o prazo para tirar o título de eleitor, uma enquete do UNICEF e da organização da sociedade civil Viração Educomunicação revela que a maioria dos adolescentes participantes quer exercer o direito ao voto em 2022. Nove em cada dez afirmam que o voto tem poder para transformar a realidade. Além disso, 64% afirmam que vão votar este ano; 21% ainda não sabem se vão votar ou não; e 15% disseram que não vão votar. Mais de 3 mil adolescentes de 15 a 17 anos de todas as regiões do País participaram da consulta.

"Participar das decisões que impactam sua vida é um direito de crianças e adolescentes. Para meninas e meninos de 16 e 17 anos, o voto é facultativo, mas é um importante instrumento para adolescentes exercerem sua cidadania", defende Mário Volpi, chefe do programa de Cidadania de Adolescentes do UNICEF no Brasil.

Entre os que disseram que “não vão votar neste ano”, apenas 10% afirmam que, de fato, não querem votar. Outros 17% disseram que não conseguirão tirar o título de eleitor a tempo e 69% afirmaram não ter idade suficiente. Entre quem disse não ter idade suficiente, havia adolescentes de 15 anos que não completarão 16 anos até outubro e não podem votar, mas também alguns de 15, 16 e 17 anos que poderiam votar, mas não tinham essa informação.

Fica claro, por meio da enquete, que adolescentes querem saber mais sobre como exercer o direito ao voto. Entre os respondentes que “não sabem se vão votar ou não”, 72% disseram que o principal motivo é não ter conseguido tirar o título de eleitor ainda. Entre todos os participantes, 64% disseram querer receber informações sobre como tirar o título de eleitor online.

"Democracia se faz com participação da sociedade civil. Em diversos países de todo o mundo, os jovens têm desempenhado um papel fundamental nas eleições e na construção de novos sonhos para o futuro do planeta. Quatrocentos e quarenta mil jovens tiraram o título de eleitor no último mês no Brasil, mas falta muita gente! Nosso convite é para que tirem o título e ajudem a construir espaços de formulação de propostas para as eleições que ocorrerão em 2022 no País", defende Simone Nascimento, presidente da Viração Educomunicação.

"Essa enquete mostra que os adolescentes querem ser ouvidos, contribuir e exercer seu direito à participação. Neste momento, é importante que eles tenham informações sobre como tirar o título e, assim, possam estar aptos a votar em outubro", complementa Mário Volpi.

Quando perguntados sobre o que pensam a respeito de outros adolescentes e jovens que não tiraram o título, os participantes colocam algumas hipóteses. Para 25% dos adolescentes que participaram da consulta pública, o desinteresse pela política institucional é o principal motivo pelo qual tantos jovens ainda não tiraram o título de eleitor. Para 20%, o principal motivo é o pouco conhecimento sobre política e outros 20% acreditam que é por não considerarem que votar seja algo importante. Além disso, 15% acreditam que a baixa porcentagem de adolescentes aptos a votar se deve ao fato de não se sentirem representados pelos possíveis candidatos e candidatas, 13% por não saberem que podem votar e como tirar título e outros 7% alegaram outros motivos.

Em fevereiro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou a menor porcentagem de adolescentes de 16 e 17 anos com título de eleitor desde a conquista do direito ao voto para essa faixa etária na Constituição de 1988. De acordo com o órgão, pouco mais de 13% estavam aptos para votar nas eleições de 2022 naquele momento. Desde então, campanhas de conscientização têm sido realizadas e os números vêm aumentando. Segundo o TSE, o número de novos títulos de adolescentes de 15 a 17 anos passou de 199.667 em fevereiro para a marca de 290.783 em março, crescimento superior a 45%.

[...]

NOVE EM CADA DEZ ADOLESCENTES ACREDITAM QUE O VOTO TEM PODER PARA TRANSFORMAR

A REALIDADE, MOSTRA ENQUETE DO UNICEF COM A VIRAÇÃO. UNICEF Brasil, Brasília, 19 abr. 2022.

Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/comunicados-de-imprensa/nove-em-cada dezadolescentes-

acreditam- que-o- voto-tem-poder-para-transformar-realidade. Acesso em: 28 jun. 2022.

A respeito do que informa a nota de imprensa em questão, é CORRETO afirmar que:

 

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NOVE EM CADA DEZ ADOLESCENTES ACREDITAM QUE O VOTO TEM PODER PARA TRANSFORMAR A REALIDADE, MOSTRA ENQUETE DO UNICEF COM A VIRAÇÃO

Levantamento online realizado com mais de 3 mil adolescentes entre

15 e 17 anos revela que 64% pretendem votar nas eleições desse ano

Brasília, 19 de abril de 2022 – Faltando poucas semanas para terminar o prazo para tirar o título de eleitor, uma enquete do UNICEF e da organização da sociedade civil Viração Educomunicação revela que a maioria dos adolescentes participantes quer exercer o direito ao voto em 2022. Nove em cada dez afirmam que o voto tem poder para transformar a realidade. Além disso, 64% afirmam que vão votar este ano; 21% ainda não sabem se vão votar ou não; e 15% disseram que não vão votar. Mais de 3 mil adolescentes de 15 a 17 anos de todas as regiões do País participaram da consulta.

"Participar das decisões que impactam sua vida é um direito de crianças e adolescentes. Para meninas e meninos de 16 e 17 anos, o voto é facultativo, mas é um importante instrumento para adolescentes exercerem sua cidadania", defende Mário Volpi, chefe do programa de Cidadania de Adolescentes do UNICEF no Brasil.

Entre os que disseram que “não vão votar neste ano”, apenas 10% afirmam que, de fato, não querem votar. Outros 17% disseram que não conseguirão tirar o título de eleitor a tempo e 69% afirmaram não ter idade suficiente. Entre quem disse não ter idade suficiente, havia adolescentes de 15 anos que não completarão 16 anos até outubro e não podem votar, mas também alguns de 15, 16 e 17 anos que poderiam votar, mas não tinham essa informação.

Fica claro, por meio da enquete, que adolescentes querem saber mais sobre como exercer o direito ao voto. Entre os respondentes que “não sabem se vão votar ou não”, 72% disseram que o principal motivo é não ter conseguido tirar o título de eleitor ainda. Entre todos os participantes, 64% disseram querer receber informações sobre como tirar o título de eleitor online.

"Democracia se faz com participação da sociedade civil. Em diversos países de todo o mundo, os jovens têm desempenhado um papel fundamental nas eleições e na construção de novos sonhos para o futuro do planeta. Quatrocentos e quarenta mil jovens tiraram o título de eleitor no último mês no Brasil, mas falta muita gente! Nosso convite é para que tirem o título e ajudem a construir espaços de formulação de propostas para as eleições que ocorrerão em 2022 no País", defende Simone Nascimento, presidente da Viração Educomunicação.

"Essa enquete mostra que os adolescentes querem ser ouvidos, contribuir e exercer seu direito à participação. Neste momento, é importante que eles tenham informações sobre como tirar o título e, assim, possam estar aptos a votar em outubro", complementa Mário Volpi.

Quando perguntados sobre o que pensam a respeito de outros adolescentes e jovens que não tiraram o título, os participantes colocam algumas hipóteses. Para 25% dos adolescentes que participaram da consulta pública, o desinteresse pela política institucional é o principal motivo pelo qual tantos jovens ainda não tiraram o título de eleitor. Para 20%, o principal motivo é o pouco conhecimento sobre política e outros 20% acreditam que é por não considerarem que votar seja algo importante. Além disso, 15% acreditam que a baixa porcentagem de adolescentes aptos a votar se deve ao fato de não se sentirem representados pelos possíveis candidatos e candidatas, 13% por não saberem que podem votar e como tirar título e outros 7% alegaram outros motivos.

Em fevereiro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou a menor porcentagem de adolescentes de 16 e 17 anos com título de eleitor desde a conquista do direito ao voto para essa faixa etária na Constituição de 1988. De acordo com o órgão, pouco mais de 13% estavam aptos para votar nas eleições de 2022 naquele momento. Desde então, campanhas de conscientização têm sido realizadas e os números vêm aumentando. Segundo o TSE, o número de novos títulos de adolescentes de 15 a 17 anos passou de 199.667 em fevereiro para a marca de 290.783 em março, crescimento superior a 45%.

[...]

NOVE EM CADA DEZ ADOLESCENTES ACREDITAM QUE O VOTO TEM PODER PARA TRANSFORMAR

A REALIDADE, MOSTRA ENQUETE DO UNICEF COM A VIRAÇÃO. UNICEF Brasil, Brasília, 19 abr. 2022.

Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/comunicados-de-imprensa/nove-em-cada dezadolescentes-

acreditam- que-o- voto-tem-poder-para-transformar-realidade. Acesso em: 28 jun. 2022.

De acordo com a notícia, é CORRETO afirmar que:

 

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Questão presente nas seguintes provas

COMO O ARCO-ÍRIS SE TORNOU SÍMBOLO DA BANDEIRA LGBTQIA+?

Não é exatamente um arco-íris. Saiba como a falta de tecido nas fábricas dos EUA transformou a bandeira –

e conheça o significado de cada cor.

Por Maria Clara Rossini 28 jun. 2022, 16h48

A bandeira colorida é, de longe, o maior símbolo do movimento LGBTQIA+ atualmente. Mas nem sempre foi assim. Para explicar como esse design surgiu, é preciso dar um passo atrás – e entender como começou o Dia do Orgulho LGBTQIA+.

A Rebelião de Stonewall foi o evento que marcou o início do movimento LGBTQIA+ moderno. O Stonewall Inn era um bar frequentado pela população LGBTQIA+ na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, nos anos 1960. Naquela época, a homossexualidade era considerada crime no estado.

Na madrugada do dia 28 de junho de 1969, a polícia da cidade invadiu o bar, agrediu e prendeu frequentadores. Os civis resistiram e entraram em confronto com os policiais. No final da noite, o Stonewall Inn estava em chamas. Nos anos que seguiram à rebelião, ativistas do movimento passaram a fazer marchas a favor da igualdade e direitos civis – o que viria a se tornar a Parada do Orgulho LGBTQIA+.

Inicialmente, elas eram chamadas “Marchas para a Libertação Gay” e aconteciam anualmente nos Estados Unidos. Nessa época, a bandeira LGBTQIA+ ainda não existia. Para representar o movimento, muitos ativistas usavam um triângulo rosa – uma apropriação do símbolo nazista para “marcar” pessoas homossexuais nos campos de concentração.

Isso mudou em 1978. O político e ativista gay Harvey Milk, que era supervisor da cidade de São Francisco, queria uma nova bandeira para o Dia da Libertação Gay daquele ano. Ele encomendou um design para o artista (e também ativista) Gilbert Baker.

A primeira versão da bandeira tinha oito cores, cada uma representando algo diferente: rosa (sexualidade), vermelho (vida), laranja (cura), amarelo (luz do Sol), verde (natureza), turquesa (magia e arte), índigo (serenidade) e violeta (espírito).

Harvey Milk e o prefeito de São Francisco, George Moscone, foram assassinados alguns meses depois. Na marcha do ano seguinte, em 1979, o comitê de organização decidiu confeccionar diversas bandeiras para serem exibidas ao longo do trajeto, em homenagem a Milk.

O problema é que não havia uma quantidade de tecido rosa suficiente para todas as bandeiras. Daí, ele caiu fora do design. Foi decidido cortar também o azul turquesa, para que sobrasse um número par de cores. Vale lembrar que a bandeira atual não é propriamente um arco-íris: o fenômeno óptico tem sete cores principais, enquanto a bandeira LGBTQIA+ mais utilizada possui apenas seis.

Com o passar dos anos, a bandeira ganhou popularidade. Nos anos 1990, outros movimentos passaram a fazer bandeiras próprias. Em 1998, por exemplo, o ativista Michael Page criou a bandeira bissexual. O rosa representa a homossexualidade, o azul é a heterossexualidade e o roxo (no meio da bandeira) é a mistura dos dois.

A bandeira trans surgiu em 1999, desenhada pela ativista trans Monica Helms. O rosa e azul bebê são as cores geralmente associadas a meninas e meninos, e o branco no centro representa pessoas intersexo, em transição ou sem um gênero definido.

Mesmo a bandeira “arco-íris” passa por atualizações e mudanças constantes. Há versões que incluem as cores marrom, preto e branco, para chamar atenção à população negra dentro da comunidade. Outro design adiciona as cores da bandeira trans ao arco-íris.

Seja como for, as diferentes versões da bandeira são hoje símbolos da igualdade e luta pelos direitos da comunidade LGBTQIA+.

ROSSINI, Maria Clara. COMO O ARCO-ÍRIS SE TORNOU SÍMBOLO DA BANDEIRA LGBTQIA+?

Revista Superinteressante [on-line], 28 jun. 2022. Disponível em: https://super.abril.com.br/

historia/como-o-arco-iris-se-tornou-simbolo-da-bandeira-lgbtqia/. Acesso em: 29 jun. 2022.

Do ponto de vista da análise linguística, considere as alternativas abaixo e marque a única INCORRETA:

Questão Anulada

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