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Três recipientes idênticos contêm misturas de álcool e gasolina, respectivamente, nas proporções de 2:3 no primeiro recipiente, 3:4 no segundo e 1:5 no terceiro. Juntando-se os conteúdos dos três recipientes, obteremos uma mistura de álcool e gasolina, respectivamente, na proporção de:
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Diante da crise econômica mundial e da desvalorização dos investimentos nas bolsas de valores de todo o mundo, uma empresa teve suas ações desvalorizadas em 10% ao dia. Um investidor comprou R$ 20.000,00 em ações dessa empresa. Após três dias dessa crise, quanto o investidor tinha em reais?
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Em um documento editado no Microsoft Word, na versão para língua portuguesa, as teclas de atalho para abrir o dicionário de sinônimos são:
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Julgue os itens a seguir como certos (C) ou errados (E ) de acordo com a portaria MF No 184/2008:
( ) Dispõe sobre as diretrizes a serem observadas no setor público, quanto aos procedimentos, práticas, elaboração e divulgação das demonstrações contábeis de forma a torná-los convergentes com as Normas Internacionais de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público.
( ) Refere-se à melhoria do accountability dos entes públicos.
( ) Busca intensificar esforços com vistas a ampliar os níveis de convergência atuais do Brasil.
( ) Inclui a necessidade de se ampliar a discussão da contabilidade no setor público, respeitando a legislação existente, mas tentando avançar nos seus conceitos da Ciência Contábil.
( ) Representa um marco para a implantação do novo modelo de Contabilidade Aplicada ao Setor Público.
A seguir, assinale a alternativa que expressa a sequência correta:
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Um prêmio para a produtividade
Wálter Nunes
O estereótipo do funcionário público é o sujeito que pendura o paletó na cadeira quando chega e passa o resto do dia no cafezinho, batendo papo com os colegas. Pelas regras atuais do funcionalismo, não faz diferença trabalhar mais ou menos, ser mais ou menos eficiente. No fim do mês, o contracheque é igual. Claro que a maior parte dos funcionários trabalha – e muito, mas justamente quem se esforça mais tem a sensação de que não é premiado de modo justo pelo sistema de remuneração. As filas nos hospitais e o desempenho dos alunos da rede pública de escolas são uma evidência de que a qualidade do serviço público brasileiro deixa a desejar. Dá para resolver?
Em São Paulo, o governo pretende adotar uma abordagem inovadora. A ideia, de modo simplificado, é remunerar melhor os servidores das unidades mais produtivas. Ele pretende, por meio de prêmios, incentivar a eficiência no serviço público. Numa palavra, pretende instaurar a meritocracia. Basicamente, cada escola, posto de saúde ou hospital teria uma meta a cumprir. Ao final do ano, haveria uma remuneração adicional aos servidores, de acordo com o desempenho de cada unidade.
Os representantes dos servidores são contra qualquer proposta. “Qualquer critério de análise seria injusto, porque no serviço público há realidades diferentes”, diz o presidente da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo. Em países como México e Portugal, a remuneração por mérito já existe. É evidente que as deficiências do serviço público não são consequência exclusiva da falta de meritocracia, mas ninguém pode ser contra critérios de premiação por mérito, desde que sejam justos.
(Adaptado de artigo disponível em http://revistaepoca.globo.com . Acesso em 23 de março de 2009.)
O segundo e o terceiro parágrafos apresentam, em relação à ideia geral do texto,
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- Sistemas OperacionaisWindowsFuncionalidades do WindowsConceitos Avançados do WindowsBackup do Windows
Considere uma organização que em sua política de backups adota uma combinação de backups normais e incrementais. Para restaurar os dados a partir da utilização dos backups, é mandatório ter:
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Um prêmio para a produtividade
Wálter Nunes
O estereótipo do funcionário público é o sujeito que pendura o paletó na cadeira quando chega e passa o resto do dia no cafezinho, batendo papo com os colegas. Pelas regras atuais do funcionalismo, não faz diferença trabalhar mais ou menos, ser mais ou menos eficiente. No fim do mês, o contracheque é igual. Claro que a maior parte dos funcionários trabalha – e muito, mas justamente quem se esforça mais tem a sensação de que não é premiado de modo justo pelo sistema de remuneração. As filas nos hospitais e o desempenho dos alunos da rede pública de escolas são uma evidência de que a qualidade do serviço público brasileiro deixa a desejar. Dá para resolver?
Em São Paulo, o governo pretende adotar uma abordagem inovadora. A ideia, de modo simplificado, é remunerar melhor os servidores das unidades mais produtivas. Ele pretende, por meio de prêmios, incentivar a eficiência no serviço público. Numa palavra, pretende instaurar a meritocracia. Basicamente, cada escola, posto de saúde ou hospital teria uma meta a cumprir. Ao final do ano, haveria uma remuneração adicional aos servidores, de acordo com o desempenho de cada unidade. Os representantes dos servidores são contra qualquer proposta. “Qualquer critério de análise seria injusto, porque no serviço público há realidades diferentes”, diz o presidente da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo. Em países como México e Portugal, a remuneração por mérito já existe. É evidente que as deficiências do serviço público não são consequência exclusiva da falta de meritocracia, mas ninguém pode ser contra critérios de premiação por mérito, desde que sejam justos.
(Adaptado de artigo disponível em http://revistaepoca.globo.com . Acesso em 23 de março de 2009.)
O uso da forma verbal haveria, no 2§, indica
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Um prêmio para a produtividade
Wálter Nunes
O estereótipo do funcionário público é o sujeito que pendura o paletó na cadeira quando chega e passa o resto do dia no cafezinho, batendo papo com os colegas. Pelas regras atuais do funcionalismo, não faz diferença trabalhar mais ou menos, ser mais ou menos eficiente. No fim do mês, o contracheque é igual. Claro que a maior parte dos funcionários trabalha – e muito, mas justamente quem se esforça mais tem a sensação de que não é premiado de modo justo pelo sistema de remuneração. As filas nos hospitais e o desempenho dos alunos da rede pública de escolas são uma evidência de que a qualidade do serviço público brasileiro deixa a desejar. Dá para resolver?
Em São Paulo, o governo pretende adotar uma abordagem inovadora. A ideia, de modo simplificado, é remunerar melhor os servidores das unidades mais produtivas. Ele pretende, por meio de prêmios, incentivar a eficiência no serviço público. Numa palavra, pretende instaurar a meritocracia. Basicamente, cada escola, posto de saúde ou hospital teria uma meta a cumprir. Ao final do ano, haveria uma remuneração adicional aos servidores, de acordo com o desempenho de cada unidade. Os representantes dos servidores são contra qualquer proposta. “Qualquer critério de análise seria injusto, porque no serviço público há realidades diferentes”, diz o presidente da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo. Em países como México e Portugal, a remuneração por mérito já existe. É evidente que as deficiências do serviço público não são consequência exclusiva da falta de meritocracia, mas ninguém pode ser contra critérios de premiação por mérito, desde que sejam justos.
(Adaptado de artigo disponível em http://revistaepoca.globo.com . Acesso em 23 de março de 2009.)
A forma verbal são, no 1§,
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A lei 8.112/90 veda ao servidor público federal a prática de certos atos ou fatos, contudo, é permite-lhe:
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Determine o valor da soma dos algarismos do número !$ N=10^{2009}-9 !$.
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