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Um prêmio para a produtividade
Wálter Nunes
O estereótipo do funcionário público é o sujeito que pendura o paletó na cadeira quando chega e passa o resto do dia no cafezinho, batendo papo com os colegas. Pelas regras atuais do funcionalismo, não faz diferença trabalhar mais ou menos, ser mais ou menos eficiente. No fim do mês, o contracheque é igual. Claro que a maior parte dos funcionários trabalha – e muito, mas justamente quem se esforça mais tem a sensação de que não é premiado de modo justo pelo sistema de remuneração. As filas nos hospitais e o desempenho dos alunos da rede pública de escolas são uma evidência de que a qualidade do serviço público brasileiro deixa a desejar. Dá para resolver?
Em São Paulo, o governo pretende adotar uma abordagem inovadora. A ideia, de modo simplificado, é remunerar melhor os servidores das unidades mais produtivas. Ele pretende, por meio de prêmios, incentivar a eficiência no serviço público. Numa palavra, pretende instaurar a meritocracia. Basicamente, cada escola, posto de saúde ou hospital teria uma meta a cumprir. Ao final do ano, haveria uma remuneração adicional aos servidores, de acordo com o desempenho de cada unidade. Os representantes dos servidores são contra qualquer proposta. “Qualquer critério de análise seria injusto, porque no serviço público há realidades diferentes”, diz o presidente da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo. Em países como México e Portugal, a remuneração por mérito já existe. É evidente que as deficiências do serviço público não são consequência exclusiva da falta de meritocracia, mas ninguém pode ser contra critérios de premiação por mérito, desde que sejam justos.
(Adaptado de artigo disponível em http://revistaepoca.globo.com . Acesso em 23 de março de 2009.)
O uso da forma verbal haveria, no 2§, indica
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Um prêmio para a produtividade
Wálter Nunes
O estereótipo do funcionário público é o sujeito que pendura o paletó na cadeira quando chega e passa o resto do dia no cafezinho, batendo papo com os colegas. Pelas regras atuais do funcionalismo, não faz diferença trabalhar mais ou menos, ser mais ou menos eficiente. No fim do mês, o contracheque é igual. Claro que a maior parte dos funcionários trabalha – e muito, mas justamente quem se esforça mais tem a sensação de que não é premiado de modo justo pelo sistema de remuneração. As filas nos hospitais e o desempenho dos alunos da rede pública de escolas são uma evidência de que a qualidade do serviço público brasileiro deixa a desejar. Dá para resolver?
Em São Paulo, o governo pretende adotar uma abordagem inovadora. A ideia, de modo simplificado, é remunerar melhor os servidores das unidades mais produtivas. Ele pretende, por meio de prêmios, incentivar a eficiência no serviço público. Numa palavra, pretende instaurar a meritocracia. Basicamente, cada escola, posto de saúde ou hospital teria uma meta a cumprir. Ao final do ano, haveria uma remuneração adicional aos servidores, de acordo com o desempenho de cada unidade. Os representantes dos servidores são contra qualquer proposta. “Qualquer critério de análise seria injusto, porque no serviço público há realidades diferentes”, diz o presidente da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo. Em países como México e Portugal, a remuneração por mérito já existe. É evidente que as deficiências do serviço público não são consequência exclusiva da falta de meritocracia, mas ninguém pode ser contra critérios de premiação por mérito, desde que sejam justos.
(Adaptado de artigo disponível em http://revistaepoca.globo.com . Acesso em 23 de março de 2009.)
A forma verbal são, no 1§,
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È INCORRETO afirmar sobre os grupos operativos:
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A lei 8.112/90 veda ao servidor público federal a prática de certos atos ou fatos, contudo, é permite-lhe:
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A Janela de Johari é uma representação de áreas da personalidade que ilustra as relações interpessoais e a aprendizagem em grupo. Os processos principais que regulam o fluxo interpessoal são a busca de feedback e a auto-exposição. Quatro estilos interpessoais são postulados a partir da utilização desses processos regulatórios. De acordo com essa abordagem, marque com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações.
( ) Quando os dois processos são utilizados de modo amplo e equilibrado, temos a consolidação do Eu Aberto. Esse estilo interpessoal pode conduzir à defensividade nos outros, principalmente nos primeiros contatos de um grupo.
( ) Quando os dois processos são utilizados em grau reduzido, predomina o Eu Cego. Os potenciais se tornam inexplorados e a criatividade reprimida, comportamentos rígidos e aversão a assumir riscos são frequentes.
( ) A autopercepção e a heteropercepção são fundamentais na análise dos componentes do grupo.
( ) Pouca abertura para a auto-exposição e tendência a perguntar muito sobre si mesmo são características do estilo interpessoal em que há predominância do Eu desconhecido.
( ) Os desequilíbrios nas áreas da janela apresentam-se apenas no sentido vertical e no sentido horizontal.
A sequência correta é:
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Destacam-se, na literatura sobre a Psicoterapia Breve, os seguintes autores, EXCETO:
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Determine o valor da soma dos algarismos do número !$ N=10^{2009}-9 !$.
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O assédio moral no trabalho vem sendo estudado como um risco invisível, porém concreto nas relações de trabalho. A maioria dos estudos que abordam esse fenômeno aponta a existência de pelo menos três modalidades distintas de assédio moral no trabalho. São elas:
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Nos termos da lei 8.112/90, a suspensão, como penalidade disciplinar, será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita a penalidade de demissão, NÃO podendo exceder o prazo de:
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Determina a lei 8.112/90 que o deslocamento de cargo de provimento efetivo, ocupado ou vago no âmbito do quadro geral de pessoal, para outro órgão ou entidade do mesmo Poder, com prévia apreciação do órgão central do SIPEC, compreende:
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