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Segundo a NBR 5419/2005, na manutenção do SPDA, são frequentemente realizadas medições da resistência do aterramento das instalações elétricas. A medição da resistência do aterramento pode ser realizada pelo:
I- método de queda de potencial usando multímetro.
II- método de queda de potencial usando o medidor da resistência de aterramento.
III- método de queda de potencial de Franklin.
IV- método de queda de potencial de Faraday.
V- método de queda de potencial de Volt.
Está(ão) correto(s) os itens:
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Leia o texto abaixo e responda a questão a seguir.
O profissionalismo como religião
Logo que mudei para a França, tive de levar meu carro para consertar. Ao buscá-lo, perguntei se havia ficado bom. O mecânico não entendeu. Na cabeça dele, se entregou a chave e a conta, nada mais a esclarecer sobre o conserto. Mais à frente, decidi atapetar um quartinho. O tapeceiro propôs uma solução que me pareceu complicada. Perguntei se não poderia, simplesmente, colar o tapete. O homem se empertigou: “O senhor pode colar, mas como sou profissional, eu não posso fazer isso”. Pronunciou a palavra “profissional” com solenidade e demarcou um fosso entre o que permite a prática consagrada e o que lambões e pobres mortais como eu podem perpetrar.
Acostumamo-nos com a ideia de que, se pagamos mais ou menos, conseguimos algo mais ou menos. Para a excelência, pagamos generosamente. Mas lembremo-nos das milenares corporações de ofício, com suas tradições e rituais. Na Europa – e alhures –, aprender um ofício era como uma conversão religiosa. O aprendiz passava a acreditar naquela profissão e nos seus cânones. Padrões de qualidade eram cobrados durante todo o aprendizado. Ao fim do ciclo de sete anos, o aprendiz produzia a sua “obra prima”, a fim de evidenciar que atingira os níveis de perfeição exigidos. Em Troyes, na França, há um museu com as melhores peças elaboradas para demonstrar maestria na profissão. Carpinteiros alardeavam o seu virtuosismo pela construção meticulosa das suas caixas de ferramentas. Na Alemanha, sobrevivem em algumas corporações de ofício as vestimentas tradicionais. Para carpinteiros, terno de veludo preto, calça boca de sino e chapéu de aba larga. É com orgulho que exibem nas ruas seus trajes.
Essa incursão na história das corporações serve para realçar que nem só de mercado vive o mundo atual. Aqueles países com forte tradição de profissionalismo disso se beneficiam vastamente. Nada de fiscalizar para ver se ficou bem feito. O fiscal severo e intransigente está de prontidão dentro do profissional. É pena que os sindicatos, herdeiros das corporações, pouco se ocupem hoje de qualidade e virtuosismo. Se pagarmos com magnanimidade, o verdadeiro profissional executará a obra com perfeição. Se pagarmos miseravelmente, ele a executará com igual perfeição. É assim, ele só sabe fazer bem, pois incorporou a ideologia da perfeição. Não apenas não sabe fazer de qualquer jeito, mas sua felicidade se constrói na busca da excelência. Sociedades sem tradição de profissionalismo precisam de exércitos de tomadores de conta (que terminam por subtrair do que poderia ser pago a um profissional com sua própria fiscalização interior). Nelas, capricho é uma religião com poucos seguidores. Sai bem feito quando alguém espreita. Sai matando quando ninguém está olhando.
Existe uma relação entre o que pagamos e a qualidade obtida. Mas não é só isso. O profissionalismo define padrões de conduta e excelência que não estão à venda. Verniz sem rugas traz felicidade a quem o aplicou. Juntas não têm gretas, mesmo em locais que não estão à vista. Ou seja, foram feitas para a paz interior do marceneiro e não para o cliente, incapaz de perceber diferenças. A lâmina do formão pode fazer a barba do seu dono. O lanterneiro fica feliz se ninguém reconhece que o carro foi batido. Onde entra uma chave de estria, não se usa chave aberta na porca. Alicate nela? Nem pensar! Essa tradição de qualidade nas profissões manuais é caudatária das corporações medievais. Mas sobrevive hoje, em maior ou menor grau, em todo o mundo do trabalho. O cirurgião quer fazer uma sutura perfeita. Para o advogado, há uma beleza indescritível em uma petição bem lavrada – que o cliente jamais notará. Quantas dezenas de vezes tive de retrabalhar os parágrafos deste ensaio?
Tudo funciona melhor em uma sociedade em que domina o profissionalismo de sua força de trabalho. Mas isso só acontecerá como resultado de muito esforço em lapidar os profissionais. Isso leva tempo e custa dinheiro. É preciso uma combinação harmônica entre o aprender o gesto profissional, desenvolver a inteligência que orienta e o processo quase litúrgico de transmissão dos valores do ofício. Em tempo: amadores não formam profissionais.
(CASTRO, Claudio de Moura. Revista Veja, 1 de junho de 2011. Com adaptações.)
Considerando as relações de sentido dos verbos “empertigou” e “perpetrar” (1º§), assinale a(s) assertiva(s) correta(s).
I- O termo “perpetrar” refere-se a uma ação do autor e estabelece uma relação de antonímia com a transcrição de fala do tapeceiro.
II- O termo “empertigou” pode ser substituído, mantendo-se o mesmo sentido no trecho, por “comportou-se com sobranceria”.
III- O termo “perpetrar” apresenta uma ação de um personagem do texto e pode ser substituído por “perpetuar”, mantendo-se o mesmo sentido no contexto.
Está(ão) correta(s):
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O ingresso nos cargos do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação far-se-á mediante concurso público de provas ou de provas e títulos. Neste cenário, o desenvolvimento do servidor na carreira dar-se-á, exclusivamente, pela mudança de:
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Na figura a seguir é apresentada tela de medição do sinal senoidal de tensão em um osciloscópio. Sabendo-se que as escalas de vertical e horizontal são respectivamente 3 V/div e 500 μs/div. Para esse sinal de tensão, os valores aproximados de tensão de pico (V) e frequência (Hz) são respectivamente:

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Tem-se um circuito trifásico composto de três cargas iguais. Cada carga está ligada a uma tensão de 220 volts, absorvendo 3 ampères. A tensão de linha do sistema trifásico que alimenta estas cargas ligadas em delta, em suas condições normais (220 volts e 3 ampères), e a corrente de linha são respectivamente:
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A Norma NBR 5410 determina que os condutores isolados devem ser identificados pela cor da isolação, conforme a sua função. Seguindo as determinações desta NBR, considere as seguintes afirmativas e marque a(s) correta(s):
I- Condutor Neutro (N): a isolação deve ser sempre na cor preta.
II- Condutor de Proteção (PE): a isolação deve ser na cor dupla verde amarela ou verde.
III- Condutor de Proteção (PEN): a isolação deve ser na cor amarela.
IV- Condutor Fase (F): a isolação poderá ser de cores azul claro, branca, vermelha.
A alternativa correta é:
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Assinale a alternativa em que as regras de pontuação e de ortografia foram empregadas corretamente no trecho abaixo. (Revista Você S/A, junho de 2012, p. 35. Trecho adaptado)
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Determine o valor de R que permite a máxima transferência de potência para o resistor R do circuito abaixo.

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Considerando uma sala com dimensões de 3 x 4 m, determine a potência mínima de iluminação, indicada segundo a metodologia apresentada na norma NBR 5410 2004.
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As universidades públicas têm autonomia para:
I – Estabelecer planos, programas e projetos de pesquisa científica, produção artística e atividades de extensão.
II – Firmar contratos, acordos e convênios.
III – Administrar os rendimentos e deles dispor na forma prevista no ato de constituição, nas leis e nos respectivos estatutos.
IV – Propor o seu quadro de pessoal docente, técnico e administrativo.
São verdadeiras as afirmações:
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