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Os zigue-zagues do conforto
Hoje, a ideologia do conforto varreu nossa sociedade. É um grande motor da publicidade e do consumismo. Contudo, o avanço não é linear, havendo atrasos técnicos e retrocessos. Em três áreas enguiçadas, o conforto e desconforto se embaralham.
A primeira é o conforto acústico. Raras salas de aula oferecem um mínimo de condições. Padecem os professores, pois só berrando podem ser ouvidos. Uma conversa tranquila é impossível na maioria dos restaurantes. Em muitos, não pode haver conversa de espécie alguma. O bê-á-bá do tratamento acústico é trivial. Por que temos de ser torturados por tantos decibéis malvados?
A segunda(C) é o conforto térmico. Quem gosta de sentir frio ou calor? Na verdade(A) (B), não se trata de gostar, mas de ser atropelado por imperativos culturais. Por não precisarem se impor pela vestimenta, oficiais britânicos usavam bermudas e camisas de mangas curtas nos trópicos. Mas no Rio de Janeiro, a aristocracia do Segundo Império não saía de casa sem terno, colete e sobrecasaca, todos de espessa casimira inglesa. E mais: gravata, camisa de peito duro, cartola e luvas. E se assim fazia a nobreza, o povaréu tentava imitar. Até(C) o meio século passado, as elegantes usavam casaco de pele na capital. Hoje(E), a moda deu cambalhota, o chique é sentir frio. Quanto mais(D) importante, mais gélido será o gabinete da autoridade. Mas(D) a maneira de conquistar esse conforto térmico tende a ser equivocada.
Estive em um hotel do Nordeste amplamente servido pela agradável brisa do mar e cuja propaganda é ser “ecológico”. No entanto(E), é ar condicionado dia e noite, pois a arquitetura não permite a circulação natural do ar. Pior, como na maioria das nossas edificações, o isolamento é péssimo. Um minuto desligado, e quase sufocamos de calor. Uma parede comum de alvenaria tem um décimo da resistência térmica recomendada pela Comunidade Europeia. E do excesso de vidros, nem falar!
A terceira é uma birra pessoal, já que(A) minha profissão me leva a falar em público. Os arquitetos não descobriram que o PowerPoint requer uma sala que escureça e uma iluminação que não vaze na tela. Sem isso(B), ou a projeção fica esmaecida ou, se é apagada a luz, do professor só se vê o vulto. A solução é ridiculamente simples: um spot no conferencista.
E assim vamos, aos encontrões com o desconforto, em recorrente zigue-zague.
(CASTRO, Cláudio de Moura. Veja, 11/02/2015,p.18,fragmento)
Marque a alternativa em que se registra a presença de um articulador da organização do texto:
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Uma mulher de 40 anos de idade com insuficiência renal crônica faz hemodiálise três vezes por semana. Sua adesão tem sido pobre e perdeu sua última sessão de diálise. Procura o serviço de emergência por causa de fraqueza e náuseas. Apresenta um eletrocardiograma com ondas T apiculadas e complexos QRS alargados. Exames laboratoriais: Sódio sérico -130mEq/l; Potássio sérico: 7,0mEq/l; Cloro sérico: 98mEq/l; Bicarbonato sérico :15mEq/l, pH: 7,3. As medidas realizadas enquanto ela esperava pela diálise foram: infusão de gluconato de cálcio, bicarbonato de sódio, glicose e insulina. Foram administrados também inalação com fenoterol e sulfonato poliestireno sódico diluído em manitol por via oral. Qual destas medicações usadas NÃO reduz a concentração de potássio sérico?
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Mundialmente, o álcool e as hepatites virais, representam as causas mais comuns de cirrose hepática. Excluindo estas causas, tem-se outras que oferecendo tratamento específico pode retardar a progressão da lesão hepática, e algumas vezes, reverter determinado grau de fibrose, aumentando a sobrevida do paciente. Sobre cirrose hepática, assinale a alternativa que corresponde a etiologia e respectivos achados laboratoriais corretos que auxiliam no diagnóstico.
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Paciente do sexo feminino, 27 anos, queixando-se de cefaleia há 5 meses, de caráter pulsátil, localização frontal bilateral associada a náusea e fotofobia. Relata que na dor procura um quarto escuro para dormir e acorda um pouco melhor, mas às vezes a cefaleia persiste. Fazia uso de ibuprofeno no início com melhora. Refere progressão da cefaleia com aumento da frequência, tornando-se diária e ibuprofeno não alivia mais a dor. Precisando ausentar-se do trabalho na vigência da dor. Nega alterações visuais, aura premonitória, diplopia, disfasia ou parestesias. Ao exame: BEG, afebril, incomodada com a luz da sala. PA= 110x80mmHg; FC=80bpm; FR=12irpm. Auscultas cardíacas e pulmonar normais. Exame neurológico sem alterações.
Em relação ao caso descrito, assinale a alternativa INCORRETA:
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A Hipertensão Arterial Sistêmica Secundária tem prevalência de 3 a 5%. Associe a suspeita diagnóstica aos achados que sugerem hipertensão arterial secundária.
| I – Hipertensão Renovascular | A- Litíase urinária, depressão, fraqueza muscular |
| II – Feocromocitoma | B- Sopro sistólico/diastólico abdominal |
| III – Hiperaldosteronismo primário | C- Hipertensão resistente ao tratamento e/ou hipocalemia |
| IV – Síndrome de Cushing | D- Hipertensão paroxística com cefaleia , sudorese e palpitações |
| V – Hiperparatiroidismo primário | E- Ganho de peso, fadiga, fraqueza, hirsutismo |
A sequencia correta, respectivamente é:
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Os zigue-zagues do conforto
Hoje, a ideologia do conforto varreu nossa sociedade. É um grande motor da publicidade e do consumismo. Contudo, o avanço não é linear, havendo atrasos técnicos e retrocessos. Em três áreas enguiçadas, o conforto e desconforto se embaralham(D).
A primeira é o conforto acústico. Raras salas de aula oferecem um mínimo de condições. Padecem os professores, pois só berrando podem ser ouvidos. Uma conversa tranquila é impossível na maioria dos restaurantes. Em muitos, não pode haver conversa de espécie alguma. O bê-á-bá do tratamento acústico é trivial. Por que temos de ser torturados por tantos decibéis malvados?(E)
A segunda é o conforto térmico. Quem gosta de sentir frio ou calor? Na verdade, não se trata de gostar, mas de ser atropelado por imperativos culturais. Por não precisarem se impor pela vestimenta, oficiais britânicos usavam bermudas e camisas de mangas curtas nos trópicos. Mas no Rio de Janeiro, a aristocracia do Segundo Império não saía de casa sem terno, colete e sobrecasaca, todos de espessa casimira inglesa. E mais: gravata, camisa de peito duro, cartola e luvas. E se assim fazia a nobreza, o povaréu tentava imitar. Até o meio século passado, as elegantes usavam casaco de pele na capital. Hoje, a moda deu cambalhota, o chique é sentir frio. Quanto mais importante, mais gélido será o gabinete da autoridade. Mas a maneira de conquistar esse conforto térmico tende a ser equivocada.
Estive em um hotel do Nordeste(A) e (C) amplamente servido pela agradável brisa do mar e cuja propaganda é ser “ecológico”. No entanto, é ar condicionado dia e noite, pois a arquitetura não permite a circulação natural do ar. Pior, como na maioria das nossas edificações, o isolamento é péssimo. Um minuto desligado, e quase sufocamos de calor. Uma parede comum de alvenaria tem um décimo da resistência térmica(B) recomendada pela Comunidade Europeia. E do excesso de vidros, nem falar!
A terceira é uma birra pessoal, já que minha profissão me leva a falar em público. Os arquitetos não descobriram que o PowerPoint requer uma sala que escureça e uma iluminação que não vaze na tela. Sem isso, ou a projeção fica esmaecida ou, se é apagada a luz, do professor só se vê o vulto. A solução é ridiculamente simples: um spot no conferencista.
E assim vamos, aos encontrões com o desconforto, em recorrente zigue-zague.
(CASTRO, Cláudio de Moura. Veja, 11/02/2015,p.18,fragmento)
Marque a alternativa que caracteriza o texto como, predominantemente,
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Os zigue-zagues do conforto
Hoje, a ideologia do conforto varreu nossa sociedade. É um grande motor da publicidade e do consumismo. Contudo, o avanço não é linear, havendo atrasos técnicos e retrocessos. Em três áreas enguiçadas, o conforto e desconforto se embaralham.
A primeira é o conforto acústico. Raras salas de aula oferecem um mínimo de condições. Padecem os professores, pois só berrando podem ser ouvidos. Uma conversa tranquila é impossível na maioria dos restaurantes. Em muitos, não pode haver conversa de espécie alguma. O bê-á-bá do tratamento acústico é trivial. Por que temos de ser torturados por tantos decibéis malvados?
A segunda é o conforto térmico. Quem gosta de sentir frio ou calor? Na verdade, não se trata de gostar, mas de ser atropelado por imperativos culturais. Por não precisarem se impor pela vestimenta, oficiais britânicos usavam bermudas e camisas de mangas curtas nos trópicos. Mas no Rio de Janeiro, a aristocracia do Segundo Império não saía de casa sem terno, colete e sobrecasaca, todos de espessa casimira inglesa. E mais: gravata, camisa de peito duro, cartola e luvas. E se assim fazia a nobreza, o povaréu tentava imitar. Até o meio século passado, as elegantes usavam casaco de pele na capital. Hoje, a moda deu cambalhota, o chique é sentir frio. Quanto mais importante, mais gélido será o gabinete da autoridade. Mas a maneira de conquistar esse conforto térmico tende a ser equivocada.
Estive em um hotel do Nordeste amplamente servido pela agradável brisa do mar e cuja propaganda é ser “ecológico”. No entanto, é ar condicionado dia e noite, pois a arquitetura não permite a circulação natural do ar. Pior, como na maioria das nossas edificações, o isolamento é péssimo. Um minuto desligado, e quase sufocamos de calor. Uma parede comum de alvenaria tem um décimo da resistência térmica recomendada pela Comunidade Europeia. E do excesso de vidros, nem falar!
A terceira é uma birra pessoal, já que minha profissão me leva a falar em público. Os arquitetos não descobriram que o PowerPoint requer uma sala que escureça e uma iluminação que não vaze na tela. Sem isso, ou a projeção fica esmaecida ou, se é apagada a luz, do professor só se vê o vulto. A solução é ridiculamente simples: um spot no conferencista.
E assim vamos, aos encontrões com o desconforto, em recorrente zigue-zague.
(CASTRO, Cláudio de Moura. Veja, 11/02/2015,p.18,fragmento)
A sequência textual que constitui o 4º parágrafo do texto tem a função de:
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Quanto às patologias osteoarticulares, assinale a alternativa INCORRETA:
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Os exames laboratoriais de bioquímica hepática são extremamente importantes na definição do diagnóstico de hepatopatias. Quanto a doenças do fígado, assinale a opção INCORRETA.
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Constituem drogas que reduzem a mortalidade em pacientes portadores de insuficiência cardíaca com disfunção sistólica do ventrículo esquerdo
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