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Em um grupo de 24 pessoas, a média aritmética das idades das pessoas do grupo é igual a 20 anos. Se uma pessoa de 40 anos for acrescentada ao grupo, formando-se um novo grupo de 25 pessoas, a média aritmética das idades das pessoas do novo grupo, em anos, passa a ser igual a
 

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A função quadrática !$ f(x)=ax^2-2x+b !$ tem valor máximo igual a 25/2 e !$ f(2)=0 !$. O produto dos possíveis valores de !$ a !$ é igual a
 

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Uma progressão geométrica tem quatro termos. O segundo termo é igual a −14 e a soma dos três primeiros termos é igual a 86. Sabendo que o quarto termo é um número entre −1 e 1, o produto de todos os termos da progressão é igual a
 

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Em um grupo de 121 pessoas,
• todas leem pelo menos um dos jornais A, B e C;
• nenhuma lê os três jornais A, B e C;
• 20 pessoas leem apenas o jornal A;
• 35 pessoas leem apenas o jornal B;
• 5 pessoas leem os jornais A e C;
• 10 pessoas leem os jornais B e C;
• 25% do total de pessoas que leem o jornal B é igual ao total de pessoas que leem os jornais A e B.
Nesse grupo, o total de pessoas que leem apenas o jornal C é igual a
 

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A quantidade de números inteiros positivos formados de 5 algarismos não nulos e distintos, em que 3 algarismos são pares e 2 algarismos são ímpares, é igual a
 

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1814467 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: UFES
Orgão: UFES
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Considerando a Portaria nº 344, de 12 de maio de 1998, do Ministério da Saúde, que trata do Regulamento Técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial, analise as afirmativas abaixo:
I. O número máximo de substâncias contidas em uma única notificação de receita de medicamentos das listas A1 e A2 (Entorpecentes), A3 (Psicotrópicos), B1 (Psicotrópicos) e B2 (Psicotrópicos Anorexígenos) é de três substâncias.
II. Os medicamentos à base de substâncias antirretrovirais (lista C4) somente poderão ser dispensados nas farmácias do Sistema Único de Saúde mediante apresentação e retenção do formulário próprio estabelecido pelo programa de DST/AIDS.
III. A prescrição de antidepressivos poderá conter, no máximo, três substâncias constantes da lista C1, em cada receituário.
IV. A Receita de Controle Especial deverá estar escrita de forma legível, com a quantidade do medicamento em algarismos arábicos e por extenso, sem emenda ou rasura, e terá validade de 30 (trinta) dias contados a partir da data de sua emissão.
É CORRETO o que se afirma em
 

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1814459 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: UFES
Orgão: UFES
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A dor é uma das grandes preocupações da humanidade. Desde tempos mais remotos, o homem busca esclarecer as razões de sua ocorrência, bem como estabelecer medidas eficazes destinadas ao seu controle. Considerando as possibilidades para o tratamento da dor, é CORRETO afirmar:
 

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Leia o texto a seguir e responda a questão.
Poluição do ar tira R$ 15,8 bi anuais do Brasil com 62 mil mortes prematuras
Décadas atrás, quem dirigia pelas estradas brasileiras topava com placas de mensagens lúgubres como “não faça do seu carro uma arma – a vítima pode ser você”.
As placas sumiram, mas as mortes no trânsito, não: são mais de 40 mil por ano, e crescendo. De 19 óbitos por 100 mil habitantes em 2009, o país passou para 23,4/100 mil em 2013, segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Correr demais ou usar o celular enquanto se dirige não são, porém, as únicas maneiras de fazer do seu carro uma arma. São apenas as mais ruidosas, como sair dando tiros por aí. Basta ligar o motor para fazer dele também uma arma química.
O cano de escapamento cospe uma série de compostos tóxicos, como os monóxidos de nitrogênio !$ (NO) !$ ou de carbono !$ (CO) !$ e precursores de ozônio !$ (O_3) !$. Dali sai também material particulado, com destaque para a poeira fina !$ (PM_{2,5}) !$ que penetra até os alvéolos dos pulmões e faz estragos neles.
Não faltam pesquisas a mostrar que a poluição do ar está diretamente relacionada com mortes prematuras causadas por doença cardíaca isquêmica (enfarte), derrame, doença pulmonar obstrutiva crônica, câncer de pulmão, infecção respiratória aguda e pneumonia. Velhos e crianças pequenas são as maiores vítimas.
O Banco Mundial estima que 2,9 milhões morrem antes da hora no mundo, todos os anos, por causa da poluição do ar. A maior parte por cozinhar dentro de casa com lenha e carvão, como fazem 2,8 bilhões de pessoas, principalmente na África e no Sul da Ásia. Fora daí, as mortes por poluição do ar se dão por força das emissões veiculares.
As cifras acabrunhantes estão na publicação “O Custo da Poluição do Ar”, que teve lançamento na semana passada. Em anos de vida produtiva perdidos, isso custou à economia global, em 2013, a bagatela de estimados US$ 225 bilhões.
Outra medida feita pelo Banco Mundial diz respeito à perda de bem-estar. Aqui, o valor monetário do prejuízo é calculado por meio de metodologia diversa – quanto cada pessoa se disporia a pagar para livrar-se do risco de morrer por aquela causa. Neste caso, o montante sobe para US$ 5,1 trilhões.
Estima-se que 87% da população mundial viva em áreas acima do máximo de concentração de !$ PM_{2,5} !$ recomendado pela OMS, de 10 microgramas por metro cúbico. A de ozônio vem caindo no mundo, mas Brasil, China, Índia, Paquistão e Bangladesh viram-na aumentar entre 10% e 20%.
No que toca ao !$ PM_{2,5} !$, a média do Brasil se encontrava ligeiramente abaixo do recomendado pela OMS em 2009, com 9,68 micrograma/!$ m^3 !$. Em 2013, contudo, esse valor já se encontrava em 16,5 micrograma/!$ m^3 !$.
As mortes decorrentes, segundo a estimativa do Banco Mundial, subiram de 59,6 mil para 62,2 mil ao ano no intervalo. Em matéria de produtividade perdida, o custo foi de US$ 4,9 bilhões em 2013, ou R$ 15,8 bilhões na taxa de câmbio atual.
Com transporte de massa eletrificado, seria possível matar três coelhos com um único golpe de progresso tecnológico: diminuir os acidentes fatais, abater as mortes prematuras por poluição e ainda mitigar o aquecimento global, pois os motores a explosão também emitem gases do efeito estufa.
Não há por que continuar indefinidamente com essa insanidade de ênfase no deslocamento individual propelido a combustíveis poluentes. Melhor seria retomar as placas dos anos 1970, com uma pequena adaptação: “Não faça de seu carro uma arma – o fóssil pode ser você”.
(LEITE, Marcelo. Poluição do ar tira R$ 15,8 bi anuais do Brasil com 62 mil mortes prematuras. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/marceloleite/2016/09/1812251-poluicao-do-ar-tira-r-158-bi-anuais-do-brasil-com-62-mil-mortes-prematuras.shtml>. Acesso em: 15 set. 2016.)
A ideia expressa pelos trechos do texto NÃO está corretamente indicada em:
 

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Leia o texto a seguir e responda a questão.
Poluição do ar tira R$ 15,8 bi anuais do Brasil com 62 mil mortes prematuras
Décadas atrás, quem dirigia pelas estradas brasileiras topava com placas de mensagens lúgubres como “não faça do seu carro uma arma – a vítima pode ser você”.
As placas sumiram, mas as mortes no trânsito, não: são mais de 40 mil por ano, e crescendo. De 19 óbitos por 100 mil habitantes em 2009, o país passou para 23,4/100 mil em 2013, segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Correr demais ou usar o celular enquanto se dirige não são, porém, as únicas maneiras de fazer do seu carro uma arma. São apenas as mais ruidosas, como sair dando tiros por aí. Basta ligar o motor para fazer dele também uma arma química.
O cano de escapamento cospe uma série de compostos tóxicos, como os monóxidos de nitrogênio !$ (NO) !$ ou de carbono !$ (CO) !$ e precursores de ozônio !$ (O_3) !$. Dali sai também material particulado, com destaque para a poeira fina !$ (PM_{2,5}) !$ que penetra até os alvéolos dos pulmões e faz estragos neles.
Não faltam pesquisas a mostrar que a poluição do ar está diretamente relacionada com mortes prematuras causadas por doença cardíaca isquêmica (enfarte), derrame, doença pulmonar obstrutiva crônica, câncer de pulmão, infecção respiratória aguda e pneumonia. Velhos e crianças pequenas são as maiores vítimas.
O Banco Mundial estima que 2,9 milhões morrem antes da hora no mundo, todos os anos, por causa da poluição do ar. A maior parte por cozinhar dentro de casa com lenha e carvão, como fazem 2,8 bilhões de pessoas, principalmente na África e no Sul da Ásia. Fora daí, as mortes por poluição do ar se dão por força das emissões veiculares.
As cifras acabrunhantes estão na publicação “O Custo da Poluição do Ar”, que teve lançamento na semana passada. Em anos de vida produtiva perdidos, isso custou à economia global, em 2013, a bagatela de estimados US$ 225 bilhões.
Outra medida feita pelo Banco Mundial diz respeito à perda de bem-estar. Aqui, o valor monetário do prejuízo é calculado por meio de metodologia diversa – quanto cada pessoa se disporia a pagar para livrar-se do risco de morrer por aquela causa. Neste caso, o montante sobe para US$ 5,1 trilhões.
Estima-se que 87% da população mundial viva em áreas acima do máximo de concentração de !$ PM_{2,5} !$ recomendado pela OMS, de 10 microgramas por metro cúbico. A de ozônio vem caindo no mundo, mas Brasil, China, Índia, Paquistão e Bangladesh viram-na aumentar entre 10% e 20%.
No que toca ao !$ PM_{2,5} !$, a média do Brasil se encontrava ligeiramente abaixo do recomendado pela OMS em 2009, com 9,68 micrograma/!$ m^3 !$. Em 2013, contudo, esse valor já se encontrava em 16,5 micrograma/!$ m^3 !$.
As mortes decorrentes, segundo a estimativa do Banco Mundial, subiram de 59,6 mil para 62,2 mil ao ano no intervalo. Em matéria de produtividade perdida, o custo foi de US$ 4,9 bilhões em 2013, ou R$ 15,8 bilhões na taxa de câmbio atual.
Com transporte de massa eletrificado, seria possível matar três coelhos com um único golpe de progresso tecnológico: diminuir os acidentes fatais, abater as mortes prematuras por poluição e ainda mitigar o aquecimento global, pois os motores a explosão também emitem gases do efeito estufa.
Não há por que continuar indefinidamente com essa insanidade de ênfase no deslocamento individual propelido a combustíveis poluentes. Melhor seria retomar as placas dos anos 1970, com uma pequena adaptação: “Não faça de seu carro uma arma – o fóssil pode ser você”.
(LEITE, Marcelo. Poluição do ar tira R$ 15,8 bi anuais do Brasil com 62 mil mortes prematuras. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/marceloleite/2016/09/1812251-poluicao-do-ar-tira-r-158-bi-anuais-do-brasil-com-62-mil-mortes-prematuras.shtml>. Acesso em: 15 set. 2016.)
A partir da leitura do texto, é CORRETO afirmar:
 

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1733419 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFES
Orgão: UFES
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Sobre as Redes de Atenção à Saúde (RASs), é CORRETO afirmar:
I. Os serviços de menor densidade tecnológica, como os de Atenção Primária à Saúde (APS), devem ser concentrados e, ao contrário, os serviços de maior densidade tecnológica, como hospitais, tendem a ser dispersos.
II. O modelo de atenção à saúde deve ser integrado, com estratificação dos riscos, e voltado para os determinantes sociais da saúde intermediários e proximais e para as condições de saúde da população.
III. A ênfase do cuidado do paciente é centrada nos profissionais da área de saúde, especialmente nos médicos.
É CORRETO o que se afirma em
 

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