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- Receita PúblicaClassificação da Receita OrçamentáriaClassificação por Natureza da Receita (Níveis e Dígitos)Categoria Econômica da Receita (1º Nível e 1º Dígito)
As receitas do Governo Federal podem ser divididas em primárias e financeiras de acordo com a classificação por identificador de resultado primário. As receitas primárias advêm dos tributos, das contribuições sociais, das concessões, dos dividendos recebidos pela União, doações e convênios e outras receitas primárias. Esse tipo de receita refere-se, predominantemente, às:
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A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) apresentará a orientação para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), mas suas faculdades vão além dessa orientação. A seguir estão elencadas algumas outras atribuições da LDO, EXCETO:
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Paciente com HIV há 10 anos, em tratamento irregular, apresenta febre, dispneia e tosse seca. No exame, há crepitações em bases pulmonares e os sinais vitais são PA 100/60 mmHg, FC 100 bpm, FR 30 irpm, oximetria 85%. Radiografia de tórax com infiltrado pulmonar interstical bilateral. Sobre este cenário clínico, está correto afirmar que:
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Dentre os cenários abaixo relacionados, está correta a prescrição de antibiótico na diarreia aguda:
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Paciente com DPOC, apresentou 3 exacerbações, mas sem ficar internado. Há limitações apenas a grandes esforços, e a espirometria mostrou VEF1 de 70%. De acordo com o GOLD – Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease 2018, a terapia recomendada é:
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Sobre pneumonia, está correto afirmar que:
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Paciente, masculino, 68 anos, vem em consulta de risco cirúrgico, para uma cirurgia de colecistectomia eletiva. É hipertenso, diabético e tabagista. Faz atividade física, com corridas de 4 km/40min, três vezes por semana. Está em uso de losartana, sinvastatina e metformina. O exame físico, eletrocardiograma, Rx tórax e exames laboratoriais estão normais. A conduta mais apropriada é:
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TEXTO 1
A DISCIPLINA DO AMOR
Lygia Fagundes Telles
Foi na França, durante a Segunda Grande
Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os
dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho.
Postava-se na esquina, um pouco antes das seis da
5 tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu
encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu
passinho saltitante de volta à casa. A vila inteira já
conhecia o cachorro e as pessoas que passavam
faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava
10 até a correr todo animado atrás dos mais íntimos.
Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar
sentado até o momento em que seu dono apontava
lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o
15 jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou
de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a
esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha
em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a
presença do dono bem-amado. Assim que
20 anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida
normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então,
disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso
à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu
num bombardeio, mas no pequeno
25 coração do cachorro, não morreu a esperança.
Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando
ia chegando aquela hora, ele disparava para o
compromisso assumido, todos os dias.
Todos os dias, com o passar dos anos (a
30 memória dos homens!), as pessoas foram se
esquecendo do jovem soldado que não voltou.
Casou-se a noiva com um primo. Os familiares
voltaram-se para outros familiares. Os amigos para
outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era
35 jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo
na sua esquina.
As pessoas estranhavam, mas quem esse
cachorro está esperando? Uma tarde (era inverno),
ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.
TELLES, Lygia Fagundes. A disciplina do amor. Disponível em: < http://claricemenezes.com.br/2018/02/05/a-disciplina-do-amor/>. Acesso em jan. 2019.
O trecho “O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro, não morreu a esperança.” pode ser reescrito da seguinte forma, sem perda de sentido:
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TEXTO 1
A DISCIPLINA DO AMOR
Lygia Fagundes Telles
Foi na França, durante a Segunda Grande
Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os
dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho.
Postava-se na esquina, um pouco antes das seis da
5 tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu
encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu
passinho saltitante de volta à casa. A vila inteira já
conhecia o cachorro e as pessoas que passavam
faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava
10 até a correr todo animado atrás dos mais íntimos.
Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar
sentado até o momento em que seu dono apontava
lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o
15 jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou
de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a
esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha
em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a
presença do dono bem-amado. Assim que
20 anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida
normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então,
disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso
à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu
num bombardeio, mas no pequeno
25 coração do cachorro, não morreu a esperança.
Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando
ia chegando aquela hora, ele disparava para o
compromisso assumido, todos os dias.
Todos os dias, com o passar dos anos (a
30 memória dos homens!), as pessoas foram se
esquecendo do jovem soldado que não voltou.
Casou-se a noiva com um primo. Os familiares
voltaram-se para outros familiares. Os amigos para
outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era
35 jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo
na sua esquina.
As pessoas estranhavam, mas quem esse
cachorro está esperando? Uma tarde (era inverno),
ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.
TELLES, Lygia Fagundes. A disciplina do amor. Disponível em: < http://claricemenezes.com.br/2018/02/05/a-disciplina-do-amor/>. Acesso em jan. 2019.
A expressão “aquela direção” da passagem “(...) o focinho voltado para aquela direção.” (linha 39) refere-se
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TEXTO 1
A DISCIPLINA DO AMOR
Lygia Fagundes Telles
Foi na França, durante a Segunda Grande
Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os
dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho.
Postava-se na esquina, um pouco antes das seis da
5 tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu
encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu
passinho saltitante de volta à casa. A vila inteira já
conhecia o cachorro e as pessoas que passavam
faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava
10 até a correr todo animado atrás dos mais íntimos.
Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar
sentado até o momento em que seu dono apontava
lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o
15 jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou
de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a
esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha
em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a
presença do dono bem-amado. Assim que
20 anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida
normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então,
disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso
à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu
num bombardeio, mas no pequeno
25 coração do cachorro, não morreu a esperança.
Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando
ia chegando aquela hora, ele disparava para o
compromisso assumido, todos os dias.
Todos os dias, com o passar dos anos (a
30 memória dos homens!), as pessoas foram se
esquecendo do jovem soldado que não voltou.
Casou-se a noiva com um primo. Os familiares
voltaram-se para outros familiares. Os amigos para
outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era
35 jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo
na sua esquina.
As pessoas estranhavam, mas quem esse
cachorro está esperando? Uma tarde (era inverno),
ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.
TELLES, Lygia Fagundes. A disciplina do amor. Disponível em: < http://claricemenezes.com.br/2018/02/05/a-disciplina-do-amor/>. Acesso em jan. 2019.
A palavra “festinhas”, no texto, significa uma
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