Foram encontradas 60 questões.
Na teoria antropológica, museus são entendidos como “zonas de contato”. No caso dos museus indígenas, seu aparecimento é entendido como sendo um movimento
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Nos jogos de força em torno das classificações e representações sobre os povos indígenas em museus antropológicos, coleções e exposições etnográficas, podem ser consideradas
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Na última década, vem aumentando a presença de indígenas em espaços antes frequentados apenas por profissionais de museus, como reservas técnicas, requalificando e, em alguns casos, estudando coleções. Este fato se enquadra em um movimento mais amplo, dentre os grupos sociais antes representados por instituições como Museus, de revisão crítica de imagens e significados associados à formação da nação. Dentre as estratégias narrativas e institucionais adotadas, a criação de museus indígenas representa
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O desenvolvimento histórico do que chamamos de Antropologia Brasileira deu-se de forma multifacetada, revelando condições e temporalidades regionais, tanto do ponto de vista institucional, quando de entrelaçamento de trajetórias intelectuais e temas de pesquisa vinculados a questões locais mais amplas. No caso da Universidade Federal de Goiás com a criação do Museu Antropológico em 1960, ela expandiu articulações entre campos disciplinares a partir
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A Expedição à Serra do Norte (1912) empreendida por Edgard Roquette-Pinto pode ser considerada como marco histórico na organização da ciência antropoló-gicoetnográfica brasileira porque foi ao encontro dos povos
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Historicamente, podemos organizar os marcos de desenvolvimento de um determinado campo científicomuseal tomando como índices o incremento de coleções, a ampliação de quadros profissionais ou a especialização de áreas de conhecimento. O Museu Antropológico da UFG, iniciado nos anos de 1960, fundamenta-se em paradigma
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O que apontam os estudos etmológicos sobre as Ritxoko, bonecas de barro Iny-Karajá?
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A organização das práticas de colecionamento etnográfico atravessou várias fases, do colecionamento naturalista do século XIX ao “trabalho de campo” da segunda metade do século XX. No caso dos trabalhos etnológicos das primeiras décadas do século XX no Brasil, algumas figuras se destacaram, dentre elas Curt Nimuendajú, cujo período de colecionamento e produção foram, respectivamente,
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A história de classificação dos objetos salvaguardados em reservas técnicas etnológicas, desde as curiosidades artificiais da virada dos séculos XVIII–XIX até os artefatos etnográficos da virada dos séculos XIX–XX, evidencia a contínua redefinição de parâmetros científicos e a relação tensa entre classificação científica, classificação étnica e classificação de gestão museal. Nem sempre curadores, conservadores e, mais recentemente, indígenas, falam a mesma língua. Considerando o trabalho pioneiro de Berta Ribeiro, a partir dos acervos de museus como o Nacional do Rio de Janeiro e Emílio Goeldi do Pará, a organização da produção de material etnográfico é classificada em
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De acordo com a Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992), são considerados agentes públicos:
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