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Censo de problemas
Dados detalhados do IBGE confirmam o retrato de um país que se acomoda com crescimento da economia como solução para tudo.
As melhorias sociais e econômicas e a tranquilidade política dos anos 2000 parecem ter eliminado o sentido de urgência diante das carências brasileiras: de educação, de 9 renda, de saúde, de segurança - entre tantos problemas sociais.
Ouve-se o louvor uníssono do crescimento, como se ele, por si só, resolvesse toda a iniquidade. Lamenta-se a mediocridade da educação, em especial na falta de mão de obra qualificada, mas não se vê pressa nem inventividade nas providências para melhorar a escola.
A mais recente publicação dos dados detalhados do Censo 2010 evidencia quão incivilizado ainda é o Brasil. No país da "nova classe média", em mais de 28% das casas a renda mensal por pessoa mão passava de meio salário mínimo: R$ 8,50 por dia, o valor de algumas passagens de ônibus. No Nordeste, em 48,4% dos domicílios ela ainda era inferior a isso.
Na idade de cursar ou concluir o ensino médio, 1 em cada 6 jovens de 15 a 17 anos estava fora da escola. Metade dos brasileiros com mais de 25 anos fazia parte do grupo de pessoas sem instrução, ou não havia completado o ensino fundamental (oito anos de estudo) - pessoas que dificilmente chegariam ao ensino secundário.
Já foi pior, costuma-se dizer: em 2000, eram 64% os maiores de 25 anos que tinham menos de oito anos de estudo.
A mortalidade infantil caiu pela metade em uma década. Um feito notável, mas em 2010 era ainda o dobro da americana, ou o quádruplo da registrada na Europa ocidental.
A taxa de fecundidade média declinou a níveis escandinavos. É como se boa parte da população tivesse tomado a iniciativa de racionalizar o uso de seus recursos escassos tendo menos filhos. Sem contar com serviços públicos de qualidade para as crianças, resta a opção de reduzir seu número e investir mais em cada uma delas.
O país que começa a envelhecer pode se tornar maduro sem ter ido em massa à escola. Está à beira de chegar ao período demográfico mais favorável ao progresso econômico e social, aquele em que há mais trabalhadores por crianças e idosos, sem que o trabalho seja qualificado e produtivo o bastante para permitir que a economia dê um salto definitivo para o grupo das nações desenvolvidas.
Os avanços suscitam um clima de autoindulgência, de descaso com mudanças institucionais, de conforto na banalidade das pequenas vitórias. Um consenso acomodatício em torno dos paliativos e da falta de imaginação política e social, seja na oposição, seja no governo liderado pelo PT.
(http: www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/40563-censo-de-problemas.shtm1. Acesso em maio 2012).
A estratégia discursiva da Folha de S.Paulo, neste editorial, para ocultar e preservar a face do produtor do texto, foi
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Censo de problemas
Dados detalhados do IBGE confirmam o retrato de um país que se acomoda com crescimento da economia como solução para tudo.
As melhorias sociais e econômicas e a tranquilidade política dos anos 2000 parecem ter eliminado o sentido de urgência diante das carências brasileiras: de educação, de 9 renda, de saúde, de segurança - entre tantos problemas sociais.
Ouve-se o louvor uníssono do crescimento, como se ele, por si só, resolvesse toda a iniquidade. Lamenta-se a mediocridade da educação, em especial na falta de mão de obra qualificada, mas não se vê pressa nem inventividade nas providências para melhorar a escola.
A mais recente publicação dos dados detalhados do Censo 2010 evidencia quão incivilizado ainda é o Brasil. No país da "nova classe média", em mais de 28% das casas a renda mensal por pessoa mão passava de meio salário mínimo: R$ 8,50 por dia, o valor de algumas passagens de ônibus. No Nordeste, em 48,4% dos domicílios ela ainda era inferior a isso.
Na idade de cursar ou concluir o ensino médio, 1 em cada 6 jovens de 15 a 17 anos estava fora da escola. Metade dos brasileiros com mais de 25 anos fazia parte do grupo de pessoas sem instrução, ou não havia completado o ensino fundamental (oito anos de estudo) - pessoas que dificilmente chegariam ao ensino secundário.
Já foi pior, costuma-se dizer: em 2000, eram 64% os maiores de 25 anos que tinham menos de oito anos de estudo.
A mortalidade infantil caiu pela metade em uma década. Um feito notável, mas em 2010 era ainda o dobro da americana, ou o quádruplo da registrada na Europa ocidental.
A taxa de fecundidade média declinou a níveis escandinavos. É como se boa parte da população tivesse tomado a iniciativa de racionalizar o uso de seus recursos escassos tendo menos filhos. Sem contar com serviços públicos de qualidade para as crianças, resta a opção de reduzir seu número e investir mais em cada uma delas.
O país que começa a envelhecer pode se tornar maduro sem ter ido em massa à escola. Está à beira de chegar ao período demográfico mais favorável ao progresso econômico e social, aquele em que há mais trabalhadores por crianças e idosos, sem que o trabalho seja qualificado e produtivo o bastante para permitir que a economia dê um salto definitivo para o grupo das nações desenvolvidas.
Os avanços suscitam um clima de autoindulgência, de descaso com mudanças institucionais, de conforto na banalidade das pequenas vitórias. Um consenso acomodatício em torno dos paliativos e da falta de imaginação política e social, seja na oposição, seja no governo liderado pelo PT.
(http: www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/40563-censo-de-problemas.shtm1. Acesso em maio 2012).
O texto “Censo de Problemas”é um exemplar do gênero Editorial. Seu objetivo é discutir problemas controversos/ polêmicos e expor a opinião da empresa jornalística; neste caso, o da Folha de S.Paulo, edição de 03/05/2012. A tese central defendida no editorial revela que
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Ao associar o verbal (Mamãe mandou escolher esse carro aqui) ao não verbal (imagem), o anúncio explorou um recurso de linguagem muito comum na esfera publicitária. Trata-se do recurso denominado
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Classe C troca geladeira por TV a cabo e poupança
Após sucessivos estímulos do governo para baratear o preço de geladeiras, fogões, máquinas de lavar roupas - a chamada linha branca- e aumentar o consumo, esses produtos vêm deixando a lista de prioridades da nova classe média, mais disposta a poupar ou gastar com TV a cabo, telefonia e educação.
A renovação da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) foi uma das primeiras medidas anunciadas para tentar impulsionar a indústria e melhorar o desempenho da economia, considerado fraco neste ano.
Como esse instrumento vem sendo usado pelo governo desde 2009, sua eficácia começa a ser questionada. Apesar de afirmarem que ainda há espaço para o consumo, especialistas creem que o ritmo de crescimento das vendas tende a ser menor, mesmo com incentivo fiscal.
Levantamentos do Data Popular, instituto com foco na nova classe média, público-alvo da medida, mostram que serviços - o que inclui o conserto de eletrodomésticos - representam a maior parte dos gastos das famílias.
O item "serviços", que representava 49,5% dos gastos efetuados em 2002 por esse público, já responde por 65%, segundo a pesquisa do Data Popular, de setembro de 2011.
O trabalho, que indica também que as despesas com a compra de produtos caíram de 50,5% para 34,8% no período, é baseado em projeções feitas a partir do cruzamento de dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) e da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), ambas do IBGE.
Para especialistas, não há dúvidas de que a nova classe média continua consumindo, mas o perfil está gradualmente mudando, pois a prioridade mudou. "Quem comprou uma TV nova quer TV a cabo; a máquina precisa de manutenção", diz Renato Meirelles, dono do Data Popular.
Para o professor Luiz Alberto Machado, do Conselho Federal de Economia, o impacto inicial da redução do IPI foi absorvido e o nível elevado do emprego está garantindo renda para consumir.
"Ainda há espaço a ser explorado, mas o crescimento marginal desse consumo tende a ser cada vez menor."
Professor de economia da UnB (Universidade de Brasília), João Carlos de Oliveira diz que a redução do IPI não terá impacto "para a vida toda". Ele argumenta que o sucesso da medida também depende da oferta de crédito.
(SHEILA D'AMORIM/ FLÁVIA FOREQUE. http://www.folha.uol.com.br. Acesso em maio de 2012).
“Como esse instrumento vem sendo usado pelo governo desde 2009, sua eficácia começa a ser questionada”. O período acima poderia ser reescrito, de forma a não alterar seu sentido, da seguinte forma:
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Classe C troca geladeira por TV a cabo e poupança
Após sucessivos estímulos do governo para baratear o preço de geladeiras, fogões, máquinas de lavar roupas - a chamada linha branca- e aumentar o consumo, esses produtos vêm deixando a lista de prioridades da nova classe média, mais disposta a poupar ou gastar com TV a cabo, telefonia e educação.
A renovação da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) foi uma das primeiras medidas anunciadas para tentar impulsionar a indústria e melhorar o desempenho da economia, considerado fraco neste ano.
Como esse instrumento vem sendo usado pelo governo desde 2009, sua eficácia começa a ser questionada. Apesar de afirmarem que ainda há espaço para o consumo, especialistas creem que o ritmo de crescimento das vendas tende a ser menor, mesmo com incentivo fiscal.
Levantamentos do Data Popular, instituto com foco na nova classe média, público-alvo da medida, mostram que serviços - o que inclui o conserto de eletrodomésticos - representam a maior parte dos gastos das famílias.
O item "serviços", que representava 49,5% dos gastos efetuados em 2002 por esse público, já responde por 65%, segundo a pesquisa do Data Popular, de setembro de 2011.
O trabalho, que indica também que as despesas com a compra de produtos caíram de 50,5% para 34,8% no período, é baseado em projeções feitas a partir do cruzamento de dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) e da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), ambas do IBGE.
Para especialistas, não há dúvidas de que a nova classe média continua consumindo, mas o perfil está gradualmente mudando, pois a prioridade mudou. "Quem comprou uma TV nova quer TV a cabo; a máquina precisa de manutenção", diz Renato Meirelles, dono do Data Popular.
Para o professor Luiz Alberto Machado, do Conselho Federal de Economia, o impacto inicial da redução do IPI foi absorvido e o nível elevado do emprego está garantindo renda para consumir.
"Ainda há espaço a ser explorado, mas o crescimento marginal desse consumo tende a ser cada vez menor."
Professor de economia da UnB (Universidade de Brasília), João Carlos de Oliveira diz que a redução do IPI não terá impacto "para a vida toda". Ele argumenta que o sucesso da medida também depende da oferta de crédito.
(SHEILA D'AMORIM/ FLÁVIA FOREQUE. http://www.folha.uol.com.br. Acesso em maio de 2012).
O pronome demonstrativo “esse”(s) (linha 5, linha 13, linha 23) foi destacado em três ocorrências no texto “Classe C troca geladeira por TV a cabo e poupança”. Em cada ocorrência, eles retomam, respectivamente, as seguintes expressões do texto.
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Classe C troca geladeira por TV a cabo e poupança
Após sucessivos estímulos do governo para baratear o preço de geladeiras, fogões, máquinas de lavar roupas - a chamada linha branca- e aumentar o consumo, esses produtos vêm deixando a lista de prioridades da nova classe média, mais disposta a poupar ou gastar com TV a cabo, telefonia e educação.
A renovação da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) foi uma das primeiras medidas anunciadas para tentar impulsionar a indústria e melhorar o desempenho da economia, considerado fraco neste ano.
Como esse instrumento vem sendo usado pelo governo desde 2009, sua eficácia começa a ser questionada. Apesar de afirmarem que ainda há espaço para o consumo, especialistas creem que o ritmo de crescimento das vendas tende a ser menor, mesmo com incentivo fiscal.
Levantamentos do Data Popular, instituto com foco na nova classe média, público-alvo da medida, mostram que serviços - o que inclui o conserto de eletrodomésticos - representam a maior parte dos gastos das famílias.
O item "serviços", que representava 49,5% dos gastos efetuados em 2002 por esse público, já responde por 65%, segundo a pesquisa do Data Popular, de setembro de 2011.
O trabalho, que indica também que as despesas com a compra de produtos caíram de 50,5% para 34,8% no período, é baseado em projeções feitas a partir do cruzamento de dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) e da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), ambas do IBGE.
Para especialistas, não há dúvidas de que a nova classe média continua consumindo, mas o perfil está gradualmente mudando, pois a prioridade mudou. "Quem comprou uma TV nova quer TV a cabo; a máquina precisa de manutenção", diz Renato Meirelles, dono do Data Popular.
Para o professor Luiz Alberto Machado, do Conselho Federal de Economia, o impacto inicial da redução do IPI foi absorvido e o nível elevado do emprego está garantindo renda para consumir.
"Ainda há espaço a ser explorado, mas o crescimento marginal desse consumo tende a ser cada vez menor."
Professor de economia da UnB (Universidade de Brasília), João Carlos de Oliveira diz que a redução do IPI não terá impacto "para a vida toda". Ele argumenta que o sucesso da medida também depende da oferta de crédito.
(SHEILA D'AMORIM/ FLÁVIA FOREQUE. http://www.folha.uol.com.br. Acesso em maio de 2012).
Em relação aos organizadores textuais como (linha 13), mas (linha 31), pois (linha 32), destacados no texto, eles exercem, respectivamente, a função sintático-semântica de:
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Classe C troca geladeira por TV a cabo e poupança
Após sucessivos estímulos do governo para baratear o preço de geladeiras, fogões, máquinas de lavar roupas - a chamada linha branca- e aumentar o consumo, esses produtos vêm deixando a lista de prioridades da nova classe média, mais disposta a poupar ou gastar com TV a cabo, telefonia e educação.
A renovação da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) foi uma das primeiras medidas anunciadas para tentar impulsionar a indústria e melhorar o desempenho da economia, considerado fraco neste ano.
Como esse instrumento vem sendo usado pelo governo desde 2009, sua eficácia começa a ser questionada. Apesar de afirmarem que ainda há espaço para o consumo, especialistas creem que o ritmo de crescimento das vendas tende a ser menor, mesmo com incentivo fiscal.
Levantamentos do Data Popular, instituto com foco na nova classe média, público-alvo da medida, mostram que serviços - o que inclui o conserto de eletrodomésticos - representam a maior parte dos gastos das famílias.
O item "serviços", que representava 49,5% dos gastos efetuados em 2002 por esse público, já responde por 65%, segundo a pesquisa do Data Popular, de setembro de 2011.
O trabalho, que indica também que as despesas com a compra de produtos caíram de 50,5% para 34,8% no período, é baseado em projeções feitas a partir do cruzamento de dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) e da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), ambas do IBGE.
Para especialistas, não há dúvidas de que a nova classe média continua consumindo, mas o perfil está gradualmente mudando, pois a prioridade mudou. "Quem comprou uma TV nova quer TV a cabo; a máquina precisa de manutenção", diz Renato Meirelles, dono do Data Popular.
Para o professor Luiz Alberto Machado, do Conselho Federal de Economia, o impacto inicial da redução do IPI foi absorvido e o nível elevado do emprego está garantindo renda para consumir.
"Ainda há espaço a ser explorado, mas o crescimento marginal desse consumo tende a ser cada vez menor."
Professor de economia da UnB (Universidade de Brasília), João Carlos de Oliveira diz que a redução do IPI não terá impacto "para a vida toda". Ele argumenta que o sucesso da medida também depende da oferta de crédito.
(SHEILA D'AMORIM/ FLÁVIA FOREQUE. http://www.folha.uol.com.br. Acesso em maio de 2012).
Atente-se para o título do texto, mais especificamente para o verbo “TROCA” no presente. Você deve levar em conta que todos os fatos já ocorreram/ estão ocorrendo desde 2009, ocasião da redução do IPI. O verbo TROCA, no contexto, tem a função de
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Terror
Almocei, cheguei em casa, postei, senti sono, fui dormir. Acordei, chequei os e-mails, resolvi voltar à ação e procurei o bloco. Não estava na mesa, não estava no criado-mudo, não estava em cima da geladeira, nem no colchão, nem em cima da TV, nem do armário. Aquele espasmo cardíaco da perdição e do infarto se deu com o arregalar de olhos e o calor habitual. Minhas anotações com telefones, frases, o melhor bloco que já tive na vida, apesar da cor laranja. O maior terror depois de perder a carteira e o celular. Me vesti, fui até o lugar onde tinha almoçado, o restaurante do Extra. "Bloco? Cor abóbora?". Lá estava, numa gaveta, a minha vida guardada.
(Disponível em: http:/Ayww.insanus.org/hermano/archives/014523.h tml. Acesso em 25 abr. 2012).
Estruturalmente, o gênero miniconto é constituído por apenas um parágrafo. É composto por vários períodos. Sobre esta assertiva, assinale.
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Terror
Almocei, cheguei em casa, postei, senti sono, fui dormir. Acordei, chequei os e-mails, resolvi voltar à ação e procurei o bloco. Não estava na mesa, não estava no criado-mudo, não estava em cima da geladeira, nem no colchão, nem em cima da TV, nem do armário. Aquele espasmo cardíaco da perdição e do infarto se deu com o arregalar de olhos e o calor habitual. Minhas anotações com telefones, frases, o melhor bloco que já tive na vida, apesar da cor laranja. O maior terror depois de perder a carteira e o celular. Me vesti, fui até o lugar onde tinha almoçado, o restaurante do Extra. "Bloco? Cor abóbora?". Lá estava, numa gaveta, a minha vida guardada.
(Disponível em: http:/Ayww.insanus.org/hermano/archives/014523.h tml. Acesso em 25 abr. 2012).
Assinale a alternativa que descreve o miniconto Terror, em termos de sua estrutura tipológica narrativa.
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O aplicativo Microsoft Office Word disponibiliza a maioria de suas funcionalidades através de botões. Considere os botões do Word apresentados na tabela a seguir.
| I. | | 1. | Fazer o texto parecer como se tivesse sido marcado com um marca texto. |
| II. | | 2. | Copiar a formatação de um lugar e levar a outro. |
| III. | | 3. | Colocar o texto selecionado em ordem alfabética ou classificar dados numéricos. |
| IV. | | 4. | Mostrar marcas de parágrafos e outros símbolos de formatação ocultos. |
| V. | | 5. | Limpar toda a formatação da seleção, deixando o texto sem formatação. |
Estabeleça a correspondência entre a coluna da direita e a da esquerda, em seguida assinale a alternativa correta.
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