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O setor responsável por compras da UFJF comprou 28 refrigeradores a R$ 900,00 cada um, 35 bebedouros a R$ 600,00 cada um e 100 garfos a R$0,90 cada um. Qual o gasto total dessas compras?
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Marque a alternativa CORRETA que completa a série seguinte.
8, 15, 24, 35, ...
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Um ofício no qual o destinatário seja tratado por Vossa Excelência, certamente NÃO estará sendo dirigido:
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Reportando a uma colega a visita do reitor, o auxiliar em administração ACERTADAMENTE escreveu:
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisSignatáriosFechos e Identificação do Signatário
Leia o seguinte fragmento de ofício extraído do Manual de redação:
“Como Vossa Excelência pode verificar, o procedimento estabelecido assegura que a decisão a ser baixada pelo Ministro de Estado da Justiça sobre os limites e a demarcação de terras indígenas seja informada de todos os elementos necessários, inclusive daqueles assinalados em sua carta, com a necessária transparência e agilidade.
Atenciosamente,” (p. 15)
Considerando o que preceitua o Manual de redação, podemos concluir que o ofício de que faz parte o fragmento acima transcrito:
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Desigualdade social

A pobreza é um problema que afeta a maioria dos países
A desigualdade social e a pobreza são problemas sociais que afetam a maioria dos países na atualidade. A pobreza existe em todos os países, pobres ou ricos, mas a desigualdade social é um fenômeno que ocorre principalmente em países não desenvolvidos.
O conceito de desigualdade social é um guarda-chuva que compreende diversos tipos de desigualdades, desde desigualdade de oportunidade, resultado, até desigualdade de escolaridade, de renda, de gênero. De modo geral, a desigualdade econômica – a mais conhecida – é chamada imprecisamente de desigualdade social, dada pela distribuição desigual de renda. No Brasil, a desigualdade social tem sido um cartão de visita para o mundo, pois é um dos países mais desiguais.
Segundo dados da ONU, em 2005, o Brasil era a 8ª nação mais desigual do mundo. O índice Gini, que mede a desigualdade de renda, divulgou em 2009 que a do Brasil caiu de 0,58 para 0,52 (quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade), porém esta ainda é gritante.
Alguns dos pesquisadores que estudam a desigualdade social brasileira atribuem, em parte, a persistente desigualdade brasileira a fatores que remontam ao Brasil colônia, pré-1930 – a máquina midiática, em especial a televisiva, produz e reproduz a ideia da desigualdade, creditando o “pecado original” como fator primordial desse flagelo social e, assim, por extensão, o senso comum “compra” essa ideia já formatada –, ao afirmar que são três os “pilares coloniais” que apoiam a desigualdade: a influência ibérica, os padrões de títulos de posse de latifúndios e a escravidão.
É evidente que essas variáveis contribuíram intensamente para que a desigualdade brasileira permanecesse por séculos em patamares inaceitáveis. Todavia, a desigualdade social no Brasil tem sido percebida nas últimas décadas, não como herança pré-moderna, mas sim como decorrência do efetivo processo de modernização que tomou o país a partir do início do século XIX.
Junto com o próprio desenvolvimento econômico, cresceu também a miséria, as disparidades sociais – educação, renda, saúde, etc. – a flagrante concentração de renda, o desemprego, a fome que atinge milhões de brasileiros, a desnutrição, a mortalidade infantil, a baixa escolaridade, a violência. Essas são expressões do grau a que chegaram as desigualdades sociais no Brasil.
Segundo Rousseau, a desigualdade tende a se acumular. Os que vêm de família modesta têm, em média, menos probabilidade de obter um nível alto de instrução. Os que possuem baixo nível de escolaridade têm menos probabilidade de chegar a um status social elevado, de exercer profissão de prestígio e ser bem remunerado.
É verdade que as desigualdades sociais são, em grande parte, geradas pelo jogo do mercado e do capital, assim como é também verdade que o sistema político intervém de diversas maneiras, às vezes mais, às vezes menos, para regular, regulamentar e corrigir o funcionamento dos mercados em que se formam as remunerações materiais e simbólicas.
A sociedade brasileira deve perceber que, sem um efetivo Estado democrático, não há como combater ou mesmo reduzir significativamente a desigualdade social no Brasil.
CAMARGO, Orson. Disponível em: <http://www.brasilescola.com/sociologia/classes-sociais.htm>. Acesso em: 22 maio 2012. Adaptado.
Os grandes problemas sociais que afetam a humanidade são:
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As cotas para questionar o tal do Mérito
Helena Singer
1. No último dia 28, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a sua Síntese de Indicadores Sociais que confirmou os dados há muito tempo conhecidos dos brasileiros: mais da metade (54,3%) dos estudantes das universidades públicas pertencem aos 20% mais ricos da população. Os mais ricos são também maioria (64,2%) na rede particular do ensino superior.
2. Para superar essa desigualdade, propostas de reservas de vagas para estudantes oriundos do ensino médio da rede pública têm sido adotadas – ou às vezes impostas –, em universidades federais e estaduais. Entre apoiadores e críticos da medida, os argumentos podem ser resumidos em apenas um para cada lado: os que apoiam as cotas acreditam que elas podem promover a redução da gritante desigualdade brasileira; os contrários às cotas alegam que elas vão contra o sagrado critério de mérito para a seleção dos estudantes do nível superior. É exatamente este o ponto.
3. De que mérito se está falando? Da capacidade de responder com um X a questões desinteressantes que qualquer profissional bem-sucedido é incapaz de responder poucos anos depois de concluído o ensino médio? Se é para falar de mérito, então temos que perguntar que tipo de estudante tem melhor condição de realizar uma boa graduação, com interesse, dedicação e capacidade de questionamento, para futuramente se tornar um bom profissional. Então vamos perguntar…
4. Quem é mais preparado para fazer uma faculdade de astronomia: um adolescente que foi bem treinado para responder perguntas em provas ou um jovem indígena que se localiza no tempo a partir da observação das estrelas? Quem é mais preparado para ser um bom estudante de direito: um jovem que durante 12 anos aprendeu que as perguntas dele não devem ser feitas fora de hora ou uma jovem que participou com a família de movimentos por moradia? Quem tem mais chance de ser um dedicado estudante de jornalismo: aquele que durante toda sua vida escolar escreveu redações sobre temas que não lhe interessavam ou o rapaz que, apesar de todas as adversidades, conseguiu montar uma rádio comunitária no seu bairro? Vamos pensar naquela menina da periferia que desde os 13 anos ajuda os vizinhos menores nas lições de casa e agora quer fazer faculdade de pedagogia. E no rapaz que, como ajudante do pai marceneiro, aprendeu a fazer cálculos matemáticos, interessado em fazer a faculdade de arquitetura.
5. Perguntemos que tipo de estudante tem mais condições de enriquecer os debates em sala de aula, trazer novos olhares para as grandes questões acadêmicas. Abrir as portas da universidade para a população tradicionalmente dela excluída não precisa ter o único objetivo de reduzir as desigualdades. Pode também significar um real enriquecimento do conhecimento ali produzido, a partir do diálogo entre os saberes científicos, os saberes tradicionais e os saberes das diversas culturas que compõem este imenso e diverso país. Quando os vestibulares começarem a levar a questão do mérito a sério, não precisaremos mais das cotas.
SINGER, Helena. As cotas para questionar o tal do Mérito. Portal Aprendiz. 1º out. 2007. Disponível em: <http://portal.aprendiz.uol.com.br/2007/10/01/as-cotas-para-questionar-o-tal-do-merito>. Acesso em: 23 mar. 2012.
Marque a única alternativa em que a palavra em destaque NÃO tem a função textual de retomar outra anteriormente mencionada.
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Leia as seguintes frases:
I) A desigualdade social e a pobreza são problemas sociais.
II) No Brasil, a desigualdade tem sido um cartão de visita para o mundo.
III) Não nos alegramos com a desigualdade social.
As palavras em destaque, respectivamente, são classificadas como:
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Observe o quadro seguinte:
“Brasília, 11 de setembro de 1991, 169o da Independência e 102o da República.”
O Manual de redação ensina que uma datação como essa:
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As cotas para questionar o tal do Mérito
Helena Singer
1. No último dia 28, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a sua Síntese de Indicadores Sociais que confirmou os dados há muito tempo conhecidos dos brasileiros: mais da metade (54,3%) dos estudantes das universidades públicas pertencem aos 20% mais ricos da população. Os mais ricos são também maioria (64,2%) na rede particular do ensino superior.
2. Para superar essa desigualdade, propostas de reservas de vagas para estudantes oriundos do ensino médio da rede pública têm sido adotadas – ou às vezes impostas –, em universidades federais e estaduais. Entre apoiadores e críticos da medida, os argumentos podem ser resumidos em apenas um para cada lado: os que apoiam as cotas acreditam que elas podem promover a redução da gritante desigualdade brasileira; os contrários às cotas alegam que elas vão contra o sagrado critério de mérito para a seleção dos estudantes do nível superior. É exatamente este o ponto.
3. De que mérito se está falando? Da capacidade de responder com um X a questões desinteressantes que qualquer profissional bem-sucedido é incapaz de responder poucos anos depois de concluído o ensino médio? Se é para falar de mérito, então temos que perguntar que tipo de estudante tem melhor condição de realizar uma boa graduação, com interesse, dedicação e capacidade de questionamento, para futuramente se tornar um bom profissional. Então vamos perguntar…
4. Quem é mais preparado para fazer uma faculdade de astronomia: um adolescente que foi bem treinado para responder perguntas em provas ou um jovem indígena que se localiza no tempo a partir da observação das estrelas? Quem é mais preparado para ser um bom estudante de direito: um jovem que durante 12 anos aprendeu que as perguntas dele não devem ser feitas fora de hora ou uma jovem que participou com a família de movimentos por moradia? Quem tem mais chance de ser um dedicado estudante de jornalismo: aquele que durante toda sua vida escolar escreveu redações sobre temas que não lhe interessavam ou o rapaz que, apesar de todas as adversidades, conseguiu montar uma rádio comunitária no seu bairro? Vamos pensar naquela menina da periferia que desde os 13 anos ajuda os vizinhos menores nas lições de casa e agora quer fazer faculdade de pedagogia. E no rapaz que, como ajudante do pai marceneiro, aprendeu a fazer cálculos matemáticos, interessado em fazer a faculdade de arquitetura.
5. Perguntemos que tipo de estudante tem mais condições de enriquecer os debates em sala de aula, trazer novos olhares para as grandes questões acadêmicas. Abrir as portas da universidade para a população tradicionalmente dela excluída não precisa ter o único objetivo de reduzir as desigualdades. Pode também significar um real enriquecimento do conhecimento ali produzido, a partir do diálogo entre os saberes científicos, os saberes tradicionais e os saberes das diversas culturas que compõem este imenso e diverso país. Quando os vestibulares começarem a levar a questão do mérito a sério, não precisaremos mais das cotas.
SINGER, Helena. As cotas para questionar o tal do Mérito. Portal Aprendiz. 1º out. 2007. Disponível em: <http://portal.aprendiz.uol.com.br/2007/10/01/as-cotas-para-questionar-o-tal-do-merito>. Acesso em: 23 mar. 2012.
Com o recurso estilístico do pleonasmo e observando a norma culta da língua portuguesa, poderíamos, inspirados no texto, escrever algo como:
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