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Foram encontradas 50 questões.

2148942 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Na guerra, se proteger de ataque hacker também é
uma forma de salvar vidas.

Alessandra Montini
01/05/2022 - 04h00

No célebre livro "A Arte da Guerra", de Sun Tzu, um dos principais trechos afirma que a "suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar". Ou seja, em muitos casos é preferível evitar o confronto direto a buscar outros métodos para superar os problemas/adversários.
Essa máxima foi escrita no século IV antes de Cristo, mas continua válida mesmo em tempos de aceleração digital. Afinal, se grande parte das relações sociais já acontecem virtualmente, era inevitável que a guerra e os confrontos militares seguissem pelo mesmo caminho.
O conflito entre Ucrânia e Rússia, que se arrasta desde fevereiro, é apenas o exemplo mais recente de como a guerra pode se desenrolar na esfera digital. Bancos estatais ucranianos e o próprio Ministério da Defesa sofreram ataques cibernéticos, principalmente no início da invasão.
Ataques DDoS (negação de serviço) são constantes em serviços essenciais numa tentativa de paralisá-los para prejudicar a população local, para dificultar a comunicação e até mesmo para evitar possíveis reações militares.
Em tempos de guerra, uma das principais medidas adotadas é atacar pontos estratégicos do adversário, atualmente, isso envolve também o ambiente digital.
Como os dados são o "novo petróleo" e servem de matéria-prima para soluções e aplicações tecnológicas que moldam nossas vidas, é evidente que se tornam em alvo mais visado. Em bombardeios "reais", os ataques visam fábricas e suprimentos; nos "virtuais", os bombardeios buscam inutilizar aquilo que facilita o dia a dia das pessoas e empresas.
A segurança cibernética, portanto, assume o protagonismo não apenas em tempos de paz, mas sobretudo em situações de guerra.
Proteger as informações digitais é uma estratégia necessária para preservar a vida "real" da população.
Já imaginou se o inimigo tivesse acesso a todos os hábitos dos civis, incluindo informações médicas e transações financeiras? Pois é, o prejuízo poderia ser incalculável.
[...]
Nos últimos anos, ficou claro para todos que as guerras sempre contam com derramamento de sangue, mas que agora também envolvem a troca de bytes e não apenas de tiros.
Só no Brasil, o medo de ataques fez com que 83% das empresas gastassem mais com ferramentas desse tipo, de acordo com a pesquisa PwC Digital Trust Insights 2022. Isso antes mesmo de um conflito armado irromper no leste europeu e colocar o mundo de sobreaviso.
Diante da aceleração digital, provocada pela pandemia de covid-19, e da própria evolução da tecnologia em diferentes setores, cedo ou tarde a segurança cibernética assumiria o controle no debate público.
O que o confronto entre Rússia e Ucrânia fez foi apenas reforçar a importância e necessidade do assunto. Porque a proteção dos dados digitais revelou-se imprescindível quando tudo está em paz; mas é literalmente uma questão de sobrevivência em tempos de guerra.
(Veja mais em https://www.uol.com.br/tilt/colunas /alessandramontini/2022/05/01/seguranca-cibernetica-internet-guerra-digital-governos-empresa-ucrania.htm? cmpid=copiaecolaeja)
Segundo o texto:
 

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2148941 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Na guerra, se proteger de ataque hacker também é
uma forma de salvar vidas.

Alessandra Montini
01/05/2022 - 04h00

No célebre livro "A Arte da Guerra", de Sun Tzu, um dos principais trechos afirma que a "suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar". Ou seja, em muitos casos é preferível evitar o confronto direto a buscar outros métodos para superar os problemas/adversários.
Essa máxima foi escrita no século IV antes de Cristo, mas continua válida mesmo em tempos de aceleração digital. Afinal, se grande parte das relações sociais já acontecem virtualmente, era inevitável que a guerra e os confrontos militares seguissem pelo mesmo caminho.
O conflito entre Ucrânia e Rússia, que se arrasta desde fevereiro, é apenas o exemplo mais recente de como a guerra pode se desenrolar na esfera digital. Bancos estatais ucranianos e o próprio Ministério da Defesa sofreram ataques cibernéticos, principalmente no início da invasão.
Ataques DDoS (negação de serviço) são constantes em serviços essenciais numa tentativa de paralisá-los para prejudicar a população local, para dificultar a comunicação e até mesmo para evitar possíveis reações militares.
Em tempos de guerra, uma das principais medidas adotadas é atacar pontos estratégicos do adversário, atualmente, isso envolve também o ambiente digital.
Como os dados são o "novo petróleo" e servem de matéria-prima para soluções e aplicações tecnológicas que moldam nossas vidas, é evidente que se tornam em alvo mais visado. Em bombardeios "reais", os ataques visam fábricas e suprimentos; nos "virtuais", os bombardeios buscam inutilizar aquilo que facilita o dia a dia das pessoas e empresas.
A segurança cibernética, portanto, assume o protagonismo não apenas em tempos de paz, mas sobretudo em situações de guerra.
Proteger as informações digitais é uma estratégia necessária para preservar a vida "real" da população.
Já imaginou se o inimigo tivesse acesso a todos os hábitos dos civis, incluindo informações médicas e transações financeiras? Pois é, o prejuízo poderia ser incalculável.
[...]
Nos últimos anos, ficou claro para todos que as guerras sempre contam com derramamento de sangue, mas que agora também envolvem a troca de bytes e não apenas de tiros.
Só no Brasil, o medo de ataques fez com que 83% das empresas gastassem mais com ferramentas desse tipo, de acordo com a pesquisa PwC Digital Trust Insights 2022. Isso antes mesmo de um conflito armado irromper no leste europeu e colocar o mundo de sobreaviso.
Diante da aceleração digital, provocada pela pandemia de covid-19, e da própria evolução da tecnologia em diferentes setores, cedo ou tarde a segurança cibernética assumiria o controle no debate público.
O que o confronto entre Rússia e Ucrânia fez foi apenas reforçar a importância e necessidade do assunto. Porque a proteção dos dados digitais revelou-se imprescindível quando tudo está em paz; mas é literalmente uma questão de sobrevivência em tempos de guerra.
(Veja mais em https://www.uol.com.br/tilt/colunas /alessandramontini/2022/05/01/seguranca-cibernetica-internet-guerra-digital-governos-empresa-ucrania.htm? cmpid=copiaecolaeja)
A leitura do texto, em especial sua conclusão, permite-nos deduzir que:
 

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2148940 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Na guerra, se proteger de ataque hacker também é
uma forma de salvar vidas.

Alessandra Montini
01/05/2022 - 04h00

No célebre livro "A Arte da Guerra", de Sun Tzu, um dos principais trechos afirma que a "suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar". Ou seja, em muitos casos é preferível evitar o confronto direto a buscar outros métodos para superar os problemas/adversários.
Essa máxima foi escrita no século IV antes de Cristo, mas continua válida mesmo em tempos de aceleração digital. Afinal, se grande parte das relações sociais já acontecem virtualmente, era inevitável que a guerra e os confrontos militares seguissem pelo mesmo caminho.
O conflito entre Ucrânia e Rússia, que se arrasta desde fevereiro, é apenas o exemplo mais recente de como a guerra pode se desenrolar na esfera digital. Bancos estatais ucranianos e o próprio Ministério da Defesa sofreram ataques cibernéticos, principalmente no início da invasão.
Ataques DDoS (negação de serviço) são constantes em serviços essenciais numa tentativa de paralisá-los para prejudicar a população local, para dificultar a comunicação e até mesmo para evitar possíveis reações militares.
Em tempos de guerra, uma das principais medidas adotadas é atacar pontos estratégicos do adversário, atualmente, isso envolve também o ambiente digital.
Como os dados são o "novo petróleo" e servem de matéria-prima para soluções e aplicações tecnológicas que moldam nossas vidas, é evidente que se tornam em alvo mais visado. Em bombardeios "reais", os ataques visam fábricas e suprimentos; nos "virtuais", os bombardeios buscam inutilizar aquilo que facilita o dia a dia das pessoas e empresas.
A segurança cibernética, portanto, assume o protagonismo não apenas em tempos de paz, mas sobretudo em situações de guerra.
Proteger as informações digitais é uma estratégia necessária para preservar a vida "real" da população.
Já imaginou se o inimigo tivesse acesso a todos os hábitos dos civis, incluindo informações médicas e transações financeiras? Pois é, o prejuízo poderia ser incalculável.
[...]
Nos últimos anos, ficou claro para todos que as guerras sempre contam com derramamento de sangue, mas que agora também envolvem a troca de bytes e não apenas de tiros.
Só no Brasil, o medo de ataques fez com que 83% das empresas gastassem mais com ferramentas desse tipo, de acordo com a pesquisa PwC Digital Trust Insights 2022. Isso antes mesmo de um conflito armado irromper no leste europeu e colocar o mundo de sobreaviso.
Diante da aceleração digital, provocada pela pandemia de covid-19, e da própria evolução da tecnologia em diferentes setores, cedo ou tarde a segurança cibernética assumiria o controle no debate público.
O que o confronto entre Rússia e Ucrânia fez foi apenas reforçar a importância e necessidade do assunto. Porque a proteção dos dados digitais revelou-se imprescindível quando tudo está em paz; mas é literalmente uma questão de sobrevivência em tempos de guerra.
(Veja mais em https://www.uol.com.br/tilt/colunas /alessandramontini/2022/05/01/seguranca-cibernetica-internet-guerra-digital-governos-empresa-ucrania.htm? cmpid=copiaecolaeja)
No período: “O que o confronto entre Rússia e Ucrânia fez foi apenas reforçar a importância e necessidade do assunto”, o vocábulo assunto faz referência a:
 

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2148939 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Marque a opção em que as palavras levam acento pela mesma razão.
 

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2148938 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas da sentença:
Daqui pouco, Ana chegará Itália, sonho esperado muito tempo, que finalmente passará ser realizado.
 

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2148937 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Assinale a opção que preenche corretamente as lacunas da frase:
Naquele teste só questões muito .
 

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2148575 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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A área de tecnologia da informação (ou TI) pode ser vista como um conjunto de atividades e soluções providas por recursos de computação, que visam à produção, ao armazenamento, à transmissão, ao acesso, à segurança e ao uso das informações. Com relação à tecnologia da informação, qual alternativa abaixo está correta?
 

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2148574 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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Com relação aos conceitos básicos de redes de computadores, suas ferramentas e aplicativos, qual alternativa está correta?
 

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2148573 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Provas:
No ambiente de trabalho, é comum fazer uso de ferramentas de edição de texto, planilhas e apresentação de slides. Qual das alternativas está correta?
 

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2148572 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Provas:
Richard Stallman é o criador da Free Software Foundation (FSF), que é contra softwares proprietários, aqueles programas que não permitem aos usuários alterar seu código-fonte para modificação. Um contraponto a softwares proprietários são os softwares livres. Sobre tal tema, identifique a alternativa correta.
 

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