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Almeida (2012) define os procedimentos de auditoria como um conjunto de técnicas que o auditor utiliza
para colher as evidências sobre as demonstrações financeiras. De acordo com esse autor, sobre esses
procedimentos, é INCORRETO afirmar:
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Boynton, Johnson e Kell (2002) segregam os testes substantivos em três tipos: procedimentos de revisão
analítica, testes de detalhes de saldo e testes de detalhes de transação. Segundo esses autores, é
CORRETO afirmar:
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O risco de amostragem, que pode ser segregado em diferentes tipos, está relacionado à possibilidade
de que uma amostra adequadamente coletada não seja representativa de uma população (BOYNTON;
JOHNSON; KELL, 2002). Considere as afirmações sobre os diferentes tipos de riscos de amostragem:
I. O risco de avaliação do risco de controle em nível baixo demais é o risco de que o nível avaliado de risco de controle baseado na amostra dê suporte ao nível avaliado planejado, quando de fato a verdadeira eficácia operacional da estrutura de política ou procedimentos de controle, se conhecida, não seria considerada adequada.
II. O risco de avaliação de controle em nível alto demais é o risco de que o nível avaliado do risco de controle baseado na amostra não der suporte para o nível planejado, quando de fato a verdadeira eficácia operacional da estrutura política ou procedimentos de controle, se conhecida, seria considerada adequada para dar suporte ao nível avaliado planejado.
III. O risco de aceitação incorreta é o risco de que a amostra dê suporte à conclusão de que o saldo da conta não contém erro ou irregularidade relevante, quando de fato contém.
De acordo com Boynton, Johnson e Kell (2002), está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmação(ões):
I. O risco de avaliação do risco de controle em nível baixo demais é o risco de que o nível avaliado de risco de controle baseado na amostra dê suporte ao nível avaliado planejado, quando de fato a verdadeira eficácia operacional da estrutura de política ou procedimentos de controle, se conhecida, não seria considerada adequada.
II. O risco de avaliação de controle em nível alto demais é o risco de que o nível avaliado do risco de controle baseado na amostra não der suporte para o nível planejado, quando de fato a verdadeira eficácia operacional da estrutura política ou procedimentos de controle, se conhecida, seria considerada adequada para dar suporte ao nível avaliado planejado.
III. O risco de aceitação incorreta é o risco de que a amostra dê suporte à conclusão de que o saldo da conta não contém erro ou irregularidade relevante, quando de fato contém.
De acordo com Boynton, Johnson e Kell (2002), está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmação(ões):
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- Auditoria InternaAuditoria Interna Contábil
- Auditoria InternaAuditor Interno: Requisitos Profissionais e Normas de Conduta
A NBC TA 240 (R1) apresenta informações sobre a responsabilidade do auditor. De acordo com essa
norma, é CORRETO afirmar:
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Considere as afirmações a seguir sobre as finalidades adicionais da documentação de auditoria:
I. Assistir a equipe de trabalho no planejamento e execução da auditoria.
II. Manter um registro de assuntos de importância recorrente para auditorias futuras.
III. Permitir a condução de inspeções externas em conformidade com as exigências legais,
regulamentares e outras exigências aplicáveis.
IV. Permitir que a equipe de trabalho possa ser responsabilizada por seu trabalho.
De acordo com a NBC TA 230 (R1), estão CORRETA(S) as afirmações:
De acordo com a NBC TA 230 (R1), estão CORRETA(S) as afirmações:
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Sobre os papéis de trabalho, é INCORRETO afirmar, conforme Almeida (2012), que eles:
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A norma NBC TA 320 (R1) trata da responsabilidade do auditor independente de aplicar o conceito de
materialidade no planejamento e na execução de auditoria de demonstrações contábeis. Essa norma
apresenta que é razoável que o auditor assuma algumas premissas sobre os usuários. Sobre tais
premissas, é INCORRETO afirmar que é razoável que o auditor assuma que os usuários
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Assinale a alternativa em que o pronome ‘que’ em destaque NÃO exerce a função sintática de sujeito
da oração.
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INSTRUÇÃO: Leia este texto e, com base nele, responda à questão.
Saúde e dinheiro
Os norte-americanos perdem qualidade de vida. Com isso, perdem condição de viver mais
Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias, a julgar pelo exemplo dos Estados
Unidos, nem saúde: pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu.
Em 1960, eles tinham a expectativa de vida mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que
a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em
1998, sua expectativa de vida ficou para trás da média da OCDE. Hoje, a diferença já é de 1,6 ano.
Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa
desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos
aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de
parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV.
Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos saudável do que o dos países da OCDE: as
cidades privilegiam o automóvel, a população costuma ingerir alimentos altamente calóricos, abusar
de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social,
previdenciário e acesso limitado à assistência médica.
As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano, serão 70 mil,
números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã. Numa
análise publicada no Bristish Medical Journal, Steven Woolf e Laudan Aron consideraram esses óbitos
a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de
álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais.
As causas estariam ligadas ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao
isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de
vida que os pais um dia tiveram.
Ao contrário, entre os negros o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores
atribuem a esse fenômeno a maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar
desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada.
De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou,
os salários da classe média estagnaram e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países
desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso a serviços sociais,
à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química.
Os Estados Unidos investem em saúde 17 % de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca
de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano
médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais.
VARELLA, Drauzio. Saúde e dinheiro. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/
saude-e-dinheiro. Acesso em 21 nov.2018. (Adaptado)
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INSTRUÇÃO: Leia este texto e, com base nele, responda à questão.
Saúde e dinheiro
Os norte-americanos perdem qualidade de vida. Com isso, perdem condição de viver mais
Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias, a julgar pelo exemplo dos Estados
Unidos, nem saúde: pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu.
Em 1960, eles tinham a expectativa de vida mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que
a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em
1998, sua expectativa de vida ficou para trás da média da OCDE. Hoje, a diferença já é de 1,6 ano.
Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa
desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos
aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de
parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV.
Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos saudável do que o dos países da OCDE: as
cidades privilegiam o automóvel, a população costuma ingerir alimentos altamente calóricos, abusar
de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social,
previdenciário e acesso limitado à assistência médica.
As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano, serão 70 mil,
números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã. Numa
análise publicada no Bristish Medical Journal, Steven Woolf e Laudan Aron consideraram esses óbitos
a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de
álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais.
As causas estariam ligadas ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao
isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de
vida que os pais um dia tiveram.
Ao contrário, entre os negros o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores
atribuem a esse fenômeno a maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar
desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada.
De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou,
os salários da classe média estagnaram e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países
desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso a serviços sociais,
à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química.
Os Estados Unidos investem em saúde 17 % de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca
de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano
médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais.
VARELLA, Drauzio. Saúde e dinheiro. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/
saude-e-dinheiro. Acesso em 21 nov.2018. (Adaptado)
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