Foram encontradas 35 questões.
Considere as seguintes afirmativas sobre as diferenças anatômicas entre bebês e adultos em relação
às estruturas do sistema estomatognático:
I. Comparada à estrutura do adulto, a mandíbula do bebê é menor e levemente retraída.
II. O osso hioide é formado por cartilagem nos bebês, enquanto nos adultos tem constituição óssea.
III. A língua, o palato mole, a faringe e a laringe são mais rebaixadas no bebê, o que facilita a respiração nasal durante a deglutição.
IV. Devido ao pequeno espaço intraoral, a língua do bebê apresenta maior mobilidade do que a do adulto.
Assinale a alternativa CORRETA.
I. Comparada à estrutura do adulto, a mandíbula do bebê é menor e levemente retraída.
II. O osso hioide é formado por cartilagem nos bebês, enquanto nos adultos tem constituição óssea.
III. A língua, o palato mole, a faringe e a laringe são mais rebaixadas no bebê, o que facilita a respiração nasal durante a deglutição.
IV. Devido ao pequeno espaço intraoral, a língua do bebê apresenta maior mobilidade do que a do adulto.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Na reabilitação das disfagias são utilizadas técnicas e exercícios para melhorar a função de
deglutição.
Sobre essas técnicas e exercícios, assinale a alternativa CORRETA.
Sobre essas técnicas e exercícios, assinale a alternativa CORRETA.
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Considere as seguintes afirmativas sobre a avaliação fonoaudiológica do paciente com disfagia:
I. Na fase preparatória-oral, pode-se esperar que o paciente aspire antes da deglutição, devido à alteração dos movimentos anteroposteriores e verticais da língua, causando estase em cavidade oral.
II. Na fase oral, pode ocorrer aspiração após a deglutição devido ao aumento da tensão bucal que acarreta alteração na formação do bolo e estase em cavidade oral.
III. Na fase faríngea, pode ocorrer aspiração antes e durante a deglutição, devido a, respectivamente, atraso ou ausência do início da deglutição e redução do fechamento laríngeo.
IV. Na fase faríngea, pode ocorrer aspiração após a deglutição, devido à alteração do peristaltismo faríngeo.
Assinale a alternativa CORRETA.
I. Na fase preparatória-oral, pode-se esperar que o paciente aspire antes da deglutição, devido à alteração dos movimentos anteroposteriores e verticais da língua, causando estase em cavidade oral.
II. Na fase oral, pode ocorrer aspiração após a deglutição devido ao aumento da tensão bucal que acarreta alteração na formação do bolo e estase em cavidade oral.
III. Na fase faríngea, pode ocorrer aspiração antes e durante a deglutição, devido a, respectivamente, atraso ou ausência do início da deglutição e redução do fechamento laríngeo.
IV. Na fase faríngea, pode ocorrer aspiração após a deglutição, devido à alteração do peristaltismo faríngeo.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Em relação à avaliação e ao tratamento de recém-nascidos e lactentes com distúrbios de alimentação
e deglutição, é CORRETO afirmar que
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Considere as seguintes afirmativas sobre a musculatura envolvida na fase oral da mastigação:
I. O músculo temporal tem a função de elevar e retrair a mandíbula.
II. O músculo digástrico é responsável por abaixar o osso hioide e auxiliar o pterigoideo lateral na abertura da boca.
III. O músculo pterigoideo medial é responsável pela retração e elevação da mandíbula.
IV. O músculo pterigoideo lateral tem a função de protruir, abrir e lateralizar a mandíbula.
Assinale a alternativa CORRETA.
I. O músculo temporal tem a função de elevar e retrair a mandíbula.
II. O músculo digástrico é responsável por abaixar o osso hioide e auxiliar o pterigoideo lateral na abertura da boca.
III. O músculo pterigoideo medial é responsável pela retração e elevação da mandíbula.
IV. O músculo pterigoideo lateral tem a função de protruir, abrir e lateralizar a mandíbula.
Assinale a alternativa CORRETA.
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A afasia é um distúrbio de linguagem adquirido, decorrente de lesão no sistema nervoso central. O
processo de avaliação das afasias inclui a coleta de dados, a organização dos achados e hipóteses
sobre os déficits de linguagem. Em relação à conduta fonoaudiológica nas afasias, analise as afirmativas
abaixo:
I. Favorecer o uso funcional da comunicação além de adequar os aspectos receptivos e expressivos da linguagem devem ser os objetivos do fonoaudiólogo ao propor uma intervenção fonoaudiológica.
II. A realização de atividades de leitura é preservada nas afasias, visto que as paralexias são manifestações específicas de distúrbio específico de leitura e não dos distúrbios adquiridos.
III. A inclusão social do sujeito com afasia não precisa ser considerada, visto que o impacto das mudanças causadas pela dificuldade de comunicação nem sempre são suficientes para afastar o sujeito do convívio social.
IV. A obtenção dos dados acerca dos aspectos preservados e comprometidos da linguagem do sujeito com lesão deve ser realizada por meio de observações diretas de situações de comunicação, possibilitando a precisão diagnóstica. Dados coletados de maneira indireta são considerados subjetivos e pouco contribuem para o processo terapêutico, visto que a confiabilidade dessas informações indiretas é questionável.
Assinale a alternativa CORRETA.
I. Favorecer o uso funcional da comunicação além de adequar os aspectos receptivos e expressivos da linguagem devem ser os objetivos do fonoaudiólogo ao propor uma intervenção fonoaudiológica.
II. A realização de atividades de leitura é preservada nas afasias, visto que as paralexias são manifestações específicas de distúrbio específico de leitura e não dos distúrbios adquiridos.
III. A inclusão social do sujeito com afasia não precisa ser considerada, visto que o impacto das mudanças causadas pela dificuldade de comunicação nem sempre são suficientes para afastar o sujeito do convívio social.
IV. A obtenção dos dados acerca dos aspectos preservados e comprometidos da linguagem do sujeito com lesão deve ser realizada por meio de observações diretas de situações de comunicação, possibilitando a precisão diagnóstica. Dados coletados de maneira indireta são considerados subjetivos e pouco contribuem para o processo terapêutico, visto que a confiabilidade dessas informações indiretas é questionável.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Abaixo estão descritas algumas alterações ortográficas encontradas na escrita de uma criança.
parto (prato); chamarão (chamaram); potaria (portaria); fagueiro (vaqueiro); cumê (comer); muinto (muito); emcima (em cima).
Assinale a alternativa que corresponde, respectivamente, à análise ortográfica das alterações encontradas:
parto (prato); chamarão (chamaram); potaria (portaria); fagueiro (vaqueiro); cumê (comer); muinto (muito); emcima (em cima).
Assinale a alternativa que corresponde, respectivamente, à análise ortográfica das alterações encontradas:
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INSTRUÇÃO: leia o texto abaixo e responda à questão.
Saudades da secretária eletrônica
Antonio Prata
20 nov 2021
Meu velho pai sabe das coisas. Eu o chamo de “velho pai” não porque seja realmente velho: é
como ele se chama ao falar comigo. Às vezes usa o epíteto num modo semi-irônico, como quem põe
um cachimbo na boca pra uma foto. Outras vezes é mais a sério — acende o cachimbo. Na semana
passada, por exemplo, me escreveu uma e meia da manhã pedindo para lhe mandar um x-salada:
“Alimente seu velho pai”. Meu velho pai não usa Uber Eats, iFood, Rappi ou qualquer uma “dessas
coisas”.
Meu velho pai tá de saco cheio “dessas coisas”. Outro dia ele me ligou. “Recebeu minha mensagem?”.
“Por onde?”. Silêncio. “PQP! Não aguento mais essas coisas” — e começou a reclamar da dificuldade
de nos comunicarmos por tantos canais: “É WhatsApp, SMS, e-mail, DM no Facebook, no Instagram,
no Twitter...”. “Qual era a mensagem, pai?”. “Aí é que tá. Eu tive uma ideia muito boa no meio da noite
e te escrevi pra não esquecer, agora não lembro nem da ideia e nem por onde escrevi”.
Segundo meu velho pai, a razão de ele e tantos outros estarmos desmemoriados é “dessas coisas”:
aplicativos e plataformas e dispositivos jorrando uma quantidade infinita de informação que de bom
grado entuchamos retina abaixo, cada tela um daqueles funis de milho pra transformar fígado de ganso
em patê. (Talvez o plano do Zuckerberg e seus comparsas seja esse: transformar nossos cérebros em
patê para depois comê-los com cream-crackers-low-carb-glúten-free-ESG-sem-pegadas-de-carbono. A
hipótese é absurda, mas não mais que o furdunço global que estamos vivendo).
Meu velho pai tá injuriado com o furdunço global que estamos vivendo e tem uma proposta bem
razoável para minorá-lo. “Cinco anos sem inventarem nada. Nada. Todo mundo fica com o celular que
tem, com o Android que tem, o IOS que tem, com os aplicativos que tem e os canais de televisão que
tem. Quando a gente aprender a usar tudo, assistir a todas as séries, ler todos os livros, ouvir todos os
podcasts, vê se precisa inventar mais alguma coisa ou para por aí mesmo”.
Concordo. A humanidade precisa de um novo Adobe Reader a cada semana pra quê, exatamente?!
De que forma PhDs em física podem “otimizar” um troço que é basicamente um xerox eletrônico?
Na faculdade eu penava pra entender o que o Marx queria dizer com aquele papo de “a infraestrutura
produz a superestrutura”. Mais tarde entendi e era simples e verdadeiro. A nossa maneira de agir molda
a nossa maneira de pensar. Um pescador no século 19 se relaciona com o tempo, a comida, o sexo e
as unhas dos pés de formas completamente diferentes do que um programador de vinte e dois anos,
hoje, no Vale do Silício. É evidente que existe uma ligação direta entre a placa do meu celular e a minha
placa para bruxismo. Quando meus dedos aflitos param de digitar, passam o turno pros dentes.
O supracitado alemão resumiu o que parecia ser o fim dos tempos com a frase “tudo o que é sólido
desmancha no ar”. O que diria sobre nossa época em que o próprio ar se desmancha, inundado por
dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e sei lá mais o quê?
[...]
“Tinha que ser geral”, sugere meu velho pai, “com Biden, Merkel, China, ONU, com tudo: cinco anos
sem inventarem nada. Nada. PQP: que saudades da secretária eletrônica.”
(PRATA, Antonio. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2021/11/
saudades-da-secretaria-eletronica.shtml. Acesso em: 30 mar. 2022. Adapt.)
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INSTRUÇÃO: leia o texto abaixo e responda à questão.
Saudades da secretária eletrônica
Antonio Prata
20 nov 2021
Meu velho pai sabe das coisas. Eu o chamo de “velho pai” não porque seja realmente velho: é
como ele se chama ao falar comigo. Às vezes usa o epíteto num modo semi-irônico, como quem põe
um cachimbo na boca pra uma foto. Outras vezes é mais a sério — acende o cachimbo. Na semana
passada, por exemplo, me escreveu uma e meia da manhã pedindo para lhe mandar um x-salada:
“Alimente seu velho pai”. Meu velho pai não usa Uber Eats, iFood, Rappi ou qualquer uma “dessas
coisas”.
Meu velho pai tá de saco cheio “dessas coisas”. Outro dia ele me ligou. “Recebeu minha mensagem?”.
“Por onde?”. Silêncio. “PQP! Não aguento mais essas coisas” — e começou a reclamar da dificuldade
de nos comunicarmos por tantos canais: “É WhatsApp, SMS, e-mail, DM no Facebook, no Instagram,
no Twitter...”. “Qual era a mensagem, pai?”. “Aí é que tá. Eu tive uma ideia muito boa no meio da noite
e te escrevi pra não esquecer, agora não lembro nem da ideia e nem por onde escrevi”.
Segundo meu velho pai, a razão de ele e tantos outros estarmos desmemoriados é “dessas coisas”:
aplicativos e plataformas e dispositivos jorrando uma quantidade infinita de informação que de bom
grado entuchamos retina abaixo, cada tela um daqueles funis de milho pra transformar fígado de ganso
em patê. (Talvez o plano do Zuckerberg e seus comparsas seja esse: transformar nossos cérebros em
patê para depois comê-los com cream-crackers-low-carb-glúten-free-ESG-sem-pegadas-de-carbono. A
hipótese é absurda, mas não mais que o furdunço global que estamos vivendo).
Meu velho pai tá injuriado com o furdunço global que estamos vivendo e tem uma proposta bem
razoável para minorá-lo. “Cinco anos sem inventarem nada. Nada. Todo mundo fica com o celular que
tem, com o Android que tem, o IOS que tem, com os aplicativos que tem e os canais de televisão que
tem. Quando a gente aprender a usar tudo, assistir a todas as séries, ler todos os livros, ouvir todos os
podcasts, vê se precisa inventar mais alguma coisa ou para por aí mesmo”.
Concordo. A humanidade precisa de um novo Adobe Reader a cada semana pra quê, exatamente?!
De que forma PhDs em física podem “otimizar” um troço que é basicamente um xerox eletrônico?
Na faculdade eu penava pra entender o que o Marx queria dizer com aquele papo de “a infraestrutura
produz a superestrutura”. Mais tarde entendi e era simples e verdadeiro. A nossa maneira de agir molda
a nossa maneira de pensar. Um pescador no século 19 se relaciona com o tempo, a comida, o sexo e
as unhas dos pés de formas completamente diferentes do que um programador de vinte e dois anos,
hoje, no Vale do Silício. É evidente que existe uma ligação direta entre a placa do meu celular e a minha
placa para bruxismo. Quando meus dedos aflitos param de digitar, passam o turno pros dentes.
O supracitado alemão resumiu o que parecia ser o fim dos tempos com a frase “tudo o que é sólido
desmancha no ar”. O que diria sobre nossa época em que o próprio ar se desmancha, inundado por
dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e sei lá mais o quê?
[...]
“Tinha que ser geral”, sugere meu velho pai, “com Biden, Merkel, China, ONU, com tudo: cinco anos
sem inventarem nada. Nada. PQP: que saudades da secretária eletrônica.”
(PRATA, Antonio. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2021/11/
saudades-da-secretaria-eletronica.shtml. Acesso em: 30 mar. 2022. Adapt.)
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INSTRUÇÃO: leia o texto abaixo e responda à questão.
Saudades da secretária eletrônica
Antonio Prata
20 nov 2021
Meu velho pai sabe das coisas. Eu o chamo de “velho pai” não porque seja realmente velho: é
como ele se chama ao falar comigo. Às vezes usa o epíteto num modo semi-irônico, como quem põe
um cachimbo na boca pra uma foto. Outras vezes é mais a sério — acende o cachimbo. Na semana
passada, por exemplo, me escreveu uma e meia da manhã pedindo para lhe mandar um x-salada:
“Alimente seu velho pai”. Meu velho pai não usa Uber Eats, iFood, Rappi ou qualquer uma “dessas
coisas”.
Meu velho pai tá de saco cheio “dessas coisas”. Outro dia ele me ligou. “Recebeu minha mensagem?”.
“Por onde?”. Silêncio. “PQP! Não aguento mais essas coisas” — e começou a reclamar da dificuldade
de nos comunicarmos por tantos canais: “É WhatsApp, SMS, e-mail, DM no Facebook, no Instagram,
no Twitter...”. “Qual era a mensagem, pai?”. “Aí é que tá. Eu tive uma ideia muito boa no meio da noite
e te escrevi pra não esquecer, agora não lembro nem da ideia e nem por onde escrevi”.
Segundo meu velho pai, a razão de ele e tantos outros estarmos desmemoriados é “dessas coisas”:
aplicativos e plataformas e dispositivos jorrando uma quantidade infinita de informação que de bom
grado entuchamos retina abaixo, cada tela um daqueles funis de milho pra transformar fígado de ganso
em patê. (Talvez o plano do Zuckerberg e seus comparsas seja esse: transformar nossos cérebros em
patê para depois comê-los com cream-crackers-low-carb-glúten-free-ESG-sem-pegadas-de-carbono. A
hipótese é absurda, mas não mais que o furdunço global que estamos vivendo).
Meu velho pai tá injuriado com o furdunço global que estamos vivendo e tem uma proposta bem
razoável para minorá-lo. “Cinco anos sem inventarem nada. Nada. Todo mundo fica com o celular que
tem, com o Android que tem, o IOS que tem, com os aplicativos que tem e os canais de televisão que
tem. Quando a gente aprender a usar tudo, assistir a todas as séries, ler todos os livros, ouvir todos os
podcasts, vê se precisa inventar mais alguma coisa ou para por aí mesmo”.
Concordo. A humanidade precisa de um novo Adobe Reader a cada semana pra quê, exatamente?!
De que forma PhDs em física podem “otimizar” um troço que é basicamente um xerox eletrônico?
Na faculdade eu penava pra entender o que o Marx queria dizer com aquele papo de “a infraestrutura
produz a superestrutura”. Mais tarde entendi e era simples e verdadeiro. A nossa maneira de agir molda
a nossa maneira de pensar. Um pescador no século 19 se relaciona com o tempo, a comida, o sexo e
as unhas dos pés de formas completamente diferentes do que um programador de vinte e dois anos,
hoje, no Vale do Silício. É evidente que existe uma ligação direta entre a placa do meu celular e a minha
placa para bruxismo. Quando meus dedos aflitos param de digitar, passam o turno pros dentes.
O supracitado alemão resumiu o que parecia ser o fim dos tempos com a frase “tudo o que é sólido
desmancha no ar”. O que diria sobre nossa época em que o próprio ar se desmancha, inundado por
dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e sei lá mais o quê?
[...]
“Tinha que ser geral”, sugere meu velho pai, “com Biden, Merkel, China, ONU, com tudo: cinco anos
sem inventarem nada. Nada. PQP: que saudades da secretária eletrônica.”
(PRATA, Antonio. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2021/11/
saudades-da-secretaria-eletronica.shtml. Acesso em: 30 mar. 2022. Adapt.)
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