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Foram encontradas 38 questões.

3478205 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFOP
Orgão: UFOP

Ao imprimir a prova de uma publicação feita no InDesing, alguns títulos em que se utilizaram certas fontes saíram com letras serrilhadas, sem a mínima qualidade em seus desenhos e contornos. Alguns textos tiveram diversos caracteres suprimidos, como cedilhas, letras acentuadas e alguns caracteres especiais, como o de marca registrada.

Sobre fontes no InDesign, assinale a alternativa correta.

 

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3478204 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFOP
Orgão: UFOP

Considere o seguinte caso: uma pessoa produziu uma revista no InDesign e enviou para a gráfica. Ao receber o material impresso, verificou que ele apresentava diversos problemas: as cores não combinavam com o que ela viu no monitor; as fotografias saíram com cores bastante alteradas em relação às imagens inseridas nas páginas e algumas se apresentavam com a imagem toda quadriculada, sem nitidez e sem definição. As cores aplicadas em títulos e grafismos ficaram também muito diferentes das utilizadas no software de paginação.

Com relação a esse caso, assinale a alternativa que traz a explicação correta para os problemas acima descritos.

 

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3478203 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFOP
Orgão: UFOP

Na indústria gráfica, usam-se como referência modelos de cores que indicam como será feita a reprodução do material impresso, as tintas que serão colocadas em máquina ou mesmo o padrão básico para fazer o colorido. Considerando as máquinas de impressão offset, assinale a alternativa que apresenta um conjunto de nomenclaturas de modelos de cores corretas para a impressão.

 

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3478202 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFOP
Orgão: UFOP

Sobre o cálculo da resolução de uma fotografia para uso em material impresso, seja ela originada por máquinas fotográficas ou por escaneamento, assinale a alternativa correta:

 

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3478201 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFOP
Orgão: UFOP

Sobre o uso do flash eletrônico, avalie as afirmativas abaixo:

I. O flash de preenchimento é uma boa maneira de aumentar o contraste do tema em situações de luz ambiente lateral, no topo ou na parte de trás. Ele deve ser posicionado um pouco distante da lente.

II. A regra básica para o flash rebatido em uma superfície branca é: (1) divida o número-guia normal pela metade e (2) divida esse novo número pela distância total do flash (isto é, do flash à superfície e daí ao tema) para descobrir seu número f.

III. O número guia (GN ou “fator de flash”) é a distância entre o flash e o tema multiplicada pelo número f exigido, ao utilizar uma dada velocidade ISO.

Assinale a alternativa correta.

 

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3478200 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFOP
Orgão: UFOP

Considere os valores descritos na tabela abaixo como as únicas referências de ISO, diafragma e obturador presentes em uma determinada câmera. Além disso, leve em conta ainda que de uma situação fotografada para outra não ocorrerá mudança de intensidade luminosa sobre o tema fotografado (Alterar-se-ão apenas as combinações entre ISO, diafragma e obturador).

Enunciado 3605073-1

Imagine uma primeira foto que tenha sido capturada com os valores ISO 400, f/8 e 1/250 segundo, entendidos pelo fotógrafo como os necessários a uma exposição “correta”, sem super ou subexpor a cena fotografada.

Tendo como referência essa fotometria e sem alterar a luminosidade da nova imagem a ser produzida – ou seja, mantendo o mesmo tipo de compensação de exposição entre ISO/diafragma/obturador –, assinale a alternativa que oferece uma outra opção fotométrica, só que com variáveis que produzam um ganho de nitidez (menor granulação) e uma diminuição da profundidade de campo em relação à primeira fotografia.

 

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3478199 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFOP
Orgão: UFOP

Considere o trecho a seguir, retirado do livro Planejamento Visual Gráfico (Linha Gráfica Editora – LGE), de Milton Ribeiro (2007).

“A escolha do papel é de suma importância para a boa execução de trabalhos gráficos. Dele depende, em grande parte, o bom aspecto final de todo impresso. Em razão de suas diferentes classes, o papel influi de maneira decisiva na apresentação e no custo da obra. Ele deve ser escolhido com atenção, pois tanto pode valorizar um trabalho como pode prejudicá-lo muito. Interessam, na execução de uma obra, a boa aparência e o peso do papel. O tipo de impressão, qualidade da tinta, os caracteres e o papel têm que estar perfeitamente entrosados para que a obra seja funcional e agrade o leitor”.

Em relação ao papel, na produção de jornais e revistas, assinale a alternativa correta.

 

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3478198 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFOP
Orgão: UFOP

As siglas abaixo definem padrões de gravação de arquivo para imagens fotográficas digitais. Assinale a alternativa que indica apenas extensões de arquivos com padrões de codificação adequados para a inserção de imagens fotográficas em software de paginação, como o InDesign, no caso de reprodução de fotografias em impressão quatro cores de jornais e revistas.

 

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Texto

O que é museu? Qual é a importância do museu? Prezado candidato, leia o que diz a Wikipédia.

[O] museu é, na definição do International Council of Museums (ICOM, 2001), “uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público, que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade”.Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu. Acesso em: 18/7/13.

É importante também lembrar algumas das “ponderações” de Leonel Kaz, curador do Museu do Futebol, de São Paulo (O Globo, 13/5/13, p. 17, com adaptações).

1.ª Museu é lugar para se entrar de corpo inteiro, tridimensionalmente, com todos os sentidos despertos. Cada obra de arte ou objeto exposto nos convida a olhá-lo, a partilhar dele, a se entregar a ele. Esse é o caminho da educação de qualidade: permitir que a vida nos invada e que o objeto inanimado ganhe um vislumbre novo, a cada dia, em cada visita. O Grande Pinheiro, tela de Cèzanne no Masp, pode ser vista cem vezes e, a cada vez, será diferente da outra; o quadro, de certa forma, muda, porque muda o mundo e mudamos nós também.

2.ª Museu é lugar, portanto, de olhar de forma distinta para as coisas. E para os seres também. É lugar de aprender a olhar com outro olhar para o outro (que quase nunca vemos), para a escola (que pode ser, a cada dia, diferente do que é habitualmente) e para a cidade (que tanto desprezamos, porque parece não nos pertencer).

3.ª Museu é lugar onde a cidade (a história) se reconta. Rebrota. Onde ela nos faz crer que, para além do mero contorno do corpo, existimos. Criamos uma identificação com aqueles fatos e pessoas que ali estão, que nos antecederam em ideias, pensamentos e sentimentos. Que ajudaram a criar “o imaginário daquilo que imaginamos que somos”, como definiu o poeta Ferreira Gullar. É dentro da plenitude deste imaginário que o Museu nos reaviva a memória e o fulgor da boa aula. Criamos uma identificação com aqueles fatos e pessoas que ali estão, que nos antecederam em ideias, pensamentos e sentimentos.

4.º Museu é lugar de entrar e dizer: é nosso! Museus são lugares de coleções, e as cidades, também. Cidades são escolas do olhar, pois nos permitem colecionar tudo de nossa vida: os dias que passam, a família que reunimos, os amigos que temos e ainda os bueiros da rua e as janelas que vislumbramos em nosso caminho diário (elas falam de épocas diferentes, narram histórias distintas). A cidade é a história.

5.º Museu é o lugar do mérito, onde peças e imagens entraram porque mereceram entrar, porque foram, em algum momento, singulares. Elas estão ali para nos apontar que cada qual que as visita pode ter sua singularidade, e que ninguém precisa ser prisioneiro dos preconceitos do mundo. Museu é onde a cultura aponta à educação que tanto um como o outro foram feitos para reinventar o modo de ver as coisas.

6.º Museu é lugar para se abandonar a parafernália eletrônica, os iPads, iPhones e Ai-ais e permitir que obras e imagens que lá se encontram repercutam em nós. Num museu somos nós os capturados pelos objetos, somos nós o verdadeiro conteúdo de cada museu, com a capacidade de transformar e sermos transformados pelo que nos cerca.

7.º Museu é ainda lugar de coleções (embora a internet seja, hoje, o maior museu do mundo). Assim, o museu não é mais apenas um espaço físico, assim como a escola não o é. A cidade toda é uma grande escola. O museu é uma de suas salas de aula.

As “ponderações” permitem resposta para esta pergunta:

 

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Texto

O que é museu? Qual é a importância do museu? Prezado candidato, leia o que diz a Wikipédia.

[O] museu é, na definição do International Council of Museums (ICOM, 2001), “uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público, que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade”.Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu. Acesso em: 18/7/13.

É importante também lembrar algumas das “ponderações” de Leonel Kaz, curador do Museu do Futebol, de São Paulo (O Globo, 13/5/13, p. 17, com adaptações).

1.ª Museu é lugar para se entrar de corpo inteiro, tridimensionalmente, com todos os sentidos despertos. Cada obra de arte ou objeto exposto nos convida a olhá-lo, a partilhar dele, a se entregar a ele. Esse é o caminho da educação de qualidade: permitir que a vida nos invada e que o objeto inanimado ganhe um vislumbre novo, a cada dia, em cada visita. O Grande Pinheiro, tela de Cèzanne no Masp, pode ser vista cem vezes e, a cada vez, será diferente da outra; o quadro, de certa forma, muda, porque muda o mundo e mudamos nós também.

2.ª Museu é lugar, portanto, de olhar de forma distinta para as coisas. E para os seres também. É lugar de aprender a olhar com outro olhar para o outro (que quase nunca vemos), para a escola (que pode ser, a cada dia, diferente do que é habitualmente) e para a cidade (que tanto desprezamos, porque parece não nos pertencer).

3.ª Museu é lugar onde a cidade (a história) se reconta. Rebrota. Onde ela nos faz crer que, para além do mero contorno do corpo, existimos. Criamos uma identificação com aqueles fatos e pessoas que ali estão, que nos antecederam em ideias, pensamentos e sentimentos. Que ajudaram a criar “o imaginário daquilo que imaginamos que somos”, como definiu o poeta Ferreira Gullar. É dentro da plenitude deste imaginário que o Museu nos reaviva a memória e o fulgor da boa aula. Criamos uma identificação com aqueles fatos e pessoas que ali estão, que nos antecederam em ideias, pensamentos e sentimentos.

4.º Museu é lugar de entrar e dizer: é nosso! Museus são lugares de coleções, e as cidades, também. Cidades são escolas do olhar, pois nos permitem colecionar tudo de nossa vida: os dias que passam, a família que reunimos, os amigos que temos e ainda os bueiros da rua e as janelas que vislumbramos em nosso caminho diário (elas falam de épocas diferentes, narram histórias distintas). A cidade é a história.

5.º Museu é o lugar do mérito, onde peças e imagens entraram porque mereceram entrar, porque foram, em algum momento, singulares. Elas estão ali para nos apontar que cada qual que as visita pode ter sua singularidade, e que ninguém precisa ser prisioneiro dos preconceitos do mundo. Museu é onde a cultura aponta à educação que tanto um como o outro foram feitos para reinventar o modo de ver as coisas.

6.º Museu é lugar para se abandonar a parafernália eletrônica, os iPads, iPhones e Ai-ais e permitir que obras e imagens que lá se encontram repercutam em nós. Num museu somos nós os capturados pelos objetos, somos nós o verdadeiro conteúdo de cada museu, com a capacidade de transformar e sermos transformados pelo que nos cerca.

7.º Museu é ainda lugar de coleções (embora a internet seja, hoje, o maior museu do mundo). Assim, o museu não é mais apenas um espaço físico, assim como a escola não o é. A cidade toda é uma grande escola. O museu é uma de suas salas de aula.

Foram destacados quatro fragmentos do texto. Para cada fragmento foi feito um comentário que associa motivos e conclusões, sendo, porém, coerente apenas este:

 

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