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Quanto ao PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS do HIV do Ministério da Saúde (2019), analise as afirmativas a seguir.
I – No Brasil, está recomendada a TARV para todas as pessoas vivendo com HIV/aids, independentemente do seu estágio clínico ou imunológico.
II – O esquema preferencial para gestantes em início de tratamento deve ser Tenofovir, Lamivudina e Raltegravir.
III – A TARV deve ser mantida após o parto, independentemente da contagem de LT-CD4+ e dos sinais e sintomas clínicos da mulher.
IV – É contraindicado o uso de Abacavir na gravidez.
Estão corretas
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Quartigesta, tercípara, 34 anos de idade, 11 semanas de gestação pela DUM, ciclos regulares, procura pronto atendimento com queixa de sangramento vaginal, em moderada intensidade, de início súbito, náuseas e vômitos e cólicas discretas. Relata que ainda não iniciou o acompanhamento pré-natal. Ao exame físico: regular estado geral, hipocorada, hidratada, afebril, PA: 120x80 mmHg, FC=98 bpm, altura uterina: 14 cm, BCF inaudível, dinâmica uterina ausente, exame especular com sangramento pelo colo uterino, OE fechado. O diagnóstico provável e a conduta adequada são
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Quanto às patologias que causam sangramento na primeira metade da gestação, analise as afirmativas a seguir.
I - O cariótipo mais frequente da mola completa é o 46 XX.
II - As gestantes com mola hidatiforme devem ter acompanhamento com dosagem de gonadotrofina coriônica (βHCG) mensal após o esvaziamento uterino.
III- A causa mais frequente de abortamento de repetição no primeiro trimestre é a incompetência istmocervical. IV-O uso de contraceptivo de emergência com levonorgestrel é considerado fator de risco para prenhez ectópica.
Estão corretas
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As hemorragias no período gravídico-puerperal são importantes causas de mortalidade materna. Quanto às patologias que causam hemorragias na segunda metade da gestação, analise as afirmativas seguintes.
I - A rotura de vasa praevia pode acontecer em placentas bilobadas.
II -O sinal de Clarck é característico de rotura uterina iminente.
III- O DPP pode ocorrer de forma assintomática.
IV- Na rotura de seio marginal, o sangramento é de origem fetal.
Estão corretas
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Multípara, 38 anos de idade, 2 partos normais e uma cesárea, com IG de 33 semanas, queixa de perda de sangue via vaginal há duas horas. Nega dor e relata dois episódios anteriores de sangramento em pequena quantidade. AU= 32 cm. Ausência de dinâmica uterina. Tônus uterino normal. BCF= 140 bpm. A hipótese diagnóstica e principal complicação associada são, respectivamente,
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Paciente em amenorreia de 7 semanas, com exame de beta HCG positivo, realizou ultrassonografia que mostrou massa tubária à esquerda e ausência de saco gestacional intrauterino. O tratamento com metotrexate está indicado se houver
I – embrião vivo.
II- estabilidade hemodinâmica.
III- beta HCG maior que 10.000.
IV- massa anexial até 4 cm.
Estão corretas
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Primigesta de 19 anos, 34 semanas de idade gestacional, dá entrada na maternidade queixando-se de cefaleia, alteração da visão e dor epigástrica. Ao exame físico: PA=170x110 mmHg, AU= 30 cm, BCF 136 bpm, ausência de dinâmica uterina, útero com tônus normal, colo grosso, posterior, fechado. A conduta é
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Sobre as gestações gemelares monocoriônicas e diamnióticas, são feitas as seguintes afirmativas.
I – Têm sempre origem monozigótica.
II- Apresentam o sinal do lâmbda na ultrassonografia.
III- Apresentam risco de transfusão feto-fetal.
IV- São o tipo mais comum de gravidez gemelar.
Estão corretas
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Para escolher o melhor método de tratamento inicial de gestante com doença trofoblástica gestacional (DTG), o obstetra deve levar em consideração
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Paciente de 26 anos de idade, portadora de Diabetes melitus tipo 1 diagnosticada aos 10 anos de idade, procura aconselhamento, pois deseja engravidar. Os exames laboratoriais que devem ser solicitados com o objetivo de minimizar a morbimortalidade materno-fetal são
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