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Considerando a interconexão de uma rede TCP/IP com Maximum Transmission Unit, MTU, de 1500 bytes a uma rede com MTU igual a 700 bytes, um arquivo com tamanho 4000 bytes é enviado pela primeira rede (MTU= 1500). Quantos pacotes chegarão ao destino que está conectado à segunda rede (MTU= 700)?
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Quando se considera a rede digital de serviços integrados (RDSI), em relação ao modelo OSI/ISO, pode-se dizer que RDSI está na camada:
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Estando carregada, a bateria de uma câmera de vídeo dura 2 horas, se usada para gravação, e dura 3 horas, se usada para exibir um vídeo já gravado. Começando com a bateria carregada, qual o maior tempo de vídeo que se pode gravar, se se deseja também assistir o vídeo gravado, sem recarregar a bateria?
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938904
Ano: 2012
Disciplina: Engenharia de Telecomunicações
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Disciplina: Engenharia de Telecomunicações
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Em um telefone moderno, o sinal de discagem é o Dual Tone Multi-frequency, DTMF. Nesse sistema, cada elemento do teclado é representado por dois tons sonoros na faixa de áudio. Logo,
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TEXTO
A educação profissional vive um momento decisivo. A procura por esse tipo de ensino atingiu patamares inéditos no Brasil e em Pernambuco. Só que não o suficiente para matar a fome do mercado de trabalho, em especial do voraz setor industrial. Salários altos e emprego certo, por incrível que pareça, se mostram ineficientes para corrigir a atual distorção do nosso sistema educacional. Apesar de cada vez mais jovens estarem buscando aprender uma profissão, pode-se dizer que ainda falta um maior interesse do público-alvo. A dura verdade é que o desejo pelo diploma universitário, uma cultura secular no Brasil, mascara um preconceito enraizado na sociedade: de que ensino profissional é coisa de pobre.
Em 2011, Pernambuco contava com 31.411 alunos matriculados em cursos técnicos, públicos e privados. Mas análise da consultoria Ceplan mostra que somente as demandas até 2014 de dois segmentos econômicos, a construção civil e a indústria metalmecânica, são de 32.500 novos trabalhadores por ano. O equilíbrio está distante. São 9 milhões de estudantes de Ensino Médio no Brasil. Um milhão desses jovens fazem um curso profissional. Aproximadamente 11%. Pernambuco está próximo disso, com 8,8%.
Em países industrializados e mais livres de preconceitos contra o ensino técnico, como Inglaterra e Alemanha, o percentual salta para 30%. Em Pernambuco, pensar num patamar dessa ordem só será possível em 2016, pois é para esse ano que se espera o funcionamento pleno de 60 escolas técnicas estaduais, com capacidade, cada uma, para 1000 alunos. Hoje são 20, sendo que seis ainda não têm prédio próprio.
A história explica a barreira cultural quando o assunto é ensino profissional no Brasil. No final do século XIX, quando foram criados os Liceus de Artes e Ofícios nas principais capitais das então províncias – no Recife, a instituição surgiu em 1880 – o público-alvo eram as crianças órfãs e abandonadas. Anos depois, em 1909, foi a vez das escolas de Aprendizes Artífices, destinadas aos pobres e humildes. “A ideologia era de que os filhos das classes dominadas deveriam ter uma formação básica para atender às necessidades do mercado. O ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil”, conta a Reitora da IFPE, Cláudia Sansil, lembrando que deveria partir da família o primeiro passo para derrubar o preconceito.
Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria, Rafael Lucchesi, “o sonho da família brasileira é ter um filho doutor. O que não se percebe é que os jovens são treinados para o vestibular. Desenvolvem um suposto senso crítico de que um operador de máquinas é um profissional adestrado, quando, na verdade, hoje, as carreiras profissionais são as que possuem maior empregabilidade e melhor remuneração”.
Os índices de formação básica e fundamental no País formam outro impedimento no acesso à educação profissional: são vergonhosos 14 milhões de adultos analfabetos, sem contar os analfabetos funcionais. Todos esses cidadãos brasileiros estão desprovidos do conhecimento mínimo necessário para ingressarem numa sala de aula técnica.
Felipe Lima. Jornal do Commercio, 01/04/2012,
Economia, p.4. Adaptado.
Segundo a Reitora da IFPE, “o ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil.” (§ 4). Essa afirmação nos leva a concluir que:
1) o ensino técnico não tinha valor antes de 1970.
2) o setor industrial foi responsável pela valorização do ensino técnico.
3) após 1980, o ensino técnico perdeu o valor.
4) o impulso sofrido pelo setor industrial repercutiu na avaliação do ensino técnico.
Estão corretas:
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Em redes sem fio, o sinal é transmitido utilizando uma portadora em uma banda ISM. Que equipamentos podem ser utilizados na detecção e na medição das características dessa portadora no domínio da frequência com maior precisão?
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Sobre correio eletrônico, analise as seguintes proposições.
1) O correio eletrônico é um serviço que permite a troca de mensagens entre usuários cadastrados.
2) Para receber um e-mail, não é necessário estar on-line, já que o mesmo fica armazenado diretamente na estação cliente, e não no servidor de e-mail do seu provedor ou prestador de serviços.
3) O arquivo enviado junto com uma mensagem no correio eletrônico é denominado “anexo”.
Está(ão) correta(s), apenas:
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TEXTO
A educação profissional vive um momento decisivo. A procura por esse tipo de ensino atingiu patamares inéditos no Brasil e em Pernambuco. Só que não o suficiente para matar a fome do mercado de trabalho, em especial do voraz setor industrial. Salários altos e emprego certo, por incrível que pareça, se mostram ineficientes para corrigir a atual distorção do nosso sistema educacional. Apesar de cada vez mais jovens estarem buscando aprender uma profissão, pode-se dizer que ainda falta um maior interesse do público-alvo. A dura verdade é que o desejo pelo diploma universitário, uma cultura secular no Brasil, mascara um preconceito enraizado na sociedade: de que ensino profissional é coisa de pobre.
Em 2011, Pernambuco contava com 31.411 alunos matriculados em cursos técnicos, públicos e privados. Mas análise da consultoria Ceplan mostra que somente as demandas até 2014 de dois segmentos econômicos, a construção civil e a indústria metalmecânica, são de 32.500 novos trabalhadores por ano. O equilíbrio está distante. São 9 milhões de estudantes de Ensino Médio no Brasil. Um milhão desses jovens fazem um curso profissional. Aproximadamente 11%. Pernambuco está próximo disso, com 8,8%.
Em países industrializados e mais livres de preconceitos contra o ensino técnico, como Inglaterra e Alemanha, o percentual salta para 30%. Em Pernambuco, pensar num patamar dessa ordem só será possível em 2016, pois é para esse ano que se espera o funcionamento pleno de 60 escolas técnicas estaduais, com capacidade, cada uma, para 1000 alunos. Hoje são 20, sendo que seis ainda não têm prédio próprio.
A história explica a barreira cultural quando o assunto é ensino profissional no Brasil. No final do século XIX, quando foram criados os Liceus de Artes e Ofícios nas principais capitais das então províncias – no Recife, a instituição surgiu em 1880 – o público-alvo eram as crianças órfãs e abandonadas. Anos depois, em 1909, foi a vez das escolas de Aprendizes Artífices, destinadas aos pobres e humildes. “A ideologia era de que os filhos das classes dominadas deveriam ter uma formação básica para atender às necessidades do mercado. O ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil”, conta a Reitora da IFPE, Cláudia Sansil, lembrando que deveria partir da família o primeiro passo para derrubar o preconceito.
Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria, Rafael Lucchesi, “o sonho da família brasileira é ter um filho doutor. O que não se percebe é que os jovens são treinados para o vestibular. Desenvolvem um suposto senso crítico de que um operador de máquinas é um profissional adestrado, quando, na verdade, hoje, as carreiras profissionais são as que possuem maior empregabilidade e melhor remuneração”.
Os índices de formação básica e fundamental no País formam outro impedimento no acesso à educação profissional: são vergonhosos 14 milhões de adultos analfabetos, sem contar os analfabetos funcionais. Todos esses cidadãos brasileiros estão desprovidos do conhecimento mínimo necessário para ingressarem numa sala de aula técnica.
Felipe Lima. Jornal do Commercio, 01/04/2012,
Economia, p.4. Adaptado.
Assinale a alternativa em que a concordância está de acordo com as regras do padrão culto da língua.
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Uma diferença entre o filtro ativo e o filtro passivo é que:
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A família de protocolos 802.X está relacionada com redes locais com e sem fio. Considerando o padrão 802.11, que se refere a redes sem fio, qual é a frequência central para transmissão?
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