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Para tratar a persistência de dados a partir de aplicações Java, é necessária a utilização de bibliotecas e/ou arcabouços que possibilitem armazenamento de dados. Analise as seguintes proposições sobre estes mecanismos.
1) Considere a realização de uma conexão com o banco de dados utilizando a biblioteca JDBC:
Connection c=DriverManager.getConnection(
"jdbc:oracle:thin:@dbaprod1:1544:bd1",...
jdbc é o protocolo, Oracle é o fabricante do Driver, thin é o Driver, dbaprod1 é o servidor e bd1 é a senha.
2) Com a biblioteca JDBC, a utilização do objeto PreparedStatement pode evitar a falha de segurança conhecida como injeção de SQL.
3) A configuração do arcabouço Hibernate pode ser feita tanto através de arquivos de configuração como também de forma programática.
4) Prevayler é um exemplo de arcabouço que provê persistência ACID de objetos Java, mas que não utiliza um banco de dados.
5) JPA é uma biblioteca para persistência de dados que usa o recurso de anotações em classes. Devido a esta característica, não há possibilidade de integração com qualquer outro arcabouço de persistência Java.
Estão corretas, apenas:
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TEXTO
A educação profissional vive um momento decisivo. A procura por esse tipo de ensino atingiu patamares inéditos no Brasil e em Pernambuco. Só que não o suficiente para matar a fome do mercado de trabalho, em especial do voraz setor industrial. Salários altos e emprego certo, por incrível que pareça, se mostram ineficientes para corrigir a atual distorção do nosso sistema educacional. Apesar de cada vez mais jovens estarem buscando aprender uma profissão, pode-se dizer que ainda falta um maior interesse do público-alvo. A dura verdade é que o desejo pelo diploma universitário, uma cultura secular no Brasil, mascara um preconceito enraizado na sociedade: de que ensino profissional é coisa de pobre.
Em 2011, Pernambuco contava com 31.411 alunos matriculados em cursos técnicos, públicos e privados. Mas análise da consultoria Ceplan mostra que somente as demandas até 2014 de dois segmentos econômicos, a construção civil e a indústria metalmecânica, são de 32.500 novos trabalhadores por ano. O equilíbrio está distante. São 9 milhões de estudantes de Ensino Médio no Brasil. Um milhão desses jovens fazem um curso profissional. Aproximadamente 11%. Pernambuco está próximo disso, com 8,8%.
Em países industrializados e mais livres de preconceitos contra o ensino técnico, como Inglaterra e Alemanha, o percentual salta para 30%. Em Pernambuco, pensar num patamar dessa ordem só será possível em 2016, pois é para esse ano que se espera o funcionamento pleno de 60 escolas técnicas estaduais, com capacidade, cada uma, para 1000 alunos. Hoje são 20, sendo que seis ainda não têm prédio próprio.
A história explica a barreira cultural quando o assunto é ensino profissional no Brasil. No final do século XIX, quando foram criados os Liceus de Artes e Ofícios nas principais capitais das então províncias – no Recife, a instituição surgiu em 1880 – o público-alvo eram as crianças órfãs e abandonadas. Anos depois, em 1909, foi a vez das escolas de Aprendizes Artífices, destinadas aos pobres e humildes. “A ideologia era de que os filhos das classes dominadas deveriam ter uma formação básica para atender às necessidades do mercado. O ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil”, conta a Reitora da IFPE, Cláudia Sansil, lembrando que deveria partir da família o primeiro passo para derrubar o preconceito.
Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria, Rafael Lucchesi, “o sonho da família brasileira é ter um filho doutor. O que não se percebe é que os jovens são treinados para o vestibular. Desenvolvem um suposto senso crítico de que um operador de máquinas é um profissional adestrado, quando, na verdade, hoje, as carreiras profissionais são as que possuem maior empregabilidade e melhor remuneração”.
Os índices de formação básica e fundamental no País formam outro impedimento no acesso à educação profissional: são vergonhosos 14 milhões de adultos analfabetos, sem contar os analfabetos funcionais. Todos esses cidadãos brasileiros estão desprovidos do conhecimento mínimo necessário para ingressarem numa sala de aula técnica.
Felipe Lima. Jornal do Commercio, 01/04/2012,
Economia, p.4. Adaptado.
Segundo a Reitora da IFPE, “o ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil.” (§ 4). Essa afirmação nos leva a concluir que:
1) o ensino técnico não tinha valor antes de 1970.
2) o setor industrial foi responsável pela valorização do ensino técnico.
3) após 1980, o ensino técnico perdeu o valor.
4) o impulso sofrido pelo setor industrial repercutiu na avaliação do ensino técnico.
Estão corretas:
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Analise o método main, existente dentro de uma classe escrita em Java versão 6.0, considerando o uso da IDE Eclipse:

Desse modo, podemos afirmar que:
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TEXTO
A educação profissional vive um momento decisivo. A procura por esse tipo de ensino atingiu patamares inéditos no Brasil e em Pernambuco. Só que não o suficiente para matar a fome do mercado de trabalho, em especial do voraz setor industrial. Salários altos e emprego certo, por incrível que pareça, se mostram ineficientes para corrigir a atual distorção do nosso sistema educacional. Apesar de cada vez mais jovens estarem buscando aprender uma profissão, pode-se dizer que ainda falta um maior interesse do público-alvo. A dura verdade é que o desejo pelo diploma universitário, uma cultura secular no Brasil, mascara um preconceito enraizado na sociedade: de que ensino profissional é coisa de pobre.
Em 2011, Pernambuco contava com 31.411 alunos matriculados em cursos técnicos, públicos e privados. Mas análise da consultoria Ceplan mostra que somente as demandas até 2014 de dois segmentos econômicos, a construção civil e a indústria metalmecânica, são de 32.500 novos trabalhadores por ano. O equilíbrio está distante. São 9 milhões de estudantes de Ensino Médio no Brasil. Um milhão desses jovens fazem um curso profissional. Aproximadamente 11%. Pernambuco está próximo disso, com 8,8%.
Em países industrializados e mais livres de preconceitos contra o ensino técnico, como Inglaterra e Alemanha, o percentual salta para 30%. Em Pernambuco, pensar num patamar dessa ordem só será possível em 2016, pois é para esse ano que se espera o funcionamento pleno de 60 escolas técnicas estaduais, com capacidade, cada uma, para 1000 alunos. Hoje são 20, sendo que seis ainda não têm prédio próprio.
A história explica a barreira cultural quando o assunto é ensino profissional no Brasil. No final do século XIX, quando foram criados os Liceus de Artes e Ofícios nas principais capitais das então províncias – no Recife, a instituição surgiu em 1880 – o público-alvo eram as crianças órfãs e abandonadas. Anos depois, em 1909, foi a vez das escolas de Aprendizes Artífices, destinadas aos pobres e humildes. “A ideologia era de que os filhos das classes dominadas deveriam ter uma formação básica para atender às necessidades do mercado. O ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil”, conta a Reitora da IFPE, Cláudia Sansil, lembrando que deveria partir da família o primeiro passo para derrubar o preconceito.
Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria, Rafael Lucchesi, “o sonho da família brasileira é ter um filho doutor. O que não se percebe é que os jovens são treinados para o vestibular. Desenvolvem um suposto senso crítico de que um operador de máquinas é um profissional adestrado, quando, na verdade, hoje, as carreiras profissionais são as que possuem maior empregabilidade e melhor remuneração”.
Os índices de formação básica e fundamental no País formam outro impedimento no acesso à educação profissional: são vergonhosos 14 milhões de adultos analfabetos, sem contar os analfabetos funcionais. Todos esses cidadãos brasileiros estão desprovidos do conhecimento mínimo necessário para ingressarem numa sala de aula técnica.
Felipe Lima. Jornal do Commercio, 01/04/2012,
Economia, p.4. Adaptado.
Assinale a alternativa em que a concordância está de acordo com as regras do padrão culto da língua.
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- Modelo TCP/IPIntrodução ao Modelo TCP/IP
- Modelo TCP/IPModelo TCP/IP: Camada de Transporte
- TCP/IPTCP: Transmission Control Protocol
- TCP/IPUDP: User Datagram Protocol
O modelo para arquiteturas de rede TCP/IP possui um padrão de protocolos abertos, não associado a nenhum tipo específico de hardware ou sistema operacional. Essa comunicação independente acontece devido à padronização das trocas de informações entre dois elementos pertencentes a uma rede deste tipo. Tal padronização se dá através da estruturação dos dados em bits organizados de acordo com os protocolos e camadas determinados pelo modelo. A imagem abaixo corresponde a uma unidade de transferência de dados utilizada no modelo TCP/IP. Assinale a alternativa que corresponde à imagem mostrada a seguir.
0 16 bits 31
| Porta Origem | Porta Destino |
| Tamanho | Checksum |
| Dados | |
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Sobre o modelo em linguagem UML, apresentado abaixo, é incorreto afirmar que:

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Analise as seguintes afirmativas referentes ao desenvolvimento WEB.
1) Em uma página JSP, dentro da tag scriptlet, é possível adicionar código Java que será executado quando a página for carregada.
2) Em uma página JSP, a tag de expressão consiste no código adicionado entre <%= e %>. Esse tipo de tag permite que o valor resultante da avaliação de uma expressão seja inserido no texto de saída.
3) É possível existir código JSF dentro de arquivos com extensão .jsp.
Está(ão) correta(s):
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- Controle de VersãoBranching (Ramificação) e Merging (Fusão)
- Controle de VersãoCVS: Concurrent Version System
Considerando que o código desenvolvido para uma funcionalidade de um sistema encontra-se em uma branch e que a ferramenta de controle de versão utilizada é o CVS, qual a sequência correta de operações para colocar na head o código desenvolvido?
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- Ataques e Golpes e AmeaçasAtaques à Camada de AplicaçãoSQL Injection
- Ataques e Golpes e AmeaçasDoS: Denial of Service
- Ataques e Golpes e AmeaçasPhishing Scam
- Ataques e Golpes e AmeaçasSniffing
Sistemas computacionais estão sujeitos a diversos tipos de ataques; portanto, conhecê-los é essencial para desenvolver programas cada vez mais seguros. Sobre tipos de ataques a sistemas computacionais, é correto afirmar que:
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Um administrador de rede decidiu organizar melhor a infraestrutura de rede da sua empresa através da criação de sub-redes a partir de endereços classe C disponíveis. Para tanto, ele decidiu usar uma máscara /27, de acordo com a notação CIDR. Dado o endereço IP 200.165.193.157, usado para endereçamento de algum dispositivo, assinale a alternativa correta que corresponde respectivamente ao endereço da subrede e ao endereço de broadcast para este IP:
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Cadernos
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