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Ao receber espécimes de vertebrados, você os identifica como mamíferos pertencentes ao gênero Monodelphis. Mesmo sem ter uma determinação precisa da espécie, você precisa auxiliar na preparação de uma dieta para esses animais cativos que necessitam de reabilitação. Você sugeriria uma dieta baseada em:
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As cobras-cegas ou cecílias são animais fossoriais, muito comuns nas Florestas Tropicais. Eventualmente, são encontradas em hortas e nos quintais das residências, onde são confundidas com cobras, por apresentar o corpo alongado, membros locomotores ausentes e olhos muito pequenos. O sistema circulatório caracterizado pela presença de um coração com três cavidades, bem como o desenvolvimento larval, revelam o real grupo ao qual esses animais pertencem, sendo
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O número de animais atropelados em rodovias causa impacto severo nas populações naturais. O conhecimento da biologia desses animais permite o desenvolvimento de técnicas de manejo ambiental. Porém, essa caracterização demanda conhecimentos taxonômicos e biológicos obtidos a partir do estudo de cadáveres em estado adiantado de decomposição, ou mesmo partes do corpo do animal. Em um dia de coletas em uma rodovia do Rio Grande do Sul, biólogos encontraram um plastrão, um crânio com fosseta loreal, um osso esterno com quilha e uma mandíbula e maxila incluindo dentes carniceiros. Essas estruturas pertencem,respectivamente, a
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Em parques zoológicos, é relativamente comum a existência de espécies exóticas de jacarés, crocodilos, aligatores e, mais raramente, de gaviais. Em algumas situações, a região da cabeça pode ser um critério relativamente superficial de identificação. No esquema abaixo, podemos ver três padrões cefálicos desses répteis capazes de diagnosticá-losao nível de família. Observe e marque a sentença correta.

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A identificação rápida de cágados e tartarugas requer o conhecimento de algumas poucas características externas desses répteis. A presença de um pescoço relativamente curto, cinco garras nas patas anteriores e quatro nas posteriores, bem como uma conspícua série de osteodermas dorsais em padrão sulcado (ao longo da linha vertebral), são características fenotípicas compatíveis com
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É muito comum em exposições de aquários e em pet shops, onde peixes ornamentais são vendidos, a placa com a frase informativa “não bata no vidro”. Isso se justifica, pois
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Espécie de Lissamphibia que habita áreas de campo. Distribui-se pela Argentina, Uruguai e Rio Grande do Sul. Em nosso Estado, está restrita a uma estreita faixa do litoral sul, ao longo dos municípios de Rio Grande e Santa Vitória do Palmar. Observações em cativeiro demonstraram uma forte tendência à batracofagia. Anuro da família Leptodactylidae situase como uma espécie de categoria ameaçada à vulnerável no Estado do Rio Grande do Sul, em função do intenso uso agropastoril e à queimada dos campos.
Esse conjunto de informações retiradas do “Livro Vermelho da Fauna Ameaçada de Extinção no Rio Grande do Sul”, de 2003, se refere à espécie
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A questão deverá ser respondida com base no texto abaixo:


Com as crianças aprendemos sempre. Mas quando elas adoecem, transformam-se em didatas ainda mais impressionantes. A perplexidade diante da doença, o temor do desconhecido e a confissão dos medos sem dissimulação enternecem este convívio. Não apenas pelo olho aceso no apelo desesperado por ajuda, mas pela incapacidade do médico de ser uma coisa só, sucumbindo à dualidade entre o técnico rigoroso e o resíduo instintivo de pai ou mãe que cada um de nós carrega, não importa a combinação dos cromossomas.
Respeito a opinião dos que condenam o envolvimento afetivo nesta situação, sob o pretexto de que isso(I) poderia comprometer a isenção do juízo médico, mas festejo, encantado, a legião dos que não conseguem evitar.
O Bernardo nasceu com um defeito congênito, descoberto aos quatro anos de idade, depois de uma série de infecções pulmonares. Na noite anterior à cirurgia, rodeado de pais e avós, ouviu as explicações do que seria feito, tudo cuidadosamente elaborado para que chegasse ao seu(II) nível de entendimento e sem gerar uma ansiedade desnecessária. Terminada a conversa, com o olhinho mais inocente, perguntou: “E você sabe fazer isso?”
Como é impossível deixar de pensar que aquela figurinha miúda, enrolada no lençol, poderia ser um filho ou um neto, é fácil entender porque os pediatras de vocação são os médicos mais carinhosos. O exercício da doçura adoça as pessoas.
O Wendel gastou mais da metade dos seus escassos 14 anos em internações complicadas, terapias intensivas de alto risco, longos períodos de respiração artificial e, depois de tudo, submeteu-se a um transplante duplo de pulmões. Como as placas de facilitação não acompanham sua trilha, fez uma complicação num dos brônquios implantados do doador, necessitando correção cirúrgica.
Novamente no bloco cirúrgico, nos encontramos. Cumpridos os abraços e beijos, veio o comentário, com uma cara gorducha e séria. “Estou nas suas(III) mãos.” Quando respondi, meio debochado: “Você sempre esteve!”.
Ele completou : “Pois vê se não erra desta vez!”.
Límpidos assim, nascemos. Uma pena que, ao longo da vida, preocupados em construir a blindagem para o convívio social, percamos muito dessa pureza original.
Das afirmações abaixo,
I) isso se refere a envolvimento afetivo.
II) seu se refere a do menino.
III) suas se refere a do médico.
II) seu se refere a do menino.
III) suas se refere a do médico.
está(ao) correta(s)
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A questão deverá ser respondida com base no texto abaixo:


Com as crianças aprendemos sempre. Mas quando elas adoecem, transformam-se em didatas ainda mais impressionantes. A perplexidade diante da doença, o temor do desconhecido e a confissão dos medos sem dissimulação enternecem este convívio. Não apenas pelo olho aceso no apelo desesperado por ajuda, mas pela incapacidade do médico de ser uma coisa só, sucumbindo à dualidade entre o técnico rigoroso e o resíduo instintivo de pai ou mãe que cada um de nós carrega, não importa a combinação dos cromossomas.
Respeito a opinião dos que condenam o envolvimento afetivo nesta situação, sob o pretexto de que isso poderia comprometer a isenção do juízo médico, mas festejo, encantado, a legião dos que não conseguem evitar.
O Bernardo nasceu com um defeito congênito(I), descoberto aos quatro anos de idade, depois de uma série de infecções pulmonares. Na noite anterior à cirurgia, rodeado de pais e avós, ouviu as explicações do que seria feito, tudo cuidadosamente elaborado para que chegasse ao seu nível de entendimento e sem gerar uma ansiedade desnecessária. Terminada a conversa, com o olhinho mais inocente, perguntou: “E você sabe fazer isso?”
Como é impossível deixar de pensar que aquela figurinha miúda, enrolada no lençol, poderia ser um filho ou um neto, é fácil entender porque(II) os pediatras de vocação são os médicos mais carinhosos. O exercício da doçura adoça as pessoas.
O Wendel gastou mais da metade dos seus escassos 14 anos em internações complicadas, terapias intensivas de alto risco, longos períodos de respiração artificial e, depois de tudo, submeteu-se a um transplante duplo de pulmões. Como(III) as placas de facilitação não acompanham sua trilha, fez uma complicação num dos brônquios implantados do doador, necessitando correção cirúrgica.
Novamente no bloco cirúrgico, nos encontramos. Cumpridos os abraços e beijos, veio o comentário, com uma cara gorducha e séria. “Estou nas suas mãos.” Quando respondi, meio debochado: “Você sempre esteve!”.
Ele completou : “Pois vê se não erra desta vez!”.
Límpidos assim, nascemos. Uma pena que, ao longo da vida, preocupados em construir a blindagem para o convívio social, percamos muito dessa pureza original.
Das afirmações abaixo,
I) congênito poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por congênere.
II) Há um equívoco do autor na grafia da palavra porque, pois deveria ser grafada na forma por que.
III) O nexo Como estabelece uma relação de comparação.
está(ão) correta(s)
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A questão deverá ser respondida com base no texto abaixo:


Com as crianças aprendemos sempre. Mas quando elas adoecem, transformam-se em didatas ainda mais impressionantes. A perplexidade diante da doença, o temor do desconhecido e a confissão dos medos sem dissimulação enternecem este convívio. Não apenas pelo olho aceso no apelo desesperado por ajuda, mas pela incapacidade do médico de ser uma coisa só, sucumbindo à dualidade entre o técnico rigoroso e o resíduo instintivo de pai ou mãe que cada um de nós carrega, não importa a combinação dos cromossomas.
Respeito a opinião dos que condenam o envolvimento afetivo nesta situação, sob o pretexto de que isso poderia comprometer a isenção do juízo médico, mas festejo, encantado, a legião dos que não conseguem evitar.
O Bernardo nasceu com um defeito congênito, descoberto aos quatro anos de idade, depois de uma série de infecções pulmonares. Na noite anterior à cirurgia, rodeado de pais e avós, ouviu as explicações do que seria feito, tudo cuidadosamente elaborado para que chegasse ao seu nível de entendimento e sem gerar uma ansiedade desnecessária. Terminada a conversa, com o olhinho mais inocente, perguntou: “E você sabe fazer isso?”
Como é impossível deixar de pensar que aquela figurinha miúda, enrolada no lençol, poderia ser um filho ou um neto, é fácil entender porque os pediatras de vocação são os médicos mais carinhosos. O exercício da doçura adoça as pessoas.
O Wendel gastou mais da metade dos seus escassos 14 anos em internações complicadas, terapias intensivas de alto risco, longos períodos de respiração artificial e, depois de tudo, submeteu-se a um transplante duplo de pulmões. Como as placas de facilitação não acompanham sua trilha, fez uma complicação num dos brônquios implantados do doador, necessitando correção cirúrgica.
Novamente no bloco cirúrgico, nos encontramos. Cumpridos os abraços e beijos, veio o comentário, com uma cara gorducha e séria. “Estou nas suas mãos.” Quando respondi, meio debochado: “Você sempre esteve!”.
Ele completou : “Pois vê se não erra desta vez!”.
Límpidos assim, nascemos. Uma pena que, ao longo da vida, preocupados em construir a blindagem para o convívio social, percamos muito dessa pureza original.
Das afirmações abaixo,
I) O instinto maternal é inerente ao homem.
II) Há alguns médicos que aprovam o envolvimento afetivo médico-paciente, e outros o condenam.
III) Quanto maior for a afetividade do médico em relação ao paciente, menor será a possibilidade de cura.
II) Há alguns médicos que aprovam o envolvimento afetivo médico-paciente, e outros o condenam.
III) Quanto maior for a afetividade do médico em relação ao paciente, menor será a possibilidade de cura.
está(ao) correta(s), segundo o texto,
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