Foram encontradas 40 questões.
Com base na imagem da barra de ferramenta DRAW do AutoCad, a alternativa correta é:

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Uma laje retangular de concreto armado com 12 cm de espessura, que tem 3,00 m de largura e 4,50 m de comprimento, pesa, em kN, aproximadamente,
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De acordo com o cronograma físico-financeiro, responda

Os valores em reais das etapas 3 e 4, no mês 04, são, respectivamente,
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A verificação da ortogonalidade na interseção de duas paredes pode ser feita com a utilização de um triângulo retângulo. A alternativa abaixo correspondente ao conjunto de medidas de peças que permite a montagem de um triângulo retângulo é
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A respeito da execução de estruturas de concreto armado, é correto afirmar que
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Responda com base no nivelamento altimétrico apresentado na tabela abaixo.
| PONTOS |
VISADA
DE RÉ
|
ALTURA
INSTRUMENTO
|
VISADA
DE
VANTE
|
COTA
(m)
|
| B1 | 1,4 | 100,0 | ||
| C2 | 2,8 | 2,2 | ||
| C3 | 1,1 | 2,3 | ||
| C4 | 1,8 | 3,1 | ||
| B5 | 2,7 |
A cota no ponto C4 é
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Das alternativas abaixo, a que apresenta um ensaio comumente realizado em obra para recebimento de concreto é
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Construção Civil e o Meio Ambiente - II
Por Gustavo van Deursen

Como visto no último mês, os impactos ambientais decorrentes das atividades da construção civil não são poucos. Felizmente, as soluções atualmente existentes são igualmente numerosas.
A primeira, e talvez uma das mais importantes, é a reciclagem e a reutilização dos materiais utilizados. Existem muitas maneiras de se reaproveitar diversos resíduos gerados, sendo a sua incorporação nos agregados naturais da obra a mais comum.
Além de evitar a extração de mais recursos naturais (areia, argila e pedra) e economizar espaço nos já saturados aterros sanitários estes processos quase sempre são mais vantajosos energeticamente: a produção de aço a partir de sua sucata reciclada consome 30% menos energia e 90% menos matérias-prima do que o processo convencional. Naturalmente, esta economia de recursos certamente é refletida em menores emissões de CO2 e menor contribuição ao aquecimento global.
Porém, os esforços em prol da sustentabilidade devem continuar mesmo após o término da obra. Neste sentido, duas iniciativas chamam a atenção, a certificação internacional LEED – Leadership in Environmental and Energy Design, e a Etiqueta de Eficiência Energética em Edificações, lançada conjuntamente pela Eletrobrás e pelo Inmetro.
A primeira busca certificar edifícios que atinjam certos níveis de desempenho ambiental e eficiência energética, para que estes tenham seus índices reconhecidos. Nesta certificação tudo é levado em conta. São analisados desde o consumo de água até a qualidade do ar respirado pelos seus moradores, passando pelas emissões de gases estufa durante a sua operação, a quantidade de material usada na sua construção ou simplesmente o conforto de seus habitantes.
De acordo com a pontuação atingida, o edifício é classificado como “certificado”, “prata”,“ouro” ou “platina”.
Já o programa do Inmetro terá uma cara muito familiar ao brasileiro. Através de uma etiqueta semelhante à já usada em eletrodomésticos, será avaliado o consumo energético em 3 áreas distintas do edifício: o seu envoltório, o sistema de iluminação e o de condicionamento de ar. Aqueles que obtiverem nota máxima em todos ganharão o selo Procel Edifica.
Atualmente aplicado apenas em prédios públicos, este programa deve ser estendido para o setor residencial ainda este ano.
Devido ao alto consumo energético dos edifícios, melhorar o seu desempenho ambiental pode ser considerado como uma das estratégias-chave no combate às mudanças.
Jornal João de Barro, 20/08/10 [adapt].

Segundo o texto,
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Construção Civil e o Meio Ambiente - II
Por Gustavo van Deursen

Como visto no último mês, os impactos ambientais decorrentes das atividades da construção civil não são poucos. Felizmente, as soluções atualmente existentes são igualmente numerosas.
A primeira, e talvez uma das mais importantes, é a reciclagem e a reutilização dos materiais utilizados. Existem muitas maneiras de se reaproveitar diversos resíduos gerados, sendo a sua incorporação nos agregados naturais da obra a mais comum.
Além de evitar a extração de mais recursos naturais (areia, argila e pedra) e economizar espaço nos já saturados aterros sanitários estes processos quase sempre são mais vantajosos energeticamente: a produção de aço a partir de sua sucata reciclada consome 30% menos energia e 90% menos matérias-prima do que o processo convencional. Naturalmente, esta economia de recursos certamente é refletida em menores emissões de CO2 e menor contribuição ao aquecimento global.
Porém, os esforços em prol da sustentabilidade devem continuar mesmo após o término da obra. Neste sentido, duas iniciativas chamam a atenção, a certificação internacional LEED – Leadership in Environmental and Energy Design, e a Etiqueta de Eficiência Energética em Edificações, lançada conjuntamente pela Eletrobrás e pelo Inmetro.
A primeira busca certificar edifícios que atinjam certos níveis de desempenho ambiental e eficiência energética, para que estes tenham seus índices reconhecidos. Nesta certificação tudo é levado em conta. São analisados desde o consumo de água até a qualidade do ar respirado pelos seus moradores, passando pelas emissões de gases estufa durante a sua operação, a quantidade de material usada na sua construção ou simplesmente o conforto de seus habitantes.
De acordo com a pontuação atingida, o edifício é classificado como “certificado”, “prata”,“ouro” ou “platina”.
Já o programa do Inmetro terá uma cara muito familiar ao brasileiro. Através de uma etiqueta semelhante à já usada em eletrodomésticos, será avaliado o consumo energético em 3 áreas distintas do edifício: o seu envoltório, o sistema de iluminação e o de condicionamento de ar. Aqueles que obtiverem nota máxima em todos ganharão o selo Procel Edifica.
Atualmente aplicado apenas em prédios públicos, este programa deve ser estendido para o setor residencial ainda este ano.
Devido ao alto consumo energético dos edifícios, melhorar o seu desempenho ambiental pode ser considerado como uma das estratégias-chave no combate às mudanças.
Jornal João de Barro, 20/08/10 [adapt].

Talvez expressa uma ideia de
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A durabilidade das estruturas de concreto requer cooperação e esforços coordenados de todos os envolvidos nos processos de projeto, construção e utilização.
Das afirmações abaixo,
I) A durabilidade das estruturas é altamente dependente das características do concreto e da espessura e qualidade do concreto do cobrimento da armadura.
II) A resistência à compressão do concreto pode ser adotada como um requisito visando à durabilidade, sendo comprovada pelo ensaio de compressão de corpos-de-prova cilíndricos, na idade de referência de 28 dias.
III) As superfícies expostas que necessitem ser horizontais, tais como coberturas, pátios, garagens, estacionamentos e outras, devem ser convenientemente drenadas, com disposição de ralos e condutores.
IV) A despassivação por elevado teor de íon cloro é um dos mecanismos preponderantes de deterioração relativos à armadura; por este motivo não é permitido o uso de aditivos contendo cloreto na sua composição em estruturas de concreto armado.
estão corretas
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