Foram encontradas 40 questões.
Leia o texto abaixo para responder a questão.
SABE POR QUE A LAGARTIXA NÃO CAI DA PAREDE? NÃO É VENTOSA
As lagartixas existem há milhões de anos na Terra, mas foi só em 1960 que os cientistas finalmente descobriram como esses pequenos répteis parentes dos lagartos conseguem desafiar a gravidade e andar pelas paredes e teto sem cair.
Antes, acreditava-se que essa habilidade estava relacionada à existência de pequenas ventosas nas patas da lagartixa que as "colavam" na parede. No entanto, a hipótese foi descartada porque o réptil também andava em superfícies onde as ventosas não teriam aderência, como em locais molhados ou muito lisos ou no vácuo.
Em 1960, um cientista alemão chamado Uwe Hiller sugeriu que essa habilidade estava relacionada a um tipo de força de atração e repulsão entre as moléculas da pata da lagartixa e as da parede. Essa força é conhecida na Física como força intermolecular de Van der Waals.
Na prática, funciona assim: as patas das lagartixas têm milhões de pequenos pelos, chamados de setae -- uma espécie de cerda queratinosa minúscula com terminação pontiaguda microscópica. Quando a lagartixa dá um passo, há um deslocamento de elétrons entre os átomos da pata da lagartixa e os átomos da superfície parede, gerando uma força de atração intermolecular que a mantém grudada na vertical.
Esta força de adesão da lagartixa é a seco. Se fosse uma adesão úmida, com substâncias mucosas ou oleosas criando uma "cola" e agindo pela pressão negativa (o vácuo), ela não conseguiria andar em superfícies molhadas e muito lisas.
Recentemente, também descobriram que, além dos dedos grandes com muitas cerdas, as lagartixas também "endurecem" o corpo de forma geral ao andar, o que aumenta as forças de Van der Waals.
Mas não pense que todo mundo acreditou na explicação dada por Hiller lá em 1960. Foi só quarenta anos depois que uma equipe de cientistas conseguiu provar que o fato de as lagartixas conseguirem andar pelas paredes sem cair estava mesmo relacionado às forças intermoleculares.
Curiosidade
Outro fato interessante sobre as lagartixas é que, diante do perigo, elas perdem parte da cauda em um processo chamado de autotomia. Enquanto o rabo continua movimentando-se involuntariamente, chamando a atenção do predador, a lagartixa consegue fugir. A espécie tem pontos pré-determinados de quebra da cauda, sempre começando por partes mais distantes do corpo.
A cauda tem capacidade de se regenerar em até três semanas. A única diferença é que ela não terá mais vértebras em seu interior, mas cartilagem (como a das nossas orelhas).
Fontes: Marcelo Fernandes, paleontólogo da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), e Renato Gregorin, professor do departamento de Biologia da UFLA (Universidade Federal de Lavras).
Com base no texto Sabe por que a lagartixa não cai da parede? Não é ventosa, considere as afirmações.
I) O modo de agir das lagartixas é conhecido há milhões de anos.
II) A capacidade que as lagartixas têm de andar por paredes e tetos deve-se a um tipo de força existente entre suas patas e essas superfícies.
III) As lagartixas são dotadas da capacidade de mutilação reflexa, que usam como forma de defesa.
IV) As lagartixas que já utilizaram o recurso da autotomia são idênticas àquelas que nunca se sentiram ameaçadas e que, portanto, não deixaram parte de suas caudas pelo caminho.
Estão corretas
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O timpanismo ruminal ou meterorismo é a distensão anormal do rúmen e retículo causada por excessiva retenção de gases de fermentação ou na forma persistente de espuma misturada com o conteúdo ou de gás livre. Em relação ao timpanismo, considere as afirmativas.
I) O cloroplasto liberado pela ruptura das células das leguminosas é rapidamente colonizado pela microflora ruminal, sendo as bolhas de gás capturadas formando espuma.
II) A obstrução física da eructação por obstrução esofágica causada por corpos estranhos, estenose ou aumento da pressão fora do esôfago, como nos casos de leucose, são causas de timpanismo gasoso.
III) Os timpanismos, espumoso e gasoso, causam pesadas perdas econômicas por mortes de um grande número de animais e significativas perdas de produção.
IV) A passagem de sonda ruminal nos casos de timpanismo espumoso eliminará de início uma pequena quantidade de gás antes que a espuma bloqueie a ponta da sonda. No timpanismo gasoso, a passagem de sonda resulta na saída de grande quantidade de gás.
Estão corretas
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Mensurar a frequência cardíaca, registrar e avaliar o ritmo cardíaco e registrar as arritmias cardíacas quando presentes, verificar se toda onda P é seguida de um complexo QRS, analisar as ondas P e T e o complexo QRS, monitorar o ritmo e os batimentos cardíacos em animais submetidos à anestesia, estudar a influência do treinamento e exercício a que o animal é submetido sobre os batimentos cardíacos e o desempenho do animal atleta. Em equinos, essas são as principais indicações para realizar um/a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo para responder a questão.
NÃO SUBESTIME A INTELIGÊNCIA DOS POMBOS
Quanto mais se estuda a inteligência dos animais, mais se comprova que a distância que separa os humanos de outras espécies da escala zoológica é menor do que se imagina. Ainda assim, supõe-se que há uma hierarquia, e nessa escala os primatas são mais inteligentes que as aves, que por sua vez são mais espertas que os anfíbios, e assim por diante. Mas essa suposição nem sempre é verdadeira, como mostrou o psicólogo Ed Wasserman, da Universidade de Iowa, na última reunião da Associação Americana para o Avanço da Ciencia (AAAS). Wasserman apresentou pesquisas comprovando que algumas habilidades cognitivas complexas – que se acreditava serem exclusivas dos seres humanos, ou no máximo de macacos antropoides como chimpanzés e gorilas – são encontradas tanto em babuínos como em pombos. Uma delas é a capacidade de reconhecer itens similares, mas não idênticos, e moedas de diferente valor. Os pombos e os babuínos foram muito bem-sucedidos na tarefa. Em outro teste, ambos tiveram de apontar semelhanças entre diferentes séries de imagens computadorizadas. O babuíno usou um joystick, e o pombo, a própria pata, indicando suas respostas em uma tela sensível ao toque. Os resultados de ambos foram praticamente os mesmos.
Revista Mentecérebro – Especial Animal, nº 39, set/out 2013, p. 18.
O uso do verbo supor (supõe-se) confere à ideia de hierarquia um caráter
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre as doenças do sistema nervoso, é CORRETO afirmar:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A podridão de casco infecciosa é uma doença contagiosa grave de ovinos, menos prevalente em caprinos, que causa perdas econômicas significativas em função da perda de peso, baixo peso da lã, dos custos com mão-de-obra e com o tratamento e do descarte prematuro. Em relação à podridão dos cascos, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre as doenças do sistema respiratório em grandes animais, é CORRETO afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo para responder a questão.
SABE POR QUE A LAGARTIXA NÃO CAI DA PAREDE? NÃO É VENTOSA
As lagartixas existem há milhões de anos na Terra, mas foi só em 1960 que os cientistas finalmente descobriram como esses pequenos répteis parentes dos lagartos conseguem desafiar a gravidade e andar pelas paredes e teto sem cair.
Antes, acreditava-se que essa habilidade estava relacionada à existência de pequenas ventosas nas patas da lagartixa que as "colavam" na parede. No entanto, a hipótese foi descartada porque o réptil também andava em superfícies onde as ventosas não teriam aderência, como em locais molhados ou muito lisos ou no vácuo.
Em 1960, um cientista alemão chamado Uwe Hiller sugeriu que essa habilidade estava relacionada a um tipo de força de atração e repulsão entre as moléculas da pata da lagartixa e as da parede. Essa força é conhecida na Física como força intermolecular de Van der Waals.
Na prática, funciona assim: as patas das lagartixas têm milhões de pequenos pelos, chamados de setae -- uma espécie de cerda queratinosa minúscula com terminação pontiaguda microscópica. Quando a lagartixa dá um passo, há um deslocamento de elétrons entre os átomos da pata da lagartixa e os átomos da superfície parede, gerando uma força de atração intermolecular que a mantém grudada na vertical.
Esta força de adesão da lagartixa é a seco. Se fosse uma adesão úmida, com substâncias mucosas ou oleosas criando uma "cola" e agindo pela pressão negativa (o vácuo), ela não conseguiria andar em superfícies molhadas e muito lisas.
Recentemente, também descobriram que, além dos dedos grandes com muitas cerdas, as lagartixas também "endurecem" o corpo de forma geral ao andar, o que aumenta as forças de Van der Waals.
Mas não pense que todo mundo acreditou na explicação dada por Hiller lá em 1960. Foi só quarenta anos depois que uma equipe de cientistas conseguiu provar que o fato de as lagartixas conseguirem andar pelas paredes sem cair estava mesmo relacionado às forças intermoleculares.
Curiosidade
Outro fato interessante sobre as lagartixas é que, diante do perigo, elas perdem parte da cauda em um processo chamado de autotomia. Enquanto o rabo continua movimentando-se involuntariamente, chamando a atenção do predador, a lagartixa consegue fugir. A espécie tem pontos pré-determinados de quebra da cauda, sempre começando por partes mais distantes do corpo.
A cauda tem capacidade de se regenerar em até três semanas. A única diferença é que ela não terá mais vértebras em seu interior, mas cartilagem (como a das nossas orelhas).
Fontes: Marcelo Fernandes, paleontólogo da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), e Renato Gregorin, professor do departamento de Biologia da UFLA (Universidade Federal de Lavras).
No início do quarto parágrafo, a frase Na prática, funciona assim: indica que o autor pretende inserir no texto uma
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A diarreia em animais de produção recém nascidos, principalmente bezerros com idade inferior a 30 dias, é uma das doenças complexas mais comuns que o clínico de grandes animais encontra na prática. Entre os principais fatores de risco da diarreia em bezerros está a imunidade colostral. A concentração de imunoglobulinas no colostro
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container