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Foram encontradas 40 questões.

2196724 Ano: 2021
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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De acordo com a Lei Nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, que regula o acesso a informações e dá outras providências, no que tange a classificação da Informação quanto ao Grau e Prazos de Sigilo, são consideradas imprescindíveis à segurança da sociedade ou do Estado e, portanto, passíveis de classificação, as informações cuja divulgação ou acesso irrestrito possam

 

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2196723 Ano: 2021
Disciplina: Farmácia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Mulher, 40 anos, há 2 anos foi diagnosticada com tireoidite crônica (doença de Hashimoto) e, desde então, tem acompanhamento médico.

Baseado nos últimos resultados dos exames clínicos foi prescrito novo tratamento medicamentoso.

Paciente vai à farmácia com a prescrição, juntamente com os resultados de seus exames.

Prescrição: Levotiroxina sódica 25 !$ \mu g !$ (1 comprimido ao dia, administrar meia a uma hora antes do café da manhã por 15 dias).

Exames laboratóriais: Hormônio tireoestimulante (TSH) = 20,2 !$ \mu !$UI/mL (0,30 e 4,00 !$ \mu !$UI/mL); Triiodotironina livre (T3) = 1,2 pg/mL (2,42 a 4,36 pg/mL); Tiroxina livre (T4) = 0,5 ng/dL (0,90 a 1,80 ng/dL).

É necessário o farmacêutico saber a correlação entre o problema de saúde e o medicamento prescrito. Sendo assim, analise as mudanças na glândula tireoide e nos hormônios envolvidos em sua função, causadas pelo medicamento prescrito.

|) Aumento da absorção de íons iodetos do sangue pelas células foliculares da tireoide.

II) T3, que é produzido pelo metabolismo gradual do medicamento prescrito, suplementa continuamente a função da glândula tireoide.

III) A concentração de TSH no sangue é reduzida.

IV) A concentração de hormônio liberador do hormônio estimulante da tireoide (TRH) no sangue aumenta.

Estão corretas,

 

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2196718 Ano: 2021
Disciplina: Farmácia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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O ambulatório da cardiologia do Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas é constituído por uma equipe multiprofissional de saúde. Um dos usuários do ambulatório é o Sr. Paulo de 72 anos, diagnosticado com hipertensão arterial e asma, sendo esse último problema ocultado pelo paciente, ou seja, a equipe desconhecia o diagnóstico da asma. Por ser um paciente com dificuldade de adesão ao tratamento farmacológico, o médico encaminha-o para consulta com farmacêutico. Após três meses de acompanhamento com o farmacêutico, a pressão arterial (PA) do paciente continua aumentando progressivamente e, esta manhã, foi registrada uma PA de 180/105 mmHg.

Após verificar os dados do acompanhamento farmacêutico, o médico decidiu prescrever, além de um diurético tiazídico, um antagonista dos !$ \beta !$-receptores. Enquanto o médico tenta escolher entre o atenolol e o propranolol para o Sr. Paulo, o farmacêutico começa a considerar alguns fatos relacionados a esses antagonistas dos !$ \beta !$-receptores e lembra-se que, em algumas consultas, Sr. Paulo queixou-se de falta de ar.

Como farmacêutico com relação ao antagonista dos !$ \beta !$-receptores, o que seria sugerido ao médico?

 

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2196713 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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LER DEVAGAR

Para aprender a ler é preciso ler bem devagar, e em seguida é preciso ler bem devagar e, sempre, até o último livro que terá a honra de ser lido por você, será preciso ler bem devagar. É preciso ler devagar um livro tanto para desfrutar dele quanto para se instruir ou para criticá-lo. Flaubert dizia: “Ah! Esses homens do século XVII! Como sabiam latim! Como liam devagar!”. Mesmo sem a intenção de escrever você mesmo, é preciso ler com lentidão o que quer que seja, sempre se perguntando se compreendeu corretamente e se a ideia com que acabou de se deparar é a do autor e não a sua. “É isso mesmo?” deve ser a pergunta contínua que o leitor faz a si mesmo.

Os filólogos têm uma mania um pouco divertida, mas que parte do melhor sentimento do mundo e que devemos ter e conservar como princípio, como raiz. Eles se perguntam sempre: “É este mesmo o texto? Não seria ergo em lugar de ego, e ex templo em lugar de extemplo? Isso faria diferença”. Essa mania lhes surgiu de um hábito excelente, que é o de ler devagar, que é o de desconfiar do primeiro sentido que se vê nas coisas, que é o de não se abandonar, que é o de não sermos preguiçosos ao ler. Dizem que, no texto de Pascal sobre o ácaro, ao ver o manuscrito, Cousin leu: “nos contornos dessa síntese de abismo”. E como ele o admirou! Como o admirou! Estava escrito: “nos contornos dessa síntese de átomo” o que faz sentido. Cousin, levado por seu entusiasmo romântico, não se perguntou se “síntese de abismo” também fazia. É preciso não ter preguiça ao ler, mesmo uma preguiça lírica.

Nem precipitação. A precipitação não passa, aliás, de uma forma de preguiça. Nossos pais diziam: “Ler com os dedos”. Isso queria dizer folhear de tal modo que, feitas as contas, os dedos tinham mais trabalho do que os olhos. “O sr. Beyle lia muito com os dedos, o que quer dizer que ele percorria muito mais do que lia, e deparava sempre com o lugar essencial e curioso do livro”. É preciso não pensar muito mal desse método que é o dos homens que são, como Beyle, colecionadores de ideias. Ocorre apenas que esse método tira todo o prazer da leitura e o substitui pelo da caça. Se você quer ser um leitor diletante e não um caçador, seu método precisa ser exatamente o oposto. De forma alguma deve ler com os dedos, nem ler na diagonal, como também se diz de modo bastante pitoresco. Deve ler com um espírito atento e bastante desconfiado de sua primeira impressão.

Você me dirá que há livros que não podem ser lidos devagar, que não suportam a leitura lenta. E os há, de fato, mas esses são os livros que não é preciso ler em absoluto. Primeira consequência benéfica da leitura lenta: ela faz a separação, desde o início, entre o livro que se deve ler e o livro que só foi feito para não ser lido.

Ler devagar é o primeiro princípio, e se aplica a toda e qualquer leitura. É como a essência da arte de ler. Há outras? Sim, mas nenhuma se aplica a todos os livros sem distinção. Além de “ler devagar” não há uma arte de ler; há artes de ler, e muito diferentes conforme as diferentes obras. São essas artes de ler que tentaremos sucessivamente destrinchar.

(FAGUET, Émile. A arte de ler. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2009.)

A alternativa que apresenta um conjunto de palavras acentuadas graficamente pela mesma regra que o vocábulo início é:

 

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2196711 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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LER DEVAGAR

Para aprender a ler é preciso ler bem devagar, e em seguida é preciso ler bem devagar e, sempre, até o último livro que terá a honra de ser lido por você, será preciso ler bem devagar. É preciso ler devagar um livro tanto para desfrutar dele quanto para se instruir ou para criticá-lo. Flaubert dizia: “Ah! Esses homens do século XVII! Como sabiam latim! Como liam devagar!”. Mesmo sem a intenção de escrever você mesmo, é preciso ler com lentidão o que quer que seja, sempre se perguntando se compreendeu corretamente e se a ideia com que acabou de se deparar é a do autor e não a sua. “É isso mesmo?” deve ser a pergunta contínua que o leitor faz a si mesmo.

Os filólogos têm uma mania um pouco divertida, mas que parte do melhor sentimento do mundo e que devemos ter e conservar como princípio, como raiz. Eles se perguntam sempre: “É este mesmo o texto? Não seria ergo em lugar de ego, e ex templo em lugar de extemplo? Isso faria diferença”. Essa mania lhes surgiu de um hábito excelente, que é o de ler devagar, que é o de desconfiar do primeiro sentido que se vê nas coisas, que é o de não se abandonar, que é o de não sermos preguiçosos ao ler. Dizem que, no texto de Pascal sobre o ácaro, ao ver o manuscrito, Cousin leu: “nos contornos dessa síntese de abismo”. E como ele o admirou! Como o admirou! Estava escrito: “nos contornos dessa síntese de átomo” o que faz sentido. Cousin, levado por seu entusiasmo romântico, não se perguntou se “síntese de abismo” também fazia. É preciso não ter preguiça ao ler, mesmo uma preguiça lírica.

Nem precipitação. A precipitação não passa, aliás, de uma forma de preguiça. Nossos pais diziam: “Ler com os dedos”. Isso queria dizer folhear de tal modo que, feitas as contas, os dedos tinham mais trabalho do que os olhos. “O sr. Beyle lia muito com os dedos, o que quer dizer que ele percorria muito mais do que lia, e deparava sempre com o lugar essencial e curioso do livro”. É preciso não pensar muito mal desse método que é o dos homens que são, como Beyle, colecionadores de ideias. Ocorre apenas que esse método tira todo o prazer da leitura e o substitui pelo da caça. Se você quer ser um leitor diletante e não um caçador, seu método precisa ser exatamente o oposto. De forma alguma deve ler com os dedos, nem ler na diagonal, como também se diz de modo bastante pitoresco. Deve ler com um espírito atento e bastante desconfiado de sua primeira impressão.

Você me dirá que há livros que não podem ser lidos devagar, que não suportam a leitura lenta. E os há, de fato, mas esses são os livros que não é preciso ler em absoluto. Primeira consequência benéfica da leitura lenta: ela faz a separação, desde o início, entre o livro que se deve ler e o livro que só foi feito para não ser lido.

Ler devagar é o primeiro princípio, e se aplica a toda e qualquer leitura. É como a essência da arte de ler. Há outras? Sim, mas nenhuma se aplica a todos os livros sem distinção. Além de “ler devagar” não há uma arte de ler; há artes de ler, e muito diferentes conforme as diferentes obras. São essas artes de ler que tentaremos sucessivamente destrinchar.

(FAGUET, Émile. A arte de ler. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2009.)

Considerando-se o uso das aspas nos trechos sublinhados nos parágrafos do texto, é correto afirmar que os referidos sinais de pontuação foram usados para

 

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2196708 Ano: 2021
Disciplina: Administração Pública
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Segundo o Decreto Nº 9.991, de 28 de agosto de 2019, que dispõe sobre a Política Nacional de Desenvolvimento de Pessoas da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, cada órgão e entidade integrante do SIPEC elaborará anualmente o respectivo PDP, que vigorará no exercício seguinte, a partir do levantamento das necessidades de desenvolvimento relacionadas à consecução dos objetivos institucionais.

O PDP deverá entre outros aspectos:

|) Estabelecer objetivos e metas institucionais como referência para o planejamento das ações de desenvolvimento.

II) Nortear o planejamento das ações de desenvolvimento de acordo com os princípios da economicidade e da eficiência e alinhamento político.

III) Ofertar ações de desenvolvimento de maneira exclusiva para cada servidor.

IV) Acompanhar o desenvolvimento do servidor durante sua vida funcional.

Está(ã) correta(s),

 

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2196705 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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[...] Winston tinha a sensação de estar vagando pelas florestas do fundo do mar, perdido num mundo monstruoso em que o monstro era ele próprio. Estava sozinho. O passado estava morto, o futuro era inimaginável. Que certeza podia ter de que naquele momento uma criatura humana, uma que fosse, estivesse do lado dele? E como saber se o domínio do Partido não seria para sempre? À guisa de resposta, vieram-lhe à cabeça os três slogans estampados na fachada branca do Ministério da Verdade:

GUERRA É PAZ

LIBERDADE É ESCRAVIDÃO

IGNORÂNCIA É FORÇA

Tirou do bolso uma moeda de vinte e cinco centavos. Ali também, em letras minúsculas e precisas, estavam inscritos os mesmos slogans, e do outro lado da moeda via-se a cabeça do Grande Irmão. Até na moeda os olhos perseguiam a pessoa. Nas moedas, nos selos, nas capas dos livros, em bandeiras, em cartazes e nas embalagens dos maços de cigarro — em toda parte. Sempre aqueles olhos observando a pessoa e a voz a envolvê-la. Dormindo ou acordada, trabalhando ou comendo, dentro ou fora de casa, no banho ou na cama — não havia saída. Com exceção dos poucos centímetros que cada um possuía dentro do crânio, ninguém tinha nada de seu.

Considerando-se as possíveis conclusões que emergem a partir da leitura e compreensão do texto escrito por Orwell, evidencia-se incoerente a ideia expressa em:

 

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2196702 Ano: 2021
Disciplina: Farmácia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Você foi aprovado no concurso para Farmacêutico, na cidade de Pelotas. O seu primeiro grande desafio será reorganizar toda a logística do ciclo da assistência farmacêutica. Além dessa reorganização, você também precisará capacitar os funcionários que há muito tempo não são treinados.

Para iniciar essa capacitação de maneira mais interativa, a primeira etapa da atividade é considerar as afirmativas a seguir como (V) para verdadeiras e (F) para falsas.

( ) A programação é constituída por algumas etapas, entre elas: análise do perfil epidemiológico da comunidade, avaliação dos dados epidemiológicos e elaboração de planilha de custos.

( ) A única etapa que é considerada do eixo logístico é a seleção de medicamentos, já que as demais atividades são programadas a partir dos medicamentos selecionados.

( ) A falta de alguns medicamentos e o excesso de outros são alguns exemplos das consequências de um processo de armazenamento ineficiente.

( ) Sendo um ato privativo do farmacêutico, a distribuição consiste no suprimento de medicamentos às unidades de saúde, garantindo a quantidade solicitada, a qualidade e a rapidez na entrega.

( ) Na dispensação de medicamentos, atividade técnico-logística, o farmacêutico é responsável por prover o uso racional de medicamentos, contando com a colaboração do marketing da indústria farmacêutica.

A sequência correta, de preenchimento das lacunas, é:

 

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2196697 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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LER DEVAGAR

Para aprender a ler é preciso ler bem devagar, e em seguida é preciso ler bem devagar e, sempre, até o último livro que terá a honra de ser lido por você, será preciso ler bem devagar. É preciso ler devagar um livro tanto para desfrutar dele quanto para se instruir ou para criticá-lo. Flaubert dizia: “Ah! Esses homens do século XVII! Como sabiam latim! Como liam devagar!”. Mesmo sem a intenção de escrever você mesmo, é preciso ler com lentidão o que quer que seja, sempre se perguntando se compreendeu corretamente e se a ideia com que acabou de se deparar é a do autor e não a sua. “É isso mesmo?” deve ser a pergunta contínua que o leitor faz a si mesmo.

Os filólogos têm uma mania um pouco divertida, mas que parte do melhor sentimento do mundo e que devemos ter e conservar como princípio, como raiz. Eles se perguntam sempre: “É este mesmo o texto? Não seria ergo em lugar de ego, e ex templo em lugar de extemplo? Isso faria diferença”. Essa mania lhes surgiu de um hábito excelente, que é o de ler devagar, que é o de desconfiar do primeiro sentido que se vê nas coisas, que é o de não se abandonar, que é o de não sermos preguiçosos ao ler. Dizem que, no texto de Pascal sobre o ácaro, ao ver o manuscrito, Cousin leu: “nos contornos dessa síntese de abismo”. E como ele o admirou! Como o admirou! Estava escrito: “nos contornos dessa síntese de átomo” o que faz sentido. Cousin, levado por seu entusiasmo romântico, não se perguntou se “síntese de abismo” também fazia. É preciso não ter preguiça ao ler, mesmo uma preguiça lírica.

Nem precipitação. A precipitação não passa, aliás, de uma forma de preguiça. Nossos pais diziam: “Ler com os dedos”. Isso queria dizer folhear de tal modo que, feitas as contas, os dedos tinham mais trabalho do que os olhos. “O sr. Beyle lia muito com os dedos, o que quer dizer que ele percorria muito mais do que lia, e deparava sempre com o lugar essencial e curioso do livro”. É preciso não pensar muito mal desse método que é o dos homens que são, como Beyle, colecionadores de ideias. Ocorre apenas que esse método tira todo o prazer da leitura e o substitui pelo da caça. Se você quer ser um leitor diletante e não um caçador, seu método precisa ser exatamente o oposto. De forma alguma deve ler com os dedos, nem ler na diagonal, como também se diz de modo bastante pitoresco. Deve ler com um espírito atento e bastante desconfiado de sua primeira impressão.

Você me dirá que há livros que não podem ser lidos devagar, que não suportam a leitura lenta. E os há, de fato, mas esses são os livros que não é preciso ler em absoluto. Primeira consequência benéfica da leitura lenta: ela faz a separação, desde o início, entre o livro que se deve ler e o livro que só foi feito para não ser lido.

Ler devagar é o primeiro princípio, e se aplica a toda e qualquer leitura. É como a essência da arte de ler. Há outras? Sim, mas nenhuma se aplica a todos os livros sem distinção. Além de “ler devagar” não há uma arte de ler; há artes de ler, e muito diferentes conforme as diferentes obras. São essas artes de ler que tentaremos sucessivamente destrinchar.

(FAGUET, Émile. A arte de ler. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2009.)

A partir da leitura do texto, é possível afirmar que sua Ideia central é:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2196693 Ano: 2021
Disciplina: Farmácia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Paciente, sexo feminino, 23 anos, vai ao médico e relata perda de peso, insônia, ansiedade e tristeza. Após avaliação médica, a paciente é diagnosticada com depressão, grau leve.

Como tratamento farmacológico, é prescrito:

- Diazepam 10 mg, 1 comprimido ao dia, à noite;

- Cloridrato de Amitriptilina 25 mg, 1 comprimido de 12/12 horas.

Após 15 dias de adesão ao tratamento farmacológico, ela retorna ao consultório sem nenhuma melhora clínica. Médico decide então substituir o Cloridrato de Amitriptilina pelo Cloridrato de Fluoxetina (10 mg, 1 comprimido de 12/12 horas).

Sobre os medicamentos utilizados pela paciente, é correto afirmar:

 

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