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1823686 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um cão da raça Labrador com 3 anos de idade, chegou ao hospital veterinário com história de apatia, hiporexia, emagrecimento progressivo e lesões pruriginosas e exsudativas com alopecia.
HEMOGRAMA
Eritrograma Paciente Valores de Referência
Hemácias !$ (×10^6/μL) !$ 5,0 5,5 – 8,5
Hb (g/dL) 11,0 12,0 – 18,0
VG (%) 34 37 – 55
VCM (fL) 68 60 – 77
CHCM (g/dL) 32 32 – 36
IIC (unidade) 2 2 - 5
PTP (g/dL) 12 6,0 – 8,0
Citologia: presença de rouleaux.
Leucograma Paciente Valores de Referência
Leucócitos (μL) 34.200 6.000 – 17.000
Bastonetes (μL) 900 0 – 300
Neutrófilos (μL) 19.800 3.000 – 11.500
Linfócitos (μL) 4.500 1.000 – 4.800
Eosinófilos (μL) 3.600 100 – 1.250
Basófilos (μL) 0 Raro
Monócitos (μL) 5.400 150 – 1.350
Citologia: monócitos ativados
URINÁLISE
Exame Físico Exame Químico Exame do Sedimento
Cor: amarela pH: 6,0 Hemácias: 7 por cp/400x
Odor: sui generis Proteína: 3+ Leucócitos: 6 por cp/400x
Aspecto: disc. Turvo Glicose: negativo Células: 3 por cp/400x
Densidade: 1,020 Corpos Cetonicos: negativo Cilindros: granuloso
Bilirrubina: negativo Bactérias: raras
Urobilinogênio: normal Cristais: ausente
Sangue oculto: traços
EXAME BIOQUÍMICO (SÉRICO)
Exame Paciente Valores de Referência
Ureia mg/dL 50,2 42,8 – 64,2
Creatinina mg/dL 1,0 0,8 – 1,8
ALT U/L 200 21-102
Fosfatase alcalina U/L 90 20-156
Proteina total g/dL 10,1 5,4-7,1
Albumina g/dL 3,0 2,6-3,3
Globulina g/L 7,1 2,7-4,4
Levando em consideração a história e os sinais clínicos do paciente acima, o leucograma apresenta:
 

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1823659 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um cão da raça Labrador com 3 anos de idade, chegou ao hospital veterinário com história de apatia, hiporexia, emagrecimento progressivo e lesões pruriginosas e exsudativas com alopecia.
HEMOGRAMA
Eritrograma Paciente Valores de Referência
Hemácias !$ (×10^6/μL) !$ 5,0 5,5 – 8,5
Hb (g/dL) 11,0 12,0 – 18,0
VG (%) 34 37 – 55
VCM (fL) 68 60 – 77
CHCM (g/dL) 32 32 – 36
IIC (unidade) 2 2 - 5
PTP (g/dL) 12 6,0 – 8,0
Citologia: presença de rouleaux.
Leucograma Paciente Valores de Referência
Leucócitos (μL) 34.200 6.000 – 17.000
Bastonetes (μL) 900 0 – 300
Neutrófilos (μL) 19.800 3.000 – 11.500
Linfócitos (μL) 4.500 1.000 – 4.800
Eosinófilos (μL) 3.600 100 – 1.250
Basófilos (μL) 0 Raro
Monócitos (μL) 5.400 150 – 1.350
Citologia: monócitos ativados
URINÁLISE
Exame Físico Exame Químico Exame do Sedimento
Cor: amarela pH: 6,0 Hemácias: 7 por cp/400x
Odor: sui generis Proteína: 3+ Leucócitos: 6 por cp/400x
Aspecto: disc. Turvo Glicose: negativo Células: 3 por cp/400x
Densidade: 1,020 Corpos Cetonicos: negativo Cilindros: granuloso
Bilirrubina: negativo Bactérias: raras
Urobilinogênio: normal Cristais: ausente
Sangue oculto: traços
EXAME BIOQUÍMICO (SÉRICO)
Exame Paciente Valores de Referência
Ureia mg/dL 50,2 42,8 – 64,2
Creatinina mg/dL 1,0 0,8 – 1,8
ALT U/L 200 21-102
Fosfatase alcalina U/L 90 20-156
Proteina total g/dL 10,1 5,4-7,1
Albumina g/dL 3,0 2,6-3,3
Globulina g/L 7,1 2,7-4,4
A escolha do teste laboratorial objetivando a qualidade nos resultados dos exames deve ser um dos critérios importante a ser adotado. Baseado na perspectiva analítica do teste, ao avaliar e comparar os testes, quais propriedades devem apresentar como critérios de inclusão:
 

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1816929 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um cão da raça Labrador com 3 anos de idade, chegou ao hospital veterinário com história de apatia, hiporexia, emagrecimento progressivo e lesões pruriginosas e exsudativas com alopecia.
HEMOGRAMA
Eritrograma Paciente Valores de Referência
Hemácias !$ (×10^6/μL) !$ 5,0 5,5 – 8,5
Hb (g/dL) 11,0 12,0 – 18,0
VG (%) 34 37 – 55
VCM (fL) 68 60 – 77
CHCM (g/dL) 32 32 – 36
IIC (unidade) 2 2 - 5
PTP (g/dL) 12 6,0 – 8,0
Citologia: presença de rouleaux.
Leucograma Paciente Valores de Referência
Leucócitos (μL) 34.200 6.000 – 17.000
Bastonetes (μL) 900 0 – 300
Neutrófilos (μL) 19.800 3.000 – 11.500
Linfócitos (μL) 4.500 1.000 – 4.800
Eosinófilos (μL) 3.600 100 – 1.250
Basófilos (μL) 0 Raro
Monócitos (μL) 5.400 150 – 1.350
Citologia: monócitos ativados
URINÁLISE
Exame Físico Exame Químico Exame do Sedimento
Cor: amarela pH: 6,0 Hemácias: 7 por cp/400x
Odor: sui generis Proteína: 3+ Leucócitos: 6 por cp/400x
Aspecto: disc. Turvo Glicose: negativo Células: 3 por cp/400x
Densidade: 1,020 Corpos Cetonicos: negativo Cilindros: granuloso
Bilirrubina: negativo Bactérias: raras
Urobilinogênio: normal Cristais: ausente
Sangue oculto: traços
EXAME BIOQUÍMICO (SÉRICO)
Exame Paciente Valores de Referência
Ureia mg/dL 50,2 42,8 – 64,2
Creatinina mg/dL 1,0 0,8 – 1,8
ALT U/L 200 21-102
Fosfatase alcalina U/L 90 20-156
Proteina total g/dL 10,1 5,4-7,1
Albumina g/dL 3,0 2,6-3,3
Globulina g/L 7,1 2,7-4,4
As proteínas são cadeias polipeptídicas de aminoácidos presentes no plasma sanguíneo com uma ampla variedade de funções, podendo apresentar alguns distúrbios em nível de albumina e/ou globulinas, causando alterações na concentração total de proteína. Identifique a possível causa da hiperproteinemia do cão acima:
 

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1816901 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um cão, SRD, com 7 anos de idade apresentando dor na região cervical, letargia e episódios de ataxia há 10 dias. Vacinação realizada corretamente.
EXAME DE LÍQUOR
Exame Físico Exame Químico Citologia
Cor: Xantocrômica Proteína total: 100 mg/dL Predomínio de linfócitos (67%), seguido de macrófagos (26%) e neutrófilos segmentados (7%).
Aspecto: turvo CK: 16,5 UI/L
Densidade: 1,006 Teste de Pandy: 3+
Coagulação: não coagula Hemácias: 2.350/μL
Leucócitos: 139/μL
A coloração do líquor pode sofrer modificações de acordo com a patologia presente. A possível causa da coloração do líquor acima é(são):
 

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1816895 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um gato, SRD, 2 anos de idade com hiporexia há duas semanas e hematêmese há dois dias. Presença de hematúria há dois dias com urina normal no dia da consulta. Animal com história de desobstrução uretral há 20 dias, temperatura de 35ºC, TPC 3 segundos; mucosas ictéricas, estado nutricional obeso e nível de consciência deprimido.
Hemograma
Eritrograma Paciente Valores de Referência
Hemácias !$ (×10^6/μL) !$ 3,80 5,0 – 10,0
Hb (g/dL) 6,4 8,0 – 15,0
VG (%) 19 24 – 45
VCM (fL) 50,00 39 – 55
CHCM (g/dL) 33,68 30 - 36
PPT (g/dL) 6,2 6,0 – 8,0
Citologia: Presença de 120 metarrubrócitos em 100 leucócitos e discreta anisomacrocitose
Leucograma Paciente Valores de Referência
Leucócitos (μL) 2,0 5.500 – 19.500
Metamielócitos (μL) 0 0
Bastonetes (μL) 40 0 – 300
Segmentados (μL) 320 2.500 – 12.500
Linfócitos (μL) 820 1.500 – 7.000
Eosinófilos (μL) 500 0 – 1.500
Basófilos (μL) 0 Raro
Monócitos (μL) 320 0 – 850
Citologia: Nada digno de nota
Contagem diferencial realizada em 50 células; Valor total de Leucócitos corrigidos.
Exame Bioquímico
Exame Paciente Valores de Referência
Creatinina mg/dL 1,50 0,8 – 1,8
Albumina g/dL 1,70 2,1 - 3,3
FA U/L 22 25 - 93
GGT U/L 24,2 1,3 - 5,1
Dentre as células com maior atividade de GGT, as células epiteliais biliares são consideradas uma das com maior atividade. Em se tratando de um gato, a possível causa da alteração do GGT e mucosas ictéricas é:
 

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TEXTO I
Assim os algoritmos perpetuam a desigualdade social
Cathy O'Neil, autora de 'Armas de Destruição Matemática', afirma que já é tarde para nos preocuparmos com a disponibilidade de nossos dados, que agora é preciso perguntar o que as empresas fazem com eles.
Cathy O’Neil é uma matemática de cabelo azul que dedica todos os seus esforços a abrir os olhos das pessoas sobre os algoritmos que dominam o mundo. Desde os que indicam ao banco se você é apto ou não a receber uma hipoteca, até os que decidem quem merece uma vaga de trabalho. Um sistema que pode perpetuar as desigualdades existentes no mundo se não começarmos a ser críticos, defende a cientista. “Estamos dando poder a mecanismos sem nos perguntar se realmente funcionam, isso é uma falha como sociedade”, explica de Nova York ao outro lado do telefone.
O’Neil, em seu livro Armas de Destruição Matemática, mostra alguns exemplos para colocar essa teoria em termos reais. Viaja em algumas de suas páginas a Reading, uma pequena cidade da Pensilvânia (Estados Unidos) que em 2011 tinha um nível de pobreza superior a 41%, o mais alto de todo o país. Com um efetivo reduzido pela crise, o chefe de polícia investiu em um programa de predição de crimes chamado PredPol que funciona com big data. O aplicativo divide a cidade em quadrantes e determina em qual deles é mais possível que se cometa um crime baseando-se no registro histórico da polícia. No leque de dados estão desde crimes mais leves como perturbação da ordem pública (beber na rua, por exemplo), até homicídios.
Quanto maior for o número de agentes enviados aos pontos indicados pelo programa, mais prisões ocorrem e assim se entra em um círculo vicioso que enche as prisões de gente, em sua maioria, acusada de crimes menos graves. A maioria dos detidos é de negros e hispânicos. “O mapa da delinquência gerado desse modo traça na realidade um rastro de pobreza”, diz a autora. “Continuamos prendendo negros por coisas pelas quais não prendemos brancos, mas agora já não o dizemos abertamente e disfarçamos de ciência porque o fazemos com o PredPol. Continuamos com o ciclo, porque continuamos prendendo gente de um bairro e os dados nos dizem que precisamos voltar a esse bairro, dessa forma a injustiça policial continua”, afirma na entrevista.
Vários estudos já indicaram que estamos cedendo o controle a mecanismos automáticos que perpetuam a discriminação. Do algoritmo do Google que identificou um negro como um gorila em uma foto, até a máquina que relaciona estar na cozinha com uma mulher, ou o algoritmo do Facebook que mostrava anúncios de casas à venda somente a usuários brancos. “Os engenheiros pensam em termos de otimização dos recursos, o que é preciso é diversidade nas equipes que escrevem os algoritmos para que incluam pessoas que pensem nas violações dos direitos humanos e na forma como esses códigos irão afetar a sociedade: sociólogos, advogados, psicólogos...”, afirma.
A matemática afirma que já é tarde para se preocupar pelo fato de que nossos dados estejam disponíveis, que agora é preciso perguntar às empresas e gigantes tecnológicos o que estão fazendo com eles. “Não nos damos conta na maioria das vezes que nos analisam, especialmente na Internet. Quando somos conscientes de que recebemos uma pontuação de acordo com nossos dados, a primeira coisa que precisamos fazer é pedir explicações, que nos mostrem o processo pelo qual fomos qualificados, se é algo importante como uma hipoteca e um trabalho, até mesmo utilizando mecanismos legais. As vezes em que não percebemos, são os Governos europeus e o dos Estados Unidos que precisam estabelecer normas que indiquem que a cada vez que recebemos essa pontuação precisamos saber”, diz O’Neil.
O’Neil apagou sua conta do Facebook há um ano (e a do Twitter também não está disponível há algumas semanas), logo depois das eleições vencidas por Donald Trump e que agora estão sendo investigadas pelo uso dos dados de milhões de usuários do Facebook. O escândalo levou seu criador, Mark Zuckerberg, a dar explicações no Senado dos Estados Unidos. “É preciso obrigar empresas como o Facebook a explicar o que estão conseguindo com produtos, em vez de assumir que estão fazendo o melhor. Já temos a suspeita de que o Facebook ajudou a divulgar notícias falsas, a influenciar o resultado de votações, a fazer com que as pessoas acreditassem em teorias da conspiração. Por que não temos as provas reais, por que não as mostram?”, pergunta a especialista.
O que acontece nos países menos desenvolvidos? São mais vulneráveis? “Lamentavelmente não acho que têm a oportunidade de tomar o controle porque as empresas norte-americanas e chinesas estabelecerão suas regras mais rápido do que as próprias pessoas”. Os dados variam, mas a Africa 2.0 International Foundation dizia em uma conversa há um ano que no continente africano existem 800 milhões de terminais, quando há 50 anos só existiam 40.000 telefones. Esses dispositivos, com Internet ou sem, já são uma fonte inesgotável de dados às empresas.
A matemática se mostra otimista, porque pelo menos os algoritmos fazem parte do debate atual, e não se cansa de alertar sobre a confiança cega no big data: “Se você só usa dados do passado, está condenado a repeti-lo. É preciso se perguntar aonde você quer chegar, em vez de se limitar a analisar de onde você vem. Se estivéssemos orgulhosos de nosso sistema, poderíamos querer usar esses dados para manter tudo igual, mas não é o caso”.
PEIRÓ, Patrícia. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/04/12/tecnologia/1523546166_758362.html?%3Fid_externo_rsoc=FB_BR_CM&fbclid=IwAR1vUSeLMXpeiPJgtISOITMEQnfN2fbvPPm7mm02i9SCz3UwBh3onctnHBU (Acesso em 14/06/2019).
O trecho “Vários estudos já indicaram que estamos cedendo o controle a mecanismos automáticos que perpetuam a discriminação”, quando reescrito, apresenta alteração de sentido em:
 

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1740250 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um cão da raça Cocker spaniel inglês com 4 anos, chegou ao hospital veterinário com apatia, anorexia, emagrecimento, polidipsia e polaquiúria, dispneia, cansaço fácil, espirros, dificuldade de deglutição e apreensão e presença de ectoparasitas. Os achados do exame físico foram: mucosas pálidas; deslocamento cranial da mandíbula, impedindo o fechamento da boca; e instabilidade na região da mandíbula, com sensibilidade e crepitação à palpação. Ao exame radiográfico a mandíbula estava descalcificada.
HEMOGRAMA
Eritrograma Paciente Valores de Referência
Hemácias !$ (×10^6/μL) !$ 1,60 5,5 – 8,5
Hb (g/dL) 4,0 12,0 – 18,0
VG (%) 12 37 – 55
VCM (fL) 75 60 – 77
CHCM (g/dL) 33,33 32 – 36
IIC (unidade) 02 2 - 5
PTP (g/dL) 7,5 6,0 – 8,0
Citologia: Nada digno de nota
Plaquetas (μL) 100.000 150.000 – 500.000
Leucograma Paciente Valores de Referência
Leucócitos (μL) 9.300 6.000 – 17.000
Bastonetes (μL) 0 0 – 300
Neutrófilos (μL) 7.068 3.000 – 11.500
Linfócitos (μL) 744 1.000 – 4.800
Eosinófilos (μL) 558 100 – 1.250
Basófilos (μL) 0 Raro
Monócitos (μL)10 930 150 – 1.350
Citologia: Presença de discreta basofilia citoplasmática de neutrófilos e Corpúsculo de Döhle.
URINÁLISE
Exame Físico Exame Químico Exame do Sedimento
Cor: amarela palha pH: 6,5 Hemácias: raras
Odor: sui generis Proteína: 1+ Leucócitos: raros
Aspecto: límpido Glicose: 1+ Células: raras
Densidade: 1,008 Corpos Cetonicos: negativo Cilindros: ausente
Bilirrubina: negativo Bactérias: raras
Urobilinogênio: normal Cristais: ausente
Sangue oculto: negativo
EXAME BIOQUÍMICO (SÉRICO)
Exame Paciente Valores de Referência
Ureia mmol/L 38,2 1,67 – 8,36
Creatinina mmol/L 812,0 44,2 – 132,3
Os rins tem a capacidade de concentrar ou de diluir o filtrado glomerular e que pode sofrer algumas interferências. A isostenúria presente na urinálise se deve:
 

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1730725 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um cão da raça Labrador com 3 anos de idade, chegou ao hospital veterinário com história de apatia, hiporexia, emagrecimento progressivo e lesões pruriginosas e exsudativas com alopecia.
HEMOGRAMA
Eritrograma Paciente Valores de Referência
Hemácias !$ (×10^6/μL) !$ 5,0 5,5 – 8,5
Hb (g/dL) 11,0 12,0 – 18,0
VG (%) 34 37 – 55
VCM (fL) 68 60 – 77
CHCM (g/dL) 32 32 – 36
IIC (unidade) 2 2 - 5
PTP (g/dL) 12 6,0 – 8,0
Citologia: presença de rouleaux.
Leucograma Paciente Valores de Referência
Leucócitos (μL) 34.200 6.000 – 17.000
Bastonetes (μL) 900 0 – 300
Neutrófilos (μL) 19.800 3.000 – 11.500
Linfócitos (μL) 4.500 1.000 – 4.800
Eosinófilos (μL) 3.600 100 – 1.250
Basófilos (μL) 0 Raro
Monócitos (μL) 5.400 150 – 1.350
Citologia: monócitos ativados
URINÁLISE
Exame Físico Exame Químico Exame do Sedimento
Cor: amarela pH: 6,0 Hemácias: 7 por cp/400x
Odor: sui generis Proteína: 3+ Leucócitos: 6 por cp/400x
Aspecto: disc. Turvo Glicose: negativo Células: 3 por cp/400x
Densidade: 1,020 Corpos Cetonicos: negativo Cilindros: granuloso
Bilirrubina: negativo Bactérias: raras
Urobilinogênio: normal Cristais: ausente
Sangue oculto: traços
EXAME BIOQUÍMICO (SÉRICO)
Exame Paciente Valores de Referência
Ureia mg/dL 50,2 42,8 – 64,2
Creatinina mg/dL 1,0 0,8 – 1,8
ALT U/L 200 21-102
Fosfatase alcalina U/L 90 20-156
Proteina total g/dL 10,1 5,4-7,1
Albumina g/dL 3,0 2,6-3,3
Globulina g/L 7,1 2,7-4,4
As hemácias maduras das várias espécies de mamíferos domésticos são discos com diferentes graus de biconcavidade que atribui uma palidez central. Sendo denominado de normócito, quando apresenta volume normal. Na citologia do eritrograma foi observada a presença de rouleaux que indica , devido a .
 

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1723009 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um cão, SRD, com 5 anos de idade, apresentando hipotermia, taquicardia, fratura pélvica e presença de líquido na cavidade abdominal.
HEMOGRAMA
Eritrograma Paciente Valores de Referência
Hemácias !$ (×10^6/μL) !$ 9,4 5,5 – 8,5
Hb (g/dL) 18,5 12,0 – 18,0
VG (%) 57 37 – 55
VCM (fL) 60,63 60 – 77
CHCM (g/dL) 32,45 32 – 36
PPT (g/dL) 10,0 6,0 – 8,0
Citologia: Nada digno de nota.
Leucograma Paciente Valores de Referência
Leucócitos (μL) 33.400 6.000 – 17.000
Metamielócitos (μL) 0 0
Bastonetes (μL) 334 0 – 300
Segmentados (μL) 26.386 3.000 – 11.500
Linfócitos (μL) 1.670 1.000 – 4.800
Eosinófilos (μL) 0 100 – 1.250
Basófilos (μL) 0 Raro
Monócitos (μL) 5.010 150 – 1.350
Citologia: Nada digno de nota.
URINÁLISE
Exame Físico Exame Químico Exame do Sedimento
Cor: amarela pH: 6,0 Hemácias: 15-20 por cp/400x
Odor: sui generis Proteína: 1+ Leucócitos: 25-30 por cp/400x
Aspecto: turvo Glicose: negativo Células epiteliais: raras
Densidade: 1,023 Corpos Cetonicos: negativo Cilindros: ausentes
Bilirrubina: negativo Bactérias: raras
Urobilinogênio: normal Cristais: ausentes
Sangue oculto: 1+ Espermatozoides: ausentes
EXAME DE EFUSÃO
Exame Físico Exame Químico Citologia
Cor: Amarela pH: 7,0 Presença de neutrófilos degenerados, raras células mesoteliais e raros cocos dentro dos neutrófilos.
Odor: inodoro Coagulação: ausente
Aspecto: turvo Proteína: 2,5 g/dL
Densidade: 1,040 Prova de Rivalta: positiva
Hemácias: 980/μL
CTCN: 1.693/μL
Ureia: 367 mg/dL
Creatinina: 21,9 mg/dL
EXAME BIOQUÍMICO
Exame Paciente Valores de Referência
Ureia mg/dL 254 21,4 – 59,92
Creatinina mg/dL 5,1 0,5 – 1,5
ALT U/L 84 21 – 102
Fosfatase alcalina U/L 83 20 – 156
Proteina total g/dL 8,4 5,40 – 7,10
Albumina g/dL 4,4 2,60 – 3,30
Globulina g/L 4,0 2,70 – 4,40
Diante dos achados clínicos e do hemograma, o cão apresenta:
 

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1709870 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um cão, SRD, com 7 anos de idade apresentando dor na região cervical, letargia e episódios de ataxia há 10 dias. Vacinação realizada corretamente.
EXAME DE LÍQUOR
Exame Físico Exame Químico Citologia
Cor: Xantocrômica Proteína total: 100 mg/dL Predomínio de linfócitos (67%), seguido de macrófagos (26%) e neutrófilos segmentados (7%).
Aspecto: turvo CK: 16,5 UI/L
Densidade: 1,006 Teste de Pandy: 3+
Coagulação: não coagula Hemácias: 2.350/μL
Leucócitos: 139/μL
Os níveis de proteína no líquor são extremamente baixos, aumentando tanto nas doenças inflamatórias como não inflamatórias. O Teste de Pandy avalia a:
 

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