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Foram encontradas 50 questões.

1823482 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Os laminados cerâmicos do tipo faceta são utilizados para a resolução de casos em que há necessidade de correção estética em dentes anteriores. Previamente à cimentação de laminados de porcelana feldspática reforçada com dissilicato de lítio, há a necessidade de tratamento da superfície interna da peça antes da utilização do cimento resinoso. Marque a opção que indica a substância CORRETA a ser utilizada para essa finalidade.
 

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1817068 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Um paciente procurou atendimento relatando dor na região posterior da boca do lado direito e sensação de febre. Ao se realizar a anamnese, exame clínico e radiográfico foi diagnosticada uma pericoronarite no elemento 48. O elemento em questão estava inclinado para mesial a ponto de impossibilitar a erupção completa. Como tratamento foi sugerida a prescrição de antibiótico por 5 dias, um anti-inflamatório por 2 dias, um analgésico para aliviar a dor e bochecho com solução de gluconato de clorexidina a 0,12% duas vezes ao dia por 7 dias e exodontia do elemento dentário após a remissão dos sintomas. O paciente relatou ser alérgico a penicilina, sendo assim marque a opção CORRETA que contém a prescrição do antibiótico recomendado para essas situações.

 

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1816605 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Um paciente procurou atendimento de emergência com dor no elemento 46. Os sintomas começaram após quebrar uma pata de caranguejo nessa região. O dente doeu um pouco no momento do acidente e desde então ele parece mais alto que os demais e sempre doi durante a mastigação. O dente apresentou sensibilidade à percussão, sem sinais de fratura, restaurações ou cárie e respondeu de maneira satisfatória aos testes de sensibilidade. O exame radiográfico revelou um aumento do espessamento do ligamento periodontal e alteração de continuidade da lâmina dura. Marque a opção CORRETA no que se refere ao tratamento do elemento dentário em questão.
 

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1816489 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Um paciente procurou atendimento para consulta de rotina com intuito de fazer uma profilaxia e verificar se havia algum problema odontológico. Durante o exame clínico, observaram-se presença de fistula na região vestibular do elemento 15 e ausência de sinais de fratura ou trincas. O exame radiográfico, com rastreamento da fistula com cone de guta-percha, indicou que a origem do canal de drenagem estava no ápice do elemento 15 que apresentava área radiolúcida circunscrita no ápice. Segundo relato do paciente, não havia dor e a restauração tinha sido realizada há mais de 10 anos. Para a situação em questão, marque a opção CORRETA no que se refere ao tratamento indicado para essa situação.
 

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1749012 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Um paciente procura atendimento para a resolução de uma fratura coronária na região disto vestibular do elemento 37. O elemento 38 estava ausente e o acidente ocorreu devido à tentativa de quebrar um pedaço de gelo com os dentes. A margem da fratura ficou 3mm abaixo da margem gengival havendo exposição dentinária, mas sem exposição da câmara pulpar. O dente mostrou resposta normal aos testes de sensibilidade excluindo a necessidade de realização de tratamento endodôntico no momento. O exame radiográfico revelou que a fratura ficou ao nível ósseo e a uma distância vertical de 5 mm da região de furca. A região exposta foi protegida com cimento de ionômero de vidro enquanto se definia um tratamento adequado. Partindo-se do pressuposto de que o dente vai ser restaurado com resina composta direta, marque a opção CORRETA no que se refere à sequência de tratamento indicada para a situação descrita.
 

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TEXTO I
Assim os algoritmos perpetuam a desigualdade social
Cathy O'Neil, autora de 'Armas de Destruição Matemática', afirma que já é tarde para nos preocuparmos com a disponibilidade de nossos dados, que agora é preciso perguntar o que as empresas fazem com eles.
Cathy O’Neil é uma matemática de cabelo azul que dedica todos os seus esforços a abrir os olhos das pessoas sobre os algoritmos que dominam o mundo. Desde os que indicam ao banco se você é apto ou não a receber uma hipoteca, até os que decidem quem merece uma vaga de trabalho. Um sistema que pode perpetuar as desigualdades existentes no mundo se não começarmos a ser críticos, defende a cientista. “Estamos dando poder a mecanismos sem nos perguntar se realmente funcionam, isso é uma falha como sociedade”, explica de Nova York ao outro lado do telefone.
O’Neil, em seu livro Armas de Destruição Matemática, mostra alguns exemplos para colocar essa teoria em termos reais. Viaja em algumas de suas páginas a Reading, uma pequena cidade da Pensilvânia (Estados Unidos) que em 2011 tinha um nível de pobreza superior a 41%, o mais alto de todo o país. Com um efetivo reduzido pela crise, o chefe de polícia investiu em um programa de predição de crimes chamado PredPol que funciona com big data. O aplicativo divide a cidade em quadrantes e determina em qual deles é mais possível que se cometa um crime baseando-se no registro histórico da polícia. No leque de dados estão desde crimes mais leves como perturbação da ordem pública (beber na rua, por exemplo), até homicídios.
Quanto maior for o número de agentes enviados aos pontos indicados pelo programa, mais prisões ocorrem e assim se entra em um círculo vicioso que enche as prisões de gente, em sua maioria, acusada de crimes menos graves. A maioria dos detidos é de negros e hispânicos. “O mapa da delinquência gerado desse modo traça na realidade um rastro de pobreza”, diz a autora. “Continuamos prendendo negros por coisas pelas quais não prendemos brancos, mas agora já não o dizemos abertamente e disfarçamos de ciência porque o fazemos com o PredPol. Continuamos com o ciclo, porque continuamos prendendo gente de um bairro e os dados nos dizem que precisamos voltar a esse bairro, dessa forma a injustiça policial continua”, afirma na entrevista.
Vários estudos já indicaram que estamos cedendo o controle a mecanismos automáticos que perpetuam a discriminação. Do algoritmo do Google que identificou um negro como um gorila em uma foto, até a máquina que relaciona estar na cozinha com uma mulher, ou o algoritmo do Facebook que mostrava anúncios de casas à venda somente a usuários brancos. “Os engenheiros pensam em termos de otimização dos recursos, o que é preciso é diversidade nas equipes que escrevem os algoritmos para que incluam pessoas que pensem nas violações dos direitos humanos e na forma como esses códigos irão afetar a sociedade: sociólogos, advogados, psicólogos...”, afirma.
A matemática afirma que já é tarde para se preocupar pelo fato de que nossos dados estejam disponíveis, que agora é preciso perguntar às empresas e gigantes tecnológicos o que estão fazendo com eles. “Não nos damos conta na maioria das vezes que nos analisam, especialmente na Internet. Quando somos conscientes de que recebemos uma pontuação de acordo com nossos dados, a primeira coisa que precisamos fazer é pedir explicações, que nos mostrem o processo pelo qual fomos qualificados, se é algo importante como uma hipoteca e um trabalho, até mesmo utilizando mecanismos legais. As vezes em que não percebemos, são os Governos europeus e o dos Estados Unidos que precisam estabelecer normas que indiquem que a cada vez que recebemos essa pontuação precisamos saber”, diz O’Neil.
O’Neil apagou sua conta do Facebook há um ano (e a do Twitter também não está disponível há algumas semanas), logo depois das eleições vencidas por Donald Trump e que agora estão sendo investigadas pelo uso dos dados de milhões de usuários do Facebook. O escândalo levou seu criador, Mark Zuckerberg, a dar explicações no Senado dos Estados Unidos. “É preciso obrigar empresas como o Facebook a explicar o que estão conseguindo com produtos, em vez de assumir que estão fazendo o melhor. Já temos a suspeita de que o Facebook ajudou a divulgar notícias falsas, a influenciar o resultado de votações, a fazer com que as pessoas acreditassem em teorias da conspiração. Por que não temos as provas reais, por que não as mostram?”, pergunta a especialista.
O que acontece nos países menos desenvolvidos? São mais vulneráveis? “Lamentavelmente não acho que têm a oportunidade de tomar o controle porque as empresas norte-americanas e chinesas estabelecerão suas regras mais rápido do que as próprias pessoas”. Os dados variam, mas a Africa 2.0 International Foundation dizia em uma conversa há um ano que no continente africano existem 800 milhões de terminais, quando há 50 anos só existiam 40.000 telefones. Esses dispositivos, com Internet ou sem, já são uma fonte inesgotável de dados às empresas.
A matemática se mostra otimista, porque pelo menos os algoritmos fazem parte do debate atual, e não se cansa de alertar sobre a confiança cega no big data: “Se você só usa dados do passado, está condenado a repeti-lo. É preciso se perguntar aonde você quer chegar, em vez de se limitar a analisar de onde você vem. Se estivéssemos orgulhosos de nosso sistema, poderíamos querer usar esses dados para manter tudo igual, mas não é o caso”.
PEIRÓ, Patrícia. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/04/12/tecnologia/1523546166_758362.html?%3Fid_externo_rsoc=FB_BR_CM&fbclid=IwAR1vUSeLMXpeiPJgtISOITMEQnfN2fbvPPm7mm02i9SCz3UwBh3onctnHBU (Acesso em 14/06/2019).
O trecho “Vários estudos já indicaram que estamos cedendo o controle a mecanismos automáticos que perpetuam a discriminação”, quando reescrito, apresenta alteração de sentido em:
 

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1739653 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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A tuberculose é uma doença infecto contagiosa transmitida basicamente por via aérea, ocorrendo a partir da inalação de gotículas contendo bacilos expelidos pela tosse, fala ou espirro e causada principalmente pelo bacilo Mycobacterium tuberculosis. Sobre as manifestações bucais desta enfermidade, marque a opção CORRETA.
 

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1733284 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Um paciente sofreu uma fratura coronária no elemento 11 durante uma partida de futebol e procurou atendimento para reabilitar o elemento fraturado. Ao ser realizado o exame clínico e radiográfico, observou-se a presença de tratamento endodôntico prévio no elemento 11, resultado de um trauma anterior. A fratura ocorreu ao nível da crista óssea sendo que a raiz clínica possui 8mm de comprimento e a coroa clínica provisória, baseado no comprimento do elemento 21 íntegro, um comprimento de 12mm. O paciente possui o sorriso alto e os demais elementos dentários estão presentes e íntegros, sem cárie ou doença periodontal. Marque a opção CORRETA com relação à conduta que deve ser seguida para resolver o problema da melhor maneira do ponto de vista estético e funcional.
 

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1724856 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Paciente optou por reabilitação com coroa total metálica em elemento vital na região posterior da boca a fim de diminuir custos. Marque a opção CORRETA que indica o material a ser utilizado na cimentação final da peça protética.
 

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TEXTO I
Assim os algoritmos perpetuam a desigualdade social
Cathy O'Neil, autora de 'Armas de Destruição Matemática', afirma que já é tarde para nos preocuparmos com a disponibilidade de nossos dados, que agora é preciso perguntar o que as empresas fazem com eles.
Cathy O’Neil é uma matemática de cabelo azul que dedica todos os seus esforços a abrir os olhos das pessoas sobre os algoritmos que dominam o mundo. Desde os que indicam ao banco se você é apto ou não a receber uma hipoteca, até os que decidem quem merece uma vaga de trabalho. Um sistema que pode perpetuar as desigualdades existentes no mundo se não começarmos a ser críticos, defende a cientista. “Estamos dando poder a mecanismos sem nos perguntar se realmente funcionam, isso é uma falha como sociedade”, explica de Nova York ao outro lado do telefone.
O’Neil, em seu livro Armas de Destruição Matemática, mostra alguns exemplos para colocar essa teoria em termos reais. Viaja em algumas de suas páginas a Reading, uma pequena cidade da Pensilvânia (Estados Unidos) que em 2011 tinha um nível de pobreza superior a 41%, o mais alto de todo o país. Com um efetivo reduzido pela crise, o chefe de polícia investiu em um programa de predição de crimes chamado PredPol que funciona com big data. O aplicativo divide a cidade em quadrantes e determina em qual deles é mais possível que se cometa um crime baseando-se no registro histórico da polícia. No leque de dados estão desde crimes mais leves como perturbação da ordem pública (beber na rua, por exemplo), até homicídios.
Quanto maior for o número de agentes enviados aos pontos indicados pelo programa, mais prisões ocorrem e assim se entra em um círculo vicioso que enche as prisões de gente, em sua maioria, acusada de crimes menos graves. A maioria dos detidos é de negros e hispânicos. “O mapa da delinquência gerado desse modo traça na realidade um rastro de pobreza”, diz a autora. “Continuamos prendendo negros por coisas pelas quais não prendemos brancos, mas agora já não o dizemos abertamente e disfarçamos de ciência porque o fazemos com o PredPol. Continuamos com o ciclo, porque continuamos prendendo gente de um bairro e os dados nos dizem que precisamos voltar a esse bairro, dessa forma a injustiça policial continua”, afirma na entrevista.
Vários estudos já indicaram que estamos cedendo o controle a mecanismos automáticos que perpetuam a discriminação. Do algoritmo do Google que identificou um negro como um gorila em uma foto, até a máquina que relaciona estar na cozinha com uma mulher, ou o algoritmo do Facebook que mostrava anúncios de casas à venda somente a usuários brancos. “Os engenheiros pensam em termos de otimização dos recursos, o que é preciso é diversidade nas equipes que escrevem os algoritmos para que incluam pessoas que pensem nas violações dos direitos humanos e na forma como esses códigos irão afetar a sociedade: sociólogos, advogados, psicólogos...”, afirma.
A matemática afirma que já é tarde para se preocupar pelo fato de que nossos dados estejam disponíveis, que agora é preciso perguntar às empresas e gigantes tecnológicos o que estão fazendo com eles. “Não nos damos conta na maioria das vezes que nos analisam, especialmente na Internet. Quando somos conscientes de que recebemos uma pontuação de acordo com nossos dados, a primeira coisa que precisamos fazer é pedir explicações, que nos mostrem o processo pelo qual fomos qualificados, se é algo importante como uma hipoteca e um trabalho, até mesmo utilizando mecanismos legais. As vezes em que não percebemos, são os Governos europeus e o dos Estados Unidos que precisam estabelecer normas que indiquem que a cada vez que recebemos essa pontuação precisamos saber”, diz O’Neil.
O’Neil apagou sua conta do Facebook há um ano (e a do Twitter também não está disponível há algumas semanas), logo depois das eleições vencidas por Donald Trump e que agora estão sendo investigadas pelo uso dos dados de milhões de usuários do Facebook. O escândalo levou seu criador, Mark Zuckerberg, a dar explicações no Senado dos Estados Unidos. “É preciso obrigar empresas como o Facebook a explicar o que estão conseguindo com produtos, em vez de assumir que estão fazendo o melhor. Já temos a suspeita de que o Facebook ajudou a divulgar notícias falsas, a influenciar o resultado de votações, a fazer com que as pessoas acreditassem em teorias da conspiração. Por que não temos as provas reais, por que não as mostram?”, pergunta a especialista.
O que acontece nos países menos desenvolvidos? São mais vulneráveis? “Lamentavelmente não acho que têm a oportunidade de tomar o controle porque as empresas norte-americanas e chinesas estabelecerão suas regras mais rápido do que as próprias pessoas”. Os dados variam, mas a Africa 2.0 International Foundation dizia em uma conversa há um ano que no continente africano existem 800 milhões de terminais, quando há 50 anos só existiam 40.000 telefones. Esses dispositivos, com Internet ou sem, já são uma fonte inesgotável de dados às empresas.
A matemática se mostra otimista, porque pelo menos os algoritmos fazem parte do debate atual, e não se cansa de alertar sobre a confiança cega no big data: “Se você só usa dados do passado, está condenado a repeti-lo. É preciso se perguntar aonde você quer chegar, em vez de se limitar a analisar de onde você vem. Se estivéssemos orgulhosos de nosso sistema, poderíamos querer usar esses dados para manter tudo igual, mas não é o caso”.
PEIRÓ, Patrícia. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/04/12/tecnologia/1523546166_758362.html?%3Fid_externo_rsoc=FB_BR_CM&fbclid=IwAR1vUSeLMXpeiPJgtISOITMEQnfN2fbvPPm7mm02i9SCz3UwBh3onctnHBU (Acesso em 14/06/2019).
No período, “É preciso se perguntar aonde você quer chegar, em vez de se limitar a analisar de onde você vem”, é INCORRETO afirmar que:
 

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