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Foram encontradas 64 questões.

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A preocupação com o tratamento dado aos animais que nos servem de alimento tem origem em um questionamento ainda maior, ao qual a ciência tenta dar uma resposta: seriam os bichos capazes de desenvolver algum tipo de sentimento ou inteligência? Estudos recentes revelam que o cérebro de alguns animais processa tarefas antes atribuídas apenas a seres humanos. Já se sabe que os elefantes adotam um comportamento semelhante ao luto quando um integrante da manada morre. Pássaros como o corvo sabem confeccionar e usar ferramentas para construir seus ninhos. Ratos tendem a imitar os movimentos de outros membros da espécie ao vê-los se contorcer de dor. O exemplo mais notável de animal que apresenta um tipo de inteligência evoluída é o bonobo, um membro da família dos chimpanzés. Cientistas americanos conseguiram que um exemplar desses primatas desenvolvesse um sistema complexo de comunicação. Ele compreende cerca de 380 palavras e, por meio de um tabuleiro com cartões coloridos, as ordena de modo a compor frases. O bonobo também consegue expressar noções de tempo e grandeza.
Com isso, os defensores dos animais ganharam mais argumentos para tentar mudar as leis a favor de seus protegidos. Há dois anos, o Parlamento espanhol estendeu alguns direitos humanos a chimpanzés, gorilas, orangotangos e, claro, bonobos. O país das touradas decidiu que os primatas não podem ser torturados nem mortos (salvo em casos de defesa contra ataque). “Quando o homem começa a perceber que os animais têm algumas características semelhantes às suas, fica menos suscetível a submetê-los a tratamentos que resultem em dor ou sofrimento”, disse a VEJA a advogada americana Pamela Frasch, especialista em legislação dos direitos dos animais."
Adaptado de: Sinais de Inteligência. Revista Veja,
8/10/2010, edição 2181, p. 129 Disponível em
http://veja.abril.com.br/acervodigital/home.aspx. Acessado
em 16/1/2013.
Considere as seguintes propostas de substituição de expressões do texto.
I - complexo por sofisticado
II - cerca de por quase
III - salvo por exceto
IV - suscetível – por vulnerável
Quais conservam o sentido original do texto?
 

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1388126 Ano: 2013
Disciplina: Economia
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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A variável de decisão estratégica no modelo de oligopólio de Cournot é
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Tenho medo da palavra "prático". Sempre me parece que o que é prático nos tira alguma coisa.
Acho que tudo começou no dia em que cheguei da escola e vi cortado o abacateiro do quintal da minha infância.
"É mais prático. Suja muito" – disse minha avó.
Eu não podia acreditar. Já não bastava terem cimentado o gramadinho onde eu fazia incríveis florestas, agora eu teria apenas aquele toco no meio do cimento para sentar. Francamente! Não gosto do que é prático. Prático me parece mínimo, sem detalhes. E Deus mora nos detalhes.
No mês passado, estive em temporada no centro do Rio. Fazia tempo que eu não andava por lá. Tentei achar um restaurante onde eu costumava ir almoçar com meu pai. Era uma dessas tabernas da Lapa, pequenas, baratas e com comida maravilhosa – vinda de uma senhora portuguesa escondida na cozinha.
Procurei loucamente pelas ruazinhas atrás da Cinelândia e quis gritar de alegria quando vi o mesmo letreiro ainda na porta.
O lugar era o mesmo, mas tinha sido azulejado, os quadros, retirados das paredes e a comida, agora, era cobrada a quilo. Uma fila para servir, outra para pesar, bandejas, talheres ensacados, sachezinhos de sal e nem sequer um caldeirão de caldo verde ou uma lasca de bacalhau que fosse no bufê.
Achei que tinha mudado o dono e apenas mantido o nome, mas, quando olhei pelo quadradinho que dava pra cozinha, lá estava, curiosamente, a mesma senhora, castigada pelo tempo e pelo que é mais prático e econômico.
Lembrei-me da minha avó. Também prática. Também portuguesa. Quando mandou cortar o abacateiro ainda fazia sua própria massa de pastel. Viva fosse, talvez já tivesse se rendido à massa pronta, comprada no supermercado. Teria meu perdão. Quem pode resistir ao que é mais prático e econômico num mundo que justifica tudo pelo custo e pela eficiência?
Mas será que preciso mesmo ficar sacudindo travesseirinhos de sal úmido pelas mesas? Não consigo dizer por que uma coisa tão banal me provoca tanto mal-estar, mas sei exatamente o conforto que me dá um guardanapo de pano furadinho num restaurante decadente que não se rendeu ao bufê a quilo.
A felicidade não é prática e econômica. A felicidade mora nos becos. Quer coisa mais prática e econômica do que uma sala iluminada por uma lâmpada fluorescente? Quer coisa mais triste?
Se tivesse ido ao restaurante para jantar, acho que choraria na calçada.
Adaptado de: FRAGA, Denise. Precisar, não precisa. Folha
de São Paulo, 24/7/2012. Disponível em
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/denisefraga/11245
96-precisar-nao-precisa.shtml. Acessado em 20/1/2013.
Considere as seguintes afirmações.
I - Pessoas que rejeitam o prático acreditam mais em Deus.
II - Privilegiar o mais prático e econômico é algo que se impõe, nos dias de hoje, em nome do custo e da eficiência.
III - A opção pela felicidade inclui contrariar o mais prático e econômico em certos momentos da vida.
Quais correspondem a ideias veiculadas pelo texto?
 

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1387449 Ano: 2013
Disciplina: Economia
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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A constituição de mecanismos de financiamento de longo prazo do investimento produtivo pode requerer a participação do Estado porque
 

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Assinale a alternativa que NÃO contém um dos Órgãos Suplementares da Universidade, segundo o Regimento Geral da UFRGS:
 

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1386841 Ano: 2013
Disciplina: Economia
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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As reformas estruturais da economia brasileira e as reações do empresariado industrial nacional determinaram um quadro para a indústria brasileira no qual
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Tenho medo da palavra "prático". Sempre me parece que o que é prático nos tira alguma coisa.
Acho que tudo começou no dia em que cheguei da escola e vi cortado o abacateiro do quintal da minha infância.
"É mais prático. Suja muito" – disse minha avó.
Eu não podia acreditar. Já não bastava terem cimentado o gramadinho onde eu fazia incríveis florestas, agora eu teria apenas aquele toco no meio do cimento para sentar. Francamente! Não gosto do que é prático. Prático me parece mínimo, sem detalhes. E Deus mora nos detalhes.
No mês passado, estive em temporada no centro do Rio. Fazia tempo que eu não andava por lá. Tentei achar um restaurante onde eu costumava ir almoçar com meu pai. Era uma dessas tabernas da Lapa, pequenas, baratas e com comida maravilhosa – vinda de uma senhora portuguesa escondida na cozinha.
Procurei loucamente pelas ruazinhas atrás da Cinelândia e quis gritar de alegria quando vi o mesmo letreiro ainda na porta.
O lugar era o mesmo, mas tinha sido azulejado, os quadros, retirados das paredes e a comida, agora, era cobrada a quilo. Uma fila para servir, outra para pesar, bandejas, talheres ensacados, sachezinhos de sal e nem sequer um caldeirão de caldo verde ou uma lasca de bacalhau que fosse no bufê.
Achei que tinha mudado o dono e apenas mantido o nome, mas, quando olhei pelo quadradinho que dava pra cozinha, lá estava, curiosamente, a mesma senhora, castigada pelo tempo e pelo que é mais prático e econômico.
Lembrei-me da minha avó. Também prática. Também portuguesa. Quando mandou cortar o abacateiro ainda fazia sua própria massa de pastel. Viva fosse, talvez já tivesse se rendido à massa pronta, comprada no supermercado. Teria meu perdão. Quem pode resistir ao que é mais prático e econômico num mundo que justifica tudo pelo custo e pela eficiência?
Mas será que preciso mesmo ficar sacudindo travesseirinhos de sal úmido pelas mesas? Não consigo dizer por que uma coisa tão banal me provoca tanto mal-estar, mas sei exatamente o conforto que me dá um guardanapo de pano furadinho num restaurante decadente que não se rendeu ao bufê a quilo.
A felicidade não é prática e econômica. A felicidade mora nos becos. Quer coisa mais prática e econômica do que uma sala iluminada por uma lâmpada fluorescente? Quer coisa mais triste?
Se tivesse ido ao restaurante para jantar, acho que choraria na calçada.
Adaptado de: FRAGA, Denise. Precisar, não precisa. Folha
de São Paulo, 24/7/2012. Disponível em
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/denisefraga/11245
96-precisar-nao-precisa.shtml. Acessado em 20/1/2013.
Em relação ao emprego de formas ou expressões verbais do texto, considere as seguintes propostas de reescrita do trecho Achei que tinha mudado o dono e apenas mantido o nome...
I - Achei que mudaria o dono e apenas fosse manter o nome...
II - Achei que mudara o dono e apenas mantivera o nome...
III - Achei que fosse mudar o dono e apenas manteria o nome...
Quais estão corretas do ponto de vista da norma gramatical e conservam o sentido original do texto?
 

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1383673 Ano: 2013
Disciplina: Economia
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Quatro anos após a implantação do Plano Real, os principais desajustes macroeconômicos da economia brasileira passaram a ser
 

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Considere as assertivas abaixo, conforme a Lei n.º 8.112/1990.
I - A juízo discricionário do gestor público, viabiliza-se a abertura de novo concurso ainda que haja candidato aprovado em concurso anterior com prazo de validade não expirado.
II - Não se admitirá a posse por procuração.
III - Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo.
Quais estão corretas?
 

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1383356 Ano: 2013
Disciplina: Economia
Banca: UFRGS
Orgão: UFRGS
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Desde os anos 90, as políticas de desenvolvimento regional no Brasil experimentaram mudanças em relação ao período 1950-80, de modo que
 

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