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Em um ambiente corporativo, um analista precisa criar uma tabela no PostgreSQL
para armazenar informações de funcionários, incluindo um identificador único, o nome completo e a
data de admissão. Considerando boas práticas de modelagem e os tipos de dados disponíveis nesse
SGBD, assinale a alternativa correta.
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Sobre Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBDs) e seus comandos,
analise as assertivas abaixo:
I. No PostgreSQL, o tipo de dado SERIAL é frequentemente utilizado para criação de chaves primárias autoincrementadas, mas internamente ele é apenas um atalho para a criação de uma sequência associada a uma coluna inteira.
II. No SQL Server, o comando IDENTITY é utilizado para definir colunas autoincrementadas, permitindo configurar o valor inicial e o incremento a cada nova inserção de registro.
III. O comando TRUNCATE TABLE, presente tanto no PostgreSQL quanto no SQL Server, remove todas as linhas de uma tabela e pode ser revertido por um ROLLBACK em todos os casos, assim como o DELETE.
Quais estão corretas?
I. No PostgreSQL, o tipo de dado SERIAL é frequentemente utilizado para criação de chaves primárias autoincrementadas, mas internamente ele é apenas um atalho para a criação de uma sequência associada a uma coluna inteira.
II. No SQL Server, o comando IDENTITY é utilizado para definir colunas autoincrementadas, permitindo configurar o valor inicial e o incremento a cada nova inserção de registro.
III. O comando TRUNCATE TABLE, presente tanto no PostgreSQL quanto no SQL Server, remove todas as linhas de uma tabela e pode ser revertido por um ROLLBACK em todos os casos, assim como o DELETE.
Quais estão corretas?
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No contexto da Engenharia de Software Clássica, o Modelo de Ciclo de Vida em
Cascata (Waterfall) é frequentemente criticado por sua natureza sequencial e linear. A principal
desvantagem arquitetural que frequentemente leva a desafios significativos no projeto e,
consequentemente, a insucesso, reside no fato de que:
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No contexto da Engenharia de Requisitos, uma disciplina crítica no Ciclo de Vida de
Desenvolvimento de Software (SDLC), considere o processo inicial de levantamento de informações.
A atividade que se foca primariamente na interação ativa com os stakeholders, na aplicação de
técnicas investigativas (como entrevistas contextuais, brainstorming facilitado e etnografia), e na
documentação de expectativas, objetivos de negócio e restrições de alto nível em uma linguagem
natural e ambígua, antes de qualquer modelagem formal, priorização ou verificação de consistência,
é denominada:
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No desenvolvimento de sistemas de informação, quando os usuários finais
apresentam dificuldades em expressar com precisão suas necessidades e expectativas, torna-se crítico
adotar abordagens que permitam a exploração e validação antecipada de funcionalidades.
Considerando esse contexto, um analista sugere a utilização do modelo de prototipação, que envolve
a construção de versões preliminares do sistema, permitindo interação direta do usuário com o
protótipo, coleta de feedback contínuo e refinamento iterativo dos requisitos. Nesse cenário, a
principal vantagem da utilização do modelo de prototipação é:
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Sobre seleção, triagem laboratorial, procedimentos técnicos e critérios éticos em
programas de doação de sangue para cães e gatos, com base nas recomendações de boas práticas
em medicina veterinária transfusional e evidências científicas regionais, analise as assertivas abaixo:
I. Critérios clínico-hematológicos para elegibilidade de doadores incluem: animal domiciliado, tutor responsável com termo de consentimento, estado geral saudável, temperamento cooperativo, peso mínimo e limiares laboratoriais específicos — por exemplo, para cães, hematócrito ≥40% e hemoglobina ≥13 g/dL; para gatos, limiares hematócrito ≥35% e hemoglobina ≥ 11,5 g/dL. O intervalo mínimo entre doações deve ser de 90 dias.
II. A triagem infecciosa deve ser ajustada à epidemiologia local. No Rio Grande do Sul, recomenda-se incluir na triagem infecciosa de bolsas de sangue de cães os seguintes agentes: Rangelia vitalii, Babesia spp., Ehrlichia spp., Anaplasma spp., Mycoplasma haemocanis e Leishmania sp. A testagem para Brucella canis deve ser considerada conforme risco epidemiológico e finalidade reprodutiva do doador.
III. Boas práticas técnicas de triagem e liberação de hemocomponentes incluem: coleta de amostras do doador e bolsa de sangue com antissepsia e tricotomia, quarentena das bolsas até liberação dos resultados da triagem infecciosa, preferência por técnicas sorológicas para detecção de patógenos e uso complementar de técnicas moleculares (PCR) em áreas endêmicas; bolsas com alterações identificadas no controle de qualidade (ex.: swirling 2 do concentrado de plaquetas no momento da liberação ou grau de hemólise <0,5% no dia de dispensação do concentrado de hemácias, presença de coágulos, ruptura de selos) devem ser tratadas conforme protocolo e, habitualmente, não liberadas para transfusão.
Quais estão corretas?
I. Critérios clínico-hematológicos para elegibilidade de doadores incluem: animal domiciliado, tutor responsável com termo de consentimento, estado geral saudável, temperamento cooperativo, peso mínimo e limiares laboratoriais específicos — por exemplo, para cães, hematócrito ≥40% e hemoglobina ≥13 g/dL; para gatos, limiares hematócrito ≥35% e hemoglobina ≥ 11,5 g/dL. O intervalo mínimo entre doações deve ser de 90 dias.
II. A triagem infecciosa deve ser ajustada à epidemiologia local. No Rio Grande do Sul, recomenda-se incluir na triagem infecciosa de bolsas de sangue de cães os seguintes agentes: Rangelia vitalii, Babesia spp., Ehrlichia spp., Anaplasma spp., Mycoplasma haemocanis e Leishmania sp. A testagem para Brucella canis deve ser considerada conforme risco epidemiológico e finalidade reprodutiva do doador.
III. Boas práticas técnicas de triagem e liberação de hemocomponentes incluem: coleta de amostras do doador e bolsa de sangue com antissepsia e tricotomia, quarentena das bolsas até liberação dos resultados da triagem infecciosa, preferência por técnicas sorológicas para detecção de patógenos e uso complementar de técnicas moleculares (PCR) em áreas endêmicas; bolsas com alterações identificadas no controle de qualidade (ex.: swirling 2 do concentrado de plaquetas no momento da liberação ou grau de hemólise <0,5% no dia de dispensação do concentrado de hemácias, presença de coágulos, ruptura de selos) devem ser tratadas conforme protocolo e, habitualmente, não liberadas para transfusão.
Quais estão corretas?
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Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando a situação clínica/alteração laboratorial
ao hemocomponente/hemoderivado mais indicado.
Coluna 1
1. Paciente felino com critérios laboratoriais e clínicos de anemia hemolítica imunomediada não associativa (Ht 12%, hemoglobina 4,1 g/dL, reticulócitos absolutos 110.000/µL, autoaglutinação).
2. Paciente felino com suspeita de ingestão de rodenticida (TP e TTPA marcadamente prolongados), sangramento ativo.
3. Paciente canino com petéquias e contagem de plaquetas 12.000/µL será submetido à cirurgia para retirada de neoplasia hepática.
4. Paciente canino com suspeita de sepse após trauma por briga com outro cão. Coagulograma com hipofibrinogenemia e aumento de dímero-D.
5. Paciente canino com hepatotoxicidade por Cyca revoluta, hipoalbuminemia (albumina sérica 1,5 g/dL) causando edema/ascite.
6. Paciente canino com perda sanguínea aguda (trauma), hipotensão e Ht 18%, hemoglobina de 5,5 g/dL, proteína plasmática total 44 g/dL (anemia com instabilidade hemodinâmica).
Coluna 2
( ) Concentrado de hemácias. ( ) Plasma fresco congelado. ( ) Concentrado de plaquetas. ( ) Crioprecipitado. ( ) Albumina intravenosa. ( ) Não indicar transfusão — manejar clinicamente (observação/tratamento etiológico).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Coluna 1
1. Paciente felino com critérios laboratoriais e clínicos de anemia hemolítica imunomediada não associativa (Ht 12%, hemoglobina 4,1 g/dL, reticulócitos absolutos 110.000/µL, autoaglutinação).
2. Paciente felino com suspeita de ingestão de rodenticida (TP e TTPA marcadamente prolongados), sangramento ativo.
3. Paciente canino com petéquias e contagem de plaquetas 12.000/µL será submetido à cirurgia para retirada de neoplasia hepática.
4. Paciente canino com suspeita de sepse após trauma por briga com outro cão. Coagulograma com hipofibrinogenemia e aumento de dímero-D.
5. Paciente canino com hepatotoxicidade por Cyca revoluta, hipoalbuminemia (albumina sérica 1,5 g/dL) causando edema/ascite.
6. Paciente canino com perda sanguínea aguda (trauma), hipotensão e Ht 18%, hemoglobina de 5,5 g/dL, proteína plasmática total 44 g/dL (anemia com instabilidade hemodinâmica).
Coluna 2
( ) Concentrado de hemácias. ( ) Plasma fresco congelado. ( ) Concentrado de plaquetas. ( ) Crioprecipitado. ( ) Albumina intravenosa. ( ) Não indicar transfusão — manejar clinicamente (observação/tratamento etiológico).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Um cão receptor é identificado como DEA 1 negativo e Dal negativo. Considerando
os aspectos de tipagem sanguínea, compatibilidade e seleção de doador para transfusão de
concentrado de hemácias, são boas práticas que devem ser observadas nesse caso:
1. O doador deverá ser DEA 1 negativo e Dal negativo para evitar sensibilização futura do receptor.
2. Caso não se encontre doador Dal negativo, apenas Dal positivo, pode-se realizar a transfusão uma única vez, sem necessidade de teste de compatibilidade, pois o risco de reação grave é clinicamente baixo.
3. A ausência de autoanticorpos naturais para Dal em cães significa que o primeiro uso de sangue Dal positivo em receptor Dal negativo não poderá originar sensibilização. Portanto, está isento de risco de reação hemolítica.
4. Mesmo com tipagem correta, recomenda-se a realização de teste de compatibilidade sanguínea, especialmente se o receptor tiver recebido transfusão anteriormente.
5. Se o doador for DEA 1 positivo e o receptor for DEA 1 negativo, haverá risco de reação hemolítica aguda em caso de nova transfusão, podendo haver sensibilização após a primeira transfusão.
O resultado da somatória dos números referentes às afirmações corretas é:
1. O doador deverá ser DEA 1 negativo e Dal negativo para evitar sensibilização futura do receptor.
2. Caso não se encontre doador Dal negativo, apenas Dal positivo, pode-se realizar a transfusão uma única vez, sem necessidade de teste de compatibilidade, pois o risco de reação grave é clinicamente baixo.
3. A ausência de autoanticorpos naturais para Dal em cães significa que o primeiro uso de sangue Dal positivo em receptor Dal negativo não poderá originar sensibilização. Portanto, está isento de risco de reação hemolítica.
4. Mesmo com tipagem correta, recomenda-se a realização de teste de compatibilidade sanguínea, especialmente se o receptor tiver recebido transfusão anteriormente.
5. Se o doador for DEA 1 positivo e o receptor for DEA 1 negativo, haverá risco de reação hemolítica aguda em caso de nova transfusão, podendo haver sensibilização após a primeira transfusão.
O resultado da somatória dos números referentes às afirmações corretas é:
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Analise as afirmações a seguir sobre o controle de qualidade e o gerenciamento de
estoque de hemocomponentes em bancos de sangue veterinários:
1. O monitoramento da integridade física e a avaliação da hemólise nas bolsas de concentrado de hemácias são etapas obrigatórias do controle interno de qualidade, devendo ser realizadas periodicamente durante o armazenamento.
2. Estudos recentes demonstram que o armazenamento a frio (2–6°C) de concentrados de plaquetas pode preservar a função hemostática e reduzir o risco de contaminação bacteriana, sendo indicado principalmente para uso terapêutico em situações hemorrágicas agudas.
3. O princípio de rotação de estoque PEPS (primeiro que entra, primeiro que sai) deve ser aplicado para todos os hemocomponentes, reduzindo perdas por vencimento e garantindo rastreabilidade adequada.
4. A ausência de “swirling” e a turvação da amostra em concentrados de plaquetas indicam ativação celular reversível. Pode-se liberar o produto, desde que o pH permaneça acima de 6,0.
5. Equipamentos de armazenamento devem possuir controle contínuo de temperatura e sistema de alarme para desvios fora dos limites definidos, com registros auditáveis e calibração periódica.
O resultado da somatória dos números referentes às afirmações corretas é:
1. O monitoramento da integridade física e a avaliação da hemólise nas bolsas de concentrado de hemácias são etapas obrigatórias do controle interno de qualidade, devendo ser realizadas periodicamente durante o armazenamento.
2. Estudos recentes demonstram que o armazenamento a frio (2–6°C) de concentrados de plaquetas pode preservar a função hemostática e reduzir o risco de contaminação bacteriana, sendo indicado principalmente para uso terapêutico em situações hemorrágicas agudas.
3. O princípio de rotação de estoque PEPS (primeiro que entra, primeiro que sai) deve ser aplicado para todos os hemocomponentes, reduzindo perdas por vencimento e garantindo rastreabilidade adequada.
4. A ausência de “swirling” e a turvação da amostra em concentrados de plaquetas indicam ativação celular reversível. Pode-se liberar o produto, desde que o pH permaneça acima de 6,0.
5. Equipamentos de armazenamento devem possuir controle contínuo de temperatura e sistema de alarme para desvios fora dos limites definidos, com registros auditáveis e calibração periódica.
O resultado da somatória dos números referentes às afirmações corretas é:
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A PCR para rearranjo do receptor de antígeno (PARR) é usada para o diagnóstico de
neoplasias linfoides uma vez que avalia a clonalidade de populações linfoides. Sobre o tema, analise
as assertivas a seguir:
I. O PARR detecta clonalidade de linfócitos B e T através da amplificação das regiões que codificam os receptores de antígeno (IgH, IgK e TCR).
II. A sensibilidade do PARR é reduzida em neoplasias de plasmócitos, pois as mutações somáticas podem impedir a amplificação das regiões variável (V), de diversidade (D) e de junção (J) das imunoglobulinas de cadeia pesada (IGH-VDJ).
III. O PARR substitui a necessidade de avaliação citológica e imunofenotípica, pois confirma a clonalidade e, consequentemente, a neoplasia.
IV. Plasmócitos são linfócitos B terminalmente diferenciados e possuem um gene de imunoglobulina reordenado que pode ser detectável pelo PARR. Mesmo assim, ainda é menos sensível do que as neoplasias das células B.
Quais estão corretas?
I. O PARR detecta clonalidade de linfócitos B e T através da amplificação das regiões que codificam os receptores de antígeno (IgH, IgK e TCR).
II. A sensibilidade do PARR é reduzida em neoplasias de plasmócitos, pois as mutações somáticas podem impedir a amplificação das regiões variável (V), de diversidade (D) e de junção (J) das imunoglobulinas de cadeia pesada (IGH-VDJ).
III. O PARR substitui a necessidade de avaliação citológica e imunofenotípica, pois confirma a clonalidade e, consequentemente, a neoplasia.
IV. Plasmócitos são linfócitos B terminalmente diferenciados e possuem um gene de imunoglobulina reordenado que pode ser detectável pelo PARR. Mesmo assim, ainda é menos sensível do que as neoplasias das células B.
Quais estão corretas?
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