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Toda música que não pinta nada é apenas um ruído.
(D’Alembert)
Se reescrevêssemos esse pensamento de D’Alembert, eliminando-se a negativa não e conservando-se o sentido original, teríamos a seguinte forma:
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Se a música tem, portanto, um número maior de amantes do que a poesia, ou a arquitetura, ou a escultura, isso não se deve ao fato de ser “mais espiritual”, como se costuma dizer, mas ao fato contrário: é mais sensual.
(V. Brancati)
A expressão mais espiritual aparece entre aspas porque:
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Se a música tem, portanto, um número maior de amantes do que a poesia, ou a arquitetura, ou a escultura, isso não se deve ao fato de ser “mais espiritual”, como se costuma dizer, mas ao fato contrário: é mais sensual.
(V. Brancati)
Na relação música/sensualidade, pode-se deduzir do pensamento de Brancati que:
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Se a música tem, portanto, um número maior de amantes do que a poesia, ou a arquitetura, ou a escultura, isso não se deve ao fato de ser “mais espiritual”, como se costuma dizer, mas ao fato contrário: é mais sensual.
(V. Brancati)
No pensamento de Brancati, entre as três ocorrências do vocábulo SE aquele que, funciona(m) como conjunção é apenas a:
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Se a música tem, portanto, um número maior de amantes do que a poesia, ou a arquitetura, ou a escultura, isso não se deve ao fato de ser “mais espiritual”, como se costuma dizer, mas ao fato contrário: é mais sensual.
(V. Brancati)
Se a música tem...; a frase abaixo em que a modificação proposta para esse segmento do pensamento de Brancati respeita a norma culta da língua é:
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Se a música tem, portanto, um número maior de amantes do que a poesia, ou a arquitetura, ou a escultura, isso não se deve ao fato de ser “mais espiritual”, como se costuma dizer, mas ao fato contrário: é mais sensual.
(V. Brancati)
O conectivo portanto, na frase do escritor italiano Brancati, pode ser substituído, mantendo-se o sentido original da frase, por:
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Não seria a música uma língua perdida, da qual esquecemos o sentido e conservamos apenas a harmonia?
(Azeglio)
Das substituições feitas na frase de Azeglio aquela em que se manteve a correção gramatical é:
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Existe um tal poder de persuasão na música!
(J. Milton)
A frase do poeta Milton assume um tom de:
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A música talvez seja o único exemplo do que poderia ter sido - se não tivesse existido a invenção da linguagem, a formação das palavras, a análise das ideias - a comunicação das almas.
(Marcel Proust)
Na frase de Marcel Proust, o emprego do vocábulo talvez fez que a forma verbal a seguir fosse empregada no subjuntivo (presente).
Nesse caso, a frase abaixo que apresenta uma forma correta de subjuntivo é:
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A música talvez seja o único exemplo do que poderia ter sido - se não tivesse existido a invenção da linguagem, a formação das palavras, a análise das ideias - a comunicação das almas.
(Marcel Proust)
A frase de Marcel Proust mostra sua opinião de que:
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