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O conhecimento e a cidadania das pessoas com deficiência visual está diretamente vinculado aos produtos culturais colocados à sua disposição. Técnicas, como a transcrição, são consideradas fundamentais para a inclusão desse segmento da população. A função de Transcritor é uma atividade que exige muita concentração, por lidar com materiais didáticos que serão fornecidos a pessoas com deficiência e que precisam ter qualidade, pois isso reflete na motivação e formação dos leitores com deficiência visual. O apoio e a promoção de capacitação e especialização de recursos humanos em acessibilidade e ajudas técnicas está previsto como parte do programa nacional de acessibilidade, conforme consta no decreto nº 5.296 (BRASIL, 2004).
Assinale a seguir, as descrições da atividade típica do Transcritor.
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“Ler sem ver as letras no papel pode parecer difícil ou impossível; contudo, não é bem assim. A cada dia, as pessoas com deficiência visual têm provado que a leitura é uma de suas práticas mais frequentes. Ora estudando regularmente, ora buscando informações e divertimentos extracurriculares. Existem três maneiras que tornam viável a leitura a uma pessoa com deficiência visual: o sistema braile; o uso do computador; e o auxílio de um ledor”. (MOREIRA, 2017). De forma resumida, pode-se dizer que ledor é:
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Em 1912, nos Estados Unidos, um homem chamado Robert J. Atkinson perdeu a visão por acidente. Desapontado com a pouca disponibilidade de livros para cegos, em 1934, ele inventou um sistema que deu origem ao primeiro livro falado, o qual foi por ele batizado de Readophone. Data do período Pós-Guerras, outra inovação neste segmento: a gravação de obras literárias e teatrais destinadas ao entretenimento de soldados que perderam a visão em batalha. Nascia, assim, o audiobook (áudio-livro). De acordo com os estudos de Mattoso (2012), atualmente, o áudio-livro e o livro falado distinguem-se a partir das características de:
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“Com o advento dos softwares para a produção de textos e das impressoras automatizadas, a produção de livros em braile tornou-se mais fácil e rápida. Ao mesmo tempo, obras faladas e digitalizadas, o desenvolvimento de leitores de tela e muitos outros recursos estão tornando mais rápido o acesso à informação e à cultura, e facilitando a educação e profissionalização de pessoas com deficiência visual” (SONZA, 2013). No mundo moderno e virtual em que vivemos, pode-se afirmar, em relação ao sistema braile, que:
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Ao se reportar sobre a inclusão de alunos com deficiência visual, Souza (1997, apud SONZA, 2013), diz que “a (con)vivência entre indivíduos muito diferentes não é tão fácil. Implica em mudanças institucionais, pedagógicas, metodológicas e pessoais.”
Nesse contexto, assinale a alternativa que indica como deve ser o ambiente escolar para os alunos cegos e com baixa visão.
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Muitas vezes, as pessoas associam deficiência com incapacidade, mas nem toda deficiência provoca limitação de capacidade e problemas de desempenho. Ela pode comprometer apenas uma função específica e preservar as outras.
De acordo com o Decreto nº 5.296 (BRASIL, 2004), art. 5º, § 1º, a pessoa com deficiência é aquela que possui limitação ou incapacidade para o desempenho de atividade e se enquadra nas categorias de deficiências física, auditiva, visual, mental e múltipla (associação de duas ou mais deficiências), enquanto a pessoa com mobilidade reduzida é aquela que:
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Analisando a evolução da luta pelos direitos das pessoas com deficiência por uma abordagem histórica, em artigo publicado em 2007, o consultor Romeu Kazumi Sassaki estabelece quatro eras referentes às práticas sociais relacionadas àquelas pessoas: a mais antiga abrange desde os primórdios até os anos 1920; a segunda, entre 1920 e 1940; a terceira, entre 1950 e 1980; e a quarta e última, de 1990 até os primeiros anos do século XXI. As referidas eras são conhecidas, respectivamente, como:
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A NBR 15.290, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), segue preceitos do Desenho Universal com relação à comunicação na televisão e visa a todos os objetivos a seguir, EXCETO:
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A NBR 15.599:2008, da ABNT, dá conta de especificidades de comunicação na prestação de serviços. Considerando-se como cliente uma pessoa com deficiência visual, os recursos de Tecnologia Assistiva inventados no século XX que podem lhe favorecer o acesso a informações disponibilizadas originalmente em texto impresso, no computador e em forma de imagens, respectivamente, são:
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A terceira edição da NBR 9.050:2015, da ABNT, foi elaborada no Comitê Brasileiro de Acessibilidade (ABNT/CB-040) pela Comissão de Estudo de Acessibilidade em Edificações (CE-040:000.001). O projeto circulou em consulta nacional (conforme Edital nº 08, de 20/08/2012 a 18/10/2012).
No que tange à informação e ao uso da sinalização tátil e visual, assinale a alternativa que apresenta as principais novidades observadas na norma atualmente em vigor.
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