Foram encontradas 60 questões.
TEXTO
COMO UM PROVEDOR DESCONHECIDO DERRUBOU
O GOOGLE SEM QUERER POR MEIA HORA
O Google ficou offline para até 5% dos usuários esta semana, e os motivos por trás disso são bem interessantes – a história mostra como funciona a Internet.
Tom Paseka escreve no blog da CloudFare como um provedor de acesso à Internet na Indonésia conseguiu derrubar o Google por acidente durante quase meia hora, de segunda para terça-feira.
Para entender isso, é preciso aprender a estrutura da Internet. Basicamente, como as diferentes redes no mundo se interconectam para virar uma só? Tom explica:
“A Internet é uma coleção de redes, conhecida como “sistemas autônomos” (AS). Cada rede tem um número único para identificá-la, conhecido como ASN (número de sistema autônomo). O ASN da CloudFlare é 13335, e o do Google é 15169.
As redes são ligadas entre si pelo BGP (Border Gateway Protocol). O BGP é a cola da Internet: ele anuncia quais endereços IP pertencem a cada rede, e estabelece as rotas de um AS para outro.
” Quando surge uma falha no BGP, a “cola da Internet”, coisas bizarras acontecem. Por exemplo, a CloudFare está fisicamente próxima aos servidores do Google, então o caminho mais rápido entre os dois é curto. Mas quando Tom tentava acessar o Google, o tráfego era desviado para a Indonésia – a 13.000 km de distância! E, ainda assim, ele não conseguia acessar os serviços do Google, já que o caminho estava errado.
A solução é simples: avisar o erro à Moratel, para eles anunciarem o endereço IP correto. Tom fez isso, e três minutos depois, o problema já estava resolvido: o Google voltava ao ar.
Não é a primeira vez que isso acontece: o Google já foi afetado antes por “vazamento de rota”. Quando o governo do Paquistão tentou censurar um vídeo do YouTube, o provedor nacional acabou vazando endereços IP errados, que se propagaram pelo mundo através de provedores upstream. Isso derrubou o YouTube por duas horas.
É uma história interessante, que mostra como a Internet funciona em um sistema de confiança, e como algo pode dar errado – mesmo para gigantes como o Google – se alguém mentir.
Fonte: https://gizmodo.uol.com.br/como-um-provedor-desconhecido-
derrubou-o-google-sem-querer-por-meia-hora/
Para atravessar distâncias submarinas são utilizados cabos ópticos compostos por um conjunto de fibras ópticas do tipo monomodo. Uma das características da fibra óptica monomodo é:
Provas
TEXTO
COMO UM PROVEDOR DESCONHECIDO DERRUBOU
O GOOGLE SEM QUERER POR MEIA HORA
O Google ficou offline para até 5% dos usuários esta semana, e os motivos por trás disso são bem interessantes – a história mostra como funciona a Internet.
Tom Paseka escreve no blog da CloudFare como um provedor de acesso à Internet na Indonésia conseguiu derrubar o Google por acidente durante quase meia hora, de segunda para terça-feira.
Para entender isso, é preciso aprender a estrutura da Internet. Basicamente, como as diferentes redes no mundo se interconectam para virar uma só? Tom explica:
“A Internet é uma coleção de redes, conhecida como “sistemas autônomos” (AS). Cada rede tem um número único para identificá-la, conhecido como ASN (número de sistema autônomo). O ASN da CloudFlare é 13335, e o do Google é 15169.
As redes são ligadas entre si pelo BGP (Border Gateway Protocol). O BGP é a cola da Internet: ele anuncia quais endereços IP pertencem a cada rede, e estabelece as rotas de um AS para outro.
” Quando surge uma falha no BGP, a “cola da Internet”, coisas bizarras acontecem. Por exemplo, a CloudFare está fisicamente próxima aos servidores do Google, então o caminho mais rápido entre os dois é curto. Mas quando Tom tentava acessar o Google, o tráfego era desviado para a Indonésia – a 13.000 km de distância! E, ainda assim, ele não conseguia acessar os serviços do Google, já que o caminho estava errado.
A solução é simples: avisar o erro à Moratel, para eles anunciarem o endereço IP correto. Tom fez isso, e três minutos depois, o problema já estava resolvido: o Google voltava ao ar.
Não é a primeira vez que isso acontece: o Google já foi afetado antes por “vazamento de rota”. Quando o governo do Paquistão tentou censurar um vídeo do YouTube, o provedor nacional acabou vazando endereços IP errados, que se propagaram pelo mundo através de provedores upstream. Isso derrubou o YouTube por duas horas.
É uma história interessante, que mostra como a Internet funciona em um sistema de confiança, e como algo pode dar errado – mesmo para gigantes como o Google – se alguém mentir.
Fonte: https://gizmodo.uol.com.br/como-um-provedor-desconhecido-
derrubou-o-google-sem-querer-por-meia-hora/
O problema apresentado no texto pode ser resolvido pelo protocolo de roteamento, bastando que o Google divida a sua rede em redes menores. Supondo que o problema tenha ocorrido na rede 66.102.0.0/20, pertencente ao Google, assinale, entre as alternativas a seguir, a que apresenta uma rede menor que a do Google e que pode ser usada por ele para resolver o problema.
Provas
TEXTO
COMO UM PROVEDOR DESCONHECIDO DERRUBOU
O GOOGLE SEM QUERER POR MEIA HORA
O Google ficou offline para até 5% dos usuários esta semana, e os motivos por trás disso são bem interessantes – a história mostra como funciona a Internet.
Tom Paseka escreve no blog da CloudFare como um provedor de acesso à Internet na Indonésia conseguiu derrubar o Google por acidente durante quase meia hora, de segunda para terça-feira.
Para entender isso, é preciso aprender a estrutura da Internet. Basicamente, como as diferentes redes no mundo se interconectam para virar uma só? Tom explica:
“A Internet é uma coleção de redes, conhecida como “sistemas autônomos” (AS). Cada rede tem um número único para identificá-la, conhecido como ASN (número de sistema autônomo). O ASN da CloudFlare é 13335, e o do Google é 15169.
As redes são ligadas entre si pelo BGP (Border Gateway Protocol). O BGP é a cola da Internet: ele anuncia quais endereços IP pertencem a cada rede, e estabelece as rotas de um AS para outro.
” Quando surge uma falha no BGP, a “cola da Internet”, coisas bizarras acontecem. Por exemplo, a CloudFare está fisicamente próxima aos servidores do Google, então o caminho mais rápido entre os dois é curto. Mas quando Tom tentava acessar o Google, o tráfego era desviado para a Indonésia – a 13.000 km de distância! E, ainda assim, ele não conseguia acessar os serviços do Google, já que o caminho estava errado.
A solução é simples: avisar o erro à Moratel, para eles anunciarem o endereço IP correto. Tom fez isso, e três minutos depois, o problema já estava resolvido: o Google voltava ao ar.
Não é a primeira vez que isso acontece: o Google já foi afetado antes por “vazamento de rota”. Quando o governo do Paquistão tentou censurar um vídeo do YouTube, o provedor nacional acabou vazando endereços IP errados, que se propagaram pelo mundo através de provedores upstream. Isso derrubou o YouTube por duas horas.
É uma história interessante, que mostra como a Internet funciona em um sistema de confiança, e como algo pode dar errado – mesmo para gigantes como o Google – se alguém mentir.
Fonte: https://gizmodo.uol.com.br/como-um-provedor-desconhecido-
derrubou-o-google-sem-querer-por-meia-hora/
O texto descreve um erro que ocorreu no protocolo de roteamento BGP. Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela que NÃO apresenta um protocolo de roteamento.
Provas
Utilize a figura abaixo para responder à questão.

Segundo a norma que define o cabeamento estruturado, marque a resposta que mostre por até quantos metros um cabo CAT6e pode transportar dados numa banda de 10Gbps.
Provas
- Transmissão de DadosMeios de TransmissãoCabeamento FìsicoCabeamento Estruturado
- Transmissão de DadosPadrões IEEE 802IEEE 802.3: Ethernet
Utilize a figura abaixo para responder à questão.

A tecnologia PoE+ (Power over Ethernet) utiliza dois conjuntos de fios do cabo de dados para transmissão de energia elétrica, fazendo com que elementos de rede não precisem de tomada elétrica pra serem ligados. No padrão de cabeamento apresentado na figura, e considerando que o mesmo seja ligado em Fast Ethernet, a corrente elétrica é transmitida através dos cabos:
Provas
Utilize a figura abaixo para responder à questão.

A figura mostra um dos padrões de cabeamento estruturado que está descrito na norma:
Provas
- Transmissão de DadosTransmissão de Multimídia, Streaming e VozTelefonia
- Transmissão de DadosTransmissão de Multimídia, Streaming e VozVoIP: Voice over IP
O Asterisk é um software de telefonia IP muito utilizado devido a sua flexibilidade e gratuidade. As configurações utilizadas por esse software normalmente são gravadas em arquivos de texto dentro da pasta /etc/asterisk. Marque a alternativa que indica corretamente em que arquivo de texto normalmente está configurado o plano de discagem e o encaminhamento das chamadas em um servidor Asterisk.
Provas
- Transmissão de DadosTransmissão de Multimídia, Streaming e VozSIP: Session Initiation Protocol
- Transmissão de DadosTransmissão de Multimídia, Streaming e VozVoIP: Voice over IP
O protocolo SIP é responsável pelo gerenciamento de sessões VoIP; porém, ele não carrega o vídeo e a voz propriamente dita. Para tornar essa comunicação de fluxos de áudio e vídeo possível, utilizam-se outros protocolos. Na primeira mensagem SIP para o estabelecimento de uma chamada, um protocolo descreve, de forma facilmente legível, informações de mídia como CODEC, porta e protocolo de transporte que serão utilizados em uma chamada. Por exemplo, uma mensagem desse protocolo poderia conter:
m=áudio 3456 RTP/AVP 0, 3, 4 e 5 (0=PCM G711, 3=GSM, 4=G.723 e 5=DVI4)
Nesse exemplo, a porta usada para mídia é a 3456 e os codecs suportados são os de número 0, 3, 4 e 5. O protocolo em questão definido pela RFC 2327, que é usado em conjunto com o SIP e descreve informações de mídia durante o estabelecimento de uma sessão SIP, é:
Provas
- Transmissão de DadosTransmissão de Multimídia, Streaming e VozQoS: Quality of Service
- Transmissão de DadosTransmissão de Multimídia, Streaming e VozVoIP: Voice over IP
O bom funcionamento do VoIP é dependente de vários fatores que influenciam a qualidade das chamadas, um deles é o Jitter. Pode-se afirmar que o Jitter é definido como:
Provas
- Protocolos e ServiçosMultimídia e StreamingRTP: Real-Time Protocol
- Transmissão de DadosTransmissão de Multimídia, Streaming e VozVoIP: Voice over IP
Assinale a alternativa que apresenta o protocolo normalmente utilizado para transportar o fluxo de voz (áudio) de uma chamada VoIP.
Provas
Caderno Container