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Ainda não é bem compreendido o porquê das respostas imunes que geralmente permanecem localizadas se espalharem, às vezes, para além do ambiente local, causando sepse. A causa é, provavelmente, multifatorial e pode incluir fatores dos microrganismos invasores bem como dos hospedeiros. Nesse sentido,
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A sepse é uma condição clínica reconhecida desde a antiguidade, mas, só recentemente, foi definida. Sua compreensão é crucial para evitar o desfecho para a síndrome de disfunção de múltiplos órgãos e, até mesmo, a morte do paciente. A sepse é definida como
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A.F.V, morador de zona rural do interior do estado, comparece à unidade de saúde para uma consulta agendada e, no momento do exame físico, o médico observa lesões superficiais no seu braço. O paciente relata terem sido decorrentes de mordedura de um sagui que cria em seu quintal. Nesse caso, de acordo com o protocolo do Ministério da Saúde para a profilaxia da raiva humana no Brasil 2022, o médico deverá indicar ao paciente
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Uma paciente com 89 anos comparece a uma unidade de pronto atendimento com ferimentos superficiais em terceiro quirodáctilo direito, na região medial do punho causados por seu gato. O felino está aparentemente sadio, é vacinado e tem costumes caseiros. A senhora ignora mordeduras de animais pregressas. Considerando o protocolo do Ministério da Saúde para a profilaxia da raiva humana no Brasil 2022, a conduta a ser estabelecida será
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A importância do diagnóstico etiológico da leptospirose, doença infecciosa sistêmica, requer diferenciação em relação a outras enfermidades febris agudas. A confirmação da leptospirose ainda é um desafio na prática clínica, pois depende da suspeita da fase da doença que acomete o paciente e da disponibilidade dos testes diagnósticos. Considerando esses testes, é esperada a
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A leptospirose, uma das zoonoses mais importantes do nosso meio, é uma doença espectral generalizada, febril, causada por espiroquetas patogênicas do gênero Leptospira, cuja forma clínica grave mais comum é a síndrome de Weil. As apresentações clínicas, decorrentes de sua patogenia, necessitam ser bem compreendidas possibilitando facilitar o processo de investigação diagnóstica. Para a confirmação da síndrome de Weil, o infectologista deve investigar
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A gonorreia é uma doença infecciosa do trato urogenital de distribuição mundial, com maior prevalência nos países em desenvolvimento e apresenta elevada contagiosidade. Do ponto de vista clínico possui, um espectro de apresentações que levam à necessidade do seu conhecimento, principalmente pelo risco de formas graves fulminantes. Assim, em relação às particularidades dos quadros distintos associados à essa infecção,
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A sífilis é uma infecção bacteriana sistêmica, crônica, curável e exclusiva do ser humano. Quando não tratada, evolui para estágios de gravidade variada, podendo acometer diversos órgãos e sistemas do corpo. Assim, é necessário o diagnóstico precoce, em que os testes imunológicos são os mais utilizados. A interpretação dos resultados torna-se crucial para a tomada de decisão clínica correta. Em relação aos resultados obtidos em alguns desses testes,
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As hepatites virais indicam inflamação do fígado, resultante de processo infeccioso por vírus hepatotrópicos designados pelas letras A (HAV), B (HBV), C (HCV), D (HDV) e E (HEV) que, apesar de haver semelhanças clínicas entre elas, diferem em alguns aspectos de acordo a etiologia. A distinção entre as apresentações clínicas é facilitada por algumas particularidades. Nesse contexto,
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As hepatites virais (A, B, C, D e E) são responsáveis, a depender do agente, por quadros evolutivos agudos ou crônicos. Os quadros agudos podem evoluir de forma benigna, prolongada ou fulminante. A benigna é comumente dividida em fases e, entre elas, se destaca a ictérica, achado indicativo do processo inflamatório hepático. Nessa fase, o médico deverá evidenciar
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