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Foram encontradas 64 questões.

1743790 Ano: 2019
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
Toda instalação de tipo industrial, comercial ou de serviços precisa possuir um sistema permanente de comunicação com seus empregados.
Em relação ao Sistema de Comunicação, analise as proposições abaixo.
1) O sistema deve fornecer meios para avisar ou alertar o pessoal em todos os locais dentro do estabelecimento sobre incêndio.
2) A prontidão contínua dos canais para comunicações constitui a base da maior parte desses sistemas.
3) O sistema deve fornecer meios para receber informações e enviar instruções aos guardas nos postos fixos ou no patrulhamento.
4) A omissão de uma chamada a uma hora precisamente especificada resulta em uma pronta resposta para investigar o motivo na falha de comunicação.
Está(ão) correta(s):
 

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1739398 Ano: 2019
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
Os “Sistemas de Proteção” funcionam em conjunto, se suprindo e complementando. Com relação ao “Sistema de Defesa de Perímetro”, assinale a alternativa correta.
 

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1710328 Ano: 2019
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
Vulnerabilidade é a escala de medida que determina quão perigosa, penosa, desfavorável ou crítica é uma situação ou operação, em relação à estrutura ou ao conjunto de partes do objeto protegido. São características da vulnerabilidade:
1) é indicador de grau de risco de um Objeto de Proteção.
2) está ligada à estrutura do Objeto de Proteção.
3) pode ser alterada em função da qualidade e quantidade das medidas de segurança física adotadas.
4) deverá ser inversamente proporcional à criticidade apurada.
Estão corretas:
 

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1710104 Ano: 2019
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
Em termos doutrinários, a responsabilidade pela segurança no perímetro interno (dentro dos limites da propriedade) de uma instalação cabe à sua direção. A isso chamamos de:
 

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1707364 Ano: 2019
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
“É um estado proporcionado pelas garantias possíveis contra riscos prováveis a que está sujeito um determinado Objeto de Proteção”. Essa é a definição de:
 

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Sozinhos na multidão: a solidão na era das redes sociais
Solidão. Essa parece ser uma palavra recorrente e uma constante no comportamento das pessoas no século XXI, o século em que o ser humano nunca esteve, teoricamente, mais conectado aos seus semelhantes em toda a sua história, através do mundo digital da Web e das redes sociais.
Por mais estranho que possa parecer, ao mesmo tempo em que a Internet abriu um mundo novo e revolucionou praticamente todas as formas conhecidas de relacionamento entre pessoas, comunidades e países, as pessoas nunca estiveram mais solitárias, e nunca foram registradas tantas ocorrências de doenças psíquicas, como os diversos transtornos de ansiedade, comportamentos compulsivos originados de quadros de carência afetiva aguda e fratura narcísica, além do impressionante aumento de queixas de depressão, nos mais diversos níveis.
Todos estão conectados, linkados e interligados aos outros através das redes sociais como Facebook, Google+ e outras muitas plataformas existentes com a mesma finalidade (teoricamente): aproximar pessoas. Entretanto, nunca estivemos tão distantes da conexão real entre as pessoas, seja afetiva ou socialmente. As pessoas hoje preferem passar mais tempo conectadas através do computador, tablet, celular ou qualquer outro dispositivo, móvel ou não, do que se encontrar fisicamente para poderem interagir no mundo real.
Pode-se ter uma medida disso ao se observar comportamentos de famílias em restaurantes, grupos de adolescentes no shopping, amigos/amigas/colegas de trabalho almoçando juntos. Chega a ser impressionante o tempo dedicado por todos aos seus dispositivos eletrônicos para envio de mensagens ou e-mails, acompanhar as atualizações feitas pelos seus respectivos “amigos” e conhecidos nas diversas redes sociais, ao invés de dedicar o mesmo tempo para tentar desenvolver algum tipo de interação ou de conexão afetiva real. No caso dos grupos de adolescentes esse fenômeno chega a ser mais impressionante (ou diria, talvez, mais preocupante).
As crianças, ao invés de se relacionarem e brincarem umas com as outras, passam a interagir umas com as outras através de seus tablets e smartphones (dados por pais que não param para avaliar se os filhos já têm idade para serem expostos ao mundo digital desta forma), mandando mensagens (ao invés de conversarem ao vivo e a cores) entre si, jogando online. Com os adolescentes, a cena não é muito diferente: numa mesma mesa pode-se ver a interação sendo feita através de smartphones e tablets, com o envio de mensagens de um para o outro (ao invés de tentar simplesmente conversar), ou através das atualizações de suas respectivas atividades no “Face” (diminutivo de Facebook, porque dá muito trabalho falar Facebook, segundo esses adolescentes, cuja marca registrada é um imenso e constante cansaço).
A este panorama, de pessoas altamente conectadas com tudo e todos à sua volta e, por si só, bastante para desencadear a ansiedade e o aparecimento de neuroses diversas nessa sociedade global do século XXI, adicione-se o surgimento de uma sociedade em que nunca se viu um contingente tão grande de solitários e de laços afetivos tão fluidos e instáveis, a era do chamado “amor líquido”. Uma era em que é mais fácil deletar do que tentar resolver obstáculos e conflitos dentro dos relacionamentos, em que todos estão ligados a todo mundo, mas poucos conseguem estabelecer relações estáveis e saudáveis, seja do ponto de vista afetivo ou sexual.
Isso me leva a concluir que, neste novo mundo de relações digitais e fluidas, está se criando uma nova geração, na qual os relacionamentos virtuais – diferentes dos relacionamentos reais, pesados, lentos e confusos – são muito mais fáceis de entrar e sair; eles parecem inteligentes e limpos, fáceis de usar, compreender e manusear. Quando o interesse acaba, ou a situação chega a determinado ponto que exige pelo menos elaboração, sempre se pode apertar a tecla “delete”. Não sem consequências psíquicas ou com tanta leveza quanto aparenta, já que a modernidade não chega com essa velocidade ao psiquismo.
O que vemos é cada vez mais casos de pacientes com discursos fragmentados, ocorrências de dissociação de personalidade (um resultado nítido das alter personalidades tão usuais no mundo digital), quadros de carência afetiva aguda e comportamentos compulsivos diversos (muito provavelmente originados pelo abandono dos pais pós-modernos), além de transtornos de ansiedade e depressão, nos mais diversos níveis. Vivemos em um mundo onde as pessoas não só estão mais sozinhas, como estão deprimidas, ansiosas (todas buscando aceitação, acolhimento, conexões afetivas e amor), compulsivas e, paradoxalmente, conectadas com o mundo. Ou seja, ao contrário do ditado, não basta estar sozinho, mas sozinho, apesar de acompanhado.
Marcelo Bernstein. Disponível em: http://desacato.info/sozinhos-na-multidao-a-solidao-na-era-das-redes-sociais.
Acesso em 16/04/2019. Adaptado.
Assinale a alternativa em que as formas verbais estão corretamente conjugadas.
 

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1695853 Ano: 2019
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
Podemos classificar a Segurança Física quanto à atuação e quanto aos meios. Dentre as alternativas abaixo, qual não é uma forma de Segurança Física quanto aos meios?
 

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1682043 Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
De acordo com o Decreto nº 5.824/2006, é atividade do setor de “Ciências Biológicas” das Instituições Federais de Educação (IFE):
 

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1674494 Ano: 2019
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
Quanto à intensidade com que se apresentam, os riscos podem ser definidos em termos absolutos ou a partir da proporção entre as necessidades de recursos e as possibilidades dos meios disponíveis na área afetada para dar resposta cabal ao problema apresentado.
São exemplos de riscos quanto à intensidade, EXCETO:
 

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1674493 Ano: 2019
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: UFRPE
Orgão: UFRPE
Os riscos são tipologicamente classificados quanto à sua evolução no espaço-tempo, quanto à intensidade apresentada. Quanto à evolução, os riscos podem ser:
 

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