Foram encontradas 150 questões.
Você é chamado para prestar assistência neonatal durante um parto no qual foi constatado sofrimento fetal com líquido amniótico meconial. O recém-nascido nasceu com Apgar 2 (Frequência cardíaca = 1 e Frequência Respiratória = 1). A conduta inicial, conforme as normas vigentes de Reanimação Neonatal, é:
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Criança de 3 anos, faiodérmica, da entrada no PS apresentando palidez cutânea importante, dor abdominal intensa com esplenomegalia (baço a 8 cm do RCE), pulsos finos. Mãe relata que o quadro começou há poucas horas e que a criança sempre teve “anemia”. Exames laboratoriais mostraram: Hemoglobina=3g%, Leucócitos 15.000, Plaquetas=490000. Na revisão de prontuário encontrou-se eletroforese de hemoglobina com presença de hemoglobina S. Qual sua impressão diagnostica e o tratamento proposto:
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Uma criança de cinco anos é admitida na sala de reanimação de um pronto-socorro pediátrico com história de tosse e febre há três dias. A família relata que vem evoluindo nas últimas 24 horas com dificuldade para respirar, prostração e diminuição da diurese. Ao exame físico, apresentava-se sonolenta, taquidispneica, com diminuição do murmúrio vesicular difusamente, taquicárdica, febril, com abdome globoso, ausência de visceromegalias e perfusão periférica diminuída, sendo o tempo de enchimento capilar (TEC) de 4 segundos. Ao ser monitorizada, mostrava os seguintes parâmetros: ritmo cardíaco sinusal, frequência cardíaca (FC) de 130 bpm, frequência respiratória (FR) de 50 ipm, saturação periférica de oxigênio (sat O2 ) de 87% e pressão arterial média (PAM) de 80 mmHg. Com base nesse quadro clínico, foi feita a hipótese diagnóstica de choque séptico e iniciada a reanimação. O acesso venoso periférico não foi possível.
Após 20 minutos de reanimação do choque, a criança apresentava-se sonolenta e confusa, mantinha na ausculta pulmonar os estertores crepitantes bilaterais, sat O2 90%, FC = 125 bpm, FR = 50 ipm; TEC mantido em três segundos; ainda sem diurese e PAM de 50 mmHg. A melhor conduta, nesse momento, seria iniciar:
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Uma criança de cinco anos é admitida na sala de reanimação de um pronto-socorro pediátrico com história de tosse e febre há três dias. A família relata que vem evoluindo nas últimas 24 horas com dificuldade para respirar, prostração e diminuição da diurese. Ao exame físico, apresentava-se sonolenta, taquidispneica, com diminuição do murmúrio vesicular difusamente, taquicárdica, febril, com abdome globoso, ausência de visceromegalias e perfusão periférica diminuída, sendo o tempo de enchimento capilar (TEC) de 4 segundos. Ao ser monitorizada, mostrava os seguintes parâmetros: ritmo cardíaco sinusal, frequência cardíaca (FC) de 130 bpm, frequência respiratória (FR) de 50 ipm, saturação periférica de oxigênio (sat O2 ) de 87% e pressão arterial média (PAM) de 80 mmHg. Com base nesse quadro clínico, foi feita a hipótese diagnóstica de choque séptico e iniciada a reanimação. O acesso venoso periférico não foi possível.
Após a primeira infusão de volume, a criança foi reavaliada e apresentava os seguintes parâmetros: ausculta pulmonar com estertores crepitantes bilateralmente, sat O2 94%, FC=120 bpm, FR=50 ipm; TEC de 3 segundos; sem diurese; PAM de 70 mmHg. Além de iniciar antibioticoterapia e realizar a correção de hipoglicemia e da hipocalcemia (caso necessário), a próxima sequência de atendimento é:
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Uma criança de cinco anos é admitida na sala de reanimação de um pronto-socorro pediátrico com história de tosse e febre há três dias. A família relata que vem evoluindo nas últimas 24 horas com dificuldade para respirar, prostração e diminuição da diurese. Ao exame físico, apresentava-se sonolenta, taquidispneica, com diminuição do murmúrio vesicular difusamente, taquicárdica, febril, com abdome globoso, ausência de visceromegalias e perfusão periférica diminuída, sendo o tempo de enchimento capilar (TEC) de 4 segundos. Ao ser monitorizada, mostrava os seguintes parâmetros: ritmo cardíaco sinusal, frequência cardíaca (FC) de 130 bpm, frequência respiratória (FR) de 50 ipm, saturação periférica de oxigênio (sat O2 ) de 87% e pressão arterial média (PAM) de 80 mmHg. Com base nesse quadro clínico, foi feita a hipótese diagnóstica de choque séptico e iniciada a reanimação. O acesso venoso periférico não foi possível.
Nessas condições, a melhor conduta inicial é:
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Criança de 6 anos é trazida ao ambulatório de pediatria, pois ainda apresenta micções noturnas involuntárias frequentes, o que tem sido um transtorno para a família. Mãe nega qualquer outro sintoma e durante o dia as micções são voluntárias, numa frequência de 4 micções durante o dia. Diante deste quadro podemos afirmar que:
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Lactente com 10 meses de idade, chega ao Pronto- Socorro com história de irritabilidade e febre de 38°C há dois dias. A mãe refere que hoje notou lesões avermelhadas e vesiculares espalhadas no tronco. Ao investigar a história familiar, a mãe conta que a avó, que mora com a família, estava com lesões vesiculares em região de face esquerda iguais às da criança. Pela história, o diagnóstico mais provável e o tratamento para esse lactente são, respectivamente:
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Criança de dez anos de idade atendida na emergência do HCSA com quadro sugestivo de meningite. O exame do LCR revela celularidade de 410 com 90% de linfomononucleares, proteínas = 235, glicose = 12, cloretos = 780. Provavelmente trata-se de:
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Criança de dois anos atendida na emergência do HCSA com febre alta, vômitos e rigidez de nuca. O LCR revela 1300 células com 89% de polimorfonucleares, proteínas de 80, glicose de 20, Gram apresentando diplococos gramnegativos. Assinale a alternativa correta:
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Menina com 15 meses de idade, em bom estado geral, é levada à consulta médica. Tem história de infecção urinária (ITU) de repetição e investigação radiológica demonstrando refluxo vesico-ureteral grau II. Considerando as evidências mais recentes quanto à eficácia e segurança da profilaxia com antibióticos para crianças com infecção urinária, escolha a conduta mais adequada para esta criança.
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