Foram encontradas 40 questões.
Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas abaixo.
Para a melhoria da qualidade do projeto, segundo Helman e Andery (1995), a análise permite:
( ) reconhecer o potencial de falha de cada etapa e avaliar a sua repercussão no processo, encarado de maneira global e sistêmica.
( ) hierarquizar as falhas, pela determinação de um índice de risco atribuído a cada uma. As falhas que apresentarem maiores índices de risco serão objetos de plano de ação específicos.
( ) documentar o trabalho de garantia de qualidade em projeto, sendo opcional quando a obra possuir memorial descritivo detalhado.
( ) priorizar o projeto estrutural em relação aos projetos complementares de instalações.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Assinale a alternativa CORRETA.
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Considerando a Norma NBR 12655 – Controle e Recebimento do Concreto, assinale a alternativa CORRETA.
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O cobrimento das armaduras nas peças de concreto armado é de fundamental importância para a durabilidade da estrutura. Sobre esta proteção, é CORRETO afirmar que:
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Durante o século passado, a doutrina da tábula rasa norteou os trabalhos de boa parte das ciências sociais e humanidades. A psicologia procurou explicar todo pensamento, sentimento e comportamento com alguns mecanismos simples de aprendizado. As ciências sociais procuram explicar todos os costumes e disposições sociais como um produto da socialização das crianças pela cultura circundante: um sistema de palavras, imagens, estereótipos, modelos e contingências de recompensa e punição. Uma longa e crescente lista de conceitos que pareceriam naturais ao modo de pensar humano (emoções, parentesco, os sexos, doença, natureza, o mundo) passou então a ser vista como “inventada” ou “socialmente construída”.
A tábula rasa também serviu de sagrada escritura para crenças políticas e éticas. Segundo a doutrina, toda diferença que vemos entre raças, grupos étnicos, sexos e indivíduos provém não de diferenças em sua constituição inata, mas de diferenças em suas experiências. Mudando as experiências – reformando o modo de criar os filhos, a educação, a mídia e as recompensas sociais – podemos mudar a pessoa. Notas baixas, pobreza e comportamento antissocial podem ser melhorados; de fato, não fazê-lo é uma irresponsabilidade. Toda discriminação com base em características ditas inatas de um sexo ou grupo étnico é absolutamente irracional.
É consternador pensarmos em nós como enobrecidos conjuntos de molas e engrenagens. Máquinas são insensíveis, construídas para ser usadas e descartadas; seres humanos têm sensibilidade, possuem dignidade e direitos e são infinitamente preciosos. Uma máquina tem algum propósito prosaico, como moer grãos ou apontar lápis; um ser humano tem propósitos mais elevados, como amor, devoção, boas obras e criação de conhecimento e beleza. O comportamento das máquinas é determinado pelas leis da física e da química; o comportamento das pessoas é livremente escolhido. Com a escolha vem a liberdade e, portanto, o otimismo quanto às nossas possibilidades para o futuro. Com a escolha vem também a responsabilidade, o que nos permite sustentar que as pessoas têm de responder por suas ações.
O filósofo Rousseau não acreditava exatamente numa tábula rasa, mas acreditava que o comportamento ruim era produto do aprendizado e socialização. As pessoas educadas procuram ser conscientes de seus preconceitos ocultos e avaliá-los com base nos fatos e nas sensibilidades dos outros. Na vida pública, tentamos julgar as pessoas como indivíduos, e não como espécimes de um sexo ou grupo étnico. Tentamos distinguir entre força e direito e assim respeitar culturas que são diferentes da nossa. Ocorreu uma revolução no tratamento da natureza humana pelos cientistas e estudiosos.
Pesquisadores das ciências humanas começaram a dar corpo à hipótese de que a mente evoluiu como uma estrutura universal complexa. A ideia de que a seleção natural dotou os humanos com uma mente universal complexa recebeu apoio de outras áreas. Com tantas capacidades mentais aparecendo em todas as culturas humanas, a mente nas crianças já não parece uma massa informe que a cultura molda. Do mesmo modo, nossa compreensão de nós mesmos e de nossas culturas só pode ser enriquecida pela descoberta de que nossa mente se compõe de intrincados circuitos neurais para pensar, sentir e aprender, ao invés de tábulas rasas, massas informes ou fantasmas inescrutáveis.
PINKER, Steven. Tábula rasa: a negação contemporânea da natureza humana. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. p. 19-31. [adaptado]
Indique com (V) a(s) afirmativa(s) verdadeira(s) e com (F) a(s) falsa(s), de acordo com o Texto e com a norma padrão escrita.
( ) Se na oração “toda diferença que vemos entre raças, grupos étnicos, sexos e indivíduos provém” [...] trocássemos “toda diferença” por as diferenças a grafia da forma verbal “provém” não precisaria ser alterada.
( ) Na oração “Tentamos distinguir entre força e direito e assim respeitar culturas que são diferentes da nossa.” o uso de vírgulas antes e depois do vocábulo assim é opcional.
( ) O sujeito da oração principal de “Uma longa e crescente lista de conceitos que pareceriam naturais ao modo de pensar humano (emoções, parentesco, os sexos, doença, natureza, o mundo) passou então a ser vista como „inventada" ou „socialmente construída".” é humano.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Quanto à atividade de perícia técnica, identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas abaixo.
( ) As conclusões do perito são lançadas em uma peça denominada Laudo Pericial.
( ) Os quesitos são as perguntas técnicas que as partes querem ver respondidas pelo profissional perito.
( ) Em direito, perícia é um meio de prova em que pessoas qualificadas tecnicamente (os peritos), nomeadas pelo juiz, analisam fatos juridicamente relevantes à causa examinada, elaborando o Laudo Técnico.
( ) Dentre os vários meios produtores de prova no direito, a perícia se destaca como um meio especial, na qual o concurso de um advogado faz-se necessário para o esclarecimento de fatos técnicos.
( ) Os quesitos são as perguntas técnicas que as partes querem ver respondidas pelo profissional perito, que, além de auxiliar o trabalho deste, ainda deixam bem clara a objetividade pretendida.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Assinale a alternativa CORRETA.
A Norma Brasileira de Imóveis Urbanos – NBR 5676 apresenta dois métodos diretos e três métodos indiretos de avaliação de imóveis.
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A instalação predial de esgoto é o conjunto de aparelhos sanitários, canalizações e dispositivos destinados a coletar e afastar da edificação as águas servidas por fins higiênicos, encaminhando-as ao destino adequado. Estas instalações regem-se pela NBR 8160/83 – Instalação Predial de Esgoto.
Com base nesta norma, assinale a resposta CORRETA.
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Durante o século passado, a doutrina da tábula rasa norteou os trabalhos de boa parte das ciências sociais e humanidades. A psicologia procurou explicar todo pensamento, sentimento e comportamento com alguns mecanismos simples de aprendizado. As ciências sociais procuram explicar todos os costumes e disposições sociais como um produto da socialização das crianças pela cultura circundante: um sistema de palavras, imagens, estereótipos, modelos e contingências de recompensa e punição. Uma longa e crescente lista de conceitos que pareceriam naturais ao modo de pensar humano (emoções, parentesco, os sexos, doença, natureza, o mundo) passou então a ser vista como “inventada” ou “socialmente construída”.
A tábula rasa também serviu de sagrada escritura para crenças políticas e éticas. Segundo a doutrina, toda diferença que vemos entre raças, grupos étnicos, sexos e indivíduos provém não de diferenças em sua constituição inata, mas de diferenças em suas experiências. Mudando as experiências – reformando o modo de criar os filhos, a educação, a mídia e as recompensas sociais – podemos mudar a pessoa. Notas baixas, pobreza e comportamento antissocial podem ser melhorados; de fato, não fazê-lo é uma irresponsabilidade. Toda discriminação com base em características ditas inatas de um sexo ou grupo étnico é absolutamente irracional.
É consternador pensarmos em nós como enobrecidos conjuntos de molas e engrenagens. Máquinas são insensíveis, construídas para ser usadas e descartadas; seres humanos têm sensibilidade, possuem dignidade e direitos e são infinitamente preciosos. Uma máquina tem algum propósito prosaico, como moer grãos ou apontar lápis; um ser humano tem propósitos mais elevados, como amor, devoção, boas obras e criação de conhecimento e beleza. O comportamento das máquinas é determinado pelas leis da física e da química; o comportamento das pessoas é livremente escolhido. Com a escolha vem a liberdade e, portanto, o otimismo quanto às nossas possibilidades para o futuro. Com a escolha vem também a responsabilidade, o que nos permite sustentar que as pessoas têm de responder por suas ações.
O filósofo Rousseau não acreditava exatamente numa tábula rasa, mas acreditava que o comportamento ruim era produto do aprendizado e socialização. As pessoas educadas procuram ser conscientes de seus preconceitos ocultos e avaliá-los com base nos fatos e nas sensibilidades dos outros. Na vida pública, tentamos julgar as pessoas como indivíduos, e não como espécimes de um sexo ou grupo étnico. Tentamos distinguir entre força e direito e assim respeitar culturas que são diferentes da nossa. Ocorreu uma revolução no tratamento da natureza humana pelos cientistas e estudiosos.
Pesquisadores das ciências humanas começaram a dar corpo à hipótese de que a mente evoluiu como uma estrutura universal complexa. A ideia de que a seleção natural dotou os humanos com uma mente universal complexa recebeu apoio de outras áreas. Com tantas capacidades mentais aparecendo em todas as culturas humanas, a mente nas crianças já não parece uma massa informe que a cultura molda. Do mesmo modo, nossa compreensão de nós mesmos e de nossas culturas só pode ser enriquecida pela descoberta de que nossa mente se compõe de intrincados circuitos neurais para pensar, sentir e aprender, ao invés de tábulas rasas, massas informes ou fantasmas inescrutáveis.
PINKER, Steven. Tábula rasa: a negação contemporânea da natureza humana. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. p. 19-31. [adaptado]
Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas com relação aos verbos sublinhados nos fragmentos do Texto.
( ) A locução verbal na frase “procurou explicar todo pensamento, sentimento e comportamento [...]” sinaliza uma ação futura.
( ) Na frase “A tábula rasa também serviu de sagrada escritura para crenças políticas e éticas”, o verbo está conjugado no pretérito perfeito do modo indicativo.
( ) Na frase “pensarmos em nós como enobrecidos conjuntos de molas e engrenagens”, o verbo está no modo infinitivo sem flexão.
( ) Em “ocorreu uma revolução no tratamento da natureza humana pelos cientistas e estudiosos” , o verbo pode ser substituído por ocorrera.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Durante o século passado, a doutrina da tábula rasa norteou os trabalhos de boa parte das ciências sociais e humanidades. A psicologia procurou explicar todo pensamento, sentimento e comportamento com alguns mecanismos simples de aprendizado. As ciências sociais procuram explicar todos os costumes e disposições sociais como um produto da socialização das crianças pela cultura circundante: um sistema de palavras, imagens, estereótipos, modelos e contingências de recompensa e punição. Uma longa e crescente lista de conceitos que pareceriam naturais ao modo de pensar humano (emoções, parentesco, os sexos, doença, natureza, o mundo) passou então a ser vista como “inventada” ou “socialmente construída”.
A tábula rasa também serviu de sagrada escritura para crenças políticas e éticas. Segundo a doutrina, toda diferença que vemos entre raças, grupos étnicos, sexos e indivíduos provém não de diferenças em sua constituição inata, mas de diferenças em suas experiências. Mudando as experiências – reformando o modo de criar os filhos, a educação, a mídia e as recompensas sociais – podemos mudar a pessoa. Notas baixas, pobreza e comportamento antissocial podem ser melhorados; de fato, não fazê-lo é uma irresponsabilidade. Toda discriminação com base em características ditas inatas de um sexo ou grupo étnico é absolutamente irracional.
É consternador pensarmos em nós como enobrecidos conjuntos de molas e engrenagens. Máquinas são insensíveis, construídas para ser usadas e descartadas; seres humanos têm sensibilidade, possuem dignidade e direitos e são infinitamente preciosos. Uma máquina tem algum propósito prosaico, como moer grãos ou apontar lápis; um ser humano tem propósitos mais elevados, como amor, devoção, boas obras e criação de conhecimento e beleza. O comportamento das máquinas é determinado pelas leis da física e da química; o comportamento das pessoas é livremente escolhido. Com a escolha vem a liberdade e, portanto, o otimismo quanto às nossas possibilidades para o futuro. Com a escolha vem também a responsabilidade, o que nos permite sustentar que as pessoas têm de responder por suas ações.
O filósofo Rousseau não acreditava exatamente numa tábula rasa, mas acreditava que o comportamento ruim era produto do aprendizado e socialização. As pessoas educadas procuram ser conscientes de seus preconceitos ocultos e avaliá-los com base nos fatos e nas sensibilidades dos outros. Na vida pública, tentamos julgar as pessoas como indivíduos, e não como espécimes de um sexo ou grupo étnico. Tentamos distinguir entre força e direito e assim respeitar culturas que são diferentes da nossa. Ocorreu uma revolução no tratamento da natureza humana pelos cientistas e estudiosos.
Pesquisadores das ciências humanas começaram a dar corpo à hipótese de que a mente evoluiu como uma estrutura universal complexa. A ideia de que a seleção natural dotou os humanos com uma mente universal complexa recebeu apoio de outras áreas. Com tantas capacidades mentais aparecendo em todas as culturas humanas, a mente nas crianças já não parece uma massa informe que a cultura molda. Do mesmo modo, nossa compreensão de nós mesmos e de nossas culturas só pode ser enriquecida pela descoberta de que nossa mente se compõe de intrincados circuitos neurais para pensar, sentir e aprender, ao invés de tábulas rasas, massas informes ou fantasmas inescrutáveis.
PINKER, Steven. Tábula rasa: a negação contemporânea da natureza humana. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. p. 19-31. [adaptado]
Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas com relação ao Texto.
( ) O autor emprega os termos “inventada” e “socialmente construída” referindo-se ao modo como alguns conceitos passaram a ser vistos na doutrina da tábula rasa.
( ) A questão da livre escolha (livre-arbítrio) aparece no texto no momento em que o autor aponta propriedades que diferenciam as máquinas dos seres humanos.
( ) Para o filósofo Rousseau a sociedade é que corrompe os homens. Isso quer dizer que não há correlação alguma entre a sua filosofia e a doutrina da tábula rasa.
( ) De acordo com a doutrina da tábula rasa, a distinção entre “raças, grupos étnicos, sexos e indivíduos” provém do aparato genético dos seres humanos.
( ) Segundo o texto, é inadequado pensar na mente das crianças como uma caixa vazia que vai sendo preenchida com o convívio em sociedade.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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