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Cabecinhas feitas
Aos pais que se preocupam com o tempo que o filho passa na frente do computador, um aviso: a coisa só tende a piorar. E isso pode ser bom. Educadores e profissionais da área de tecnologia do mundo todo estão empenhados em uma cruzada para dar uma utilidade prática ao fascínio da meninada por smartphones, tablets e laptops, e um dos caminhos são as aulas de programação ministradas desde a mais tenra idade. A ideia é que crianças e adolescentes dominem pelo menos uma linguagem dos códigos e, em vez de simplesmente usar o que já vem pronto no computador, aprendam a pôr a máquina a seu serviço.
Embora pesquisas de maior calibre ainda estejam em curso, a experiência já sinaliza que o exercício intelectual envolvido nesse aprendizado ajuda a desenvolver o raciocínio lógico e a capacidade de resolver problemas. Um dos estudiosos da área, o polonês Jakub Lacki, técnico da seleção de informática de seu país, enfatiza que, se bem administradas, as lições de programação podem dar um impulso naquilo que é mais essencial à vida escolar: “O exercício de conversa com o computador ajuda a sedimentar o conhecimento e a refletir sobre o que se aprende”.
Mesmo que ainda se debata como e quando os algoritmos devem entrar na vida da garotada, ganha força a teoria que compara o ensino da programação ao de uma língua estrangeira: quanto mais cedo, maior a capacidade de absorção. Mas que fique claro para pais que esperam milagres de seus pequenos gênios: aos 5 anos, ninguém vai escrever códigos de verdade, tarefa que exige uma maturidade intelectual que se pronunciará só lá pelos 10, 11 anos. O que os mais novinhos assimilam é o abecê mais básico, conhecimento que provavelmente lhes dará mais traquejo para aprender o que virá depois.
Muitas rodas de educadores são entusiastas da ideia de introduzir a linguagem dos códigos que o computador entende na grade de matérias obrigatórias desde o jardim de infância. Do outro lado do debate, há quem critique acrescentar mais essa obrigação à vida da meninada. Sobre um ponto todos concordam: para iniciar-se no universo dos códigos, é preciso ter a ferramenta adequada e, para a maioria, uma boa orientação – seja ela na escola ou em casa. Está comprovado que nos bancos escolares a exploração dos códigos só dá certo mesmo se o professor souber se portar como uma espécie de regente da investigação digital.
Se bem guiada, a garotada nascida e criada na era digital tem tudo para desenvolver as habilidades latentes em sua geração. O aprendizado do algoritmo na escola pode contribuir ainda para apagar duas imagens recorrentes: a de que a ciência da computação, tão crucial para o futuro, é uma matéria indecifrável para os comuns mortais e a de que o menino ou a menina versado nessa arte é um ser desinteressante e esquisito. Em outras palavras: o coding como segunda língua universal dos jovens será a vingança dos nerds.
BORGES, Helena. Cabecinhas feitas. Veja, n. 17, p. 96-97, abr. 2014.
[Adaptado]
Segundo o Texto, é CORRETO afirmar que:
 

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2489192 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Sobre vibrações, assinale as afirmativas abaixo.
I. Vibrações lineares obedecem ao princípio da superposição dos efeitos, sendo que existe proporcionalidade entre excitação e resposta.
II. Em sistemas com parâmetros concentrados, considera-se que a mola não possui nenhum mecanismo de dissipação de energia e de massa.
III. Em sistemas com parâmetros concentrados, considera-se que a massa ou a inércia relativa não possuem nenhum mecanismo de dissipação de energia e deformação, comportando-se como um corpo rígido.
IV. O amortecimento de Coulomb, teoricamente, é o resultado do atrito de dois sólidos sem lubrificação.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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2488366 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Acerca de proteção e segurança no trabalho, analise as afirmativas abaixo.
I. Trabalhadores sujeitos a ruído intermitente de 75 dB(A) durante 8 horas de trabalho não precisam utilizar protetores auriculares.
II. Segundo a legislação trabalhista, os equipamentos de proteção coletiva devem ser utilizados quando as medidas de proteção individual não forem suficientes para a atenuação dos riscos inerentes às atividades laborais.
III. Assim como extintores de incêndio, as capelas químicas são consideradas equipamentos de proteção individual.
IV. Os equipamentos de proteção individual sem certificado de aprovação são legalmente considerados aptos desde que analisados e liberados por um engenheiro de Segurança do Trabalho devidamente registrado no CREA.
V. O trabalhador é responsável pela higienização de seu(s) equipamento(s) de proteção individual.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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2488002 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Com base no diagrama tensão X deformação apresentado abaixo, assinale a alternativa CORRETA.
Enunciado 2873018-1
 

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2487840 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Com relação às propriedades, características e aplicações de materiais de engenharia mecânica, analise as afirmativas abaixo.
I. No processo de deformação a frio de ligas de alumínio por laminação ocorre o fenômeno do encruamento, o qual aumenta a resistência do material – em detrimento de sua ductilidade – pelo mecanismo de geração e ancoramento de discordâncias. Entretanto, algumas ligas de alumínio são sensíveis ao tratamento térmico, adquirindo resistências superiores às obtidas apenas pelo trabalho a frio.
II. A presença de veios de grafite torna o ferro fundido branco um material frágil, de elevada dureza e tenacidade similar à de cerâmicas óxidas, o que o torna adequado para aplicações que requerem alta resistência ao desgaste.
III. Uma das principais vantagens na utilização de compósitos de matriz polimérica reforçados por fibras de carbono, aramida ou vidro em aplicações estruturais é a sua elevada resistência específica, resultando em estruturas leves, ideais para aplicações dinâmicas.
IV. Na operação de revenido dos aços, a martensita, uma fase metaestável obtida por têmpera, é reaquecida até uma temperatura superior à zona crítica por um período de tempo suficiente para transformá-la em ferrita e cementita.
V. Metais, polímeros, cerâmicos e suas combinações (compósitos) definem as principais classes de materiais disponíveis para aplicações de engenharia. Técnicas de processamento e seleção da composição química apropriadas irão produzir a microestrutura necessária à obtenção das propriedades almejadas nessas aplicações.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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Cabecinhas feitas
Aos pais que se preocupam com o tempo que o filho passa na frente do computador, um aviso: a coisa só tende a piorar. E isso pode ser bom. Educadores e profissionais da área de tecnologia do mundo todo estão empenhados em uma cruzada para dar uma utilidade prática ao fascínio da meninada por smartphones, tablets e laptops, e um dos caminhos são as aulas de programação ministradas desde a mais tenra idade. A ideia é que crianças e adolescentes dominem pelo menos uma linguagem dos códigos e, em vez de simplesmente usar o que já vem pronto no computador, aprendam a pôr a máquina a seu serviço.
Embora pesquisas de maior calibre ainda estejam em curso, a experiência já sinaliza que o exercício intelectual envolvido nesse aprendizado ajuda a desenvolver o raciocínio lógico e a capacidade de resolver problemas. Um dos estudiosos da área, o polonês Jakub Lacki, técnico da seleção de informática de seu país, enfatiza que, se bem administradas, as lições de programação podem dar um impulso naquilo que é mais essencial à vida escolar: “O exercício de conversa com o computador ajuda a sedimentar o conhecimento e a refletir sobre o que se aprende”.
Mesmo que ainda se debata como e quando os algoritmos devem entrar na vida da garotada, ganha força a teoria que compara o ensino da programação ao de uma língua estrangeira: quanto mais cedo, maior a capacidade de absorção. Mas que fique claro para pais que esperam milagres de seus pequenos gênios: aos 5 anos, ninguém vai escrever códigos de verdade, tarefa que exige uma maturidade intelectual que se pronunciará só lá pelos 10, 11 anos. O que os mais novinhos assimilam é o abecê mais básico, conhecimento que provavelmente lhes dará mais traquejo para aprender o que virá depois.
Muitas rodas de educadores são entusiastas da ideia de introduzir a linguagem dos códigos que o computador entende na grade de matérias obrigatórias desde o jardim de infância. Do outro lado do debate, há quem critique acrescentar mais essa obrigação à vida da meninada. Sobre um ponto todos concordam: para iniciar-se no universo dos códigos, é preciso ter a ferramenta adequada e, para a maioria, uma boa orientação – seja ela na escola ou em casa. Está comprovado que nos bancos escolares a exploração dos códigos só dá certo mesmo se o professor souber se portar como uma espécie de regente da investigação digital.
Se bem guiada, a garotada nascida e criada na era digital tem tudo para desenvolver as habilidades latentes em sua geração. O aprendizado do algoritmo na escola pode contribuir ainda para apagar duas imagens recorrentes: a de que a ciência da computação, tão crucial para o futuro, é uma matéria indecifrável para os comuns mortais e a de que o menino ou a menina versado nessa arte é um ser desinteressante e esquisito. Em outras palavras: o coding como segunda língua universal dos jovens será a vingança dos nerds.
BORGES, Helena. Cabecinhas feitas. Veja, n. 17, p. 96-97, abr. 2014.
[Adaptado]
Considere as seguintes afirmativas, referentes ao Texto.
I. Segundo o polonês Jakub Lacki, as aulas de programação possibilitam ao aluno o conhecimento solidificado e o ato de refletir sobre o que se aprende.
II. Não há idade ideal para que a linguagem dos códigos entre na vida da criançada, mas as pesquisas apontam que a capacidade intelectual da criança se inicia antes dos cinco anos.
III. Qualquer criança nascida e criada na era digital desenvolverá competências relacionadas à linguagem dos códigos.
IV. Fica clara a importância dada ao professor no processo de aprendizado da linguagem dos códigos.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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2487644 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Sobre motores a combustão interna, analise as afirmativas a seguir.
I. Como toda reação química, a reação de combustão que ocorre em um motor a combustão interna corresponde a uma reorganização dos átomos existentes nas moléculas envolvidas nesse processo.
II. A energia introduzida em um motor a combustão interna mantém-se constante durante a combustão e é convertida em trabalho, não havendo perdas de qualquer forma.
III. A combustão em um motor a ciclo Otto, teoricamente, propaga-se passo a passo através de uma frente de chama, que separa a todo instante a zona de gases queimados e a mistura inicial ar-combustível.
IV. Os motores a combustão interna são aqueles nos quais o calor gerado pela combustão é transferido a um fluido intermediário como ar, hidrogênio, amônia, vapor d’água etc.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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2486635 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Relativamente ao estudo de mecanismos de desgaste, analise as afirmativas a seguir.
I. Um dos principais focos do estudo da tribologia diz respeito ao desgaste. Fundamentalmente ocorrem quatro modos básicos de desgaste: abrasivo, adesivo, fadiga e corrosivo. No desgaste abrasivo ocorre uma remoção de material da superfície em função da geometria e da dureza dos dois materiais em contato. Já no desgaste corrosivo (líquidos ou gasosos) são formados produtos de reação triboquímicas devido às interações químicas e eletroquímicas das interfaces, normalmente gerando camadas.
II. Os processos de desgaste envolvem aspectos associados à cinemática do sistema tribológico, isto é, do movimento relativo e interação das interfaces, que podem variar entre deslizamento, rolamento, erosão, impacto e/ou oscilação.
III. Tribômetro é um equipamento empregado para medição de propriedades de atrito e desgaste de combinações de materiais e lubrificantes sob condições específicas de carga, velocidade, temperatura e atmosfera.
IV. Diversos ensaios podem ser realizados para avaliar o comportamento ao desgaste dos materiais: de impacto (útil na avaliação da adesão e na medição de dureza de filmes finos), de indentação (que permite a determinação do módulo de elasticidade e dureza) e de fadiga (para a análise da durabilidade e da resistência do material).
V. Os processos de desgaste também poderão ser classificados quanto ao elemento interfacial, podendo ser denominado de desgaste a três corpos, quando houver contato direto entre as superfícies, ou de desgaste a quatro corpos, quando estiver sob ação de partículas sólidas localizadas entre as duas superfícies, como pós em lubrificantes.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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O viajante clandestino
Mia Couto
– Não é arvião. Diz-se: avião.
O menino estranhou a emenda de sua mãe. Não mencionava ele uma criatura do ar? A criança tem a vantagem de estrear o mundo, iniciando outro matrimônio entre as coisas e os nomes. Outros a elas se assemelham, à vida sempre recém-chegando. São os homens em estado de poesia, essa infância autorizada pelo brilho da palavra.
– Mãe: avioneta é a neta do avião?
– Vamos para a sala de espera, ordenou a mãe.
Ela lhe admoestou, prescrevendo juízo. Aquilo era um aeroporto, lugar de respeito. A senhora apontou os passageiros, seus ares graves, soturnos. O menino mediu-se com aquele luto, aceitando os deveres do seu tamanho. Depois, se desenrolou do colo materno, fez sua a sua mão e foi à vidraça. Espreitou os imponentes ruídos, alertou a mãe para um qualquer espanto. Mas a sua voz se afogou no tropel dos motores.
Eu assistia a criança. Procurava naquele aprendiz de criatura a ingenuidade que nos autoriza a sermos estranhos num mundo que nos estranha. Frágeis onde a mentira credencia os fortes.
Seria aquele menino a fratura por onde, naquela toda frieza, espreitava a humanidade? No aeroporto eu me salvava da angústia através de um exemplar da infância.
O menino agora contemplava as traseiras do céu, seguindo as fumagens, lentas pegadas dos instantâneos aviões. Ele então se fingiu um aeroplano, braços estendidos em asas. Descolava do chão, o mundo sendo seu enorme brinquedo. E viajava por seus infinitos, roçando as malas e as pernas dos passageiros entediados. Até que a mãe debitou suas ordens. Ele que recolhesse a fantasia, aquele lugar era pertença exclusiva dos adultos.
– Te ajeita. Estamos quase partindo.
– Então vou me despedir do passaporteiro.
A mãe corrigiu em dupla dose. Primeiro, não ia a nenhuma parte. Segundo, não se chamava assim ao senhor dos passaportes. Mas só no presente o menino se deixava calar. Porque, em seu sonho, mais adiante, ele se proclama:
– Quando for grande quero ser passaporteiro.
E ele já se antefruía, de farda, dentro do vidro. Ele é que autorizava a subida aos céus.
– Vou estudar para migraceiro.
– Tá doido, filho. Fica quieto.
O garoto guardou seus jogos, contido. Que criança, neste mundo, tem vocação para adulto?
Saímos da sala para o avião. Chuviscava. O menino seguia seus passos quando, na lisura do asfalto, ele viu o sapo. Encharcado, o bicho saltiritava. Sua boca, maior que o corpo, traduzia o espanto das diferenças. Que fazia ali aquele representante dos primórdios, naquele lugar de futuros apressados?
O menino parou, observador, cuidando os perigos do batráquio. Na imensa incompreensão do asfalto, o bicho seria esmagado por cega e certeira roda.
– Mãe, eu posso levar o sapo?
A senhora estremeceu de horror. Olhou envergonhada, pedindo desculpas aos passantes. Então, começou a disputa. A senhora obrigava o braço do filho, os dois se teimavam. Venceu a secular maternidade. O menino, murcho como acento circunflexo, subiu as escadas, ocupou seu lugar, ajeitou o cinto.
Do meu assento eu podia ver a tristeza desembrulhando líquidas miçangas no seu rosto. Fiz-lhe sinal, ele me encarou de soslado. Então, em seu rosto se acendeu a mais grata bandeira de felicidade. Porque do côncavo de minhas mãos espreitou o focinho do mais clandestino de todos os passageiros.
Disponível em: <http://jardimdasdelicias.blogs.sapo.pt/277137.html>.
[Adaptado] Acesso em: 8 abr. 2014.
Glossário
Admoestar – repreender branda e benevolamente
Antefruir – usufruir antecipadamente
Batráquio – anfíbio
Debitar suas ordens – anunciar, proclamar suas regras
Fumagem – fumaça
Soslado – lado, oblíquo
Soturno – aspecto triste, taciturno
Tropel – grande ruído
Considere o trecho retirado do Texto e assinale a alternativa CORRETA, com base na norma padrão escrita.
O menino agora contemplava as traseiras do céu, seguindo as fumagens, lentas pegadas dos instantâneos aviões. Ele então se fingiu um aeroplano, braços estendidos em asas. Descolava do chão, o mundo sendo seu enorme brinquedo. E viajava por seus infinitos, roçando as malas e as pernas dos passageiros entediados. Até que a mãe debitou suas ordens. Ele que recolhesse a fantasia, aquele lugar era pertença exclusiva dos adultos.
 

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2484403 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Sobre os mecanismos de desgaste de ferramentas de corte, é CORRETO afirmar que:
 

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