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William M. S. Russel e Rex L. Burch definiram o conceito dos 3R's no livro The Principles of Humane Experimental Technique, de 1959. Qual alternativa define um dos princípios apresentados nesse livro?
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O desenvolvimento de técnicas de isolamento e manipulação genética de células-tronco embrionárias representou uma das mais importantes ferramentas para o estudo da função dos genes. Com relação às células-tronco embrionárias, assinale a alternatica correta.
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As doenças do trato respiratório superior são as infecções mais prevalentes e mais facilmente identificáveis em gatis. Assinale a alternativa que inclui os sinais clínicos identificados nas afecções respiratórias superiores em felinos.
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Com o objetivo de identificar organismos transgênicos, vários métodos podem ser empregados. Considerando esses métodos, assinale a alternativa correta.
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Assinale a alternativa que contém uma doença NÃO considerada uma zoonose:
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Para responder à questão, leia o texto a seguir.
A cidade em crise
Carlos Antônio Leite Brandão*
Os espaços físicos urbanos são, por excelência, do domínio público em que se movimenta a cidade e a sociedadeA). Isso aponta, de imediato, a necessidade de pensar e promover como seu bem maior a coisa pública, a res publica. E aí repousa, justamente, a maior dificuldadeB): o domínio público tem perdido seu lugar na sociedade urbana contemporânea. A perda da dimensão pública de nossa existência é o maior desafio enfrentado para que se implementem ações destinadas a preservar a cidade enquanto pólis e urbeC).
Essa crise foi longamente germinada e é intrínseca à própria formação das sociedades modernas e se traduz na progressiva restrição do espaço públicoD). Diariamente, vemos pessoas reclamarem dos prejuízos causados à qualidade de seu meio ambiente particular, como a inserção de um poste, a derrubada de uma árvore, a falta de segurança no bairro, o excesso de ruído, a poluição ou a mudança no fluxo viário em seus arredores. Tais reclamações são válidas, mas cumpre verificar com que caráter o problema da qualidade de vida comparece nelas: são desconfortos sentidos apenas na medida em que interferem no espaço particular do reclamante.
O cidadão, figura central do movimento da pólis, também está se perdendoE) e sendo substituído pela figura do contribuinte e do consumidor. É na condição de contribuinte ou consumidor de serviços, por exemplo, que se reivindica a preservação da qualidade de vida, a obtenção da segurança e o afastamento do jogo político de alguns profissionais da economia informal. Se a qualidade de vida só pode ser requerida pelo contribuinte e consumidor, ela não é comum a todos, mas apenas a um grupo de cidadãos cuja voz é mais forte quanto maior a sua riqueza.
A cidade é mais do que um espaço físico, e o problema da qualidade de vida vai além da questão ambiental. A cidade é um espaço ético. Desenvolver essa noção é o propósito preliminar de um modelo ainda a ser implantado que tem como vértice a educação das pessoas para o agir ético dentro de uma sociedade em que a virtude pública constitui o horizonte privilegiado de nossas visadas. Fisicamente, acreditamos morar em cidades; espiritualmente, habitamos não cidades, espaços privados onde estamos, mais do que tudo, “privados” de liberdade.
Liberdade não é prolongar para o público aquilo que fazemos e desejamos na intimidade, mas ter a possibilidade de dar um destino público às nossas ações e desenvolver plenamente as nossas potencialidades na medida em que as dirigimos à comunidade à qual pertencemos. Isso só é possível quando nosso trabalho escolhe destinar-se ao outro, permitindo-nos transcender a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.
* Professor de História da Arquitetura da UFMG.
Fonte: Disponível em: <www.ufmg.br/diversa/17/index.php/aglomerados/a-cidade-em-crise>. Acesso em: 21 mar. 2013. (adaptado)
Mesmo que se pluralize o termo sublinhado, o verbo permanecerá no singular em
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Para responder à questão, leia o texto a seguir.
Why should agricultural animal research programs participate in AAALAC accreditation?
Heres what colleagues at agricultural institutions have told us about the benefits of AAALAC International accreditation
Accreditation promotesand validateshigh standards for research and animal care
Colleagues at accredited institutions say that AAALAC accreditation puts agricultural programs on par with biomedical research programs in terms of having a well-managed, well-documented and accountable animal care and use program. They say that earning accreditation represents a high standard for quality, and that it takes procedures, processes and facilities to the highest level, enhancing the quality of research.
Accreditation provides public accountability
Representatives from accredited programs say that accreditation demonstrates concern for animal welfare, and assures the public of the highest possible level of animal care oversight.
Accreditation offers an opportunity for in-depth program assessment
One of the biggest benefits noted was the excellent opportunity for self- and peer-evaluation to improve our program. They also noted that this exercise in self- assesment provides a valuable benchmarking tool, and quality assurance through peer-review.
Accreditation simulates continuous improvement
When an institution chooses to participate in the AAALAC accreditation program, its committing to a process that stimulates continuous improvement. Earning and maintaining accreditation keeps an institution aware of, and engaged in, current best practices in the field of agricultural animal research and care.
Accreditation can identify the need forand facilitate the acquisition ofadditional resources
Participating in AAALAC accreditation may also help improve funding for research programs and facilities. Members say it offers an objective source of leverage for continued improvements to our animal care program and facilities, including garnering administrative buy-in.
Accreditation provides a positive image among research funders
Accreditation gives added credibility to the animal research and teaching program among federal agencies especially the National Institutes of Health and the Department of Defense, as well as large corporate sponsors. (This is likely to become increasingly important as agricultural research continues to move to genetic and molecular levels.)
Accreditation instills a sense of pride and teamwork among animal care personnel
Earning and maintaining AAALAC International accreditation is a great achievement that can instill a sense of tremendous pride throughout all levels of an organization. In particular, it can be an immensely satisfying accomplishment for the animal care technicians, custodians, and others who provide much of the day-to-day care for agricultural animals. The process of earning and maintaining accreditation is often a valuable team-building experience for the entire animal care and use staff.

O principal objetivo o texto é
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Os vários tipos celulares em um organismo multicelular diferem dramaticamente quanto à estrutura e função. Tais diferenças se devem a alterações na expressão gênica durante a diferenciação celular. Nesse contexto, assinale a alternativa correta.
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Com relação aos principais endoparasitas e ectoparasitas que acometem as espécies convencionais de animais de laboratórios, assinale a alternativa correta.
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Para responder à questão, leia o texto a seguir.
A cidade em crise
Carlos Antônio Leite Brandão*
Os espaços físicos urbanos são, por excelência, do domínio público em que se movimenta a cidade e a sociedade. Isso aponta, de imediato, a necessidade de pensar e promover como seu bem maior a coisa pública, a res publica. E aí repousa, justamente, a maior dificuldade: o domínio público tem perdido seu lugar na sociedade urbana contemporânea. A perda da dimensão pública de nossa existência é o maior desafio enfrentado para que se implementem ações destinadas a preservar a cidade enquanto pólis e urbe.
Essa crise foi longamente germinada e é intrínseca à própria formação das sociedades modernas e se traduz na progressiva restrição do espaço público. Diariamente, vemos pessoas reclamarem dos prejuízos causados à qualidade de seu meio ambiente particular, como a inserção de um poste, a derrubada de uma árvore, a falta de segurança no bairro, o excesso de ruído, a poluição ou a mudança no fluxo viário em seus arredores. Tais reclamações são válidas, mas cumpre verificar com que caráter o problema da qualidade de vida comparece nelas: são desconfortos sentidos apenas na medida em que interferem no espaço particular do reclamante.
O cidadão, figura central do movimento da pólis, também está se perdendo e sendo substituído pela figura do contribuinte e do consumidor. É na condição de contribuinte ou consumidor de serviços, por exemplo, que se reivindica a preservação da qualidade de vida, a obtenção da segurança e o afastamento do jogo político de alguns profissionais da economia informal. Se a qualidade de vida só pode ser requerida pelo contribuinte e consumidor, ela não é comum a todos, mas apenas a um grupo de cidadãos cuja voz é mais forte quanto maior a sua riqueza.
A cidade é mais do que um espaço físico, e o problema da qualidade de vida vai além da questão ambiental. A cidade é um espaço ético. Desenvolver essa noção é o propósito preliminar de um modelo ainda a ser implantado que tem como vértice a educação das pessoas para o agir ético dentro de uma sociedade em que a virtude pública constitui o horizonte privilegiado de nossas visadas. Fisicamente, acreditamos morar em cidades; espiritualmente, habitamos não cidades, espaços privados onde estamos, mais do que tudo, “privados” de liberdade.
Liberdade não é prolongar para o público aquilo que fazemos e desejamos na intimidade, mas ter a possibilidade de dar um destino público às nossas ações e desenvolver plenamente as nossas potencialidades na medida em que as dirigimos à comunidade à qual pertencemos. Isso só é possível quando nosso trabalho escolhe destinar-se ao outro, permitindo-nos transcender a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.
* Professor de História da Arquitetura da UFMG.
Fonte: Disponível em: <www.ufmg.br/diversa/17/index.php/aglomerados/a-cidade-em-crise>. Acesso em: 21 mar. 2013. (adaptado)
Nos dois parágrafos finais do artigo, o emprego da primeira pessoa do plural permite ao autor
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