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Streptococcus mutans e Streptococcus sobrinus são, do grupo dos Estreptococos, os mais importantes na cárie dentária em humanos. Assinale a alternativa que apresenta APENAS fatores associados à cariogenicidade dessas bactérias.
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Para responder à questão, leia o texto a seguir.
A cidade em crise
Carlos Antônio Leite Brandão*
Os espaços físicos urbanos são, por excelência, do domínio público em que se movimenta a cidade e a sociedade. Isso aponta, de imediato, a necessidade de pensar e promover como seu bem maior a coisa pública, a res publica. E aí repousa, justamente, a maior dificuldade: o domínio público tem perdido seu lugar na sociedade urbana contemporânea. A perda da dimensão pública de nossa existência é o maior desafio enfrentado para que se implementem ações destinadas a preservar a cidade enquanto pólis e urbe.
Essa crise foi longamente germinada e é intrínseca à própria formação das sociedades modernas e se traduz na progressiva restrição do espaço público. Diariamente, vemos pessoas reclamarem dos prejuízos causados à qualidade de seu meio ambiente particular, como a inserção de um poste, a derrubada de uma árvore, a falta de segurança no bairro, o excesso de ruído, a poluição ou a mudança no fluxo viário em seus arredores. Tais reclamações são válidas, mas cumpre verificar com que caráter o problema da qualidade de vida comparece nelas: são desconfortos sentidos apenas na medida em que interferem no espaço particular do reclamante.
O cidadão, figura central do movimento da pólis, também está se perdendo e sendo substituído pela figura do contribuinte e do consumidor. É na condição de contribuinte ou consumidor de serviços, por exemplo, que se reivindica a preservação da qualidade de vida, a obtenção da segurança e o afastamento do jogo político de alguns profissionais da economia informal. Se a qualidade de vida só pode ser requerida pelo contribuinte e consumidor, ela não é comum a todos, mas apenas a um grupo de cidadãos cuja voz é mais forte quanto maior a sua riqueza.
A cidade é mais do que um espaço físico, e o problema da qualidade de vida vai além da questão ambiental. A cidade é um espaço ético. Desenvolver essa noção é o propósito preliminar de um modelo ainda a ser implantado que tem como vértice a educação das pessoas para o agir ético dentro de uma sociedade em que a virtude pública constitui o horizonte privilegiado de nossas visadas. Fisicamente, acreditamos morar em cidades; espiritualmente, habitamos não cidades, espaços privados onde estamos, mais do que tudo, “privados” de liberdade.
Liberdade não é prolongar para o público aquilo que fazemos e desejamos na intimidade, mas ter a possibilidade de dar um destino público às nossas ações e desenvolver plenamente as nossas potencialidades na medida em que as dirigimos à comunidade à qual pertencemos. Isso só é possível quando nosso trabalho escolhe destinar-se ao outro, permitindo-nos transcender a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.
* Professor de História da Arquitetura da UFMG.
Fonte: Disponível em: <www.ufmg.br/diversa/17/index.php/aglomerados/a-cidade-em-crise>. Acesso em: 21 mar. 2013. (adaptado)
Para responder à questão, considere a frase a seguir, inspirada na parte final do parágrafo.
À medida que aumenta a riqueza de um grupo, mais forte se torna a sua voz.
Na frase, a oração subordinada evidencia que, entre o aumento da riqueza de um grupo e o fortalecimento de sua voz, existe uma relação de
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Na dentina, a lesão de cárie pode ser dividida em duas camadas, a dentina afetada e a dentina infectada. Assinale a alternativa que apresenta SOMENTE características da dentina afetada.
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ASSERÇÃO
No tratamento endodôntico de dentes permanentes com rizogênese incompleta, o curativo expectante deve sempre ser substituído a cada 15 dias até o fechamento apical completo,
PORQUE
RAZÃO
há solubilização e necessidade de manutenção do pH do material presente no curativo expectante.
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Para responder à questão, leia o texto a seguir.
A cidade em crise
Carlos Antônio Leite Brandão*
Os espaços físicos urbanos são, por excelência, do domínio público em que se movimenta a cidade e a sociedade. Isso aponta, de imediato, a necessidade de pensar e promover como seu bem maior a coisa pública, a res publica. E aí repousa, justamente, a maior dificuldade: o domínio público tem perdido seu lugar na sociedade urbana contemporânea. A perda da dimensão pública de nossa existência é o maior desafio enfrentado para que se implementem ações destinadas a preservar a cidade enquanto pólis e urbe.
Essa crise foi longamente germinada e é intrínseca à própria formação das sociedades modernas e se traduz na progressiva restrição do espaço público. Diariamente, vemos pessoas reclamarem dos prejuízos causados à qualidade de seu meio ambiente particular, como a inserção de um poste, a derrubada de uma árvore, a falta de segurança no bairro, o excesso de ruído, a poluição ou a mudança no fluxo viário em seus arredores. Tais reclamações são válidas, mas cumpre verificar com que caráter o problema da qualidade de vida comparece nelas: são desconfortos sentidos apenas na medida em que interferem no espaço particular do reclamante.
O cidadão, figura central do movimento da pólis, também está se perdendo e sendo substituído pela figura do contribuinte e do consumidor. É na condição de contribuinte ou consumidor de serviços, por exemplo, que se reivindica a preservação da qualidade de vida, a obtenção da segurança e o afastamento do jogo político de alguns profissionais da economia informal. Se a qualidade de vida só pode ser requerida pelo contribuinte e consumidor, ela não é comum a todos, mas apenas a um grupo de cidadãos cuja voz é mais forte quanto maior a sua riqueza.
A cidade é mais do que um espaço físico, e o problema da qualidade de vida vai além da questão ambiental. A cidade é um espaço ético. Desenvolver essa noção é o propósito preliminar de um modelo ainda a ser implantado que tem como vértice a educação das pessoas para o agir ético dentro de uma sociedade em que a virtude pública constitui o horizonte privilegiado de nossas visadas. Fisicamente, acreditamos morar em cidades; espiritualmente, habitamos não cidades, espaços privados onde estamos, mais do que tudo, “privados” de liberdade.
Liberdade não é prolongar para o público aquilo que fazemos e desejamos na intimidade, mas ter a possibilidade de dar um destino público às nossas ações e desenvolver plenamente as nossas potencialidades na medida em que as dirigimos à comunidade à qual pertencemos. Isso só é possível quando nosso trabalho escolhe destinar-se ao outro, permitindo-nos transcender a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.
* Professor de História da Arquitetura da UFMG.
Fonte: Disponível em: <www.ufmg.br/diversa/17/index.php/aglomerados/a-cidade-em-crise>. Acesso em: 21 mar. 2013. (adaptado)
Para assinalar verdadeiro (V) ou falso (F), analise o emprego das palavras e sua relação com a construção da argumentação no texto.
( ) Infere-se uma oposição de sentido entre reclamante e cidadão, sendo, no contexto, entendidos como antônimos.
( ) Fundamenta-se a ideia de a qualidade de vida ser regida pela perspectiva política, e não econômica, a partir do contraste estabelecido entre cidadão e contribuinte ou consumidor de serviços.
( ) Evidencia-se a polissemia da palavra privados ao se reconhecer que, na primeira ocorrência, privados tem o sentido de “não públicos” e, na segunda, o de “ausência de, falta de”.
A sequência correta é
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O fator de configuração cavitária (Fator C) está relacionado ao preparo cavitário e à deformação que as resinas compostas sofrem quando ocorre a sua polimerização.Assinale a alternativa que define o Fator C.
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Acerca da epidemiologia das doenças periodontais e dos métodos de diagnóstico delas, indique se é verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das afirmativas a seguir.
( ) O exame periodontal de toda a dentição fornece os melhores meios de avaliar a prevalência e a gravidade da doença periodontal em uma determinada população, independente da sua faixa etária.
( ) Quanto menor o número de sítios afetados por doença periodontal, melhor é o desempenho de índices de registro parcial para avaliar a prevalência dela em uma determinada população.
( ) Embora a prevalência e a extensão de gengivite sejam altas na população e a maioria dos indivíduos possa apresentar sítios com progressão de perda de inserção ao longo de suas vidas, há uma fração pequena de indivíduos que apresenta perda de inserção avançada em múltiplos sítios.
( ) A despeito de condições como a obesidade, osteoporose e estresse apresentarem-se como indicadores de risco à periodontite, a presença das bactérias Tannerella forsythia, Aggregatibacter actinomycetemcomitans, Pophyromonas gingivalis e Treponema denticola no biofilme subgengival, o hábito de tabagismo e a presença de diabetes mellitus descompensada são os fatores de risco para a periodontite com maior comprovação científica.
A sequência correta é
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Os principais monômeros que compõem a matriz orgânica das resinas compostas são o bisfenol glicidil metacrilato (BIS-GMA), o trietilenoglicol dimetacrilato (TEGDMA), o uretano dimetacrilato (UDMA) e o metil metacrilato (MMA).
Considerando os monômeros citados, assinale verdadeira (V) ou falsa (F) nas alternativas a seguir.
( ) O TEGDMAe o UDMAsão monômeros de baixo peso molecular e não estão associados à maior incorporação de carga inorgânica e melhoradores ópticos às resinas compostas.
( ) O BIS-GMA é uma molécula de alto peso molecular, o MMAe o TEGDMAsão moléculas usadas para controlar a viscosidade das resinas compostas.
( ) BIS-GMA e UDMA são os monômeros mais utilizados como componentes da matriz orgânica das resinas compostas.
( ) TEGDMA e MMA estão associados às melhores características de ópticas das resinas compostas, enquanto o UDMAatua como modulador da polimerização.
( ) O MMA é um monômero que pode se comportar como molécula isolada e também aparecer nas cadeias moleculares dos demais monômeros.
A sequência correta é
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Para ser iniciada a redução oclusal em preparos de coroas metalocerâmicas para dentes posteriores, devem ser realizados em com uma ponta diamantada de extremidade . Nas áreas que receberão revestimento em cerâmica, a redução deve ser de .
Selecione a sequência que completa corretamente as lacunas.
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Em uma cavidade classe II para amálgama, as paredes vestibular e lingual da caixa proximal devem ser para oclusal. Essa característica . Os ângulos gengivolingual e gengivovestibular devem ser a fim de colaborar na .
Selecione a sequência que completa corretamente as lacunas.
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