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Para a preservação digital de documentos em bibliotecas e arquivos, são necessárias ações como a preservação tecnológica, a migração, a emulação, o encapsulamento e a adoção de políticas de gestão documental e tecnológica, além da adoção de
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Considere o trecho de consulta transcrito a seguir.
Dona Kátia, de 48 anos, vem à Unidade Básica de Saúde sem consulta agendada, solicitando acolhimento. Relata otalgia em ferroadas, de forte intensidade, bilateral, porém consideravelmente pior à esquerda, há cerca de 20 dias, sem fatores desencadeantes, de alívio ou de piora referidos, associada à diminuição da acuidade auditiva à esquerda.
Associado ao quadro, relata que apresenta, há um mês, congestão nasal, coriza purulenta, cefaleia em peso maxilar e frontal, tosse pouco produtiva e crises de sibilância e dispneia à noite, com alívio parcial com o uso de salbutamol spray. Kátia acredita que o quadro se trata de um resfriado forte e de uma otite; está se sentindo muito irritada e preocupada por ter faltado ao trabalho ontem e hoje devido à piora da otalgia; gostaria de melhorar o quanto antes possível para poder retornar ao trabalho e, por isso, acredita que necessita receber uma prescrição de antibiótico hoje. Nega febre, mal-estar generalizado, mialgias difusas e lesões de pele. Nega outras queixas. Nega contato com pessoas com sintomas semelhantes, alergias medicamentosas e uso recente de antibióticos. É tabagista ativa há 33 anos, fuma entre 10 a 40 cigarros ao dia, com uma tentativa prévia de cessação há dois anos sem sucesso. No momento, refere que não tem intenção de parar de fumar e que não quer falar sobre esse assunto nesta consulta.
A partir desse trecho da consulta, analise as afirmativas a seguir.
I - Segundo a proposta do Registro em Saúde Orientado por Problemas, são problemas que devem constar no prontuário de Kátia: provável otite à esquerda; sinusite bacteriana?; pneumopatia a esclarecer; tabagismo ativo.
II - Nesse trecho da consulta, é explorada a história clínica de Kátia e sua experiência com a doença, que são elementos do primeiro componente do Método Clínico Centrado na Pessoa, denominado "Explorando a Saúde, a Doença e a Experiência da Doença".
III - Conforme preconizado pelo Método Clínico Centrado na Pessoa, são explorados, nesse trecho, os sentimentos e as ideias de Kátia sobre sua experiência de doença, bem como é investigado o impacto dos sintomas na sua funcionalidade e abordadas as expectativas de Kátia em relação ao médico e à consulta.
IV - Segundo os estágios de mudança de comportamento do modelo transteórico, nessa consulta Kátia encontra-se no estágio pré-contemplativo em relação ao tabagismo.
Estão corretas
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Assinale a única estratégia de tratamento, dentre aquelas destacadas na sequência, que não se mostra condizente com os preceitos da Terapia Cognitivo-Comportamental para a intervenção em quadros caracterizados por elevada ansiedade social.
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A volta da letra bonita
Nossas histórias têm caligrafia própria. A forma da letra nos identifica, por isso a treinamos, buscando uma imagem ideal, como quando fazemos caras e bocas no espelho.
Quer escrevamos em garranchos de médico, em estudada letra de professor, em sofridos traços de quem teve pouca escola ou em estilosas maiúsculas de arquiteto, há uma razão de ser na estética, tamanho e cadência do que colocamos no papel.
Não é à toa que existem grafólogos, que sabem ler a linguagem do traço. A assinatura, com a qual emprestamos valor e seriedade a tanta coisa, nos sintetiza.
Aos nove anos, passei a usar o sobrenome do meu padrasto. Era algo que desejava, portanto preparei-me com pompa para a nova assinatura.
Sem determinação consciente, mudei de letra e nunca mais escrevi em cursiva. Imitei o traçado dos cadernos artísticos de uma colega que admirava - aliás, ela virou arquiteta. Sempre quis que meus caóticos e borrados cadernos escolares parecessem algo melhor, mas na ocasião o que importava era sua escrita em maiúsculas.
Em inglês, chamam-nas de "letras capitais", como as cidades mais importantes, como a pena que ceifa uma vida, como um valor investido.
Maiúsculo, dizemos nós, nome superlativo, como esperava do que dali em diante se tornaria o meu.
Se hoje tento escrever em cursiva, volta-me a letra de criança de nove anos, retrato congelado daquela cuja vida abriu um novo parágrafo. Acho que, também sem querer, escolhi que as letras não fossem coladas. Era uma identidade nova, peças soltas que passarei a vida tentando juntar.
O escritor Fabrício Carpinejar também tem uma história de filiação através da letra. Ele era, como eu, um desastre de aluno. Quando informado pela mãe de que no dia seguinte teria de assinar sua primeira carteira de identidade, ficou apavorado.
Com urgência, treinou fazendo calcos dos autógrafos do seu já famoso pai. Sua primeira assinatura foi um plágio, uma apropriação, prenúncio da herança artística dos dois pais poetas, que mais adiante reivindicaria para si. "A letra do meu pai me deu colo", ele definiu. No meu caso, foram as maiúsculas que deram colo para meu novo pai.
Quando os teclados tomaram conta da escrita, os presságios para o futuro da capacidade de escrever à mão foram terríveis. Como tantos
apocalipses, este não se confirmou. Entre os mais jovens, virou mania a arte do lettering. Uma caligrafia esmerada, que compõe diários-agendas, nos quais compromissos, confissões e ideias espalham-se graciosamente por páginas que não vexariam um monge escriba. Nas tatuagens que contêm palavras com que nos revestimos para sempre, as formas, os tipos de letras usados fazem toda a diferença.
Chegamos até aqui como civilização escrevendo: documentando contabilidades, leis, memórias e ficções. Não posso afirmar que isso nos tornou boa gente, mas, se temos algum potencial para ser melhores, acredito que o cuidado com a escrita pode ajudar. A letra manuscrita é um ato de amor às palavras, e nesse caso as aparências não enganam.
Vê-la resgatada com tanta graça me enche de otimismo de que as coisas se transformam, mas o essencial talvez não se perca.
Fonte: CORSO, Diana. A volta da letra bonita. Jornal Zero Hora, Porto Alegre, ano 56, 18 fev.
2019. Colunistas, p.31.
Com relação à concordância verbal, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa.
( ) Em Nossas histórias têm caligrafia própria, a forma verbal passaria para o singular, caso o segmento sublinhado fosse reescrito como Nossas narrativas de vida.
( ) Em Quando os teclados tomaram conta da escrita, a forma verbal passaria para o singular, caso o segmento sublinhado fosse reescrito como o uso dos teclados.
( ) Em diários-agenda, nos quais compromissos, confissões e ideias espalham-se graciosamente por páginas, a forma verbal passaria para o singular, caso o segmento sublinhado fosse reescrito como em que.
A sequência correta é
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Assinale a alternativa que NÃO corresponde ao que prevê a Lei nº 8.112, de 1990.
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Sobre fibrilação atrial, assinale a alternativa INCORRETA.
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Segundo Dalgalarrondo (2000, p. 55), durante a primeira entrevista clínica, "serão colhidos todos os dados necessários para um diagnóstico pluridimensional do paciente, o que inclui os dados sociodemográficos, a queixa ou problema principal e a história dessa queixa, os antecedentes mórbidos somáticos e psíquicos pessoais, incluindo hábitos e uso de substâncias químicas, os antecedentes mórbidos familiares, a história de vida do paciente, incluindo as várias etapas do desenvolvimento somático, neurológico, psicológico e psicossocial, e, finalmente, a avaliação das interações familiares e sociais do paciente".
Como se chama esse processo de levantamento de dados na primeira entrevista?
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Em relação aos estudos de usuário assinale a alternativa INCORRETA
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
São deveres fundamentais do servidor público, conforme disposto no Código de Ética Profissional do Servidor, EXCETO
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L.S, paciente de 30 anos, jogador amador de futebol, relata torção em joelho direito durante a partida, com dor aguda de grande intensidade e bloqueio do joelho, tanto para flexão como para extensão. Apresenta-se com importante derrame articular. Aos testes específicos apresenta somente Apley de compressão e McMurray positivos e em sua palpação relata dor importante na interlinha medial.
Neste caso, pode-se suspeitar de ruptura do
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