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Foram encontradas 40 questões.

1722832 Ano: 2017
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Sabendo-se que na Atenção Domiciliar, a família tem um papel essencial no cuidado ao paciente, assinale a alternativa correta no que diz respeito a esse papel.
 

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1710954 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: UFU
Orgão: UFU
A sigla URL correspondente às palavras inglesas "Uniform Resource Locator", que foram traduzidas para a língua portuguesa como Localizador-Padrão de Recursos.
Assinale a alternativa correta que indica o significado da referência URL.
 

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1707786 Ano: 2017
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFU
Orgão: UFU
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A Política Nacional de Alimentação e Nutrição tem como pressuposto:
 

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1681021 Ano: 2017
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFU
Orgão: UFU
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A avaliação da acuidade visual é uma das principais ações de saúde a ser desenvolvida no âmbito escolar. A triagem de acuidade visual é viável por meio de um teste a ser realizado por profissionais de saúde (não necessariamente médicos) e da educação, quando capacitados.
Assinale a alternativa que apresenta o nome do teste descrito acima.
 

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1654748 Ano: 2017
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFU
Orgão: UFU
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A atenção nutricional, que deve fazer parte do cuidado integral na Rede de Atenção à Saúde (RAS), apresenta como coordenadora do cuidado e ordenadora da rede:
 

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1628376 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.
Reciclar é bom, mas reduzir o volume de resíduos é ainda melhor
No Dia da Limpeza Urbana, o Instituto Akatu fala da importância de diminuirmos o volume do “lixo” que produzimos nas cidades
Imagine uma estrada que percorresse os mais de 7,4 mil quilômetros do litoral brasileiro. Se todo o lixo urbano descartado em um único dia no país fosse espalhado por uma pista nessa extensão, se teria um “tapete de resíduos” com altura de 3,5 centímetros. Em apenas um mês, haveria um muro de lixo com pouco mais de um metro de altura. E, ao acumular todos os resíduos por um ano, somando 79,9 milhões de toneladas, o acesso às nossas praias seria bloqueado por uma enorme muralha mal cheirosa da largura de uma pista (3,6 metros), com quase 13 metros de altura!
Essas imagens impressionam especialmente porque o ato de descartar um resíduo é quase automático, acontece no nosso cotidiano sem que nos demos conta. Diariamente, repetimos várias vezes o gesto de “jogar fora o lixo”. Em casa, no trabalho, na rua, desprezamos restos de alimentos, embalagens, equipamentos quebrados, entre outros resíduos que não queremos ter por perto, dos quais queremos nos livrar.
Mas, o fato é que, quando nos “livramos” desse lixo, ele não deixa de existir. Ele terá que ser recolhido, destinado, tratado e, se for possível, ao menos parte dele, reciclado. Agora, imagine o que é fazer isso com aquela muralha de 13 metros de altura ao longo do litoral brasileiro. E quem paga essa conta? Quem paga são os cidadãos, isto é, todos nós, visto que o custo será repassado à população na forma de impostos, parte dos quais serão usados (ou pelo menos deveriam ser usados) para pagar os serviços de limpeza pública urbana.
Nossa sociedade consome e gera mais resíduos a cada dia: mesmo com a crise econômica no país, houve um crescimento de 1,7% no volume de resíduos entre 2014 e 2015, um percentual maior do que o 0,8% de crescimento da população brasileira no mesmo período.
Como cada brasileiro produz mais de 1 quilo de lixo/resíduos por dia – segundo dado da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) – ao se considerar uma família de quatro pessoas, que mantenha essa produção diária ao longo da vida de todos os membros da família, apenas essa família ocuparia quatro apartamentos de 50 m2 lotados até o teto somente com os seus resíduos. Segundo essa mesma lógica, cinco famílias precisariam de um prédio de dez andares somente para “guardar” os seus resíduos.
Por isso, mais do que saber separar e destinar corretamente os resíduos, é preciso se preocupar em reduzir o volume do que chamamos de “lixo”. Reciclar é importante, pois reaproveita as matérias primas, economizando energia e água no processo, mas não basta. É essencial lembrar da importância de reduzir o volume de resíduos descartados. Uma maneira de expressar essa orientação é que “o melhor resíduo é aquele que não é gerado”. Assim, diminuir a quantidade de resíduos que produzimos é essencial e começa antes mesmo da hora da compra.
Escrito por Equipe Akatu - 25 de agosto de 2017
Disponível em: <https://www.akatu.org.br/noticia/reciclarereduzir/>. Acesso em 15 set. 2017. Adaptado.
No título “Reciclar é bom, mas reduzir o volume de resíduos é ainda melhor”, o termo em destaque NÃO pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por
 

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1612211 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.
Reciclar é bom, mas reduzir o volume de resíduos é ainda melhor
No Dia da Limpeza Urbana, o Instituto Akatu fala da importância de diminuirmos o volume do “lixo” que produzimos nas cidades
Imagine uma estrada que percorresse os mais de 7,4 mil quilômetros do litoral brasileiro. Se todo o lixo urbano descartado em um único dia no país fosse espalhado por uma pista nessa extensão, se teria um “tapete de resíduos” com altura de 3,5 centímetros. Em apenas um mês, haveria um muro de lixo com pouco mais de um metro de altura. E, ao acumular todos os resíduos por um ano, somando 79,9 milhões de toneladas, o acesso às nossas praias seria bloqueado por uma enorme muralha mal cheirosa da largura de uma pista (3,6 metros), com quase 13 metros de altura!
Essas imagens impressionam especialmente porque o ato de descartar um resíduo é quase automático, acontece no nosso cotidiano sem que nos demos conta. Diariamente, repetimos várias vezes o gesto de “jogar fora o lixo”. Em casa, no trabalho, na rua, desprezamos restos de alimentos, embalagens, equipamentos quebrados, entre outros resíduos que não queremos ter por perto, dos quais queremos nos livrar.
Mas, o fato é que, quando nos “livramos” desse lixo, ele não deixa de existir. Ele terá que ser recolhido, destinado, tratado e, se for possível, ao menos parte dele, reciclado. Agora, imagine o que é fazer isso com aquela muralha de 13 metros de altura ao longo do litoral brasileiro. E quem paga essa conta? Quem paga são os cidadãos, isto é, todos nós, visto que o custo será repassado à população na forma de impostos, parte dos quais serão usados (ou pelo menos deveriam ser usados) para pagar os serviços de limpeza pública urbana.
Nossa sociedade consome e gera mais resíduos a cada dia: mesmo com a crise econômica no país, houve um crescimento de 1,7% no volume de resíduos entre 2014 e 2015, um percentual maior do que o 0,8% de crescimento da população brasileira no mesmo período.
Como cada brasileiro produz mais de 1 quilo de lixo/resíduos por dia – segundo dado da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) – ao se considerar uma família de quatro pessoas, que mantenha essa produção diária ao longo da vida de todos os membros da família, apenas essa família ocuparia quatro apartamentos de 50 m2 lotados até o teto somente com os seus resíduos. Segundo essa mesma lógica, cinco famílias precisariam de um prédio de dez andares somente para “guardar” os seus resíduos.
Por isso, mais do que saber separar e destinar corretamente os resíduos, é preciso se preocupar em reduzir o volume do que chamamos de “lixo”. Reciclar é importante, pois reaproveita as matérias primas, economizando energia e água no processo, mas não basta. É essencial lembrar da importância de reduzir o volume de resíduos descartados. Uma maneira de expressar essa orientação é que “o melhor resíduo é aquele que não é gerado”. Assim, diminuir a quantidade de resíduos que produzimos é essencial e começa antes mesmo da hora da compra.
Escrito por Equipe Akatu - 25 de agosto de 2017
Disponível em: <https://www.akatu.org.br/noticia/reciclarereduzir/>. Acesso em 15 set. 2017. Adaptado.
No trecho: “Se todo o lixo urbano descartado em um único dia no país fosse espalhado por uma pista nessa extensão, se teria um ‘tapete de resíduos’ com altura de 3,5 centímetros.”, o termo destacado pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por:
 

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1612140 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.
Reciclar é bom, mas reduzir o volume de resíduos é ainda melhor
No Dia da Limpeza Urbana, o Instituto Akatu fala da importância de diminuirmos o volume do “lixo” que produzimos nas cidades
Imagine uma estrada que percorresse os mais de 7,4 mil quilômetros do litoral brasileiro. Se todo o lixo urbano descartado em um único dia no país fosse espalhado por uma pista nessa extensão, se teria um “tapete de resíduos” com altura de 3,5 centímetros. Em apenas um mês, haveria um muro de lixo com pouco mais de um metro de altura. E, ao acumular todos os resíduos por um ano, somando 79,9 milhões de toneladas, o acesso às nossas praias seria bloqueado por uma enorme muralha mal cheirosa da largura de uma pista (3,6 metros), com quase 13 metros de altura!
Essas imagens impressionam especialmente porque o ato de descartar um resíduo é quase automático, acontece no nosso cotidiano sem que nos demos conta. Diariamente, repetimos várias vezes o gesto de “jogar fora o lixo”. Em casa, no trabalho, na rua, desprezamos restos de alimentos, embalagens, equipamentos quebrados, entre outros resíduos que não queremos ter por perto, dos quais queremos nos livrar.
Mas, o fato é que, quando nos “livramos” desse lixo, ele não deixa de existir. Ele terá que ser recolhido, destinado, tratado e, se for possível, ao menos parte dele, reciclado. Agora, imagine o que é fazer isso com aquela muralha de 13 metros de altura ao longo do litoral brasileiro. E quem paga essa conta? Quem paga são os cidadãos, isto é, todos nós, visto que o custo será repassado à população na forma de impostos, parte dos quais serão usados (ou pelo menos deveriam ser usados) para pagar os serviços de limpeza pública urbana.
Nossa sociedade consome e gera mais resíduos a cada dia: mesmo com a crise econômica no país, houve um crescimento de 1,7% no volume de resíduos entre 2014 e 2015, um percentual maior do que o 0,8% de crescimento da população brasileira no mesmo período.
Como cada brasileiro produz mais de 1 quilo de lixo/resíduos por dia – segundo dado da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) – ao se considerar uma família de quatro pessoas, que mantenha essa produção diária ao longo da vida de todos os membros da família, apenas essa família ocuparia quatro apartamentos de 50 m2 lotados até o teto somente com os seus resíduos. Segundo essa mesma lógica, cinco famílias precisariam de um prédio de dez andares somente para “guardar” os seus resíduos.
Por isso, mais do que saber separar e destinar corretamente os resíduos, é preciso se preocupar em reduzir o volume do que chamamos de “lixo”. Reciclar é importante, pois reaproveita as matérias primas, economizando energia e água no processo, mas não basta. É essencial lembrar da importância de reduzir o volume de resíduos descartados. Uma maneira de expressar essa orientação é que “o melhor resíduo é aquele que não é gerado”. Assim, diminuir a quantidade de resíduos que produzimos é essencial e começa antes mesmo da hora da compra.
Escrito por Equipe Akatu - 25 de agosto de 2017
Disponível em: <https://www.akatu.org.br/noticia/reciclarereduzir/>. Acesso em 15 set. 2017. Adaptado.
O trecho em destaque “[...] mesmo com a crise econômica no país, houve um crescimento de 1,7% no volume de resíduos entre 2014 e 2015” pode ser reescrito, sem prejuízo de sentido, por
 

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1612070 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.
Reciclar é bom, mas reduzir o volume de resíduos é ainda melhor
No Dia da Limpeza Urbana, o Instituto Akatu fala da importância de diminuirmos o volume do “lixo” que produzimos nas cidades
Imagine uma estrada que percorresse os mais de 7,4 mil quilômetros do litoral brasileiro. Se todo o lixo urbano descartado em um único dia no país fosse espalhado por uma pista nessa extensão, se teria um “tapete de resíduos” com altura de 3,5 centímetros. Em apenas um mês, haveria um muro de lixo com pouco mais de um metro de altura. E, ao acumular todos os resíduos por um ano, somando 79,9 milhões de toneladas, o acesso às nossas praias seria bloqueado por uma enorme muralha mal cheirosa da largura de uma pista (3,6 metros), com quase 13 metros de altura!
Essas imagens impressionam especialmente porque o ato de descartar um resíduo é quase automático, acontece no nosso cotidiano sem que nos demos conta. Diariamente, repetimos várias vezes o gesto de “jogar fora o lixo”. Em casa, no trabalho, na rua, desprezamos restos de alimentos, embalagens, equipamentos quebrados, entre outros resíduos que não queremos ter por perto, dos quais queremos nos livrar.
Mas, o fato é que, quando nos “livramos” desse lixo, ele não deixa de existir. Ele terá que ser recolhido, destinado, tratado e, se for possível, ao menos parte dele, reciclado. Agora, imagine o que é fazer isso com aquela muralha de 13 metros de altura ao longo do litoral brasileiro. E quem paga essa conta? Quem paga são os cidadãos, isto é, todos nós, visto que o custo será repassado à população na forma de impostos, parte dos quais serão usados (ou pelo menos deveriam ser usados) para pagar os serviços de limpeza pública urbana.
Nossa sociedade consome e gera mais resíduos a cada dia: mesmo com a crise econômica no país, houve um crescimento de 1,7% no volume de resíduos entre 2014 e 2015, um percentual maior do que o 0,8% de crescimento da população brasileira no mesmo período.
Como cada brasileiro produz mais de 1 quilo de lixo/resíduos por dia – segundo dado da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) – ao se considerar uma família de quatro pessoas, que mantenha essa produção diária ao longo da vida de todos os membros da família, apenas essa família ocuparia quatro apartamentos de 50 m2 lotados até o teto somente com os seus resíduos. Segundo essa mesma lógica, cinco famílias precisariam de um prédio de dez andares somente para “guardar” os seus resíduos.
Por isso, mais do que saber separar e destinar corretamente os resíduos, é preciso se preocupar em reduzir o volume do que chamamos de “lixo”. Reciclar é importante, pois reaproveita as matérias primas, economizando energia e água no processo, mas não basta. É essencial lembrar da importância de reduzir o volume de resíduos descartados. Uma maneira de expressar essa orientação é que “o melhor resíduo é aquele que não é gerado”. Assim, diminuir a quantidade de resíduos que produzimos é essencial e começa antes mesmo da hora da compra.
Escrito por Equipe Akatu - 25 de agosto de 2017
Disponível em: <https://www.akatu.org.br/noticia/reciclarereduzir/>. Acesso em 15 set. 2017. Adaptado.
De acordo com o texto, a atitude mais importante a ser tomada pelos cidadãos brasileiros é
 

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1611511 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: UFU
Orgão: UFU
Ao se usar uma planilha MS Excel 2007, foi digitado, em uma célula, o texto 3/4, sem a aplicação de qualquer formato.
Assinale a alternativa correta referente ao modo como o MS-Excel 2007 tratará essa entrada.
 

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